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O paulista Bartolomeu Bueno do Prado.


Nascido na Província de São Paulo, Bartolomeu Bueno do Prado, era filho de Domingos Rodrigues do Prado e de Leonor Bueno da Silva. Casou-se com sua prima Isabel Bueno da Fonseca, filha do Capitão-Mor Francisco Luiz Bueno da Fonseca e de Maria Jorge Velho. Era o mais temido capitão do mato, com grande experiência no combate aos quilombos. Nomeado "Governador-Comandante que vai para o o Campo Grande e mais sertões a destruir quilombos de negros fugidos ..." pela Câmara da vila de São João Del Rei, em 20 de junho de 1759, a fim de destruir os quilombos do Campo Grande.

Outro filho do Capitão-Mor Francisco Luiz Bueno da Fonseca (Bueno Luiz) e de dona Maria Jorge Velho, foi Manuel Francisco Xavier Bueno. Natural da Província de São Paulo, casou-se com Lucrécia Leme Borges de Cerqueira, falecida em 20 de março de 1756. Em segundas núpcias, casou-se com Maria de Almeida, em Rosário dos Serranos, a 26 de fevereiro de 1759.

A sua participação na história de Três Pontas prende-se ao fato de ter sido designado para combater quilombos nesta região. Ele deveria "colocar-se para as partes da Serra das Carrancas, no sítio chamado Três Pontas". Deixou grande descendência, não só em Lavras, mas também em Três Pontas (MG). Faleceu aos 12 de setembro de 1796 em Lavras e foi sepultado na Igreja Matriz daquela freguesia. Em um dos livros de registro de óbitos da freguesia de Lavras consta o seguinte: "com todos os sacramentos o Capm. Manoel Francisco Xavier Bueno: foi encomendado e sepultado dentro desta Matriz de que fiz este assento, que assignei. O Vigário José da Costa Oliveira"³.

Seu inventário foi processado na vila de São João Del Rei, em 29-NOV-1797 e arquivado no Museu Regional4. Dona Maria Jorge Velho era filha do Sargento-Mor de batalha, Salvador Jorge Velho, era bisneto de Amador Bueno da Ribeira, o aclamado, pelo lado paterno, e de Domingos Jorge Velho, pelo lado materno.

Maria Almeida, segunda esposa de Manuel Francisco Xavier Bueno, um dos capitães que comandaram as tropas que aqui vieram combater quilombos existentes na região. Ela requereu uma sesmaria de meia légua em quadra no Ribeirão de Três Pontas, freguesia das Lavras do Funil, termo da Vila de São João Del Rei, Comarca do Rio das Mortes5.

Artigo de Paulo Costa Campos

Próxima matéria: Quilombo do Cascalho em Três Pontas-MG.
Matéria Anterior: Alguns "Buenos da Fonseca" em Minas Gerais.

1. SC. 130, p.124, APM.
2. AGB - Vol. VI, A Florenzano.
3. Vida Escolar 01-JUN-1907.
4. Caixa 37.5. SC. 384 p.18, 10-JUN - 1778 APM

Comentários

Anônimo disse…
O Site: ROL - Região ON LINE - Genealogia ajuda a entender a construção da AL, é muito interessante e vale apenas visitá-la.
Veja Gazeta Web, com Reportagem de Bruno Soriano em Livros virtuais gratuitos - quarta, 31 de dezembro 2008. Matéria enviada pelo IHGGI e escrito por José Luiz Nogueira em,
www.itapedigital.com.br
Anônimo disse…
Os Sertões do Rio Grande e Jacuí e o Mapa do Capitão França, seguindo Tarcísio José Martins. Quilombo do Campo Grande - História de Minas que se devolve ao povo, p.710/711:

A região quilombola escondida pela expressão "Sapucaí" na verdade, era conhecida dos paulistas com Sertões do Rio Grande. A segunda posse ao bispado de São Paulo (a primeira foi a de 04 de março de 1755 - in Documentos Interessantes - SP, p.64-65), feita pelo pe. Marcos Freire em 1761 delineou perfeitamente essa região:
a) a cerimônia de posse ocorreu num local chamado Desemboque, às margens do rio Grande, "da parte do poente, fronteira ao sol que nasce das Gerais, junto da picada que fizeram as companhias militares, que vieram conquistar os negros fugidos do dito sertão (do rio Grande) e do Campo Grande, (...).

b) Os descobertos de que se apossou o bispado de São Paulo foram os de "Desemboque" (De Borda da Mata a Ibiraci), Ribeirão de Santa Ana (com duas nascentes principais, sendo uma no Morro Grande, sul de São Sebastião do Paraíso, outra, a noroeste de Pedra do Mamote, sudoeste de Jacuí, correndo rumo nordeste até o Morro do Ferro, onde deriva a norte, recebe o rio das Palmeiras ao norte de Pratópolis e vai desaguar no São João pouco antes da estrada que liga Cássia a Passos), Córrego Rico ( Provavelmente é o córrego do Ouro, que nasce na serra do Veado, corre sudoeste e desagua no São João, a norte de Bom Jesus da Penha. Outro, também nascente na serra dos Veados, córrego do Faisqueiro, corre rumo norte-noroeste indo desaguar na margem direita do ribeirão da Conquistinha, afluente da Conquista), Ribeirão das Almas (tem suas nascentes no Cafundó, corre a nordeste-norte, indo desaguar na margem direita do ribeirão da Conquista, na altura da serra do Dondó, a sul de Alpinópolis)e Ribeirão Grande (seria o córrego do Sertão Grande, que tem nascentes na serra do Veado e Morro da Congonha e que desagua no córrego das Almas, afluente esquerdo do Conquista), vertentes do rio de São João (realmente, todos esses riachos são vertentes ou contravertentes do rio São João)" e "também o Ribeirão do Pinheiro, que faz barra no Sapucaí (este, a considerar a existência de uma serra dos Pinheiros a noroeste de Carmo do Rio Claro, poderia ser o Tapiché que tem nascente também na serra do Quilombo, nascente do Cancã), que faz barra no rio Grande (Documentos Interessantes - SP, p.66)".
O mapa do capitão França delineou esses sertões, mostrando ao centro a bacia do rio Jacuí, ladeada pelos rios Pardo e da Conquista, localizando três quilombos nas vertentes esquerdas do Jacuí, outros cinco nas vertentes direitas desse rio e esquerdas do rio da Conquista, ficando, o último e maior de todos os quilombos, na margem esquerda das cabeceiras do rio Pardo.
Anônimo disse…
Tarcísio José Martins esclarece, p.718:
"Ainda não conseguimos decifrar de todo o mapa do capitão França. Porém, qualquer critério é sempre melhor que a ficção dogmática, mesmo que seja prolatada por mestres e doutores.
Assim, a descrição que faremos das prováveis localizações de quilombos continuará a seguir o critério de, dentro do possível, sobrepor o roteiro da expedição de Bartolomeu Bueno do Prado, configurado na forma de "LA" no mapa do Campo Grande, aos demais mapas, e identificar na topografia coincidente, resquícios de toponímias quilombolas, mesmo a custa de inverter a ordem da sequência de nomes dados aos quilombos pelo capitão França"
Anônimo disse…
Tarcísio José Martins refere-se a Pe. Bento Ferreira (Ermida do Campo Belo,após 1752, data da Carta de Sesmaria recebida para abrir caminho de Lavras a Campanha, longe de alagados e alagadiços). Na obra Quilombo do Campo Grande - História de Minas que se devolve ao povo, p. 760 diz, ao se referir aos Protagonistas da Expedição de 1760:
"(...) o padre representante de Mariana, João Correia de Melo, não está presente, mesmo porque, esta região fora a primeira a ser apossada em 28 de agosto de 1759, compreendida no seguinte enunciado: "das terras do rio Grande, Agoapé até a Barra do Sapucaí e daí para diante correndo rumo do sul pela conquista adentro de Bautista Maciel e Pedro Franco até o Quilombo Velho (Archidiocese de Mariana, p.11-112).
O outro padre presente, BENTO FERREIRA, estava a negócios. Era amigo dos Buenos e possuidor de uma sesmaria que lhe fora concedida por Gomes Freire em 3 de março de 1741, confrontando, suas terras "com as o capitão-mor Francisco Bueno da Fonseca (Pai de Diogo Bueno), fazendo pião no barreiro do ribeirão da Itapeva, meia légua abaixo do morro das pedras, no sítio do Tijuco". Era fabricante e vendedor de cachaça e, em 13 de setembro de 1755, seu nome aparece em documento pedindo para mudar seu engenho de aguardente para outro local (ver verbetes n.3756 e 5449 do IMAR/MG)".
Anônimo disse…
"Casamento, em 23 de novembro de 1778, na Igreja Matriz de Três Pontas (...)". A referência a que Ari Florenzano faz deste registro de casamento do viúvo de Matildes Álvares Jacintha, FRANCISCO DO REGO BARROS, em segundas núpcias com Maria do Ó dos Santos nos reporta a Pernambuco pela descendencia paterna, Francisco do Rego Barros lá nascido e casado com Arcangela Xavier Furquim ou da Luz. Nascido em Pernambuco, em 1713 estava em Villa Rica de Nossa Senhora do Pillar do Ouro Preto. Arcangela era irmã, entre outros, de Simplicio Pedroso de MORAES, casado com Maria Nunes e Escolástica Furquim. Seu pai foi ANTONIO FURQUIM DA LUZ. Escolástica casou-se na família "Silva de Magalhães, através de José, filho de Francisca Romeiro Velho Cabral e pais de José de Barros Albuquerque, casado em 26-11-1744 com Isabel Tereza de Jesus, natural de Congonhas do Campo, filha de Francisco da Costa Fagundes.
Muitos descendentes de Antonio Furquim da Luz estão em Baependi e toda esta região sul mineira. Confiram no PROJETO COMPARTILHAR.
O nome de FRANCISCO DA COSTA FAGUNDES é citado na região de nossos estudos, especificamente junto a Serra das TRÊS PONTES, citada frequentemente pelo historiador e genealogista,em Três Pontas, PAULO COSTA CAMPOS, descendentes DE BANDEIRANTES PAULISTA da família "Bueno".
Anônimo disse…
FRANCISCO DA COSTA FAGUNDES aparece nas páginas 764 e 765, obra Quilombo do Campo Grande, onde é citado como referência para identificação de um guia, "que era um negro por nome José Nagô, escravo de Francisco da Costa Fagundes". O autor, nestas páginas vai detalhando o roteiro, e dando outros detalhes sobre OS FATOS DE 1760 e faz citações do mapa descritivo do capitão França. Na citação da p.764 aparece identificado seu local de residência: "MORADOR NO BRUMADO".
Na p.765, está assim posto: "Esta segunda ata da Guardamoria de Carrancas informa que "No primeiro dia de viagem se achou a lagoa que o guia José Nagô, escravo de FRANCISCO DA COSTA FAGUNDES, dizia haver muito ouro".
Anônimo disse…
ENCERRAMENTO DAS OPERAÇÕES DE BARTOLOMEU BUENO DO PRADO. Obra: Quilombo do Campo Grande, p.776-777. Autor Tarcísio José Martins. 2008.
Tanto a presença como o comando de Bartolomeu Bueno do prado nas operações de ataque ao Cascalho em 1760 ficaram documentadas e testemunhadas nas atas do guarda-mor Diogo Bueno da Fonseca. No entanto, o neto de Bartolomeu Bueno do Prado e suas testemunhas não incluíram a destruição do Cascalho entre os feitos de seu avô.
A décima primeira testemunha do processo de 1800, "Manoel Correia da Silva, homem pardo, viúvo, morador na Freguesia das Lavras, de idade de noventa anos", dizendo saber "por ver", confirmou que Bartolomeu Bueno do Prado, "comandando quatrocentos homens, rompendo sertões e passando rios caudalosos e que, nesta diligência, conquistou e destruiu todos os quilombos que se achavam naquele sertão, os quais eram o do Pinheirinho, de Santa Ana, do Desemboque, Talhados, Quilombo Queimado, Muzambo, Quilombo da Pedra, Campo Grande, Quilombo da Angola, do Zundu, do Maribondo, do Caité, do Bambuí, do Indaiá, Quilombo das Cabeceiras do rio Pardo, (...) e o dito capitão-mor se recolheu quando lhe foi determinado pelo dito excelentíssimo general (...)Cf. Verbete n.11295 do IMAR/MG, Cx.155, Doc.7, AHU, 9 de dezembro de 1800-p.122 (repete 120 e 121 e Rolo 140, p.123-a).
Confirmando as notícias dos descobertos do Jacuí e Cabo Verde contidas no texto-orelha do mapa do capitão França, Vicente Ferreira de Paiva Bueno, neto de Bartolomeu Bueno, propôs em seu processo de 1800 e provou por testemunhas presenciais (...).
A pesquisadora Renata A. Silva de Jacuí comprovou que, em 30 de outubro de 1764, Bartolomeu ainda estava trabalhando no Jacuí, visto ter sido testemunha do batizado de uma criança a quem o padre Pedro Francisco Machado pusera os Santos óleos (livro de batizados da paróquia de Nossa Senhora da Conceição de São Pedro de Alcântara (Jacuhy).
O mesmo Carvalho Franco noticia que "faleceu Bartolomeu Bueno do Prado como capitão-mor ajudante das minas do Jacuí, em janeiro de 1768, tendo sido sepultado na capela do Rosário da Freguesia de Carrancas (Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil, p.313".
Abilon Naves disse…
"Os BUENO DA FONSECA casados na família NAVES"

Bartolomeu Bueno Feio ou "Bartholomeu Bueno da Fonseca", filho do Capitão de cavallos de auxiliares das Lavras do Funil, Manoel Francisco Xavier Bueno e de Lucrecia Leme de Cerqueira, casou-se com Rozália Pedrosa de Jesus, filha do Tenente Manoel Pedroso e de Maria Josefa de Almeida. E, Maria Josefa de Almeida, filha de Pedro Annes Souto e de Apolônia da Silva de Siqueira.
Rozália era irmã de João Pedroso Ferreira, natural de Congonhas do Campo (Barbacena - MG) e este, consequentemente, cunhado de Bartolomeu Bueno Feio.
João Pedroso Ferreira (F. 30-11-1800), casado com Antonia Miquelina (ou Medina ou Marcelina) de Oliveira (F. 03-10-1810) filha do Capitão Frutuoso Dias de Oliveira e de Tereza Maria de Jesus.
João Pedroso Ferreira e Antonia Miquelina, com a seguinte geração:
Filhos :
1. Ignácia De Santana Pedrosa (Michelina) (ou Dias de Oliveira) (N. 1793) cc/ Francisco (de Sales) Naves "Teixeira de Almeida Naves" (N. por volta de 1782, em Lavras – MG; F. por volta de 1840), filho primogênito de JOÃO NAVES DAMASCENO e de ANNA VITTORIA DE SÃO THOMÉ.
2. Maria Luiza Pedrosa cc/ Manoel Alves da Fonseca Bueno, filho de José da Fonseca Bueno e de Inácia de Assunção.
3. Mafalda de Oliveira (ou Pedrosa Do Nascimento) (N. 1797, em Lavras – MG), casou-se com João Brás Dos Reis Naves (N. por volta de 1784, em Lavras – MG), 2º filho de JOÃO NAVES DAMASCENO e de ANNA VITTORIA DE SÃO THOMÉ.
4. Fortunata Maria de Jesus cc/ Constantino Paes Bueno, filho de Valentim da Fonseca Bueno cc/ Joana Rodrigues de Lima, neto p. de Diogo Bueno da Fonseca cc/ Joana Batista Bueno de Macedo, bisneto p. do Capitão-Mór Francisco Bueno Luiz da Fonseca “ou Francisco Bueno Feio" cc/ Maria Jorge Velho.
5. Antonia (N. 1800)
"Francisco Bueno Feio" cc/ Maria Jorge Velho, eram pais de Margarida da Silva Bueno cc/ Capitão João Bicudo de Brito e este, filho de Francisco Bicudo de Brito cc/ MARIA DE ALMEIDA NAVES, neto m. de JOÃO DE ALMEIDA NAVES "ou João Almeida Naves", natural da Vila de Algodre, bispado de Viseu –Portugal, F. 1715, em Parnayba (Santana de Parnaiba – SP), casado com Maria da Silva Leite (fª de João Nunes da Silva (N. 1639) cc/ Úrsula Pedroso.
O casal, Capitão João Bicudo de Brito e Margarida da Silva Bueno, com geração.
Filhos:
1. Salvador Bueno da Fonseca cc/ Inácia Antonia de Araújo Rocha, natural de Itu – SP (filha de Luiz Antônio da Rocha cc/ Gertrudes de Siqueira, neta m. de JOSÉ DE ALMEIDA NAVES (natural de Santana de Parnaíba – SP; F. 1737) cc/ Maria de Araujo, bisneta pelo avô m. JOÃO DE ALMEIDA NAVES "ou João Almeida Naves" cc/ Maria da Silva Leite, bisneta pela avó m. de Manoel do Rego Cabral cc/ Ângela de Siqueira ( e esta, filha de Lourenço Castanho Taques cc Maria de Araujo, ambos naturais de Santana de Parnaíba - SP); com geração.
2. Ignacia Bueno de Brito cc/ Sargento-Mor João Leite Corrêa Penteado, N.1756, filho de Francisco Rodrigues Penteado cc/ Anna Ribeiro.
>>Obs.: Maria Jorge Velho, casada com o Capitão-Mór Francisco Bueno Luiz da Fonseca ou "Francisco Bueno Feio", era filha do Sargento-Mor de batalha Salvador Jorge Velho e de Margarida da Silva, ambos de Santana de Parnaíba – SP; neta m. do Capitão Pascoal Leite Paes e de Maria Da Silva Brito.

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