Pular para o conteúdo principal

Alguns Moraes e o casamento na Boa Vista.

Dona Francisca de Macedo, casada com Antônio Vieira foram país, entre outros de Antônio Vieira de Moraes, casado com dona Ana Pires. A partir desta geração muito tem sido escrito e provado através de documentação. Elas são fartamente disponibilizadas pela Genealogia Villas-Boas e pelo Projeto Compartilhar.

Antônio Vieira de Moraes, casado com dona Ana Pires, já falecida por ocasião de sua filha Ângela Pires de Moraes em 03-10-1749. Nesta cerimônia de casamento foi uma das testemunhas, Antônio do Vale Ribeiro, irmão de Ângela de Moraes Ribeiro (Ribeira) (Morais), mãe de José Joaquim Gomes Branquinho da fazenda Boa Vista, sede do distrito da Boa Vista, município de Lavras do Funil, antiga sede do distrito, que após sua transferência para a Cachoeira dos Rates, recebeu nova denominação - Carmo da Cachoeira dos Rates, hoje Carmo da Cachoeira.

O casal Antônio Vieira de Moraes e do Ana Pires, filho de Antônio Viera e dona Francisca de Macedo foram pais de cinco filhos:
» Ângela Pires de Moraes, nascida em 1736 e casada com Mathias da Silveira Andrade (Matias), da Ilha do Faial. Nosso foco nesta filha não tem outra intenção, a não ser ligá-la, pela geração, a Manoel Antônio Rates (Rattes), que deve ter nascido nesta mesma época (em meados do século XVIII);
» Maria da Assunção Moraes, falecida em 14-5-1794, casada com Antônio de Brito Peixoto, falecido em 29-2-1758. Entre outros filhos, Maria e Antônio de Brito teve a Manoel Joaquim de Andrade que se casou com dona Laureana de Sousa Monteiro (Souza), pais de dona Venância Constância de Andrade¹;
» José de Moraes e Oliveira;
» Francisco Pires de Moraes;
» Carlos, com 10 anos em 1740.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria: Parte da genealogia cachoeirense.
Artigo Anterior: Ermida em Três Corações - registro do Séc. XVIII.

1. Em seu testamento, aberto em 1846 e escrito e assinado em 1841, dona Venância diz, fls.06: "fui casada com Manoel Joaquim de Santana. Tivemos três filhos: José Marcelino de Andrade; Maria Emerenciana de Andrade e Laureana Felícia de Andrade (Lauriana)". O casal Venância Constância e Manoel Joaquim fazem a seguinte ligação:
- com Antonio Vieira de Moraes, através de Dona Venância e seus pais;
- com Diogo Garcia e Júlia Maria da Caridade através de Manoel Joaquim de Santana;
- com Maria Pedrosa e Gaspar Vaz da Silveira, através de Maria de Nazaré Andrade, mãe de Manoel Joaquim e filha de Isabel Pedrosa e José Rodrigues Goulart.

Comentários

Anônimo disse…
Uma contribuição muito especial. Veio através de NILSON NAVES.

ASCENDÊNCIA DE FRANCISCA MACEDO DE MORAES.


M. (?) de MORAES ou Ignez Rodrigues de MORAES (não se sabe o certo), nascida e falecida em Portugal, casou-se com Vasco Peres D´Antas, nascido e falecido em Portugal, descendente de D. Mendo Alam, que viveu durante os reinados de D. Fernando ou Magno (assumiu o trono de Castela em 1035 e faleceu em 1065) e D. Affonso VI (nascido em 1035 e falecido em 1109), que deu origem ao tronco dos "Bragantões". D. Meno foi casado com uma filha do rei da Armênia, que, com o pai, viera em romaria ao túmulo do apóstolo São Tiago na Galiza. Segundo o "Livro Velho de Linhagens", teria tomado a princesa à força.

2 - Affonso Pires de Moraes D´Antas, nascido e falecido em Vimioso (Portugal, casou-se com Aldonça Gonçalves de MORAES, nascido e falecido em Portugal. Viveram ao tempo de D. João I, que reinou de 1385 a 1433.

3 - Mendo Affonso de MORAES D´Antas, Senhor de Vimioso (Portugal), onde nasceu e faleceu, casou-se com Margarida de Vasconcellos, nascida e falecida em Portugal.

4 - Estevão Mendes de MORAES D´Antas, nascido e falecido em Vimioso, casou-se com Maria de Madureira, nascida e falecida em Portugal. Perdeu para a coroa, por um legalismo, no tempo de D. João II (reinou de 1481 a 1495), a alcaiadaria-mor de Vimioso.

Postado por Nilson Naves.
Anônimo disse…
Segundo Cid Guimarães, em publicação na Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores em História e Genealogia - ASBRAP. Ano - 1999:234-236,dona Francisca Macedo de Moraes foi casada com Antônio Vieira de Moraes. Dona Francisca Macedo de Moraes foi também sogra de André do Vale Ribeiro, casado com dona Teresa de Moraes, pais de dona Ângela de Moraes Ribeiro (Morais)/(Ribeira). Neste ponto, e com a descendência dos "Bragantões" chaga a FAZENDA BOA VISTA, sede do Distrito de Carmo da BOA VISTA, Lavras do Funil, na pessoa de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO.
Anônimo disse…
Como um dos elementos de estudo e apoio, o Projeto Partilha, utilizou-se do estudo do Licenciado em História e Coordenador do Centro de Documentação e Memória de Teresópolis - RJ, PAULO PARANHOS. Existe um artigo escrito por ele e disponibilizado em http://www.historica.arquivoestado.sp.gov/mat...
Tema: Primeiros núcleos populacionais no Sul de Minas Gerais. Neste trabalho são abordados: Baependy/Aiuruoca/Campanha, Municípios, de certa forma, berço de muitos "dos nossos".

Para que possamos conhecer gente que estava na região, e que ainda não tinham sidas apontadas na Genealogia Paulistana, podemos buscar atalhos de apoio em:
- Nogueiras do Brasil - Um Projeto de José Luiz Nogueira - ANNA DE JESUS NOGUEIRA - Windows Internet Explorer.
http://www.hploco.com/ihggi/ANNA_DE_JESUS_NOGUEIRA.html. Neste site vamos encontrar duas irmãs casadas com dois irmãos. Dona Escolástica e dona Brígida, descentes dos "Nogueiras do Ó". Foram casadas com Ignácio Rodrigues de Gouvêa e Matheus Rodrigues de Gouvêa. São filhos de João Rodrigues Villa Verde e de dona Josepha de Gouvêa (portugueses). Este Aporte à Genealogia Paulistana está disponibilizado pelo Projeto Compartilhar. Em JOÃO RODRIGUES VILLA VERDE, vamos encontrar a mulher de Ignácio Rodrigues de Gouvêa, casado com dona Escholástica Maria Nogueira (Escolástica). A irmão de dona Escolástica, dona Brígida Nogueira, casou-se com um irmão de Ignácio, Matheus Rodrigues de Gouvêa.

Ainda sobre Tomé Rodrigues Nogueira do Ó, o fundador de Baependi há dados na Revista ASBRAP n. 1. Ano 1994.

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

O distrito de São Pedro de Rates em Guaçuí-ES..

Localizado no Estado do Espírito Santo . A sede do distrito é Guaçuí e sua história diz: “ ... procedentes de Minas Gerais, os desbravadores da região comandados pelo capitão-mor Manoel José Esteves Lima, ultrapassaram os contrafortes da serra do Caparão , de norte para sul e promoveram a instalação de uma povoação, às margens do rio do Veado, início do século XIX ”.

Simpósio Filosófico-Teológico em Mariana

Aproxima-se a conclusão das obras de restauração na Catedral Basílica de Nossa Senhora da Assunção, Igreja Mãe de nossa Arquidiocese. Trata-se de expressivo monumento religioso, histórico e artístico, tombado no âmbito federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A Arquidiocese de Mariana, a Faculdade Dom Luciano Mendes (FDLM) e o Instituto Teológico São José (ITSJ) organizam este Simpósio com o objetivo de refletir sobre os trabalhos de restauro que em breve serão entregues à comunidade, bem como debater o significado deste templo, em relação aos aspectos teológicos e sua importância artística e arquitetônica em mais de três séculos de existência. Programação : de 25 à 27 DE MAIO DE 2022 25/05/2022 – Quarta-feira Local: Seminário Maior São José-Instituto de Teologia 19h - SAUDAÇÃO INICIAL - Côn. Nédson Pereira de Assis Pároco da Catedral - Mons. Celso Murilo Sousa Reis Reitor do Seminário de Mariana - Pe. José Carlos dos Santos Diretor da Faculdade Dom