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Definição de quadrilheiro.


É chamado do Quadrilheiro, o guarda ou policial encarregado pela Câmara Municipal de patrulhar os arraiais, vilas e cidades, manter a ordem, efetuando prisões de desordeiros, desocupados e criminosos. Waldemar de Almeida Barbosa, citando o Código Filipino, diz que o quadrilheiro tinha sob suas ordens vinte homens.

Artigo de Paulo Costa Campos

Próxima matéria: O capelão da fazenda Congonhal.
Matéria Anterior: O Escrivão da Almotaçaria Bento José.

1. título LXXIII (Dicionário da Terra e da Gente de Minas, p.157.)

Comentários

Anônimo disse…
Um paulista de 500 anos entre nós -Paulo Costa Campos, historiador e genealogista e colaborador neste blog. Três Pontas, Minas Gerais. Seus avós paternos, dona Ana Ferreira Brandão e Job da Silva Campos. O Major Job da Silva Campos, pessoa de baixa estatura, magro, usava bigodes. Era considerada um homem de boa aparência e inteligente. Natural da cidade de Três Pontas, Minas Gerais, filho de Benjamin da Silva Campos e de dona Ana Rosa Bueno de Campos. Casado em primeiras núpcias com ANA FERREIRA BRANDÃO (Avó de Paulo Costa Campos) e, em segundas, com Rosalina Lima Porto, recebeu a patente de major da Guarda Nacional, assinada pelo Marechal Floriano Peixoto, então Vice- Presidente da República, e Cassiano do Nascimento, datada de 30 de julho de 1894. Designado para servir como major-fiscal do 61 Batalhão, sediado em Caldas, Minas Gerais, prestou juramento e assumiu o posto em 1 de novembro de 1894. Não consta, em documentos pesquisados, outro trespontano agraciado com a patente de oficial da Guarda Nacional, nos primórdios da República. Voltou para Três Pontas, onde foi vereador e coletor estadual. Residiu em Mogi das Cruzes, São Paulo, exercendo lá atividades comerciais. Retornou a Três Pontas e mudou-se depois para a cidade do Rio de Janeiro, na época, capital do Brasil, onde faleceu. Um fato pitoresco, em relação a ele é que, a Travessa 15 de novembro que se chamava Rua do Fogo, ficou conhecida por Beco do Job, por ter ele ali residido e possuir um estabelecimento comercial, na esquina da travessa com Rua Barão da Boa Esperança. Algumas escrituras de compra e venda, até há até bem pouco tempo, registravam essa denominação. (22-DEZ-1870 / 22-JUL-1950).

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