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Ser forte é respeitar os mais fracos.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Pe. Zequinha em Carmo da Cachoeira.
Imagem anterior: Nan e um novo milênio.

Comentários

Anônimo disse…
... é respeitar os mais fracos. Ser forte é buscar entendimento entre seus iguais e, neste fórum mostrar suas forças, habilidades, capacidades. Ser forte é repudiar a ignorância da falta de conhecimentos e buscar, incessantemente, superar-se a cada momento. Ser forte é respeitar o momento do outro. Ser forte é resistir o mal. Ser forte é saber dar as mãos em solidariedade. É saber-se como apenas um elo da corrente universal e atemporal.
Ser forte ... ... ser forte ... ser forte ...
Anônimo disse…
Luiz Paulo Ferreira Nogueról, em sua tese pela UNICAMP/SP, "Sabará e Porto Alegre ..", além daquilo que pretendeu mostrar e o fez com muita propriedade, trouxe e registrou nomes que, contidos nos inventários que analisou, poderão vir nos auxiliar. Do rol de inventários por ele analisados, a maioria não tem suas atividades aprofundadas, ou disponibilizadas no mundo virtual. Interessante de se notar, é o grande número de mulheres citadas em Sabará, Minas Gerais. São centenas de nomes, muitos inéditos. Entre eles está, só para exemplificar, e que já se tornou nossa conhecida, dona Maria Felisbina da Silva. Um trabalho que vale a pena estudar e está disponibilizado.

Luiz Paulo Ferreira Nogueról, citando Augusto de Saint-Hilaire - Viagem às Nascentes do Rio São Francisco e pela Província de Goiás, São Paulo.1937, p.12, diz:

"Desde que comecei a viajar no Brasil, lugar nenhum me apresentou tanto movimento como o Porto da Estrela. Há dificuldade em nos encontrarmos uns aos outros no meio de bestas que partem ou chegam, dos fardos, dos almocreves, das mercadorias de todo gênero que se acumulam nesta povoação. Lojas bem sortidas fornecem aos numerosos viajantes aquilo de que carecem. Aliás, não existe, em volta o Porto Estrela, nenhuma habitação digna de nota; mas cultiva-se um pouco de café nos arredores. A primeira casa que se apresenta é o rancho destinado a abrigar as caravanas; é uma construção bastante longa, dividida em espécie de células por paredes de barro, e na frente da qual o teto prolongado forma uma vasta galeria cujos pilares são de tijolo. Cada caravana se abriga numa das células do rancho, aí arruma sua bagagem e faz a cozinha; nenhuma espécie de conforto, nem mesmo uma mesa, ou um banco, e, quando da minha passagem, via-se o céu através das divisões mal conservadas".
A Família "Neves", a qual Apparecida Gomes do Nascimento Thomazelli, buscou iniciar rastreamento, também aparece citada no referido trabalho. Aí está, em Sabará, o nome de Antonia Maria das Neves, que deve ter sido casada com José de Lima. Em Porto Alegre, o nome de dona Francisca Cândida de Oliveira, casada que foi com Francisco Batista Anjo. Este trabalho tornou-se fonte de consulta obrigatório em nossas buscas.
Anônimo disse…
Transcrição de documento por Edriana Aparecida Nolasco.
Tipo de documento - Sesmaria
Sesmeiros - Miguel Joaquim Cunha Bastos e sua mulher Elena Joaquina
Local - São João del Rei

Fl.01
AUTOS DE MEDIÇÃO DE UMA SESMARIA DE MEIA LÉGUA
Data - 15 de novembro de 1797
Local - Fazenda da Cachoeira do Campo. Freguesia das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei. Minas e Comarca do Rio das Mortes em casas de morada de dona Júlia Maria do Nascimento.

Fl.03
CARTA DE SESMARIA
(...) por sua Petição Miguel Joaquim da Cunha Bastos e sua mulher Elena Joaquina que na Paragem ao pé da Serra do Curralinho do Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes se acham terras devolutas e campos as quais parte com do falecido Miguel Lopes da Silva, com Manoel Lopes Pinto com Antônio Duarte com Manoel Mello (...) e como o suplicante as queria possuir (...)

(continua)
Anônimo disse…
Wilson Carrano deixa um esclarecimento em relação ao sobrenome "Bastos", ao se referir ao pentavô do poeta Drummont de Andrade. Diz, 74 - João Francisco Bastos (ou João Francisco de Andrade), natural de Cabeceiras de Basto, Portugal. Fugiu de perseguição e refugiou-se em Minas Gerais, perto de Itabira. Mudou o sobrenome de ANDRADE para BASTOS.

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