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Antiga Ermida de São Domingos da Barra, Minas.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Os fundos da Casa Nova dos Rates.
Imagem anterior: Ermida São Domingos da Barra em Minas Gerais.

Comentários

Anônimo disse…
Desenho realizado pelo artista plástico MAURICIO JOSÉ NASCIMENTO, em tinta nanquim (português brasileiro) ou tinta da China (português europeu). Este um dos trabalhos realizados e expostos pela Paróquia Nossa Senhora do Carmo, por ocasião das comemorações de seu Sesquicentenário, no ano de 2007. A maioria das centenárias fazendas foram registradas através da mesma técnica pelo artista. Assim que o pesquisador encerrava suas buscas, a tela era trabalhada com muita habilidade por Maurício. O acervo pertence a Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, guardiã desta preciosidade histórica. Uma das salas da Igreja Matriz Matriz - a Sala Cônego Zequinha, mantém exposição permanente de algumas de suas telas, em óleo. Duas delas de relevante valor histórico: a Antiga Igreja Barroca, contada em verso e prosa pelo Pe. Antonio de Oliveira Godinho, e a outra a primeira casa do Carmo da Cachoeira dos Rates - residência de MANOEL ANTONIO RATES (Rattes/Raty/Ratti/Rattis) e sua família. Era construída junto a Vargem das Boiadas, no Ribeirão da Capetinga (Capitinga) ou Ribeirão do Carmo. Aos fundos da casa sede do Sítio Cachoeira, uma bela cachoeira formada pelas águas do referido ribeirão. Os registros nos contam que isso ocorreu por volta de 1770.
Anônimo disse…
Imagens anteriores nos mostram tomadas atualizadas, tanto da casa sede da Fazenda da Barra, como da capela reconstruída e outros moldes. Hoje, integram-se, na mesma tela, a vista da casa pela parte dos fundos e a Capela de São Domingos, cujo sino está hoje na Igreja do Palmital, próximo desta, e local onde aglutina maior número de pessoas. Palmital é Distrito de Carmo da Cachoeira.
Anônimo disse…
O historiador, pesquisador e professor José Geraldo Begname consultou no Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana (AEAM), 22 Livros de Devassa. Neles existem registros dos termos de admoestação e de visitas e testemunhos. No Livro de Devassa 1726-1743, fl.38 o registro da Visita e Termos de Admoestações em São Miguel do Mato Dentro. Para o Projeto Partilha este ato tem significação especial. Próximo a Cachoeira de São Miguel em Mato Dentro, mais especificamente, em Catas Altas do Mato Dentro temos a família "DE RATES" (Rattes/Rattis/Raty). Eram artistas/artesãos, portanto, habilidosos no trabalho em detalhes.
Anônimo disse…
Lembrando que a Cachoeira de São Miguel é também denominada "Três Barras", assim, trocando em miúdos, pode-se entender como entroncamento, cruzamento. De forma indireta lembra-se no comércio, de tropeiros, de boiadeiros, enfim, de dinamismo.
Anônimo disse…
Ao falar em Ângela de Moraes Ribeiro (Ribeira/Morais), por ser a mãe de José Joaquim Gomes Branquinho, do Distrito do Carmo da Boa Vista de Lavras do Funil e numa linha genealógica chega-se a um dos primeiros povoadores do Arraial dos Raposos, Pedro de Moraes Navarra. A linha a ser seguida passa pela mãe de dona Ângela, dona Teresa de Moraes, por seus avós, Francisca de Macedo e Moraes e Antonio Vieira Dourado, e seus bisavós, Coronel Carlos de Moraes Navarro e dona Maria Raposo, filha do bandeirante Antônio Raposo Tavares e dona Beatriz Furtado de Mendonça. Irmão de dona Francisca, portanto Tio-avô de Ângela de Moraes Ribeiro, o capitão Pedro de Moraes Navarro, casado com dona Ana Moreira de Godoy, filha de Gaspar de Godoy Moreira, irmão de João de Godoy Moreira, casado com Eufenia da Costa.
Pedro de Moraes Navarro, sendo pioneiro e povoador do "Arraial dos Raposos", ficava num ponto estrategicamente interessante. "A Capela de Santo Antônio de Mouraria, construída no Arraial Velho de Sant´Ana funcionou como Matriz nos idos de 1711. Através do Arraial Velho de Sant´Ana passava a Antiga Estrada Real ligando a fervilhante Vila Real ao Arraial de Raposos e Minas Gerais de Ouro Preto e Ribeirão do Carmo".

Um site simplesmente encantador é o da Prefeitura Municipal de Sabará - Website Oficial da Cidade - Igreja Santana (Arraial Velho) - Windows Internet Explorer, em
www.sabara.mg.gov.br/

"Uma das mais expressivas figuras de nossa história, senão a maior, Manuel de Borba Gato, foi o primeiro a encontrar ouro às margens do Rio das Velhas, mantendo, por muitos anos, lavra no Arraial Velho de Sant´Ana. Possivelmente, por sua determinação e patrocínio, foi construída a Capela de Santo Antônio de Mouraria, demolida em 1920, na qual, segundo alguns historiadores, Borba Gato teria sido enterrado em 1717".

José Geraldo Begname localizou no Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana (AEAM), no Livro de Devassa 1733 (segundo), fls.75v., registro de "visita de testemunhos", realizados pela Diocese, na localidade de SANTO ANTÔNIO DA MOURARIA.

No Arraial "Raposos", Termo de admoestação registrado nos Livros de Devassa: - 1726-1743. fl.48;

- 1731 (seg.), fl.02;

- 1738, Livro de Devassa (Z-1), fl.78 - Visita e testemunhos;

- 1800, fls.58, Livro de Devassa (Z-13) - Visita e Testemunhos;

- 1748-1749, fls67, Livro de Devassa (Z-4) - Visita e Testemunhos.
Anônimo disse…
O Projeto Partilha agradece a Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira que, através de seu Presidente, João Donizete Mantovani, enviou ao GAPA - Grupo de Apoio e Proteção aos Animais, carta informativa nos seguintes termos:

CÂMARA MUNICIPAL DE CARMO DA CACHOEIRA.
Rua Antônio de Rezende Vilela, 179 - Centro - CEP 37225-000.


Carmo da Cachoeira, 21 de janeiro de 2009.


A CÃMARA MUNICIPAL DE CARMO DA CACHOEIRA, Estado de Minas Gerais, comunica a Vossa Excelência que, no dia 1 de janeiro do correntes ano, foi empossada a Nova Mesa Diretora para o biênio 2009/2010, ficando assim constituída:

Presidente - Vereador João Donizetti Mantovani.
Vice-Presidente - Vereador José Reis Rodrigues.
Secretário - Vereador Wanderlúcio José da Costa Pinto.

Vereadores:
Arnaldo Francisco Castelhano.
Elias Rosa Ferreira.
Israel Pereira de Souza.
Nilson Roberto Adão.
Renata de Cássia Cunha Chagas.
Tomé Cláudio Mantovani.

Atenciosamente,

João Donizetti Mantovani
Presidente
Anônimo disse…
POR QUE USAMOS E GUARDAMOS TANTAS COISAS INÚTEIS?

Temos que usar nosso livre-arbítrio para uma evolução. Não podemos ficar ao sabor ou submetidos docilmente aos interesses econômicos, principalmente quando nos afastamos das coisas naturais e que nos beneficiam e às nossas comunidades.
De repente, disponibilizam para os jovens um líquido com sabor artificial de água de coco, numa fórmula cheia de aditivos e conservantes.
Com todas as campanhas ecológicas, seria de bom senso preferir consumir a água de coco natural ou a própria água.
Mas, há a propaganda para divulgar determinado produto - ele tem de ser lucrativo, mesmo não sendo a alternativa mais natural e mais ética.
Rejeite o artificialismo!
Não precisamos tomar líquidos inúteis.
Que mente acanhada! Concordar que fumaça nos pulmões possa ser raro prazer!
O mascar, com ares de ruminante! Com auréola de perfumar o hálito e certeza de estragar os dentes, vemos milhares de pessoas espalhando pedaços de látex, cuspidos em todas as calçadas da cidade. O selo da inutilidade!
Fotos, dezenas de fotos do mesmo evento, das mesmas pessoas, de boca aberta, de boca fechada, rindo, séria, braço para cima, próximas, afastadas, abraçadas, separadas.
Guardar lembranças ... é certo... é gostoso. Como é bom relembrar, mas para que tanto exagero?
As fotografias serão guardadas e, em grande parte, passarão muitos anos sem serem vistas, virando inutilidade esquecida numa gaveta.
Revistas e publicações. Toneladas de papel e tinta em impressos que não trazem nenhuma contribuição para a melhoria humana. Emoções grosseiras, dramas fúteis, exploração da vaidade, exaltação da futilidade, passatempos que apenas embotam a alma humana. Distraem o tempo das pessoas, fazendo-as não dispor de um minuto sequer para o devaneio, o vagar do pensamento, em meditação, no pensar, desenvolvendo a função mais característica do ser humano.
Seja vigilante para não se deixar atrair pelo supérfluo de baixa qualidade. Use o seu senso crítico para selecionar o que pode somar ao desenvolvimento do seu espírito.
Vigie sua mente e sua vida para que elas não sejam saturadas com coisas inúteis.

MASCAR CHICLETE, CUSPÍ-LO NAS CALÇADAS É O SELO DA INUTILIDADE.
Anônimo disse…
De - Pablo Neruda
Tradução - Carlos Nejar


NEM A COR das dunas terríveis em Iquique,
nem o estuário do Rio Doce da Guatemala,
mudaram teu perfil conquistado no trigo,
teu estilo de uva grande, tua boca de guitarra.

Oh coração, oh minha desde todo o silêncio,
dos cumes onde reinou a trepadeira
até as desoladas planícies da platina,
em toda pátria pura te repetiu a terra.

Mas nem a intratável mão de montes minerais,
nem neve tibetana, nem pedra da Polônia,
nada alterou tua forma de cereal viageiro,

como se greda ou trigo, guitarras ou cachos
do Chile defendessem em ti seu território
impondo o mandato da lua silvestre.
Daniel Andrade disse…
Boa noite!
Descobri que os primeiros filhos de meu 4° avô Bento José Martins e minha 4a. avó Maria Bárbara de Jesus foram batizados na Ermida de São Domingos da Barra. Estou pesquisando para descobrir novos assentos. Gostaria de descobrir o Matrimônio de meus 4° avós, creio que deve ter sido lá, mas ainda não encontrei nos arquivos do Family.
Abraços.
Estou digitando livros datilografados por Ary Florenzano no período de 1784 até 1804 - com outras informações de 1750 até 1770, da Matriz de Lavras do Funil.
Como existem muitos assentos de batismos referentes à Ermida de São Domingos, resolvi fazer uma consulta sobre o assunto e me deparei com as informações e comentários acima.
Como o trabalho está em andamento, quero agora, apenas informar deste meu trabalho e associá-lo, se possível for, à realidade de Carmo da Cachoeira. Meus contatos, disponibilizados, (35)99826-0050 e aleixogc@hotmail.com. Resido em Perdões e publiquei um livro, NOSSA HISTÓRIA, com muitas informações sobre a descendência das Três Ilhoas, principalmente de Júlia Maria da Caridade.
JOSÉ ALEIXO GARCIA DE CARVALHO.

Arquivo

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