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Hino a cidade de Carmo da Cachoeira, MG.


Subindo a colina faceira,
aos suaves clarões do arrebol,
vai Carmo da Cachoeira
vai inundar-te de sol!


Sob o manto da mãe protetora,
que lá do céu por ti vela,
à sombra do escapulário,
refugirás sempre bela.


És cidade tão hospitaleira,
"sorriso de Minas Gerais"!
Quem te vê, à vez primeira,
não te esquece jamais.


Teus filhos, em terras distantes,
em busca de um meio de vida,
suspiram por ti a todo instante,
ó minha terra querida!


Seu balde e tua peneira
mantém tua gente de pé.
Olhando a nossa bandeira,
teus filhos lutam com fé.

Comentários

Anônimo disse…
Veja também o clipe:

MISSÕES EM CARMO DA CACHOEIRA-MG
Anônimo disse…
O povo unido jamais será vencido. Parabéns CÂMARA MUNICIPAL. Você falou a voz do povo da sessão de 26 de novembro.
Anônimo disse…
Se era de voz do povo, ela está aí. Quem foi a sessão da Câmara de ontem viu. Agora é só esperar pra ver.
Anônimo disse…
O Projeto Partilha agradece ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira - MG, WALMIR CALDEIRA, pelo empenho em prol da legalização do HINO DE CARMO DA CACHOEIRA. Agradece também a CASA e seus integrantes que, de forma unânime, deram voto de aprovação ao anteprojeto apresentado na sessão deste 26 de novembro.
Anônimo disse…
O Projeto Partilha agradece, entre tantas outras presenças, a do Sr. Rubens Vilela de Rezende, irmão de Maria Antonietta de Rezende (in memoriam). Agradece também a presença de Teresa Maciel, sobrinha do Pe. Manoel Francisco Maciel presente na foto acima. Ao lado da professora Maria Antonieta, participavam de uma cerimônia de inauguração, próxima ao Ribeirão do Carmo, antigo Ribeirão da Capitinga (Capetinga)e, bem próximos da CACHOEIRA DOS "DE RATES".
Anônimo disse…
Entre antigas propriedades rurais, o Município do Carmo da Cachoeira contava com uma conhecida até hoje com A MESMA DENOMINAÇÃO: "CAPÃO DOS ÓLEOS". Essas denominações, como temos estudado, repetiam-se em diferentes localidades. Antigos documentos vão contribuindo a sua maneira para mapeamentos. Temos hoje a transcrição abaixo. A referida transcrição foi solicitada pelo Projeto Partilha como elemento de estudos.

Transcrição de EDRIANA APARECIDA NOLASCO.
Tipo de documento - sesmaria
Ano - 1798 Caixa - 24
Sesmeiro - Reverendo José Domingues de Carvalho
Local - São João del Rei

Fl.01
AUTOS DE MEDIÇÃO DE UMA SESMARIA DE MEIA LÉGUA.
Data - 18 de agosto de 1798
Local - Fazenda do Paraíso das Três Pontas. Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes em casas de morada de Antônio Domingues de Carvalho.

Fl.03
CARTA DE SESMARIA
(...) por sua petição o Padre José Domingues de Carvalho morador na Freguesia de Santa Ana das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Minas Gerais e Comarca do Rio das Mortes que na PARAGEM MORRO DO SOBRADINHO, vertentes das cabeceiras do RIBEIRÃO DO CONGONHAL da mesma Freguesia se acham terras devolutas as quais confrontam com ANTÔNIO DA SILVA TEIXEIRA e JOÃO ANTUNES DO PRADO, e com o suplicante as queria possuir (...).

Fl.06
AUTO DE MEDIÇÃO E DE DEMARCAÇÃO
Data - 20 de agosto de 1798
Local - PARAGEM DO MORRO DO SOBRADINHO e vertentes das cabeceiras do Ribeirão do Congonhal da Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes.

(...) foi eleito para o lugar do Pião um assento de mato carrasquinho que verte para o corgo que desagua no Ribeirão do Congonhal ao pé do caminho que vai da Vila de São João para ANTÔNIO DA SILVA TEIXEIRA ao lado esquerdo.

... AO PÉ DO CAMINHO QUE VAI DA VILA DE SÃO JOÃO ...

(...) seguindo o rumo do leste por ele mediram oitenta e cinco cordas que atravessaram o corgo o que verte o assentado Pião e o do CAPÃO DOS ÓLEOS e findaram no mato da TAQUARA a beira do CORGO DO SOBRADINHO (...) onde meteram um marco de pedra e parte este rumo com o dito corgo do sobradinho (...).
(continua)
Anônimo disse…
(continuação)
Transcrição de Edriana Aparecida Nolasco.

(...) seguindo o rumo do oeste por ele mediram dez cordas que findaram em um lançante coberto de mato carrasquinho vertente ao dito assento do Pião (...) onde meteram um marco de pedra (...) e parte este rumo com terras de ANTÔNIO DA SILVA TEIXEIRA por um Espigão que vem do MORRO DO SOBRADINHO e morre no RIBEIRÃO DO CONGONHAL.

(...) seguindo o rumo do norte por ele mediram trinta e sete cordas que findaram em Chapada da Samambaia ao pé de um corgo que desagua no dito Congonhal (...) onde meteram um marco de pedra (...) e parte este rumo com terras de MANOEL DIAS DA CONCEIÇÃO e seu sócio FRANCISCO XAVIER DE OLIVEIRA PRADO.

(...) seguindo o rumo do sul por ele mediram sessenta e oito cordas que findaram na contra vertente do MORRO DO SOBRADINHO medidas pelo rumo do sul (...) e aí meteram um marco de pedra com uma cruz virada ao Pião na cabeceira de um corgo seco que verte aos capoeiras do sesmeiro seu pai ANTÔNIO DOMINGUES DE CARVALHO, vertentes ao Ribeirão de São João e parte este rumo com terras das mesmas capoeiras compreendidas na sesmaria obtida por dona ANA MARIA DO NASCIMENTO (...).

* o sesmeiro tomou posse em 21 de agosto de 1798.

ARTIGO DE HABILITAÇÃO
(...) o Reverendo JOSÉ DOMINGUES DE CARVALHO (...) possui uma sesmaria de terras de cultura de meia légua na Freguesia de Santa Ana das Lavras do Funil situada no lugar denominado O MORRO DO SOBRADINHO vertentes das Cabeceiras do Ribeirão do Congonhal (...)

(...) sendo aquele Reverendo senhor e possuidor daquela predita sesmaria por si e como testamenteiro e herdeiro de seu Pai ANTÔNIO DOMINGUES DE CARVALHO da mesma cedeu por desistência transação e obrigação nas pessoas dos habilitandos MANOEL DIAS DA CONCEIÇÃO, e sua mulher JOAQUINA MARIA DO PRADO, seu sócio FRANCISCO XAVIER DE OLIVEIRA PRADO e sua mulher e juntamente na pessoa de seu sogro JOÃO ANTUNES DO PRADO (...).
Anônimo disse…
Rita Maria Luiza de Oliveira ou RITA DO PASTO.

Era alta e mulata. Seus pais, o local onde nasceu e a data de seu nascimento são desconhecidos. Sabe-se apenas que era viúva de THEODORO DE TAL e sem descendentes. Acreditava-se ser ela a proprietária do imóvel chamado "Pasto da Rita" - Chácara que pertenceu ao comerciante ANTONIO ZEFERINO ROCHA. Nos terrenos foram construídos os prédios do Pronto Socorro, Hospital, Vila Vicentina e casas particulares. Todos pertenceram à CHÁCARA. A usufrutuária, recebeu o uso fruto por testamento do proprietário, datado de 1897 no Cartório do Fórum local. (Pacote 40). Quando Rita faleceu, o Juiz da Comarca Doutor Walter Cabral, anulou as doações feitas por ela de parte de seus bens, em favor do Hospital São Francisco de Assis e Vila Vicentina. Faleceu pelas quatro horas do dia 13 de junho de 1946, à Rua Barão da Boa Esperança, 442, nesta cidade de Três Pontas, aos 90 anos, conforme declaração prestada pelo seu vizinho, DOMINGOS JOSÉ VIEIRA FILHO, conhecido por Minguta. (Óbito n.6051. liv.15-C. fls.92v e 93, no Cartório de Registro Civil).
Anônimo disse…
ANTÔNIO ZEFERINO DA ROCHA, filho de Joaquim (ou Francisco) Gonçalves da Rocha e Tereza Maria Rocha, solteiro. Possuía uma casa comercial, na antiga Rua Direita, n.121, hoje Barão da Boa Esperança n.422, anexa a uma CHÁCARA, cuja testada abrangia o prédio do Pronto Socorro, do Pretório, início da rua Benjamim da Silva Campos (aberta na década de 1980), a residência de José Piedade Campos, trechos da rua Agnelo Araújo e rua Juvenal Corrêa Figueiredo, lado esquerdo de quem desce. Toda a área da atual Vila Vicentina, até os limites do Ribeirão das Araras, fazia parte do imóvel. Faleceu em 22 de dezembro de 1897, tendo seu inventário sido feito em 1898. (Pacote n.41), arquivado no Fórum local. Como não tinha herdeiros, deixou o usufruto de seus bens para RITA MARIA LUIZA DE OLIVEIRA (conhecida como Rita do Pasto). Após a morte de Rita, todos os bens deveriam ser vendidos, e o produto aplicado em esmolas para pobres da cidade e para 10 órfãos, num total de 1:000$000 (um conto de réis); para 10 viúvas pobres 200$000; para igreja matriz, 1:000$000 (um conto de réis) e para o conserto do pretório 200$000.
Anônimo disse…
Infelizmente não pude estar presente na sessão da Câmara, quando da discusão do anteprojeto de lei ref. ao hino de Carmo da Cachoeira, de autorida da saudosa Maria Antonieta de Rezende, mas estive sempre presente em pensamento e torcendo pela aprovação. Parabéns a todos que participaram dessa campanha.
O primeiro passo já foi dado, vamos aguardar os próximos com muita confiança.
Anônimo disse…
Carlos Alberto Caldeira é Funcionário Público Municipal em Carmo da Cachoeira - Minas Gerais. Durante muitos anos tem acompanhado, através do desempenho de seu cargo, e dos postos a que foi convidado a exercer (normalmente ligados ao Gabinete do Prefeito), o dia-a-dia da administração em sua relação com o cidadão contribuinte, associações, O.N.Gs., entre outros. Foi Carlos Alberto Caldeira que, em caráter voluntário, colaborou com a CÂMARA MUNICIPAL buscando dados e informações necessárias para a estruturação do anteprojeto apresentado, discutido e aprovado na sessão da Câmara ontem.
Os internautas já o conhecem. É poeta e interprete em algumas faixas do CD comemorativo do Sesquicentenário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo. Uma de suas interpretações foi, O TROPEIRO DE CARMO DA CACHOEIRA, de autoria de Antonio Carlos Reis da Rocha. O Projeto Partilha agradece ao Carlos Alberto por mais esta participação, e continua contando com seu apoio hoje e sempre.
Luz e Harmonia.

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