Pular para o conteúdo principal

Postagens

Fazenda do Paraíso atualmente “Fazenda do Mato”

Texto do pesquisador Paulo Costa Campos Imóvel rural que pertenceu ao Capitão Diogo Garcia da Cruz, situado entre os municípios de Três Pontas e Nepomuceno no Sul de Minas Gerais. Alguns biógrafos do Capitão Garcia afirmam que a sede era no município de Nepomuceno, todavia, o historiador e genealogista trespontano, Amélio Garcia de Miranda registra que se situava no município de Três Pontas. Uma das últimas referências sobre a fazenda é que ela passou a ser propriedade de seu filho Capitão Francisco Garcia de Figueiredo, casado com Maria Tereza de Figueiredo (Maria Tereza do Mato). Este último casal deixou grande descendência no Sul de Minas (são três AGM, in RIHGMG - Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais - VII pg. 525). Atualmente a propriedade ou parte dela, pertence à Maria Tereza Rodrigues de Figueiredo e seus filhos, com a denominação de “Fazenda do Mato”. Há na sala da sede da fazenda uma bela e antiga capela que, segundo a tradição, foi construída pelo Capi

Missa solene pelo Dia de Nossa Senhora Mãe Rainha

 A Comunidade São Pedro de Rates celebra o dia de sua Padroeira Maria, Um olhar que desperta! Um olhar que transforma! Um olhar que intercede! Um olhar que evangeliza! Nesse terceiro domingo do mês de outubro, dia 17, celebramos por antecipação o dia da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Shoenstatt. Aproveitamos o evento de hoje para conhecermos um pouco a Pré-História do lugar  Shoenstatt considerado o berço de todo o Movimento Apostólico de  Shoenstatt. Sua história remonta desde o século XII. No ano de 1143, o então bispo de Trier, Dom Alberto, doou o terreno às Irmãs de Santo Agostinho, dando-lhe o nome eine s chöne statt, quer dizer: um lindo lugar . Neste lugar as Irmãs Agostinianas construíram o seu convento e uma basílica e os consagraram à Nossa Senhora. Isto prova que já no início  Shoenstatt foi um lugar de devoção mariana. Uma torre antiga é o único sinal, daquele tempo, que ainda há neste local. Eram duas, e uma delas caiu por volta dos anos de 1943 e 1944. A

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Fazenda do Paraíso e os Figueiredos

Os "Figueiredos" — ligação familiar ao Pe. Manuel Caetano de Figueiredo Como vimos em texto anterior, o Pe. Manuel Caetano de Figueiredo era filho de Tomé João e Maria Figueiredo. Ao que tivemos oportunidade de chegar em relação aos Figueiredos mais próximos de nós, do ponto de vista geográfico, foi a partir de duas irmãs do Bispado de Viseu, Portugal e seus maridos. Conhecemos a mãe do referido padre e sua irmã Micaela de Figueiredo c.c Manuel Gomes. Do casal Manuel Gomes e Micaela procedem José Alves de Figueiredo, casado que foi com Maria Vilela do Espírito Santo e João Alves de Figueiredo, já no Brasil, casou-se em Serranos,  com Tereza Vilela do Espírito Santo, irmã de Maria. Dois irmãos casados com duas irmãs. Maria de Figueiredo, casada que foi com Tomé João são pais de mais dois filhos: José Caetano de Figueiredo , morador em Carrancas c.c Ana Jacinta Garcia de Figueiredo (apelidada Tia Senhora) - filha de Diogo Garcia da Cruz e de Inocência de Figueiredo. Inocência é

Solenidade N. Sra. Aparecida em Carmo da Cachoeira

Júbilo e gratidão na solenidade de Nossa Mãe e Rainha, a Senhora Aparecida A Comunidade São Pedro de Rates é ligada à matriz de Nossa Senhora do Carmo em Carmo da da Cachoeira, Minas Gerais, Diocese da Campanha. Hoje, na celebração do dia da Padroeira, 12 de outubro, houve missa festiva na comunidade às 19 horas. A pequena imagem, fragmentada, pescada no rio Paraíba, nos traz uma grande lição: do que está dividido é possível unir de novo. Rompamos os muros, atravessemos o abismo, vençamos a distância, que criamos entre nós. Aparecida é Mãe e Senhora do povo cristão, povo da nova e eterna Aliança, e nos ensina a nos reconciliar e sermos instrumentos de reconciliação. Celebremos, pois, a Mãe do Amor, com o júbilo e gratidão, com hosanas e façamos ressoar melodias que nos encantam e nos elevam aos céus. A Liturgia da Palavra nos levou a ouvir o Senhor, na Primeira Leitura, quando Ester clama ao rei em favor de seu povo (Est. 5, 1b-2 : 7, 2b-3 ), e na Segunda Leitura do Apocalipse de São J

Com Maria, uma Aliança pela defesa da vida e do meio ambiente!

A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo de Carmo da Cachoeira, Diocese da Campanha, Minas Gerais passa por adequações em sua estrutura física de acesso. É uma obra prioritária e essencial visando atender as normas técnicas e permitir mobilidade aos usuários em suas práticas devocionais. Acesso a todos os que buscam o Templo, independente de suas limitações físicas. Nosso foco, neste momento em que realizamos esta novena, é colaborar para a efetivação do ideal de que todos tenham acesso físico nos encontros programados para celebrações. Paralelo a esse mutirão de ajuda, onde cada um colabora há medida de suas condições, continua a jornada de fé iniciada pelo Povo de Deus e bem lembrada pelos pastores da Igreja e organizadores da novena. A construção não é só física. Vai além da busca de recursos para a construção de passarelas. É dar passos. É sair da escravidão e conquistar a liberdade como fez Moisés. Enfim, temos que acreditar que somos resultado e continuadores de um povo organiza