Pular para o conteúdo principal

Pe. Zequinha em Carmo da Cachoeira.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem:
Imagem anterior: Carmo da Cachoeira é solidariedade: sempre.

Comentários

Anônimo disse…
O Cônego José Joaquim de Souza tomou posse na Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais em 16 de junho de 1965. Faleceu em 16 de dezembro de 1980. Foi enterrado na Igreja Matriz e em seu sepultamento compareceu uma grande multidão, calculada em 2000(duas mil) pessoas.
Na Sala Pe. Zéquinha estão expostos quadros em óleo sobre tela que retratam as origens de Carmo da Cachoeira.
Anônimo disse…
Duas notas, que deverão continuar como pano de fundo no desenvolvimento de nossa busca:

* a lembrança de que a Capitania de São Thomé, discutida neste blog no ano passado, pertencente a PERO DE GÓIS é a da PARAÍBA DO SUL (Cf. Revista ASBRAP n.6, ano 1999);

* ainda estamos tentando situar geograficamente as Fazendas citadas por Sylvestre & Liberal, p.118 e 123, respectivamente, "São José do Curralinho" e "dos Cunhas".
A Sesmaria de Miguel Joaquim da Cunha Bastos e sua mulher Elena Joaquina, ano 1797, diz, conforme poderemos conferir na postagem que seguirá abaixo, ainda hoje:
" (...) por baixo do caminho que vai da Fazenda da Cachoeira do Campo para a CAMPANHA (...) e parte este rumo com as terras da FAZENDA DO CURRALINHO de José Pereira de Carvalho, dona Theresa Maria de Jesus (...)". Como temos visto em nossos estudos, José Pereira de Carvalho foi casado na FAMÍLIA MENDONÇA/GONÇALVES CHAVES. (Cf. Inv. Teodora Maria de Mendonça, 10-04-1819, redigido na Fazenda das Painas). Lembrando que ANTONIO RIBEIRO DE MORAES, casou-se com a viúva de Antonio Teodoro de MENDONÇA, dona Maria Justina de Santa Ana.
Anônimo disse…
Continuação.
Transcrição de Edriana Aparecida Nolasco a pedido do Projeto Partilha, em nome de Miguel Joaquim da Cunha Bastos e sua mulher Elena Joaquina.

Fl.06
AUTO DE MEDIÇÃO E DEMARCAÇÃO
Data - 15 de novembro de 1797
Local - Fazenda do Pé da Serra do Curralinho. Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes, dentro das terras mencionadas (...)

(...)foi eleito para o lugar do Pião um morro alto de campo que verte a um Ribeirão e a um corgo Pequeno que ambos se juntam por baixo das casas de vivenda e terreiro do sesmeiro e são cabeceiras do Ribeirão das Lages (...)

(...) seguindo o rumo do sudoeste por ele mediram quarenta e uma cordas que findaram no alto da SERRA do CURRALINHO (...) onde meteram por baixo do caminho que vai da Fazenda da Cachoeira do Campo para a Campanha um marco de pedra (...) e parte este rumo com terras da FAZENDA DO CURRALINO de José Pereira de Carvalho, dona Theresa Maria de Jesus ...

(...) Seguindo o rumo do lessueste por ele mediram trinta e cinco cordas que findaram ao pé da dita SERRA DO CURRALINHO (...) onde meteram um marco de pedra (...) e parte este rumo com a sesmaria de dona Júlia Maria do Nascimento pelo corgo que vem do mais alto pico da dita serra a ajuntar-se com um Ribeirão Cabeceiras do Ribeirão d Lages e parte com terras da já declarada sesmaria (...)

(...) seguindo o rumo do oesnoroeste por ele mediram quarenta e uma cordas que findaram em um Ribeiro e cabeceiras do Ribeirão das Lages e findaram ao pé da estrada que vai da VILA DE SÃO JOÃO DEL REI para CAMPANHA (...) onde meteram um marco de pedra (...) e parte este rumo com terras de MANOEL DE MELLO (...)

(...) seguindo o rumo do nornordeste por ele mediram cinquenta cordas que atravessaram o dito Ribeiro e findaram além da dita estrada da CAMPANHA em um assento de campo vertente ao dito Ribeiro e aí (...) meteram um marco de pedra e parte este rumo com terras de Joaquim Lopes e mais herdeiros e viúva de Joaquim Lopes Pinto e logo disseram os sesmeiros que com estes se ficavam dividindo por um caminho que vem do seu sítio pela Cachoeira do dito Ribeiro a entrar na dita ESTRADA DA CAMPANHA, e dela acompanhando a dita estrada por vertentes até intestar com terras de Manoel de Mello em o qual se divide pela dita estrada (...).

Observação: Pe. José Bento Ferreira, entre nós, mais referenciado como Pe. Bento, da Ermida de São Bento do Campo Belo, foi inventariado em 1784, portanto, em 1797, quando da medição a referida Sesmaria ele já era falecido. O caminho aberto por ele e, para o qual recebeu Sesmaria no ano de 1752, ligava Lavras do Funil a Campanha da Princesa. Estudamos com o historiador e genealogista Paulo Costa Campos várias Sesmarias no Sertão das Três Pontes. Neste Sertão, os das "TRÊS PONTES", por onde cruza a ESTRADA QUE VEM DE CARRANCAS, logo após cruzar o Ribeirão Pirapetinga, e antes do Rio do Cervo, há o acesso que, seguindo em direção ao norte, chega-se em Lavras do Funil e, seguindo a esquerda, passando pela Ermida de Pe. Bento, chega-se a para Campanha da Princesa.
Sobre Pe. Bento, Paulo Costa Campo diz o seguinte:
"Requereu quatro Sesmarias no lugar chamado "Deserto do Dourado", também conhecido como "São Bento do Campo Belo". Na sede de sua fazenda, erigiu uma capela, que deu origem a atual cidade de São Bento Abade. Na época, a capela era filial de Carrancas. Padre Bento viajava pelos sertões da Freguesia de Carrancas, a fim de ministrar os sacramentos aos moradores da região e celebrar missas. Para tal, obteve licença para utilizar um altar portátil. É considerado o primeiro povoador desta região. Suas terras abrangiam uma extensa área, chegando ao Ribeirão das Sete Cachoeiras, situado no território do atual Município de Três Pontas (Rev. APM, p.252, Vol. I ed. 1988). Foi capelão da expedição que partiu em busca de ouro e para combater os quilombos da região de Três Pontas, em 1760, sob o comando do Capitão Bartolomeu Bueno do Prado". Cf. Dicionário Histórico e Geográfico de Três Pontas. Paulo Costa Campos. Ano 2004. Edição do autor. Em sua obra faz uma HOMENAGEM PÓSTUMA a AMÈLIO GARCIA DE MIRANDA, precursor da História de Três Pontas e grande genealogista.
Anônimo disse…
Nelson Ricardo Mendes Lopes - UERJ, é mestre em Políticas Públicas e Formação Humana. Discutindo o tema: Coronelismo e Chaguismo na Zona oeste do Rio de Janeiro, no XIII Encontro de História Anpuh - Rio, discute os conceitos, Clientelismo e Políticas Públicas. Reflete ele no encontro:

"(...)Quando a lógica democrática é invertida pelo clientelismo que coloca o Executivo acima do Legislativo, na medida em que supre seu papel precípuo de controlador e representante real da população (...)".

O clientelismo e o mandonismo neutralizam o processo democrático. A máquina política clientelista tomam direcionamento específico e focado, expressando formas antiéticas, corruptas e criminosas de organizações políticas.

Nelson Ricardo reflete durante XIII Encontro de História, e o mundo virtual serve de canal de divulgação, induzindo muitos outros à reflexões, cada um em seu espaço geográfico. BRASIL É UM SÓ. Gratidão.
Luz e Harmonia a todos.
Anônimo disse…
São muitas as ligações através do casamento ocorridos entre as Famílias Bueno e Moraes. Um exemplo:

Dona Maria de Moraes Ribeiro foi irmã de dona Ângela de Moraes Ribeiro, mãe de José Joaquim Gomes Branquinho (Fazenda Boa Vista de Lavras do Funil). Maria de Moraes Ribeira e seu marido Antonio de Brito Peixoto, foram pais de José de Andrade Peixoto, casado com dona Mariana Vitória do Nascimento, nascida em 1753, filha de Cleofa Bueno e neta de Rosa Maria Buena de Moraes (Rosa Bueno de Moraes) e o Lisboense, o Licenciado Antonio de Moura (casamento de Rosa e Antonio, no ano de 1720. em São Paulo, mudando-se a seguir para a região de São João del Rei).

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

As três ilhôas de José Guimarães.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. F oi, seguido deste singelo bilhetinho que a obra " As Três Ilhoas " de José Guimarães, está em nossas mãos: Prezada Leonor Vai aqui o livro, uma Obra Póstuma, de meu marido José Guimarães. O livro vem completar a coleção da genealogia das Três Ilhoas, lançada em 1989. Agradeço a grande pesquisadora e genealogista Marta Maria Amato , pelo enriquecimento proporcionado pelas suas pesquisas. Gostei de saber que o Projeto Partilha está colaborando com o resgate da "História de Carmo da Cachoeira". Temos em nosso arquivo alguns dados das paróquias de Campanha, onde tem alguma coisa sobre sua cidade:a terra do Pe. José Bento Ferreira. Será? Atenciosamente Leyde M. Guimarães. Ouro Fino, 15-08-2006 Próxima imagem: O Capitão Diog

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Paulo Naves dos Reis Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas. Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Eis o amor caridade, eis a Irmã Míriam Kolling.

À Irmã Míria T. Kolling: Não esqueçam o amor Eis o amor caridade , dom da eternidade Que na entrega da vida, na paz repartida se faz comunhão ! Deus é tudo em meu nada: sede e fome de amar! Por Jesus e Maria, Mãe Imaculada todo mundo a salvar! " Não esqueçam o amor ", Dom maior, muito além dos limites humanos do ser, Deus em nós, entrega total! Não se nasce sem dor, por amor assumida: Nada resta ao final do caminho da vida a não ser o amor . Próximo artigo: Até breve, Maria Leopoldina Fiorentini. Artigo anterior: Os Juqueiras, Evando Pazini e a fazenda da Lage

Um poema à Imaculada Conceição Aparecida.

Por esse dogma que tanto te enaltece, Por tua Santa e Imaculada Conceição, Nós te louvamos, ó Maria, nesta prece, Mulher bendita, as nações te chamarão! Salve, Rainha, ó Mãe da Misericórdia! Nossa esperança, nosso alento e vigor, A nossa Pátria, vem, liberta da discórdia, Da ignomínia, da injustiça e desamor! Tu família, aqui, hoje reunida, Encontra forças no seu lento caminhar. A ti recorre, Virgem Santa Aparecida, Nosso caminho vem, ó Mãe, iluminar! Somente tu foste escolhida e preparada Por Deus, o Pai, que com carinho te ornou, Para fazer do Filho Seu, digna morada! Pelo teu sim, a humanidade se salvou. Novo Milênio, com Maria festejamos, Agradecendo tantas graças ao Senhor. Com passos firmes, nova etapa iniciamos, Com muita fé, muita esperança e muito amor. Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próximo Texto: A túnica Inconsútil, um poema de fé. Texto Anterior: A prece da poeta e professora Maria Antonie

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior. "Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG. Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entr

Antiga foto da fazenda da Serra de Carmo da Cachoeira.

F Luiz José Álvares Rubião, em publicação da obra, Álbum da Varginha pela Casa Maltese, às fls. (a publicação não contempla, nem ano, nem nº de páginas), descreve a Fazenda da Serra da seguinte forma: “A uma légua da freguesia do Carmo da Cachoeira, está situada a Fazenda da Serra, propriedade do Cel. Antônio Justiniano dos Reis”. Se diz: Freguesia, leia-se, após, 1857. Em publicação, no ano de 1918, Sylvestre Fonseca e João Liberal, às fls. 149, dizem: “O Cel. Antônio Justiniano dos Reis falecido o anno passado, foi um dos mais importantes fazendeiros do Distrido do Carmo da Cachoeira”. Ary Florenzano, genealogista, cita a Fazenda da Serra, apresentando-a como sendo o lugar onde pela primeira vez, aparece o nome Carmo da Cachoeira, em documento. O 21º Anuário Eclesiástico da Diocese da Campanha, 1959, fls. 28: “Aos onze dias do mês de novembro do ano de mil oitocentos e dezenove, na Ermida de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, desta freguesia de São João Del Rei, receberam