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A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.
Imagem anterior: Ancestrais dos Garcias e Custódios Cachoeirenses.

Comentários

Anônimo disse…
O espaço físico onde está instalado o Jardim de Infância, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, por volta dos anos de 1945/50, é, realmente, muito especial. Um espaço, desde os primórdios da ocupação, ofertado para o social. Aqui, segundo mostra a foto, para o desenvolvimento infantil. Nele, na semana passada, aconteceu a Entrevista coletiva dos candidatos ao Governo Municipal, para administração 2009/2012. Alinhado sempre no serviço desinteressado.
Esta é a Carmo da Cachoeira de todos nós.
Anônimo disse…
Ontem, quando eu caminhava pelas ruas da cidade, encontrei dois candidatos a vereança conversando. Cumprimentei-os e fui logo perguntando sobre a Entrevista Coletiva. Um deles respondeu: "nada como um espaço neutro para a realização deste tipo de evento. Os candidatos se sentiram muito à vontade".
Anônimo disse…
A segunda Casa Paroquial oficial, ficava bem próxima onde funciona hoje o Banco Itaú, (leia-se, "Solar dos Vilelas"). Aliás, hoje, este quarteirão compreendido entre as ruas: Dom Inocêncio, Antonio Justiniano dos Reis, Presidente Antonio Carlos e dona Corina, é representado por uma energia de universalidade e serviço desinteressado. O único ponto comercial, é o referido banco. O espaço de recreação do Jardim de Infância mostrado na foto, acontecia no quintal da Casa Paroquial. Mais tarde, com dona Neta, esposa do Dr. João Otaviano de Veiga Lima, eventos sociais. Depois cinema. Recentemente, funcionou o Projeto Trabalho e Dignidade, hoje a Igreja o utiliza para eventos sem fins lucrativos.
Ouvi, recentemente um comentário vindo de Selma Mendonça Dias, casada com Manoel Ferreira Dias - O Neca, um depoimento. Dizia ela: "no quintal da Casa Paroquial, Pe. Manoel organizava com as meninas, periodicamente, uma festa de batizados das bonecas. As meninas compareciam levando suas bonecas. Ele entrava com as quitandas. Era uma festa, e muito sadia".
Voltando ao referido quarteirão, vamos ver sua formação: a Galeria Paroquial, composta de salas utilizadas para reuniões com finalidade social e religiosa; laboratório de análises clínicas, contíguo ao Hospital; o Hospital Nossa Senhora do Carmo, e uma casa, na esquina com a rua dona Corina, onde as refeições não são cobradas. A casa é ligada à LUZ DA COLINA. Um quarteirão,abençoado irradiando pura luz.
Anônimo disse…
MARIA ESTHER TEIXEIRA, autora de Carrancas - Laços e entrelaços familiares.

Érica Andrade se encarrega de falar sobre ela. Maria Esther, registra os comentários feitos, colocando-os nas dobras da capa, e contra capa de sua obra. O Projeto Partilha, numa demonstração de profunda gratidão, repassa, para conhecimento dos internautas, os dados que identificam a autora. Aos fiéis leitores da página carmodacachoeira.blogspot, mais este presente.
Leonor, uma das integrantes do Projeto, esteve e Carrancas. Durante o trabalho visitou, adquiriu a obra e conversou com Maria Esther.
Vamos deixar a palavra com Érica. Conhecendo-a, registrará com fidelidade sua trajetória e feitos.
"Maria Esther Teixeira é carranquense. Estudou em São João Del Rei, lecionou em Carrancas por oito anos e depois de casada mudou-se para Brasília, onde teve três filhos. No Distrito Federal, cursou licenciatura plena em Letras na Universidade de Brasília - UnB. Fez mestrado em Literatura Brasileira também na UnB, tendo apresentado a dissertação: Prosa de Ficção Brasileira no Período Colonial - Romance alegórico, bizantino, barroco e grego. Como professora na FEDF, lecionou em diversos colégios - EIT, ENG, ENB, CESO - e trabalhou ainda no Complexo Escolar C - Taguatinga e na Gerência Regional de Ensino, Plano Piloto-Cruzeiro. Ficou por mais de 32 anos em Brasília, "Cidade Maravilhosa" que ama como se fosse sua. Após a aposentadoria, retornou às origens. Voltou para Carrancas, onde agora ocupa seu tempo em pesquisas genealógicas e históricas.
Seu livro é um manual de curiosidades e preservação da memória local, da ancestralidade e da descendência de sua gente.
Carrancas é berço de laboriosas e honradas famílias mineiras. Esse livro pretende elucidar parentescos e afinidades, laços e entrelaços familiares.
Ao ler seu nome registrado numa genealogia, que o povo se sinta mais orgulhoso, solidário e fraterno e, sobretudo, partícipe de sua época, coevo com seus contemporâneos, dono de sua história. Assim, preservando sua memória, possa aprender sua lição, entender seus erros e melhor preparar seu futuro.
Esse livro é fruto da alegria com que o preparou".
Érica Andrade.
Anônimo disse…
A jovem que acompanha as crianças do Jardim de Infância é Teresa Maciel do Nascimento. Sua presença está marcada também no CD comemorativo dos 150 anos da Freguesia do Carmo da Cachoeira. Acompanha Maisa, sua neta, no Hino a Carmo da Cachoeira, com letra de Maria Antonietta de Rezende.
Anônimo disse…
Maria Esther Teixeira manifesta gratidão a seus antepassados com as seguintes palavras:

"Em memória de Belchior Teodoro Teixeira e Haroldo Teixeira de Andrade, homens extraordinários e inigualáveis.
Ao meu marido Averaldo, com ternura.
Aos meus filhos Érica, Emerson, Evaldo e Mônica.
Aos meus netos Igor, Enzo e Luísa.
Aos meus amigos de Carrancas, Brasília e arredores do Sul de Minas pela revivência de nossos ancestrais.
Aos familiares a fim de que preserve a memória deles".
Anônimo disse…
Alguns pontos, registrados por Esther, na Introdução de sua obra.

"(...) procurando suprir essa lacuna, quis levar a cabo a pesquisa. A ousadia era grande, mas o desejo de ver popularizados esses dados e esse parentesco levou-me a colocar a mão na massa";

"Material escasso, informações precárias, listagens esparsas, aqui e ali, em obras de genealogistas famosos mas de pouco, ou nenhum acesso à população. Não me deixei intimidar. Fui a campo com coragem e entusiasmo";

"Comecei buscando em José Augusto da Costa e Silva, o Primo, que deixou anotações em pastas, na Biblioteca da Escola em Carrancas, e que me foram da maior valia";

"Sentada o dia todo diante desses dados, anotava tudo, comparava datas, calculava dados, armava esquemas, fazia sinopses. Por vezes ficava longas horas tentando achar ligações. E era uma alegria cada descoberta. Noites de insônia. O pensamento não desviava.
Foi então que comecei a morrer de amores por meus antepassados. Era como se os tivesse conhecido. Li seus inventários, testamentos, certidões. Uma enorme emoção";

"Dando início ao trabalho tratei com especialidade do casal Francisco Teodoro Teixeira e Maria Emerenciana de Andrade, casados em 14-9-1818 conforme assentamento transcrito no princípio desta parte. Este casal é tronco da maioria das famílias carranquenses: os Teixeiras que se entrecruzaram com os Carvalhos, Guimarães, Rezendes, Andrades, Garcias, Teodoros, etc. Dos sete filhos trataremos apenas de Francisco Teodoro de Santana. Destes traçaremos a ancestralidade e a descendência (algumas incompletas). Subindo na escala genealógica vão dar em Bento Ribeiro Salgado e, pela parte materna, com Maria Emerenciana Andrade, dando em Antônio Vieira Dourado, através de Manuel Joaquim de Andrade e Laureana Sousa Monteiro, moradores na fazenda próxima à Capela do Espírito Santo, onde também estão enterrados no adro da igreja";

"Dando continuidade ao trabalho trataremos de João Gualberto de Carvalho e suas duas mulheres. E em outra parte no tronco três trataremos de Josefa Claudina de Rezende. Na unidade quatro, Manuel Alves Taveira com seus oito filhos, dando ênfase a Helena Alves Taveira (batizada em 2-3-1738), minha tetravó, a Quitéria Alves e ao Cap. Luiz Alves, tratados mais superficialmente.
Finalmente, no quinto tronco, Pedro Custódio é tratado também sem profundidade, com apenas alguns de seus descendentes";

"Espero que os jovens, lendo estas páginas, se dispam de preconceitos, se interesssem por valorizar seu passado, sua família, sua terra. Descobrindo seu passado possam preservar sua memória, aprender sua lição, evitar seus erros, melhorar seu relacionamento social no presente, preparando melhor seu futuro.
Que a juventude busque novos conhecimentos, procurando, sobretudo, registrá-los. É assim que se faz a História da Pátria. Este foi o maior objetivo deste trabalho. Este livro é também fruto da alegria com que o preparei.
Deus abençoe a todos.
Esther".


Observação. ANTÔNIO VIEIRA DOURADO. Ver Antônio Vieira de Moraes. Português. Foi casado com a paulista, Francisca de Moraes (Morais) ou, também, Francisca de Macedo. Antônio, natural de Oliveira, Portugal. Cf. Cid Guimarães, In ABRASP, 1999:234-236. Maria Esther diz: "Em Oliveira, Portugal, com Antônio Vieira Dourado, casado com a paulista Francisca Macedo, casal que deu origem a muitas famílias, principalmente a dos ANDRADES".
Anônimo disse…
Sobre os dados passados por Maria Esther, ver também: Genealogia Paulistana de Silva Leme. Do Título Morais, ancestrais de Francisca de Macedo/Francisca de Moraes, filha de Carlos de Moraes Navarro, casado que foi, na Família Tavares/Mendonça. Francisca, era irmã de Pedro de Moraes Navarra(o); Maria de Moraes, casada com Francisco; Carlos de Moraes Navarra(o), casado com a irmã do coronel de Infantaria de Ordenanças, Manuel Corria Arzão, dona Maria Corrêa Arzão; de dona Anna Pedrosa, casada com Manuel de Madureira.
Filhos do português Antônio Vieira Dourado e de dona Francisca: Helena, Antônio, Teresa, Maria e José. Aqui vamos encontrar a ancestrais de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, da Fazenda da Boa Vista, sede do Distrito de Lavras do Funil, o Distrito do Carmo da Boa Vista.
Anônimo disse…
Ana Josefa do Nascimento casou-se na Capela de São Bento do Campo Belo, em 25.04.1789, com Vicente Ferreira Mafra. Livro 3, fls.52. Ele, filho legítimo de Paulo Francisco Mafra e de dona Estácia Ana Ribeiro do Evangelho. O ofício foi realizado pelo Pe. João Francisco da Cunha, por licença do Vigário Antônio de Sousa Monteiro Galvão. Paulo Francisco, filho de João Francisco Boeiras e de d. Domingas dos Santos e era natural da Vila de Mafra, Comarca de Torres Vedras e Patriarcal de Lisboa.
Anônimo disse…
Em 27.11.1847, Rita Flausina ou Eufrásia de São José, casou-se com José Batista ou Fernandes do Nascimento, em São Bento do Campo Bello, filha legítima de Silvério Gomes do Nascimento e de dona Madalena Flausina de São José (Eufrosina), filha legítima de João Rodrigues Duarte e de dona Ana Bernardina de Jesus. Testemunhas: João Fernandes Valim e Francisco Joaquim Terra.
Anônimo disse…
Joaquim Antônio de Campos, natural de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, com primeiro casamento em São Tomé das Letras, com Maria Rita, filha de Francisco de Assis Oliveira e de dona Rita Umbelina de Cássia, irmã de dona Vicência Umbelina. Dona Rita faleceu com 15 anos em 21.8.1885. Joaquim habilitou-se para casar com dona Perciliana Umbelina de Castro, filha legítima de seu irmão João Antônio de Campos e de dona Ana Maria (ou Teodora) do Nascimento, em outubro de 1889.
Nossa nem sabia que antigamente tinha escola particular em carmo da cachoeira....

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A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

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