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Mostrando postagens de Setembro, 2021

O oratório da Fazenda dos Tachos em Minas

José Roberto Sales, publicou em 1957, a obra  Espírito Santo da Varginha (MG) 1763-1920 , nos traz dados interessantíssimos sobre a Fazenda dos Tachos em 1796 no capítulo 24 página 158-159. Ele cita Lefort, José do Patrocínio. (1950. Varginha: Monografia Histórico - Geográfica e Estatístico-religiosa pelo centenário da Paróquia a 1º de junho de 1950. São Paulo: Gráfica São José, p. 79-80.) Seria injustiça, na altura em que estamos, não consignássemos uma palavra sobre a Fazenda dos Tachos , no município de Varginha. Injustiça, porque sua existência largamente contribuiu para a história varginense, desde os seus primeiros tempos.   Prende-se, contudo, sua história à da própria localidade. José de Jesus Teixeira , rico lusitano que viveu sempre residindo na fazenda do Bom Jardim, às margens do Rio Verde. Piedoso em extremo, caráter nobre e desprendido da vaidade do século, não sentindo vocação pela vida agrária, recolhe-se Campanha, antes de expirar o século XVIII. Ali, resolveu edifica

Antiga foto da fazenda da Serra de Carmo da Cachoeira.

Luiz José Álvares Rubião, em publicação da obra, Álbum da Varginha pela Casa Maltese, às fls. (a publicação não contempla, nem ano, nem nº de páginas), descreve a Fazenda da Serra da seguinte forma: A uma légua da freguesia do Carmo da Cachoeira, está situada a Fazenda da Serra, propriedade do Cel. Antônio Justiniano dos Reis. Em 1918, Sylvestre Fonseca e João Liberal publicam às fls. 149: O Cel. Antônio Justiniano dos Reis falecido o anno passado, foi um dos mais importantes fazendeiros do Distrito do Carmo da Cachoeira. Ary Florenzano, genealogista, cita a Fazenda da Serra, apresentando-a como sendo o lugar onde pela primeira vez, aparece o nome Carmo da Cachoeira, em documento. O 21º Anuário Eclesiástico da Diocese da Campanha, 1959, fls. 28: Aos onze dias do mês de novembro do ano de mil oitocentos e dezenove, na Ermida de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, desta freguesia de São João Del Rei, receberam em matrimônio os contraentes Jerônimo José Rodrigues, viúvo o que ficou pelo

Monsenhor Antônio Joaquim da Fonseca

 Paróquia da Nossa Senhora do Carmo de 1884 a 1900 Um santo sacerdote! Mons. Fonseca nasceu em Três Corações, no dia 8 de outubro de 1849. Seus pais: Mariana Amélia da Fonseca e Cap. João Antônio da Fonseca, tido por Bernardo da Veiga como um dos homens importantes e dedicados ao progresso da cidade, cujo falecimento se deu em 30 de outubro de 1876 (cf Almanak Sul-Mineiro, 1884, p. 104). Seus estudos iniciais as primeiras letras, foram feitos na escola do Prof. Octaviano Augusto Cézar, em Três Corações. Mais tarde, transferiu-se para o conceituado Colégio Campanhense, do já conhecido e renomado Antônio de Araújo Lobato, tendo sido aluno do Prof. Antonio José Rodrigues de Morais. A vocação para o ministério sacerdotal nasceu-lhe muito cedo, mas sua admissão no seminário foi dificultada em razão de seu estado de saúde. Em melhores condições, algum tempo depois, reafirmou seu desejo e partiu para o seminário. A caminhada para o sacerdócio foi árdua, exigente, extensa. O seminarista, entre

Cachoeirense vivem uma dinâmica humanitária

Olhos amorosos voltados para a causa animal O mês de setembro nos presenteou com aromas suaves e peculiares. Algumas ruas de Carmo da Cachoeira, uma delas a Domingos Ribeiro de Rezende, pela primeira vez viu florir a arvorezinha de Manacá-da-serra. Ela revestiu-se das delicadas flores brancas/arroxeadas, leves, suaves, sutis e extremamente perfumadas. Coloriu e perfumou a Comunidade São Pedro de Rates e as casas vizinhas. Durante o inverno o espetáculo ficou por conta do Ipê que agora cede espaço para o Manacá nativo. Ambas, protegidas pelas pessoas que frequentam o espaço de celebrações e orações. Poucos anos atrás, quando se percebeu essas presenças, logo o pessoal cercou-as de zelo, carinho e proteção. Este ano de 2021, marcado pela infestação do Coronavírus, elas se mostraram em todo seu esplendor. Período não só de provações. O meio ambiente impassível cumpre seu papel na manutenção do equilíbrio ecológico. Fomos privilegiados, também, com ações governamentais resultadas da escol

Fazenda Paraíso na Comarca do Rio das Mortes

 Ermida Nossa Senhora das Dores do Paraíso O termo Nossa Senhora das Dores do Paraíso foi utilizado por Ary Florenzano em correspondência enviada ao Pe. Manoel Francisco Maciel. Em 1794, foi batizado nessa Ermida Inácio, filho de Miguel Antonio Rattes e Antonia Mendes de Andrade. Não há como falar da Fazenda Paraíso sem aliá-la ao nosso prezado amigo, Paulo Costa Campos, autor do “Dicionário Histórico e Geográfico de Três Pontas” . Na p. 65 de sua obra se refere a “Fazenda do Mato” , ao definir a Fazenda Paraíso. Fala em “Maria Tereza do Mato” , casada com o Cpt. Francisco Garcia de Figueiredo, casal que deixou grande descendência no Sul de Minas — ambas Paraíso e Mata pertencendo a Família Garcia Figueiredo. Nossa querida Dona Zilá (do Percy) é uma descendente da laboriosa Família Garcia Figueiredo e confirma a descrição do historiador Paulo Costa Campos que: “Há na sala da sede da fazenda uma bela e antiga capela que segundo a tradição foi construída pelo Cpt. Diogo Garcia da Cruz” ,

Ary Silva da família Dias de Oliveira - Bueno

Ary Silva pesquisou e publicou a Árvore Genealógica - Família Dias Oliveira - Bueno da qual ele faz parte. Abrindo seu trabalho, presta homenagem póstuma a Ary Florenzano, nos seguintes termos: A elaboração deste trabalho é dedicado em memória do Sr. ARY FLORENZANO, insigne genealogista falecido em Lavras, a quem muito devo, pelo incentivo de continuá-la até o possível a sua obra “Os BUENOS DA FONSECA”, Vol. VI - 1944, editado pelo Anuário Genealógico Brasileiro - São Paulo, e também aditamentos à Genealogia Paulistana - Silva Leme, V- 433, ns 2-4. Que Deus o guarde. Ary Silva Sobre Ary Silva, conforme apresentado às fls. 76 de sua obra, filho de Augusta Dias de Oliveira e José Augusto da Silva, nascido, à 21.8.1920 em UCHÔA - SP, cert. nasc. nº 351, fls. 76 liv. nº 6, bat. na Paróquia São Sebastião - Taquaritinga - Diocese de Jaboticabal em 22.8.1922, lv. 14 - fls. 90 nº 680, sendo padrinhos Antonio Soares Vieira e da. Maria Luiza Soares Paulillo, crismado em 1927 em Pindorama por Do

Fazenda Capão dos Óleos em Carmo da Cachoeira

Joaquim Vilela dos Reis casou-se com Ana Jacinta de Figueiredo. Seu inventário está arquivado no Centro de Memória do Sul de Minas - CEMEC, Campanha - MG, Cx. 127 - Inventários de Lavras. Foi inventariante a viúva, sua mulher Ana Jacinta Figueiredo, local - Freguesia de Carmo da Boa Vista de Lavras. No processo matrimonial aparece Joaquim Vilela dos Reis como sendo filho de Manoel dos Reis e Silva (I) e Marianna Villela e Ana Jacinta de Figueiredo, filha legítima do Cpt. José Alves de Figueiredo e dona Maria das Dores Branquinho, nascida em Boa Esperança e batizada em 16.2.1812 (Lv. 5 de Batizados). Joaquim Vilela dos Reis teve seu inventário iniciado em 30.11.1860. Faleceu em 4.2.1860 sem testamento na “Fazenda Capão dos Óleos”, onde residia. O inventário apresenta uma certidão, onde se lê: “Aos cinco de novembro de 1842 no oratório Capitão Manoel dos Reis, batizei solenemente a João, inocente, nascido a 14 de outubro de 1842, filho legítimo de Joaquim Vilela dos Reis e dona Ana Jacin

Carmo da Cachoeira recobre-se de dourado

O Grupo de Oração da Comunidade São Pedro de Rates em Carmo da Cachoeira encontra-se diariamente às 15 horas para a realização da quaresma de São Miguel Arcanjo. Carmo da Cachoeira se reveste das belezas emanadas por árvores frondosas: a história dos ipês Quando Deus estava preparando o mundo, se reuniu em uma tarde com todas as árvores. Ele pediu para que cada árvore escolhesse que época gostaria de florescer e embelezar a terra. Foi aquela alegria. Outono, Verão, Primavera, diziam! Porém Deus observou que nem uma escolhia a estação do Inverno. Então Deus parou a reunião e perguntou: - Por que ninguém escolhe a época do inverno? Cada um tinha sua razão. Muito seco! Muito frio! Muita queimada! Então Deus pediu um favor. Eu preciso de pelo menos uma árvore, que embeleze o inverno, que seja corajosa, para enfrentar o frio, a seca e as queimadas e no frio embelezar o mundo... Todos ficaram em silêncio. Foi então que uma árvore quietinha lá no fundo, balançou as folhas e disse: _ Eu vou!..