Pular para o conteúdo principal

Um cão domina a idílica São Tomé das Letras.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem:
Imagem anterior: Pitoresca casa em Carmo da Cachoeira.

Comentários

Anônimo disse…
Esta foto foi enviada ao Projeto Partilha por Ary Vaz de Lima Júnior. Ele é protecionista e morador em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. É guardião de 3 cães, adotados entre os que viviam nas ruas da cidade. Dos 3, um deles, o último a ser adotado, tem uma história muito especial. O cão o adotou, e não abre mão dele. Ary, ao vê-lo na porta de sua casa ofertava alimento, já que ele não saía mesmo de lá. Depois, além do alimento, recolhia-o para dormir em seu quintal. Agora, Ary está de mudanças. A família toda é transferida, inclusive, o amigão, que já faz parte dela. Ah, tem mais, a casa para onde eles irão já tem a canina NINA. Todos castrados e, muito, muito educados.
Gratidão, Ary.
Anônimo disse…
SABER-ENTENDER

Saber-entender é a visão de que não adianta o saber como acúmulo de informações, quando ter conhecimento é saber-entender, é usar todo o senso crítico para analisar o que está sendo oferecido, é procurar perceber o que está por trás das informações e divulgações e ter uma postura epistemológica, a de estudo crítico, mesmo das hipótese resultados das ciências já constituídas.
Saber-entender é buscar na natureza o entendimento do mundo. A microscópica célula tem representado o que existe no corpo inteiro.
Pequeno e grande são escalas diferentes da mesma coisa. Se ao nível pessoal há o saber-entender, pode-se tê-lo no nível comunitário, no País e até no mundo.
A nossa vida não pode se perder nos labirintos do gigantismo das estruturas que despersonalizam e desumanizam as pessoas.
Saber-entender é perceber que a sua vida e o entorno de sua casa, como pequeno, pode ser o alicerce das mudanças do mundo.
Anônimo disse…
SABER QUE VOCÊ FOI CRIADO PARA A FELICIDADE.

Tudo é energia.
A matéria, em sua consistência e forma, esconde toda a energia dos átomos que a compõem.
Percebam a beleza do corpo humano energético, iluminado, pulsando sob o fluxo de milhões e milhões de átomos, captando a energia química dos alimentos, num extraordinário sopro de vida.
Incorporam-se aos átomos de oxigênio, carbono, nitrogênio, hidrogênio dos alimentos. Entra água, sai gás carbônico e os mais variados átomos nos excreta. Fluxos e refluxos constantes, mas ao centro, o ser vivo com sua consistência estável.
Bilhões de bolinhas energéticas interagindo, aproximando-se e afastando-se, construindo, sob a forma de proteínas, armazenando energia com a fotosíntese, libertando-a dos amidos e açucares. Construindo, desagregando e reconstruindo em infinito transcorrer de situações simultâneas, numa grande CONJUNÇÃO universal.
O processo energético que desdobra substâncias mais complexas em componentes simples, o que armazena energia, o que é capaz de fazê-la liberar, todos em CONJUNÇÃO, num pulsar de energia.
Percebendo a energia vibrando em tudo, foge-nos a postura de nos amesquinharmos como se fossemos seres desprezíveis, aprisionados em culpas, sofrimentos e dores.
Como? Estamos isolados? Somos senhores da natureza?
Pense! O átomo que hoje está no chão, amanhã fará parte de uma planta e, depois, ao alimentar-se dela, o mesmo átomo passará a fazer parte do seu corpo.
Somos a natureza!
Portanto, viver é estar em CONJUNÇÃO, é EQUIDADE - em que cada um desenvolve a sua potencialidade própria -, é SIMBIOSE - cada parte levando adiante a sua potencialidade para pôr em prática um todo melhor.
O nosso Brasil e o mundo têm que aflorar um total melhor do que cada uma das partes.
Nunca poderemos deixar fugir da nossa mente a idéia de que fomos criados para a felicidade, em harmonia com o mundo e a natureza!
Neste raciocínio não há pessoas, famílias, comunidades, países "escolhidos", acima da humanidade comum, há uma real CONJUNÇÃO de todos e não perpetuação de privilégios.
Fomos todos criados para a felicidade.
Anônimo disse…
Protecionista e protetor. Parabéns Carmo da Cachoeira. Sul de Portugal, através do grupo que acompanha este blog, se apaixonou por vossa terra. Terra para onde nossos ancestrais se mudaram em busca de fugir do ... ... regime ... de impinge dor sofrimento. Eles, com muita honra, ajudaram a construir este PARAÍSO que temos a condição de ver diariamente, através desta página.
Cada dia uma surpresa. E, sempre, agradável.
Anônimo disse…
SOMOS UM INCRÍVEL EQUILÍBRIO DE BILHÕES DE ÁTOMOS ENERGÉTICOS, NÃO PODEMOS NOS AMESQUINHAR COMO SERES DESPREZÍVEIS, CHEIOS DE CULPAS, PRISIONEIROS DOS SOFRIMENTOS.
Anônimo disse…
Contra o Sistema das Diferentes Castas Sociais na Ìndia: Mestre Sidarta Gautama. Seu evangelho possui aspectos sem sacrifícios, torturas, rituais nem sacerdotes. Foi uma doutrina revolucionária, com RUI NOGUEIRA, também um REVOLUCINÁRIO DO BEM E DO AMOR UNIVERSALIZADO.
Rui Nogueira você é um grande médico, de almas.
Anônimo disse…
Oi, senhor Prudêncio. Se o senhor nos permite, gostaríamos de colocar, as VERDADES contidas no evangelho original de GAUTAMA (Buda). Foram 4, não?
- As nobres verdades do sofrimento
- As origens do sofrimento
- A destruição do sofrimento
- O caminho para a destruição do sofrimento.

Aspectos morais de seus mandamentos:
Não matarás
Não roubarás
Não serás lascivo
Não mentirás
Não beberás bebidas intoxicantes
Anônimo disse…
Da obra, "encontros e desencontros", p.57. Maria Antonietta de Rezende.

CÔNEGO ZEQUINHA

Cônego Zequinha, de feliz lembrança,
Que todos nós guardamos na memória,
Que de ajudar a fazer a nossa história,
Que de ajudar o pobre não te cansas,
Aqui chegastes, com amor tamanho,
Com teu sorriso franco e generoso,
Todos nós te amamos, pai bondoso,
E foi fácil conquistar o teu rebanho.


Conselheiro de grande acuidade,
Obreiro da paz e do amor,
Edificando-nos com exemplo de bondade,
Ganhastes corações para o Senhor!


Jamais humilhaste os desvalidos,
Ouvias sempre os problemas com paciência,
Semeando a semente da concórdia
E o verdadeiro sentido da existência.
Por isso, ao partir, órfãos estamos.
E, ao despedir-nos do amigo e companheiro,
Uma lágrima nos olhos nós guardamos.
E neste testemunho comovido,
Choramos hoje a dor de tua ausência,
E a mágoa de não te termos compreendido. 16/12/1980.
Anônimo disse…
Uma trajetória de São Thomé das Letras à Carmo da Cachoeira, através de um antigo ramo paulista. Tendo como avós, Custódio Vilela e dona Felícia Cerqueira (ou Siqueira), dona Mariana Vilela do Espírito Santo, filha do capitão Domingos Vilela e de dona Maria do Espírito Santo, casou-se com um descendente de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO (leia-se, MORAES), nascido em Aiuruoca, Manoel dos Reis e Silva (I). Manoel e Mariana tiveram 13 filhos, e um deles, o filho que consta como sendo o inventariante do pai, foi GABRIEL DOS REIS E SILVA. Gabriel, casa-se, mantendo a tradição de casamentos entre parentes, na Família Branquinho/Meirelles, com Bazilissa Cândida Branquinho (Basiliça), filha de Luiz Gonzaga Branquinho e de Ana Cândida de Meirelles. O casamento aconteceu em SÃO THOMÉ DAS LETRAS, como já tivemos oportunidade de estudar.
Dona Bazilissa (Basiliça) era neta materna do capitão João de Souza Meirelles e de dona Mariana Garcia Duarte, e neta paterna de JOAQUIM JOSÉ GOMES BRANQUINHO, da Fazenda sede do Distrito da Boa Vista, do Município de Lavras do Funil. Pela linha materna tinha parentesco com Januário Garcia Leal.
Os filhos deste casal, cujo casamento ocorreu em SÃO THOMÉ DAS LETRAS nasceram em CARMO DA CACHOEIRA, Minas Gerais.

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

Diácono Romário - Ordenação Presbiterial

 A Diocese de Januária, minha família e eu, Diácono Romário de Souza Lima temos a grata satisfação de convidar você e sua família para participarem da Solene Celebração Eucarística, na qual serei ordenado sacerdote pela imposição das mãos e Oração Consecratória do Exmo. Revmo. Dom José Moreira da Silva, bispo diocesano, para o serviço de Deus e do seu povo. Dia 18 de maio de 2022. às 19h, na Catedral Nossa Senhora das Dores em Januária - MG Primeiras Missas 19 de maio às 19hs na Catedral Nª Srª das Dores 20 de maio às 19hs na  Comunidade Santa Terezinha de Januária 21 de maio às 19hs na Comunidade Divino Espírito Santo em Januária Contatos: (38) 99986-6552 e martimdm1@gmail.com Reflexão: João 21, 15 - Disse Jesus a Pedro: "Apascenta meus Cordeiros" Texto de Gledes  D' Aparecida Reis Geovanini O cordeiro é o filhote da ovelha. É conhecido como dócil, manso, obediente. É o símbolo da obediência e submissão. Apascentar refere-se a alimentar, cuidar, proteger e orientar, fu

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

Simpósio Filosófico-Teológico em Mariana

Aproxima-se a conclusão das obras de restauração na Catedral Basílica de Nossa Senhora da Assunção, Igreja Mãe de nossa Arquidiocese. Trata-se de expressivo monumento religioso, histórico e artístico, tombado no âmbito federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A Arquidiocese de Mariana, a Faculdade Dom Luciano Mendes (FDLM) e o Instituto Teológico São José (ITSJ) organizam este Simpósio com o objetivo de refletir sobre os trabalhos de restauro que em breve serão entregues à comunidade, bem como debater o significado deste templo, em relação aos aspectos teológicos e sua importância artística e arquitetônica em mais de três séculos de existência. Programação : de 25 à 27 DE MAIO DE 2022 25/05/2022 – Quarta-feira Local: Seminário Maior São José-Instituto de Teologia 19h - SAUDAÇÃO INICIAL - Côn. Nédson Pereira de Assis Pároco da Catedral - Mons. Celso Murilo Sousa Reis Reitor do Seminário de Mariana - Pe. José Carlos dos Santos Diretor da Faculdade Dom