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Luiz da Silva Campos e Rita Antônia de Azevedo.


Luiz da Silva Campos e dona Rita Antônia de Azevedo, foram pais de Benjamim da Silva Campos, casado com a hexaneta de Amador Bueno da Ribeira, o Aclamado.

Luiz da Silva Campos era filho do Cirurgião-Mor, Joaquim da Silva Campos (cidadão autorizado pelo governo para exercer práticas médicas. O órgão expedidor das licenças para o exercício da profissão de cirurgião-mor denominava-se Fisicatura-Mor. Mesmo após a criação de Escolas de Medicina no Brasil, devido à falta de profissionais habilitados, as autoridades nomeavam cidadãos com alguma prática em medicina, para exercerem as atividades médicas).

O cirurgião-mor Joaquim da Silva Campos e sua mulher, dona Rosa Maria de Jesus, foram os pais de Luiz da Silva Campos, casado com Rita Antônia de Azevedo. Os Campos, de quase todo o Sul de Minas, são seus descendentes. Luiz, cirurgião-licenciado, vacinador e sagitador ou sangrador exercia as funções de advogado licenciado, ou seja, era rábula. Assumiu interinamente o cargo de promotor, em 5 de maio de 1856, substituindo o Doutor Antônio Máximo Ribeiro da Luz. Natural de Barra Longa, Minas Gerais, onde foi batizado em 1802, faleceu no dia 23 de julho de 1893, em Três Pontas, no Bairro das Dores (1802-1893).

Artigo de Paulo Costa Campos

Próxima matéria: O jornalista e redator J. Nascimento.
Matéria Anterior: O córrego das Candongas em Três Pontas, MG.

Comentários

paulo costa campos disse…
Francisco Velloso Braga foi casado Angélica Etelvina da Conceição e pais de Francisco Velloso Filho, natural de Três Pontas, Minas Gerais.
Francisco Velloso Filho, pessoa de baixa estatura, dinâmico, inteligente, de muito prestígio na comunidade e no comércio. Casou-se com Maria Beggiato Velloso, em 7 de janeiro de 1920. Possuía, juntamente com o pai e seu irmão, Mathias Velloso Braga, uma das melhores alfaiatarias da região e também a firma comercial F. Velloso & Filhos (Casa Lealdade), cuja razão social foi alterada em 1931 para F. Velloso & Irmão, com o falecimento de seu genitor. Em 1950, fundou a firma Metalúrgica Sul Mineira, que produzia pregos e grampos para cercas. Depois de breve período, transformou a organização em firma familiar, tendo como sócios a esposa, filhos e genros. Pouco tempo depois, passou a razão social para Velloso Indústria e Comércio Ltda. Em 1926, montou uma indústria gráfica e foi editor do jornal semanário "Vida Nova", tendo como redator J. Nascimento Carvalho de Mendonça, entre 1921/1924, em uma primeira fase, e de 1929/1930, em uma segunda fase. Militou na política local, tendo sido eleito vereador pelo Partido Progressista, nas eleições de 1936.
paulo costa campos disse…
João Nascimento Carvalho de Mendonça era conhecido com J. Nascimento. Era alto, magro, usava óculos, muito educado, cortês com crianças e adultos, trajava-se sempre elegantemente. Nasceu em Três Pontas, filho de Marcolina Mendonça. Casou-se com Maria de Lourdes Souza, conhecida por Dona Cocota, professora de grande mérito, com a qual teve 10 filhos. Estudou na escola primária de Angélica Etelvina da Conceição, mas como autodidata adquiriu uma boa cultura. Escrevia com desenvoltura e sua caligrafia despertava a atenção de todos. Exerceu, com grande eficiência, o cargo de gerente da antiga Cia. Sul Mineira de Eletricidade, mais tarde encampada pela Cemig. Dedicou-se, por algum tempo, ao jornalismo, tendo sido redator do jornal local "Vida Nova", na primeira fase, entre 1921 e 1924 e na segunda fase, entre 1928 e 1930. Redator do jornal "Vida Nova", apoiou incondicionalmente a construção da ferrovia trespontana. Foi o idealizador da construção da herma, em homenagem ao PADRE VICTOR. Através de seus artigos jornalísticos, motivou a população no sentido de angariar fundos para que se construísse a herma do Padre Victor (25-DEZ-1886 - 03-JAN-1972).

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Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
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1 Barleus, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.
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