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O GAPA em Carmo da Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Reflexão e Respeito - GAPA
Imagem anterior: Selo comemorativo do Santuário Mãe Rainha.

Comentários

Anônimo disse…
Carmo da Cachoeira é uma cidade muito interessante. Por ela circulam pessoas de vários países e nacionalidades. A cartorária Elizabeth diz, em tom de brincadeira: "até minha mãe já entende a língua castelhana, devido serem tantas as pessoas que tentam o diálogo, falando em seu próprio idioma". Estas pessoas circulantes, e durante o tempo em que permanecem na cidade, agem de acordo com sua cultura. Assim, junto as padarias é muito comum ver esses visitantes comprando quitutes e ofertando aos animais que circulam por perto. Esta pessoa e sua filha são protetoras de animais em seu lugar de origem, e cruzou com Nam - o cão, na fase em que era errante, antes de ir morar em uma casa no Bairro Praça de Esportes, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.
Anônimo disse…
O GAPA surgiu da necessidade da criação de um grupo que, legalmente constituído pudesse, ao usar sua fala, manifestar-se a favor, e em defesa do reino animal, vegetal e animal, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Assim, tentava ser o mediador em ações que envolvem maus tratos e crueldade no trato com animais. Sua primeira diretoria ficou constituída com representantes de vários setores da sociedade. Nas eleições de renovação de diretoria e conselhos, o critério se manteve. A bandeira levantada pelo grupo foi o diminuição da população canina e felina da cidade através de castrações. Com Título de Utilidade Pública, fez sua parte. Castrou centenas de animais durante anos, e cuidou de vermifugar os animais errantes, no intuito de proteger as crianças que as tocassem, ou que circulassem pelas mesmas ruas que eles. Conseguiu, com muita luta, diminuir, senão exterminar, através de tratamento, a doença venérea que se manifestava nos órgãos genitais de machos e fêmeas e transmissíveis através do contato físico, no ato da cobertura, especialmente. A idéia o grupo era a de, ao diminuir a população e as doenças, deixar evidente a toda sociedade mais uma forma de convivência com os reinos da natureza - não utilitária, respeitosa, compromissada e mais humana. Cumpriu a primeira fase, e dando mais um passo, o grupo sentiu a necessidade de incorporar em seus estatutos a questão educacional. Aproveitou a adequação que teria que fazer ao novo Código Civil e inseriu mais este item. Dessa adequação surgiu o GAPA CULTURAL, cujo objetivo seria trabalhar diretamente com as consciências humanas e em favor aos reinos da natureza. Hoje, por exemplo, dia 27 de dezembro do ano de 2008, quem passar pela rua Domingos Ribeiro de Rezende, esquina com rua Francisco de Assis Reis lerá num cartaz afixado no poste: "Não jogue lixo aqui. Coloque numa sacola, e os coletores públicos irão recolher. A Prefeitura mantém o serviço de coleta diária de lixo, feita com o dinheiro público. Feliz ano NOVO a todos". O cartaz, fixado e assinado pelo GAPA CULTURAL foi motivado pelo fato de, ao amanhecer, ver amontoado junto do poste, entre folhas secas, muitos copinhos, pratinhos, garfinhos, envólucros de leite fermentado e/ou sucos. Uma pessoa recolheu tudo, colocou em sacola. Minutos depois, passou o caminhão coletor e o levou. Outra pessoa colocou o cartaz. Assim é Carmo da Cachoeira, no Sul de Minas Gerais. Não é só o GAPA CULTURAL que faz este trabalho, existem alguns protetores, de animais e de outros reinos, cada um realizando o trabalho que seu coração indica. Muito próximo ao citado poste, 30 metros abaixo, consegue-se ver uma casa com os muros telados de forma que, os gatos que lá moram não conseguem sair do perfumado, ajardinado e agradável quintal. O sistema impede, também, os que estão fora de entrar. Assim, os gatos sob guarda desta família estão protegidos e não incomodam os vizinhos. Não é a única casa da cidade a utilizar este sistema, existem muitas outras. Não se pode dizer que a sociedade cachoeirense é voltada pelo bem estar animal, no entanto, existem ações pontuadas, e estas fazem o trabalho com recursos próprios. Existem muitas pessoas que encaminham fêmeas moradoras de ruas para castrações. O governo Municipal não tem política explicita para controle de natalidade. A vizinha cidade de Três Pontas tem um trabalho preventivo interessante neste sentido. O Gapa é radicalmente contra a presença de Canil Público na cidade. Sua luta e bandeira é a diminuição da população errante através de castrações, conscientização nos setores organizados da cidade e escolas. Defende a presença de um ambulatório para castrações, onde o pós operatório seja feita pelos próprios donos do animal e ou voluntários. Ambulatório não detém a idéia de hospedagem.
Anônimo disse…
Alguém ligou para o GAPA, e fez a seguinte sugestão: "diga aos internautas o por que da posição adotada pelo grupo ao ser contra a instalação de canis públicos. Vai ser legal o pessoal saber, vocês não acham"?
Realmente. Vai ser legal, e vamos partilhar a reflexão feita, e que levou esta compreensão. A de que, se não o ideal, no momento, o melhor seria optar pela ovariohisterectomia (esterilização) de fêmeas, e as ponderações sobre um local único para recolhimento de animais, ou seja, canil público. Uma reflexão grupal que valeu a pena: Sintonia com o meio ambiente urbano e a convivência entre humanos e animais.

Alguém disse: "Se você quer ver mudanças, comece de dentro para fora. Primeiro em você". Foi o tom inicial da reflexão que trazia informações sobre o crescimento da população humana, versus os meios de sobrevivência. A tema era enriquecido com as estimativas das Nações Unidas, publicadas na revista VEJA, de que o número de pessoas no meio urbano tem sido maior que os moradores no campo. Cf. http://veja.abril.com.br/160408/p 106.shtml
As ponderações foram fortalecidas e reforçadas com os dados que se assiste no momento, ou seja, a crise do capitalismo. Não há como ficar emudecidos. Os documentários mostram diuturnamente o desemprego, os extermínios, a corrupção, as guerras, a explosão demográfica desenfreada. São focos de conflitos vinculados a crise instalada no atual sistema. A informação entra em todos os lares - ou pela telinha, pelo rádio, pela imprensa escrita. Está nas mesas dos bares, nas esquinas, nas filas dos bancos, correio e outras. Assiste-se uma pequena apreensão e expectativa em relação ao futuro. Para que se evite o caos, faz-se necessário pensar de forma preventiva. Não deixar a tensão chegar a graus elevados de temperatura e tornar-se caótica. Para que mantenha-se a harmonia faz-se necessário, portanto, controle dos problemas sociais, nos quais se inclui, não só o lado humano, mas de todos os seres da natureza. O século XXI traz o timbre da energia integradora com respeito a dignidade, a individualidade dos seres. Desta forma, o quanto mais distante de agrupamentos permanentes e contínuos, melhor. Locais onde se reúnem, no mesmo local, e no mesmo momento, grande número de seres (humanos ou infra humanos) está contra a maré dos novos tempos. A INCLUSÃO é um tema atual, e está sendo discutido e tentando-se sua implantação em todos os níveis das administrações e das sociedades, aí incluídas também a vida animal. Assim, a sociedade com mais acesso a educação, saúde e higiene entenderá da necessidade de uma reconstrução social. De um mundo melhor para todos os seres vivintes do planeta. Canil, não é lugar bom para se viver, como também não o é uma Febem, e outros locais pensados para humanos em sua vivência grupal. Para se evitar o CAOS, é necessário medidas preventivas. Para nós, a instalação de canis, poderá vir ser foco de instalação desse caos, do qual gostaríamos de fugir. Aí, a maior incidência de doenças, contaminações e situações de desarmonia. Até no reino vegetal percebe-se a luta dos técnicos no controle de doenças em lavouras onde se privilegiou a monocultura. A diversidade é benéfica sempre. A felicidade e o bem viver um direito de todos.
Gratidão pela oportunidade que nos foi dada pela colaboradora através de seu telefone, minutos atrás.
Feliz ano NOVO a todos e com a lembrança de que, as mudanças devem sempre começar de dentro para fora, e que cada um é responsável pela sua transformação, para o bem, ou para ... ...
Luz e harmonia a todos.
Anônimo disse…
Retratos da história.

O Laboratório de História Econômica e Social - LAHES. Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, disponibiliza um trabalho de Cristiano Lima Silva, mestre em História Social e professor substituto (jun/2005) da Universidade Federal de São João del Rei. Tema - Senhores e pais: reconhecimento de paternidade dos alforriados na pia batismal na Freguesia de São João del Rei (1770-1850). Dentre os nomes citados estão os seguintes: Manoel Gonçalves Carvalho; o de Custódio Ferreira Braga; o de Manoel Antônio Teixeira, morador no arraial de Santa Ana das Lavras do Funil e casado com dona Maria Esméria Cândida Teixeira; Domingos Teixeira de Carvalho, morador da Vargem do Rio do Peixe; Antônio Gonçalves de Figueiredo, em São Gonçalo do Brumado e Manoel Teixeira da Cunha em Conceição da Barra.
Anônimo disse…
Alexandre Barroso Pereira foi casado com dona Ana Maria da Anunciação e foi um dos testamenteiros de Caetano Alves de Magalhães, natural de Congonhas do Campo. Alexandre foi proprietário de terras, conforme segue abaixo, no documento transcrito por Edriana Aparecida Nolasco, a pedido do Projeto Partilha.
Tipo de documento - Sesmaria
Ano - 1796 Caixa -25
Justificante - capitão José Alves de Figueiredo
Local - São João del Rei

Fl.01
AUTO DE JUSTIFICAÇÃO AO LUGAR DO PIÃO DA SESMARIA DO SENHOR BOM JESUS DE MATOSINHOS DAS CONGONHAS TIRADA EM NOME DE ALEXANDRE BARROSO HOJE PERTENCENTE AO JUSTIFICANTE.

Data - 29 de novembro de 1796
Local - Fazenda do Ribeirão de São Pedro. Aplicação da Capela de Nossa Senhora das Dores. Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes em casas de morada do Capitão José Alves de Figueiredo.
Justificante - Capitão José Alves de Figueiredo
Justificado - José da Mota Coelho, sua mulher e outros.

Fl.02
Diz o capitão José Alves de Figueiredo que a ele e ao capitão Bento Ferreira de Brito pertence uma sesmaria de uma légua de terras sitas na Aplicação da Senhora das Dores, Freguesia das Lavras do Funil obtida por Alexandre Barroso Pereira para rendimento do senhor Matozinhos da Freguesia de Congonhas do Campo por cessão que lhe fizeram os procuradores e zeladores da capela do mesmo senhor AMARO PEREIRA DE ARAÚJO e Custódio Gonçalves de Vasconcellos (...) pondo-se o Pião em um espigão de capitinga que vai do Ribeirão de São Pedro correndo para a Capela da Senhora da Ajuda das Três Pontas vertendo o dito Pião para o dito Ribeirão de São Pedro e por que se demoliu o dito Pião ou se corrompeu de sorte que há muitos anos não aparece no lugar mas é público e notório ser o dito capitingal o lugar (...)

Fl.03
DA ASSENTADA DE TESTEMUNHAS

- José da Mota Coelho, homem branco, natural da Freguesia do Sumidouro, da cidade de Mariana. Comarca de Vila Rica, e morador nesta Aplicação da Senhora das Dores, Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei, desta Comarca do Rio das Mortes, vive de roça e tem 68 anos.

- João Pereira Machado, homem branco, natural da Ilha de Faial e morador na Aplicação da Capela da Senhora da Ajuda, Freguesia das Lavras do Funil, Termo da Vila de São João del Rei, vive de roça e tem 60 anos.
Anônimo disse…
Ana Villela Assunção, também grafada como Ana Vilela De Assumpção, faleceu em 24 de agosto de 1787. Seu inventário foi aberto no Morro Cavado da Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas das Lavras do Funil. Foi a primeira mulher de Domingos Vieira da Silva (Vieira e Silva). O segundo casamento de Domingos foi com a neta de Maria Alves Porciúncula. A descendencia de Ana é encontrada em Cabo Verde e está ligada as famílias: "Ferreira de Macedo"; "Leite Coimbra"; "Ferreira de Toledo" e "Xavier de Toledo". Segundo Aspásia Vianna Manso Vieira Ayer (1991), Domingos Vieira da Silva (Vieira e Silva) foi o fundador do Arraial de São José da Pedra Branca", hoje Município de Alfenas, Minas Gerais. Cf. no site Prefeitura de Alfenas - Windows Internet Explorer
www.alfenas.mg.gov.br/cidade/seculoxix.asp

Transcrição de documento por Edriana Aparecida Nolasco a pedido do Projeto Partilha.
Tipo de documento - Sesmaria
Ano - 1794 caixa - 23
Sesmeiro - Capitão Bento Ferreira de Brito
Cessionário - Alferes Domingos Vieira da Silva
Local - São João del Rei

Fl.01
AUTO DE MEDIÇÃO E DEMARCAÇÃO DE UMA SESMARIA DE MEIA LÉGUA.
Data - 15 de outubro de 1794
Local - Fazenda do Morro Cavado Aplicação da Capela da Senhora da Ajuda. Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes em casas de morada que foi do Alferes Domingos Vieira da Silva.

Fl.04
Cedo e trespasso o direito e ação que tenho neste Título de Sesmaria de meia légua para que ele se pediu na pessoa do Capitão Bento Ferreira de Brito (...)
Bandeirinhas das Três Pontas, 28 de dezembro de 1794

Fl.05
CARTA DE SESMARIA
(...) por sua petição o Alferes Domingos Vieira Silva morador na Aplicação de Nossa Senhora da Ajuda. Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes que na dita Paragem se acham terras devolutas que constam de matos virgens capoeiras e campos as quais partem do Alto da Serra de São Pedro com o Capitão José Alves de Figueiredo e com terras que foram de Luís Lourenço Martins, José Ferreira Ribeiro e outro, e como o suplicante as quer possuir (...)

Fl.08
AUTO DE MEDIÇÃO E DEMARCAÇÃO
Data - outubro de 1794
Local - Aplicação da Capela da Senhora da Ajuda das Três Pontas Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes na Fazenda do Morro Cavado e dentro das terras mencionadas.

(...) foi eleito para o lugar do Pião um Espigão de mato que vem de uma serra e desagua no Ribeirão de São Pedro cuja serra da outra parte verte para o Ribeirão do Sapé e fazenda do Capitão José Alves de Figueiredo em o dito solais de mato (...)

(...) seguindo o rumo do Oeste mediram sessenta e quatro cordas que findaram em um assento de mato logo adiante de um corguinho (...) onde meteram um pau nativo de peroba (...)

(...) seguindo o rumo do norte mediram cincoenta cordas que findaram em o assento da dita serra onde meteram um marco de pau nativo de folha larga (...) e parte este rumo com terras do Capitão José Alves de Figueiredo (...)

(...) seguindo o rumo do sul mediram cinquenta cordas que atravessaram o Ribeirão de São Pedro e findaram na descida do espigão de mato (...) onde meteram um marco de pau nativo de peroba e parte este rumo com terras de José Ferreira Ribeiro.

(...) seguindo o rumo do leste mediram trinta e seis cordas que findaram em um lançante de mato vertente ao Ribeirão de São Pedro (...) onde meteram um marco de pau nativo de cedro grosso (...) e parte este rumo com terras do sesmeiro o dito capitão Bento Ferreira (...)

* o sesmeiro tomou posse em 17 de outubro de 1794.
Anônimo disse…
MORRO CAVADO - O Alferes Domingos Vieira da Silva requereu uma sesmaria que abrangia a "CHAPADA" e o "MORRO CAVADO" (SC.256,p204 e verso Arquivo Público Mineiro), em 25 de setembro de 1793. O "Morro Cavado" fazia parte do Arraial de Nossa Senhora da Ajuda de Três Pontas e o recenseamento de 1831 registrou a sua existência, tendo 30 fogos e 235 almas. (Cunha Matos. Coreografia Histórica da Província de Minas Gerais - 1837, vol.1, Ed. Itatiaia, 1981. A partir de 1962 passou a integrar o recém-criado município de Santana da Vargem. As confrontações da antiga freguesia de Três Pontas consignam o local como parte integrante de seu território. Por equívoco, na leitura de documentos antigos, aparece ora como "Morro do Cavalo", ora como "Morro da Cava" e até como "Maria Cavada", e, obras de alguns autores.
Anônimo disse…
ALFENAS -

Município situado na região do Lago de Furnas, no Sul de Minas. É cidade turística e universitária. O povoamento se deu nos primórdios de 1800, quando lá chegaram os primeiros moradores, oriundos de Campanha (MG), Caldas (MG) e adjacências. No entanto, um dos principais povoadores foi o alferes Domingos Vieira da Silva. Recebera o alferes uma sesmaria, na paragem da Chapada, próxima ao lugar denominado Morro Cavado, na Aplicação da Capela de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas (SC.256 p.204, 25-SET-1793. APM), localizada entre Três Pontas e Campos Gerais, Minas Gerais. Vieira da Silva vendeu-a e mudou-se para a região da atual cidade de Alfenas. Lá, juntamente com outros moradores, edificou uma capela sob o orago de São José e Nossa Senhora das Dores (A. V. Ayer, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, Vol. XX p.83/85). Foi elevada à freguesia com a denominação de São José dos Alfenas, a 4 de julho de 1832. Pertenceu à Comarca de Três Pontas, pela Lei n.2002, de 15-11-1873, constituída pelos termos de Três Pontas e Alfenas. A sede da Comarca era Alfenas (MG), não obstante a denominação de Comarca de Três Pontas.
Anônimo disse…
A Sesmaria da paragem da Chapada até a Serra de São Pedro, de Domingos Vieira da Silva, divisava com a do Capitão José Alves de Figueiredo. O Capitão José Alves de Figueiredo, natural da Freguesia de São Martinho das Moitas, Bispado de Vizeu, Portugal. Residiu em Aiuruoca e lá se casou com Maria Vilela do Espírito Santo. Era Capitão-Mor das Milícias, na região de Aiuruoca. Há uma lenda que diz ter ele poder discricionário sobre uma grande área territorial no Sul de Minas Gerais. Entretanto, até agora, nenhuma documentação foi encontrada comprobatória do fato. Requereu uma sesmaria e lhe foi concedida, em 21 de julho de 1778, entre o Sertão do Rio Grande e do Rio Sapucaí (SC. 206p.155, Arquivo Público Mineiro) nas sobras das sesmarias do Sargento-Mor Felipe Antonio Burem e do Capitão Antônio Francisco França, seus confrontantes (História de Três Pontas), Edição JC, 1980, p.133).

Arquivo

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