Pular para o conteúdo principal

Os Familiares do Santo Ofício.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Família Junqueira, história e genealogia.
Imagem anterior: Evovações daqui e de Além.

Comentários

Anônimo disse…
Mariana, 27 de abril de 2006.
Assina: José Geraldo Begname - Historiador, na Transcrição de um documento encomendado pelo Projeto Partilha. Trata-se de um registro para Ermida registrada no Livro de Provisões 1770-1771, fl.24v. custodiado pelo Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana, em nome de LUIS LOURENÇO CORREA.
Antes de se passar a referida Transcrição, um pouco de história:
O historiador e genealogista Paulo Costa Campos, em sua obra "Dicionário Histórico e Geográfico de Três Pontas", 2OO4, p.l08/l09, em se referindo aos POVOADORES, diz:
"A partir da segunda metade do Século XVIII, com a decadência da exploração aurífera, iniciou-se o povoamento da região entre a Serra das Três Pontas, Rios Grande, Sapucaí e Verde. Dentre os primeiros sesmeiros, destacamos, entre outros:

0l-AGO-l777 - Maria Teresa do Carmo, na paragem do Ribeirão das Três Pontes, do outro lado do rio Grande;

22-AGO-l777 - João da Mota Coelho, no Ribeirão das Três Pontes;

30-JAN-1764 - Luiz Corrêa Lourenço (Luis Correa Lourenço) (...);

17-DEZ-1768 - João da Sylva Teixeira (Silva), entre as sesmarias de ALEXANDRE S. SOBRA e a de Luiz Correa Lourenço;

17-FEV-1770 - Manoel Ferreira Guimarães, nas DUAS BARRAS, confrontando com Luiz Corrêa Lourenço.

Agora, a referida Transcrição feita pelo pesquisador e historiador, em Mariana, Minas Gerais - JOSÉ GERALDO BEGNAME:

Livro de Provisões 1770-1771, fl.24 v., cujo teor é o seguinte:
(fl.24v) "(à margem esquerda Ermida). Em 23 do dito (mês de março de 1770 se registrou hua Provisam para Ermida do theor seguinte./ Vicente Gongalvez Jorge de Almeida Conego Prebendado na Santa Igreja Cathedral/ de Mariana nela, e em todo este Bispado Vigário Capitular pelo Ilustríssimo e Reverendíssimo Cabido/ sede vacante etc. Atendendo aos que por sua petiçam retro nos enviou a di-/zer LUIS CORREA LOURENÇO, desta Vila de São João de El Rey havemos por bem/ conceder-lhe licença pela prezente nossa provisam para poder eregir em sua fazenda do / certão das TRÊS PONTES, freguesia de Santa Anna das Lavras, hua Ermida com a invocação de SANTO ANTONIO que sera edificada com formalidade de capella, tendo, tendo porta/ franca para a rua sendo totalmente separada de cazas de vivenda, livre de comunicaçoens profanas, e usos domesticos, com seu Altar proporcionado, para nelle se/ poder decentemente celebrar o Santo Sacrifício da Missa tendo Pedra de Arasa-/grada de sufuciente grandeza, todos os paramentos necessarios e ornamentos das cores/de que uza a Igreja e determinão os cerimoniaes. E depois de assim edificada a dita/ ermida, o seu Reverendo Paroco a vizitara, e achando-a perfeitamente acabada, e decente/ mente paramentada, a aprovorá por hum termo feito nas costas desta pelo qual se / obrigue taobem o dito LUIS CORREA LOURENÇO a asestir com todo o guizamento necessario/ para a celebração dos Santos Sacrifícios, em firmeza do que assinará com o Reverendo Paroco ao pe dele. Depois de tudo concedemos licença para que por / tempo de 3 anos se possa nella celebrar o Santo Sacrifício da Missa, sem pre / juizo porem dos Direitos Parochiaes, e da Fabrica da Matriz findos os / que ficara esta de nenhum vigor, e sera registrada aonde pertencer. Dada nesta Cidade de Mariana sob nosso sinal, e sello da Meza Captular aos 23 de Março/de 1770. E eu João Soares de Araujo Presbitero Secular, escrivam da Camara/ Ecleziastica a escrevi - Chancela 2$400". Nada mais continha o referido registro de Provisão. JOSÉ GERALDO BEGNAME. Historiador. Mariana, 27 de abril de 2006.

Como já temos estudado em outros artigos de carmodacachoeira.blogspot.com , o "Certão das Três Pontes", citado no documento eclesiástico acima, e presente, também, na Carta Sertanista de 1793, onde estava situada as referidas "TRÊS PONTES", em um caminho que, a partir de Carrancas, dava acesso as terras por nós estudadas. Possivelmente, foi atravessando este "CERTÃO DAS TRÊS PONTES", junto ao Ribeirão Parapetinga, que OS "FERREIRA AVELINO", ancestrais do Neca - Manoel Ferreira Dias, chegaram até a Cachoeira dos Rates, via Encruzilhada.
Segundo as sesmarias arroladas pelo historiador e genealogista Paulo Costa Campos, há uma confrontante de Manoel Ferreira Guimarães das DUAS BARRAS.
Wanderley Ferreira de Rezende, em sua obra, "Carmo da Cachoeira - Origem e Desenvolvimento". Ano - 1975, coloca o seguinte. baseado numa relação datada de :
"DUAS BARRAS - João Ferreira Guimarães, José Ferreira da Silva, Joaquim Ferreira da Silva, Francisco Joaquim de Souza, João José de Carvalho, etc.".
Anônimo disse…
Luís Correa Lourenço recebeu provisão para a Ermida/Capela de São Antonio, no "Certão das Três Pontes", conforme nos mostra o comentário anterior, transcrito pelo professor e pesquisador em Mariana, Minas Gerais, JOSÉ GERALDO BEGNAME. O historiador e genealogista Paulo Costa Campos, encontrou e registrou em sua obra, editada no ano de 2004, algumas Sesmarias em nome do mesmo Luís Corrêa Lourenço. Uma delas, em terras vizinhas a das DUAS BARRAS, de Manoel Ferreira Guimarães. Das referidas citações, e buscando como recurso a análise de mapas, localiza-se neles rios e ribeirões. O Ribeirão Parapetinga (com as DUAS BARRAS), o Rio do Cervo, onde cruza uma estrada vinda de Carrancas. Próximo deles, o Rio Angahy, com sua Fazenda PINHEIRINHOS ou seja, ANGAHY VELHO, local onde moraram os ancestrais dos "FERREIRAS AVELINOS" com descendência em Carmo da Cachoeira. Um dos descendentes é o Manoel Ferreira Dias - O Neca da Selma. Outro a família do Geraldinho do Som. Com Mons. Lefort ficamos sabendo da Sesmaria recebida por Padre José Bento Ferreira, em 1752. Era uma sesmaria de enormes proporções. Nela o Reverendo Padre deveria abrir um caminho que ligasse Lavras do Funil à Campanha da Princesa. E que estivesse livre de alagados e alagadiços. A opção foi traçá-lo de forma que corresse no mesmo sentido do Rio Ingaí, no entanto fugindo das margens alagadiças. Esta estrada passa próximo deste dito "CERTÃO DAS TRÊS PONTES". Nas terras de Pe. José Bento Ferreira, mais ao norte e na qual existe uma Ermida/Capela com várias Provisões, conforme o relatório a nós enviada por JOSÉ GERALDO, é a chamada de São Bento do Campo Belo, hoje transformado no Município de São Bento do Campo Belo, antigo EREMITA, e ex-Distrito de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Lembrando que houve uma mudança de local da sede administrativa do que conhecemos hoje como sendo o Município de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Inicialmente, Distrito da Boa Vista e pertencendo a Lavras do Funil, foi transferido, mais tarde, para a Cachoeira dos Rates (Rates), onde está até os dias atuais. No que era o Distrito de Carmo da Boa Vista, e bem próximo da Fazenda do mesmo nome, de propriedade de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, ficava a Ermida/Capela do Padre Bento, ou seja a Ermida de São Bento do Campo Belo, instalada junto do caminho por ele aberto em terras da Sesmaria recebida. Ali, nesta Ermida, em 23 de novembro de 1779 casou-se Madalena Francisca de Jesus com Joaquim Pereira de Macedo, natural de Guarapiranga.
Madalena Francisca era irmã, entre outros, de José da Silva Teixeira, filho de Simão da Silva Teixeira (nasc. 1712) e de Caetana Francisca de Jesus (nasc. em 1725). Pessoal procedente de São Miguel do Cajuru. José da Silva Teixeira, era afilhado de Diogo Garcia de da Ilhoa Júlia Maria da Caridade. Ele recebeu uma Sesmaria, em 1768, no CÓRREGO PINHEIROS, Lavras, entre as terras das Sesmarias de ALEXANDRE DE SOUZA SOBRAL e de LUÍS CORREA LOURENÇO.
Anônimo disse…
Provisões em nome de Luís Correa Lourenço no Arquivo da Arquidiocese de Mariana (AEAM).
Pesquisador - José Geraldo Begname, historiador, professor e pesquisador:

Assunto - Ermida
Localidade - LUIS CORREA LOURENÇO.
Referência - Livr. de Provisão 1777-1778, fl.32;

Assunto - Ermida
Localidade - Luís Correa Lourenço.
Referência - Livr. de Provisão 1779-1780, Tomo I, fl.19v.

Assunto - Ermida
Localidade - Sertão das Três Pontes, Luís Correa Lourenço. Invocação de Santo Antonio. Freguesia Lavras do Funil, Liv. de Provisão 1770-1771, fl. 24v.

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

O distrito de São Pedro de Rates em Guaçuí-ES..

Localizado no Estado do Espírito Santo . A sede do distrito é Guaçuí e sua história diz: “ ... procedentes de Minas Gerais, os desbravadores da região comandados pelo capitão-mor Manoel José Esteves Lima, ultrapassaram os contrafortes da serra do Caparão , de norte para sul e promoveram a instalação de uma povoação, às margens do rio do Veado, início do século XIX ”.

Simpósio Filosófico-Teológico em Mariana

Aproxima-se a conclusão das obras de restauração na Catedral Basílica de Nossa Senhora da Assunção, Igreja Mãe de nossa Arquidiocese. Trata-se de expressivo monumento religioso, histórico e artístico, tombado no âmbito federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A Arquidiocese de Mariana, a Faculdade Dom Luciano Mendes (FDLM) e o Instituto Teológico São José (ITSJ) organizam este Simpósio com o objetivo de refletir sobre os trabalhos de restauro que em breve serão entregues à comunidade, bem como debater o significado deste templo, em relação aos aspectos teológicos e sua importância artística e arquitetônica em mais de três séculos de existência. Programação : de 25 à 27 DE MAIO DE 2022 25/05/2022 – Quarta-feira Local: Seminário Maior São José-Instituto de Teologia 19h - SAUDAÇÃO INICIAL - Côn. Nédson Pereira de Assis Pároco da Catedral - Mons. Celso Murilo Sousa Reis Reitor do Seminário de Mariana - Pe. José Carlos dos Santos Diretor da Faculdade Dom