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Reverendo Miguel Gonçalves Torres no Sul de Minas.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: No antigo sul-mineiro um rancho de boiadeiros.
Imagem anterior: Procissão no antigo arraial de Carmo da Cachoeira.

Comentários

Anônimo disse…
O nome do Reverendo Miguel Gonçalves Torres está ligado a de VITAL BRAZIL MINEIRO DE CAMPANHA.
O educador, Miguel Gonçalves Torres e pastor protestante, mantinha uma escola, com método de ensino americano na Vila de Caldas, a qual o menino Vital Brasil frequentava. Foi seu instrutor, e através dele recebeu os toques, que vieram influenciar seu caráter e sua mentalidade. Vital Brazil (Vital Brasil), tem seu nome ligado ao surgimento do soro antiofídico.
Filho de pai abolicionista e mãe de ilustre família campanhense "os Pereiras de Magalhães", através de dona Mariana Carolina, é parente de Tiradentes, José Joaquim da Silva Xavier.
Anônimo disse…
No Porto dos Mendes, na Vila de Nepomuceno, uma velha conhecida dos cachoeirenses, dona MARIANA FELISBINA DOS REIS. Seu nome aparece na Genealogia da Família Reis, p.77. Seu pai, Manoel dos Reis Silva (I), nascido em Aiuruoca, casou-se com dona Mariana Vilela do Espírito Santo, filha de Domingos Vilela, e neta de Custódio Vilela de dona Felícia Siqueira (ou Cerqueira).
Dona Mariana Felisbina dos Reis, foi casada, em primeiras núpcias, com José Caetano de Carvalho, filho de Manoel Ribeiro de Carvalho. Cf. Inventário, Museu São João del Reis, caixa 521, e disponibilizado pelo Projeto Compartilhar.

Na Genealogia da Família Reis, lê-se:
MARIANA FELISBINA DOS REIS, nascida aos 18 de outubro de 1796, casou-se com Antônio Pereira de Gouvêa (I), na Ermida de São Domingos (da Barra), Município de Lavras, Minas Gerais, aos 8 de novembro de 1820, filho do Capitão José Pereira da Silva e de Ana Teresa de Gouvêia (Fazenda da Ponte Falsa e filha de Manoel Alves Pedrosa de Maria da Assunção Franco (a). Filhos:
* Ana Umbelina dos Reis, casada com seu primo José Bernardes dos Reis Pinto, na cidade de Nepomuceno, Minas Gerais, filho de João Bernardes Pinto e de dona Maria Cristina dos Reis; * João Evangelista Pereira, casado com Maria Antonia de São José; * Maria Porfíria dos Reis, casada com Manoel Luiz Cardoso, aos 11 de fevereiro de 1839, na cidade de Nepomuceno, Minas Gerais, filho de Manuel Luís Cardoso e de Quitéria Gertrudes Pereira, residiram na cidade de Perdões. Tiveram apenas uma filha, Ana Felisbina dos Reis, casada com Benjamim José Rodrigues. Estes tiveram apenas um filho, Anísio José Rodrigues, casado com Ana Umbelina dos Reis, no ano de 1844, filha de José Bernardes dos Reis Pinto e de Ana Umbelina dos Reis; * Antonio Pereira de Gouvêa (II), nascido em 1824, casou-se com Ana Leodorma de Alves aos 19 de novembro de 1845; * Carolina Porcina dos Reis, casada com Antonio da Costa Oliveira, português, na cidade de Nepomuceno, Minas Gerais em 23 de fevereiro de 1846; * Mariana Porfíria dos Reis, casou-se com seu primo, José Bernardes Pinto, na Cidade de Nepomuceno, Minas Gerais em 15 de outubro de 1845, filho de Bernardo José Pinto e de Ana Purcina dos Reis; * José Pereira de Gouvêa, casou-se com Rosa Maria de Jesus em 5 de setembro de 1850.
Anônimo disse…
O Projeto Partilha encontrou em uma listagem de eleitores, no Distrito Eleitoral de São Thomé das Lettras, o nome de JOSÉ CAETANO DE CARVALHO. Relacionaremos, a seguir, a lista completa, como mais um dado informativo, que poderá vir auxiliar outros buscadores. São eles:
Gabriel Theophilo de Andrade (Teófilo)
Galiano Antonio Pereira
João José Correia
João Ribeiro de Andrade
João Thomaz da Silva
Joaquim Alves Taveira Pinto
Joaquim Francisco Nogueira
Joaquim Marcellino de Andrade
José Alves Ferreira
José Alves Taveira Pinto
José Francisco Corrêa
José Francisco de Souza
José Ignácio Ferreira
José Joaquim Alves Paranahyba
José Joaquim Fernandes Catta Preta
José Maria Gonçalves Leite
José Ribeiro de Andrade
José de Senna Xavier
Luciano Antonio Pereira
Lúcio Marcellino de Araújo
Luiz José de Paiva
Manoel Antonio Pereira Sobrinho
Manoel Joaquim Alves
Mizael Ferreira da Silva
Pedro José Martins
Valério Torquato de Andrade.

Lembrete: o sobrenome da Família Alves, também poderá ser encontrado grafado como ÁLVARES.
Anônimo disse…
O eleitor constante da relação, como votante no Distrito de São Thomé das Lettras, nos idos anos do século XIX, Luiz José de Paiva, é irmão de Mariana Clara do Nascimento, casada com Gaspar José de Abreu. O Projeto Partilha traz algumas informações sobre este casal, desde que, foram moradores da FAZENDA MARANHÃO, fazenda vizinha do SITIO DA CACHOEIRA, na CACHOEIRA DOS RATES, nos idos tempos em que, Lavras do Funil pertencia a tempos da Comarca do Rio das Mortes. Segundo Mons. José do Patrocínio Lefort, houve uma momento em que, MANOEL ANTONIO RATES, mantinha um relacionamento, pelo menos amigável, senão familiar, com esta família.
Anônimo disse…
Na página de ontem, o Projeto Partilha reproduziu os dados sobre a Freguesia do Carmo da Cachoeira, escrito pelo jornalista Bernardo Saturnino da Veiga, e publicado no Almanak Sul Mineiro, ano 1884. A descrição histórica, contida no relato, nos dá a clara visão da proximidade entre as duas cidades: Carmo da Cachoeira e São Thomé das Lettras, devido os limites estabelecidos na época. Assim, eleitores na Freguesia do Carmo da Cachoeira, e os do Distrito eleitoral de São Thomé, eram vizinhos, e seus parentes poderiam estar pelas redondezas. É o caso de MANOEL JOAQUIM ALVES. Ver em, Projeto Compartilhar, Ana Joaquina de São José e Antonio Joaquim Alves. Neste trabalho, vamos encontrar uma pessoa conhecida do Projeto Partilha. Trata-se de dona Ana Luísa Gonçalves, viúva de Antonio Joaquim Alves, moradora no Sítio Ribeirão da Prata, aplicação de São Bento do Campo Belo, freguesia das Lavras do Funil. A experiência que temos vivenciado tem nos mostrado, que a questão da imensidão territorial da Comarca do Rio das Mortes, deverá ser levada em consideração sempre, para que não se percam dados importantes durante as buscas.
Anônimo disse…
O "TATONHO", cujo apelido carinhoso utilizado pelos cachoeirenses, era o conhecido e eficiente Agente de Estatística local, ANTONIO BATISTA DE SANT´ANA. Ainda hoje, é lembrado pelas famílias tradicionais da cidade. Ele nos deixou um legado, através de cópia de trabalho realizado e guardado com zelo por Antônio Bonifácio Maciel, que corresponde a transcrições dos trabalhos e publicações do Almanak Sul Mineiro. Pouca coisa ficou, entre elas está. Está assim especificado: Cópia datilografada por Antonio Batista de Sant´Ana. Carmo da Cachoeira, 28 de fevereiro de 195(?). Já que são nossos vizinhos, achamos por bem partilhar os dados. Desta cópia, constam dados do Distrito de São Thomé das Letras, e está assim colocado:
Antonio Paulino de Medeiros - fiscal;

Juizes de Paz: João Ribeiro de Andrade; Evaristo Alves Pereira; José Joaquim Alves; Lúcio Marcellino de Araújo; João José Peixoto e João Pedro Correia;

Polícia
José Joaquim Fernandes Catta Preta
Subdelegado de polícia, João José Peixoto;

Correio Postal, João José Peixoto, Agente;

Instrução Pública, Antonio Cândido dos Reis Dinamarco, capitão delegado;

Matriz, João José Peixoto, sacristão;

Alfaiates: João José Peixoto, João Ferreira dos Santos e Manoel José Pereira;

Ourives, João de Medeiros Teixeira;

Música: José de Senna Xavier - diretor e professor

Pharmácia, Lúcio Marcelliano de Araújo

Sapateiros: Cândido Lino de Araújo, Elias Antonio Pillar e Manoel José Pereira;

Rancheiros: Joaquim Antonio de Castro e Luciano Antonio Pereira;

Vacinador, o alferes, Lúcio Marcelliano de Araújo;

Olarias: Joaquim Antonio de Castro, Manoel Francisco Vallin (Valim) e Mizael Pereira da Silva;

Ferreiros: José Antonio Ferreira, José Vicente e Vicente Ferreira;

Açougue, Joaquim Emiliano;

Capitalistas: Antonio Gabriel Junqueira, Barão de Caldas; Francisco Alves Madureira; Francisco de Andrade Junqueira e Joaquim Alves Taveira Pinto;

Negociantes: Francisco Pinto de Souza; José Alves Ferreira & Cia.; Antonio Francisco da Fonseca; Manoel José Pereira; Miguel Martins de Castro e Misael Pereira da Silva.

Vale informar aos internautas de outros Estados, Cidades ou Países de que, estando no Cemitério da Chamusca, e voltando o olhar para o sul, e um pouco mais para leste, avista-se o núcleo populacional de São Thomé das Letras. Estes dois pontos, estão muito próximos.
Anônimo disse…
Continuamos lendo as anotações feitas por TATONHO, Antonio Batista Sant´Ana:

"Um habitantes da Cachoeira, que também concorre com suas quotas para os cofres públicos, o Dr. JOSÉ FELICIANO DIAS DE GOUVÊIA, nascido em 1826 e falecido com 33 anos de idade, em 1859. Havia se formado em direito, pela Faculdade Paulista, em 1852. Em 15 de outubro de 1854, foi nomeado Juiz Municipal de Paraibuna, e representou dignamente a Província na Assembléia Mineira, nas décima, décima primeira e décima segunda legislaturas. Aliado ainda, a uma robusta inteligência, um honrado caráter. Assim sendo, e por essas condições era respeitado, estimado e os concidadãos tinham por ele muita consideração. Distância: da cidade de Lavras a esse Município, 7 léguas; de três Pontas, 8 léguas; do Rio Verde (Três Corações), 6 léguas; de Varginha, 6léguas; da cidade de Campanha, 9 léguas; de Ouro Preto, 47 léguas; do Rio de Janeiro, 70 léguas; e da Estrada de Ferro D. Pedro II, 31 léguas. Eleitores: Dá 7, que votam no Colégio de Lavras, pertencente ao quarto distrito eleitoral. Estão qualificados 235 cidadãos votantes. CORREIO POSTAL - Nenhum passa pela Freguesia, que envie suas correspondências por intermédio de particulares". (Os dados foram datilografados, nos parece, na mesma máquina de escrever, utilizada do documento anteriormente citado, desde que, o "tipo" é o mesmo. Neste, não há anotação de data).

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