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Mostrando postagens de Novembro, 2008

Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior. "Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG. Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entr

A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta ilustração do século XVIII de Joaquim José de Miranda retrata a retirada de um grupo de colonos europeus após o massacre ocorrido a um de seus grupos. Vendo que não conseguiriam conter a fúria dos gentios e houve a fuga dos colonizadores. Próxima imagem: O livro da família Reis, coragem e trabalho. Imagem anterior: O encontro dos corpos dos colonos atacados. Fonte. Aquarela de Joaquim José de Miranda . Séc. XVIII. Coleção de Beatriz e Mário Pimenta Camargo. São Paulo.

A sesmaria e provisões de Luís Correa Lourenço.

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L uís Correa Lourenço recebeu provisão para a Ermida/Capela de São Antonio, no " Certão das Três Pontes ", conforme nos mostra documento transcrito pelo professor e pesquisador em Mariana, Minas Gerais, José Geraldo Begname. As Provisões em nome de Luís Correa Lourenço: Arquivo da Arquidiocese de Mariana (AEAM). Pesquisador - José Geraldo Begname, historiador, professor e pesquisador Assunto - Ermida Localidade - LUIS CORREA LOURENÇO. Referência - Livr. de Provisão 1777-1778, fl.32; Assunto - Ermida Localidade - Luís Correa Lourenço. Referência - Livr. de Provisão 1779-1780, Tomo I, fl.19v. Assunto - Ermida Localidade - Sertão das Três Pontes, Luís Correa Lourenço. Invocação de Santo Antonio. Freguesia Lavras do Funil, Liv. de Provisão 1770-1771, fl. 24v. A História O historiador e genealogista Paulo Costa Campos, encontrou e registrou em sua obra, editada no ano de 2004, algumas Sesmarias em nome do mesmo Luís Corrêa Lourenço. Uma delas, em terras vizinhas a das Duas Bar

Uma pequena biografia de um grande homem.

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de: Francis Vilela - o pianista Sou um apaixonado por Pablo Neruda . Estou sempre, sempre mesmo com o livreto, Cem Anos de Amor nas mãos. É da Coleção L&PM Pocket, cujos poemas apresentam-se nele traduzidos por Carlos Nejar , do qual transcrevo uma pequena biografia deste grande meste. Pablo Neruda Prêmio Nobel de Literatura - 1971 " Com muita humidade, fiz estes sonetos de madeira, dei-lhes o som desta opaca e pura substância (...) " O poeta chileno Pablo Neruda (1904-1973) foi, sem dúvida, uma das vozes mais altas da poesia mundial do nosso tempo. Ao mesmo tempo, o poeta engajado nas causas de liberdade, o exilado, o resistente, é protagonista de uma das aventuras mais expressivas da lírica em língua castelhana. Seus poemas de amor - e estes Cem Sonetos de Amor são um dos seus legados mais perfeitos - emocionaram e emocionam várias gerações. Poeta admirado internacionalmente, é personagem do filme O carteiro e o poeta , recebeu a consagração definitiva com o Prêmi

Uma verdade inconveniente.

O encontro dos corpos dos colonos atacados.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. A quarela de 1771 de Joaquim José de Miranda retratando o encontro de colonos atacados por índios. O padre da comitiva está perto de uma pessoa ferida ministrando os sacramentos e delimitando o caráter cristão da empresa. Este caráter será ainda mais acentuado no relatório, onde se afirma que aqueles que sobreviveram somente deixaram o local após voltarem com os mortos e os enterrarem. Próxima imagem: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo Imagem anterior: Colonos portugueses são atacados por índios. Fonte. Aquarela de Joaquim José de Miranda . Séc. XVIII. Coleção de Beatriz e Mário Pimenta Camargo. São Paulo.

Criança - Um poema sul-mineiro.

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C r i a n ç a Ah! Como eu queria Colher o teu sorriso E, num cofre de ouro Eu guardariaEste tesouro, E dele faria Meu paraíso! Ah! Vendo-te assim, Despreocupada e leda, Considero o mistério da vida E minha alma perscruta e se queda Na escuta, embevecida. Criança! Com que véu de inocência Teceu-te um dia o Criador! Por que hás de perder, um dia, o fulgor? Silêncio! A criança brinca! Não lhe negue o direito De ser criança! Silêncio! A criança sonha! Que nesse sonho Nada se interponha! Cuidado! A criança é pura! Cuida, pois dela Com muita ternura! Cuidado! A criança é um ser eleito! Cuida dela, Com amor e respeito! Cuidado! A criança é indefesa! Protege-lhe a vida, Guarda-lhe a pureza! Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próximo Texto: Torres de Babel - uma mensagem pela paz. Texto Anterior: Poema - Repouso

Registro do Livro de Provisões de 1770-1771.

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Documentos encomendado pelo Projeto Partilha. Pesquisas feitas por José Geraldo Begname. Mariana, 27 de abril de 2006. T rata-se de um registro para Ermida registrada no Livro de Provisões 1770-1771 (fl.24v.) custodiado pelo Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana, em nome de Luis Lourenço Correa . A ntes de se passar a referida Transcrição , um pouco de história: Os Povoadores¹ A partir da segunda metade do Século XVIII , com a decadência da exploração aurífera, iniciou-se o povoamento da região entre a Serra das Três Pontas, Rios Grande, Sapucaí e Verde. Dentre os primeiros sesmeiros, destacamos, entre outros: 0l-AGO-l777 - Maria Teresa do Carmo , na paragem do Ribeirão das Três Pontes, do outro lado do rio Grande; 22-AGO-l777 - João da Mota Coelho , no Ribeirão das Três Pontes; 30-JAN-1764 - Luiz Corrêa Lourenço (Luis Correa Lourenço) (...) ; 17-DEZ-1768 - João da Sylva Teixeira (Silva) , entre as sesmarias de Alexandre S. Sobra e a de Luiz Correa Lourenço; 17-FEV-17

A fúria dos gentios e a fuga dos colonizadores.

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O interessante [nesta aquarela de uma expedição à Capitania de São Paulo em 1771] é a demonstração de que no momento do ataque - portanto, momento em que os índios - segundo o relatório - retornam ao seu estado mais bárbaro, os poucos que estão portando as roupas dadas pelos soldados as utilizam de maneira nada propícia para os parâmetros cristãos. Usam apenas uma camisa acima da linha da cintura ou uma espécie de saia amarrada também na cintura. A s armas apresentadas são os tradicionais arcos e flechas e uma espécie de tacape para abater os inimigos. O s mortos estão desenhados tombados e transpassados por flechas. Alguns estão praticamente sem roupas. Teriam os indígenas sido despojados de suas vestimentas? O relatório nada afirma sobre isto. N esta cena o padre da comitiva está perto de uma pessoa ferida – que segundo o relatório ainda teria vivido por mais algumas horas - ministrando os sacramentos e delimitando o caráter cristão da empresa. Este caráter será ainda mais acent

Neruda e os aromas palpitantes.

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de: Francis Vilela - o pianista Sou um apaixonado por Pablo Neruda . Estou sempre, sempre mesmo com o livreto, Cem Anos de Amor nas mãos. É da Coleção L&PM Pocket, cujos poemas apresentam-se nele traduzidos por Carlos Nejar . De - Pablo Neruda Recordarás aquela quebrada caprichosa onde os aromas palpitantes subiram, de quando em quando um pássaro vestido com água e lentidão: traje de inverno. Recordarás os dons da terra: irascível fragrância, barro de ouro, ervas do mato, loucas raízes, sortílegos espinhos como espadas. Recordarás o ramo que trouxeste, ramo de sombra e água com silêncio, ramo como uma pedra com espuma. E aquela vez foi como nunca e sempre : vamos ali onde não espera nada e achamos tudo o que está esperando.

Colonos portugueses são atacados por índios.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. I lustração do ataque a um grupo de caça de colonos portugueses na Capitania de São Paulo . Se os militares tivessem se interessado em conhecer mais o grupo teriam percebido as intenções? Próxima imagem: O encontro dos corpos dos colonos atacados. Imagem anterior: Índios Xáclan visitando acampamento colonial. Fonte. Aquarela de Joaquim José de Miranda . Séc. XVIII. Coleção de Beatriz e Mário Pimenta Camargo. São Paulo.

Partitura do Hino do Sesquicentenário.

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Música de Jovâne, Tiãozinho e teclado de Jobinho - Partitura de Rôsival Alves -

Hino do Sesquicentenário de Carmo da Cachoeira

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Autor da letra: Padre Dr. Antônio de Oliveira Godinho . – 3 de julho de 1957 - Há cento e cinqüenta anos atrás Nesta terra mineira Procedeu-se ao batismo De Carmo da Cachoeira. Um ranchinho de barro, A ermida pequenina, À beira de uma estrada No alto da Colina. E a Senhora do Carmo Com seu manto de amor Estendia seus braços Sobre os campos em flor. Estribilho O!! Cidade Querida, Neste teu centenário, Teus filhos te auguram: “Feliz aniversário!” O ranchinho cresceu, A ermida é matriz, Abrigando em seu seio Este povo feliz. Da família mineira Já entramos na história, São cento e cinqüenta anos de lutas, E cento e cincoenta anos de glórias. Ó Senhora do Carmo, Ó Gentil Padroeira, Serás sempre a Rainha De Carmo da Cachoeira. Irmanados na fé A nós todos legada, Cachoeirenses, de pé! Para a nova Jornada. A poesia foi escrita originalmente para as comemorações do Centenário de Carmo da Cachoeira e adaptada para as festividades do Sesquicentenário, em sua homenagem. P adre A

O ataque amerindio aos colonos portugueses.

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E ntretanto, a visão positiva dos índios vai se alterando com o passar dos dias e com os vários contatos que tiveram. Em pouco mais de um mês na região os participantes da expedição conseguiram dar e receber presentes, ensinar práticas religiosas aos índios e serem emboscados e assassinados por um grupo que, segundo eles, fingiam ser amigos. No dia 8 de janeiro de 1772 os índios mostraram “...todo o seu poder, e em fé de paz [foram ao acampamento] com demonstrações da mais sincera amizade para nos acabarem à traição... usando de sua ferocidade e modos... ¹ ”. Assim, os indígenas deixaram de ser amáveis para se transformarem em “ bárbaros selvagens ”. Vale a pena observar as quatro aquarelas que mostram os diferentes momentos de ataques, as lutas entre os dois grupos e o resultado final. A primeira aquarela mostra que enquanto um grupo vai em visita ao acampamento militar, fingindo assim, amizade, um outro ataca o restante da expedição que havia saído para caçar e fazer o reconhec

Padre Godinho e o Hino do Sesquicentenário.

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E xiste um casarão centenário à rua Dom Inocêncio, centro da cidade, onde aos 3 de julho de 1957, sentado à mesa da cozinha, Padre Antônio de Oliveira Godinho escreveu uma poesia em honra ao centenário de Carmo da Cachoeira. P or ocasião do sesquicentenário da cidade esta preciosa obra foi resgatada pelo Projeto Partilha e adaptada e musicada por Jovâne, Jobinho e Tiaõzinho, transformando-se para o Hino do Sesquicentenário de Carmo da Cachoeira .

Índios Xáclan visitando acampamento colonial.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. N esta aquarela de Joaquim José de Miranda de 1771, vemos um grupo de índios Xáclan (Xocleng) visitando o acampamento militar dos colonos, fingindo assim, amizade, enquanto um outro ataca o restante da expedição que havia saído para caçar e fazer o reconhecimento da área. Próxima imagem: Índios Xáclan visitando acampamento colonial. Imagem anterior: Os índios do Grupo Xaclán / Xokleng em 1771.

Biografia de Maria Antonietta de Rezende.

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O prefeito municipal e a secretária de Educação, Cultura e Lazer, ao assinarem a apresentação da obra: “Atlas Escolar. Histórico e Geográfico do Município de Carmo da Cachoeira – MG. Edição 2007” declararam: “ Este Atlas permite às crianças descobrirem protagonistas de sua história. Conhecendo, passam contribuir para potencializar o que ela tem de bom, preservar seu patrimônio e símbolos do passado .” D entre os símbolos , o Hino da cidade. Escrito pela Professora Maria Antonietta , encontra-se em fase de oficialização. A tradição garante a manutenção desta criação. O povo canta , reconhece o hino de sua cidade, e atento acompanha o processo de sua oficialização. A administração pública e Câmara municipal apoiam a manutenção daquilo que foi consagrado pela tradição. Dois pontos fortes na letra do hino bastam para garantir sua oficialização. O primeiro é o que diz da religiosidade presente na população e que a cada dia se torna mais revelador da identidade e vocação de Carmo da

Evando Pazini unir-se à Leonara.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Colonos portugueses são atacados por índios. Imagem anterior: Arco-iris sobre a mineira Carmo da Cachoeira.

Os índios do Grupo Xaclán / Xokleng em 1771.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. A aquarelas de Joaquim José de Miranda que ilustra o relatório sobre a expedição de 1771 demonstra claramente o “ antes ” e o “ depois ” do recebimento do presente. O índio nu é retratado com suas armas de selvagem. O que porta roupas já aparece apenas segurando um pedaço madeira. ( Trecho de matéria da Professora Amantino ) Próxima imagem: O ataque amerindio aos colonos portugueses. Imagem anterior: Europeus oferecem presentes para os indígenas. Fonte da Imagem: Aquarelas de Joaquim José de Miranda. Séc. XVIII. Coleção de Beatriz e Mário Pimenta Camargo . São Paulo.

Documentos analisados pelo Projeto Partilha.

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Documentos encomendado pelo Projeto Partilha. Pesquisas feitas por José Geraldo Begname. Catálogo de Ordenação Sacerdotal , e encontrou os seguintes habilitandos das regiões de Lavras do Funil e Carrancas: → Antônio Justiniano da Silva Monteiro , Carrancas, Ar. 2, Pasta 219; → Antônio Pereira de Carvalho , 1757, Carrancas, Ar., Pasta 260; → Antônio Manoel Alvarenga , 1761, Carrancas, Ar.2, Pasta 237; → Felisberto Rodrigues Bueno , 1761, Carrancas, Ar. 3, Pasta 492; → Flávio Antônio de Moraes Salgado , 1790, Lavras do Funil, Ar.3 Pasta 501; → Francisco José de Araújo , 1792, Lavras do Funil, Ar.4, Pasta 565; → Ignácio Francisco Torres , 1766, Carrancas, Ar., Pasta 692; → Ignácio Xavier Bueno de Araújo , 1787, Lavras, Ar.4, Pasta 712; → Jerônimo de Carvalho , 1776, Lavras, Ar.5, Pasta734; → João Francisco da Cunha , 1791, Lavras, Ar.5, Pasta 823; → Joaquim Vieira da Silva , 1797, Lavras, Ar.6, Pasta 1025; → José Álvares Proença , 1776, Carrancas, Ar.6, Pasta 1038; → José Xavier da Silva

Análise dos presentes dados aos índios Xaclán.

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A estrutura do relatório [enviada a Metrópole a respeito de uma expedição para conversão dos gentis ocorrida em 1771] em é muito parecida com os documentos das expedições de Minas Gerais. Os seus participantes contavam com o apoio de Deus pois estavam a seu serviço e do Rei de Portugal. Sofriam vários tipos de incômodos e desconfortos, mas tudo era válido porque sabiam que estavam prestando um importante serviço ao Império, dilatando-o em sua extensão e “...Ter acrescentado aos domínios de Sua Majestade... esses grandiosos campos e dilatados sertões...” ¹ . H á no relatório uma preocupação em se descrever o território, suas possibilidades de ser povoado, de desenvolver a agricultura e de localizar ouro. Entretanto, acreditavam que o povoamento só seria efetuado se Deus assim o permitisse. Daí, a presença de religiosos capuchinhos no grupo, as constantes missas e festividades religiosas: “... no Domingo, dia de Nossa Senhora da Conceição , cantou o reverendo padre frei José a missa

Correspondência recebida.

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de: EAD disse... Muito bom seu blog emuito legal o assunto tratado. A história é fascinante. tudo de bom.

Vídeo Institucional do Instituto Nina Rosa.

Arco-iris sobre a mineira Carmo da Cachoeira.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Evando Pazini unir-se à Leonara. Imagem anterior: Ricardo Gumbleton Daunt, brazão do livro.

Europeus oferecem presentes para os indígenas.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. A s aquarelas de Joaquim José de Miranda que ilustraram um contato entre europeus e indígenas na Capitania de São Paulo oitocentista, onde se pode notar que alguns indivíduos foram retratados com uma cor bem mais escura que os demais. Seriam estes africanos? ¹ Próxima imagem: Os índios do Grupo Xaclán / Xokleng em 1771. Imagem anterior: Aquarela "Índios recolhendo Pinha" - Século 18. 1. Fonte da imagem: Aquarelas de Joaquim José de Miranda. Séc. XVIII. Coleção de Beatriz e Mário Pimenta Camargo . São Paulo.

Januário Garcia e a Lei de Talião no Sul de Minas.

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T rês Capitães de Milícias se juntaram em torno de um único objetivo: fazer justiça. Optaram pela Lei de Talião , uma das mais antigas existentes. Vem do tempo da Babilônia (1730, Antes de Cristo) . Esta lei consiste na rigorosa reciprocidade do crime e da pena. É uma retaliação, a partir de um mal causado a alguém e o castigo imposto a que o causou. Neste caso em particular, foi um crime contra João Garcia Leal . J anuário Garcia Leal , seu tio - Matheus Luís Garcia e seu irmão caçula, Salvador Garcia Leal, então Capitães de Milícias foram os responsáveis pela retaliação. O alfetes Salvador Garcia Leal. ¹ S alvador Garcia Leal nasceu por volta de 1768 , em São Bento do Tamanduá . Casou-se em 10 de outubro de 1786 com Isabel Teodora da Conceição, natural de São João del-Rei, filha de José Cardoso de Mesquita e de Maria das Candeias. Residiu em Lavras e posteriormente em Casa Branca. E m 27 de outubro de 1802 recebeu de Bernardo José de Lorena , Capitão-General da Capitania de Minas

Processo de Morigus do Padre Joaquim Leonel.

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Documento encomendado pelo Projeto Partilha. Transcrição de José Geraldo Begname. T estemunhas no Processo de Moribus do Pe. Testemunhas de Moribus ¹ : Aos 21/3/1798, no arraial de Lav. do Funil em casas do Ver. Joaquim Dias de Oliveira foram inqueridas as testemunhas abaixo: - José Pereira Godinho , solt. nat. da freguesia de SJD Rei, alfaiate, morador no arraial de Lav. do Funil, 37 anos, assina. - Cap. Antônio Justiniano Monteiro de Queiroz , nat. da freg. de Lav. do Funil, colt. negociante de negros, morador no arraial de Lav. do Funil, 24 anos, assina. - Manoel Antônio Teixeira , nat. da freguesia de Freixe de Baixo, arceb. de Braga, casado, vive de negócio de fazenda seca e negros, morador no arraial de Lav. do Funil, 31 anos, assina. - Custódio Luiz Afonso , solt. nat. da freguesia de Congonhas, Prof. de Primeiras Letras, morador no arraial de Lav. do Funil, 36 anos, assina. - Alf. Thomé Ignácio Botelho , nat. da freguesia de Lav. do Funil, morador no arraial de Lavras do Funi

Características dos índios na arte de Miranda.

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J oaquim José de Miranda foi o autor dos desenhos aquarelados que ilustraram [o relatório da maior de todas as expedições para o reconhecimento do território, de seus recursos naturais e a conversão do gentio, que ocorreu em 1771] . Provavelmente, o autor das imagens não esteve em campo acompanhando a expedição, apenas retratou posteriormente, baseado no que estava escrito. Era, na realidade, um trabalho de ilustração do texto. Assim, teria-se uma explicação plausível para o fato de os índios aquarelados serem tão parecidos fisicamente com orientais e não com indígenas. Tratava-se da reprodução de uma imagem prévia sobre o que o aquarelista imaginava ser um índio. A s imagens propiciam um material muito interessante com relação ao aspecto físico destes índios. Alguns indivíduos foram retratados com uma cor bem mais escura que os demais. Poderiam ser negros? Sabendo-se que negros fugidos e indígenas conviviam pacificamente em muitas regiões pode-se imaginar que sim. Entretanto, os rel

Lúcia Iucorvich entrevista José Trigueirinho Netto.

Aquarela "Índios recolhendo Pinha" - Século 18.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. A maior expedição para conversão dos gentis ocorreu em 1771, que além do relatório que foi posteriormente enviado à Metrópole, contou também com uma série de imagens retratando os acontecimentos envolvendo o seu cotidiano, e os contatos com os índios da região permitindo inferências sobre o que não foi dito no relatório. H oje destacamos a aquarela de Joaquim José de Miranda, " Índios recolhendo Pinha ", pertencente a Coleção de Beatriz e Mário Pimenta Camargo de São Paulo. Próxima imagem: Europeus oferecem presentes para os indígenas. Imagem anterior: Ricardo Gumbleton Daunt, brazão do livro.

Catequizar ou eliminar os indígenas da colônia.

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A s expedições civilizadoras no decorrer do século XVIII assumiram características que podem ser percebidas em outras áreas Coloniais, demonstrando que este projeto não era próprio apenas para o território mineiro. Havia uma idéia maior de “ civilizar ” toda a Colônia, ou pelo menos, as áreas mais interessantes economicamente. O grande problema enfrentado pelas autoridades era os indígenas que as habitavam. Para elas, estes atrapalhavam o progresso ao impedirem a entrada da civilização naquelas regiões. Logo, deveriam ser convencidos ou então, exterminados em nome da civilidade e do progresso. Quanto aos quilombolas, parece não ter havido nenhum plano geral e sistemático de eliminação. Cada região cuidou dos seus quilombos da forma como pôde. Ou não. N a região Norte destaca-se neste período a expedição feita em 1781, por Henrique João Wilckens , que percorreu o Rio Japurá com os objetivos de reconhecer a região e pacificar os índios Mura ¹ . Este rio servia como limite entre as terr

Adoção de animais.

Ricardo Gumbleton Daunt, brazão do livro.

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A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. B razão ilustrativo da capa do livro de Ricardo Gumbleton Daunt, editado em São Paulo, 1974. Próxima imagem: Aquarela "Índios recolhendo Pinha" - Século 18. Imagem anterior: A história de Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas.

"De Genere" de Joaquim Leonel de Paiva e Silva.

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Documento encomendado pelo Projeto Partilha. Transcrição de José Geraldo Begname. Padre Joaquim Leonel de Paiva e Silva. Processo n.0988 Armário: 6, Pasta 988 Localidade: Lavras Ano: 1797 Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana (AEAM) Nota: O processo é dividido em três partes: Genere, Moribus e Patrimônio. Para fins de localização das informações no processo a partir de referências citadas aqui, deve-se considerar este aspecto. Informações do Processo (Genere) : T estemunhas inqueridas , depoimentos tomados em 4/12/1797, casa do Rev. Joaquim Dias de Oliveira, arraial de Santa Ana das Lavras do Funil185 ¹ . - ten. Luiz Gomes Salgado , natural da freguesia de Prados, casado, roceiro, 70 anos, morador freguesia Lavras do Funil, assina o nome. - Custódio dos Santos Ribeiro Guimarães , natural da freguesia de Santa Maria da Vila de Sandi. Termo de Guimarães, arcebispado de Braga, solteiro. Comerciante de negros, 66 anos, morador na freguesia de Lavras do Funil, assina. - Francisc