Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

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O Blogdomadeira nos apresenta a evolução por que passou o prédio onde funcionava a Câmara Municipal da cidade de Varginha, e era lá que atuavam os vereadores cachoeirenses, como nos conta Wandico.

Próxima imagem: Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.
Imagem anterior: No antigo sul-mineiro um rancho de boiadeiros.

Comentários

projeto partilha disse…
O poste. Nele, a indicação de roteiros.No "Prédio", encontros e desencontros. Local de reunião das lideranças, locais e regionais. Aí se faziam as leis e circulavam os "grupos de pressão políticas". Aí, uma cadeira para o representante distrital - o de CARMO DA CAHOEIRA, no Sul de Minas Gerais, a chamada por muitos de "O Paraíso é aqui".

Em BRUMADINHO, muitos da família "DE RATES". Aqui MANOEL ANTONIO RATES. CACHOEIRA, uma porta de entrada. VARGEM, a outra. É o diz a placa indicativa, a opção ficava com o caminhante. Aqui, José Celestino Terra. Na VARGEM, José Celestino Terra. Caminhos, roteiros, circulação de mercadorias, negócios. Um Brasil colonial dinâmico. Para que os que não leram as páginas de ontem, vejam o que mostra o Mapa de Santana da Vargem, na bussolanet. Está em "comentários", Leia e veja o que se refere a este assunto.seguiam a indicação do roteiro, havia a opção de uma rota, através da qual se chegava a Belo Horizonte. José Celestino Terra, era comerciante. Aparece em muitos documentos assinando escritura de compra e venda de escravos.
projeto partilha disse…
O Projeto Partilha presenteia os novos legisladores e administradores. Representantes legais da população que são, certamente, irão manifestar em suas ações, o que de melhor entenderem. ROGAMOS que a prioridade primeira seja o RESPEITO AS VIDAS, presentes em solos cachoeirenses. Que elas sejam vistas de forma abrangente. Que sejam sentidas suas presenças em todos os reinos da natureza - do mineiral ao humano. Nossos votos são os que, as barreiras a nós impostas, como consequencia de uma situação econômica internacional em crise, possam ser transpostas com segurança e equilíbrio, e que vidas "menores" sejam poupadas.

O presente está no clipe
O CAMINHO DA VIDA, ao pé da página. São só 1 minuto e 57 segundos. Por favor, receba-os.
Com carinho,
PROJETO PARTILHA
projeto partilha disse…
A PLACA INDICATIVA diz: Carmo da Cachoeira, Vargem.

O Projeto Partilha tenta entender, "o porque". A mente logo procura encontrar os pontos que se apresentam como obstáculos ou que sejam facilitadores circunstanciais. Quanto aos obstáculos não há dúvidas, de "o porque", a saída de Varginha se dava, conforme o indicado: a causa estava no RIO VERDE, e sua profundidade, dificultando a transposição.
projeto partilha disse…
"Rio caminho que anda e vai resmungando (...) vem lá do alto da serra (...)". Trecho da canção "Eu e o Rio", de Luiz Antonio, interpretada por Miltinho. Lá, do alto da serra de Itanhandu, na Mantiqueira, vem caminhando, o RIO VERDE, e chega até bem próximo da região, onde fica Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Cf. no site: Segurança BR - 381 - Rodovia Fernão Dias - Windows Internet Explorer, em http://www.br.381.com.br/cidades/trescoracoes/ ...
Veja o percurso do Rio Verde, quando está nesta região, e olhe com atenção, seu percurso pouco antes, de onde suas águas se dividem e, parte delas receber o nome de Rio do Peixe. O limite territorial do Município de Três Corações é extenso, e mesmo para nós moradores do Sul de Minas, nos espantamos ao perceber que o Rio Palmela, que desagua no Rio Verde, está dentro deste município. No ponto do RIO VERDE, a que nos referimos, fica o conhecido como " FLORA". É um bairro, e pertence ao Município de Três Corações. Local pitoresco e singelo, situado às margens do Rio Verde. Existe neste trecho, e em funcionamento, ainda hoje, uma balsa. Ela faz o transporte dos moradores do local "FLORA", em seu acesso a Rodovia Fernão Dias. Nos idos anos do século XVIII, as sedes, antigas Fazendas coloniais, eram construídas, relativamente próximas dos rios, um de seus referenciais geográficos. Nesta época, e como um espaço pertencente a Comarca do Rio das Mortes, este trecho, ficava relativamente próximo da FAZENDA DUAS BARRAS DE TRÊS CORAÇÕES, onde morava os "PINTO BARRA". Os limites desta fazenda, em direção ao Municipio de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, se fazia com a FAZENDA DO PINHAL, relativamente próxima do Ribeirão São Marcos. Hoje existe nas imediações um bairro, o do Espraiado, que pertence ao Município de Carmo da Cachoeira e nele mora um representante na Câmara Municipal da cidade, o vereador Eduardo dos Santos Teixeira - o Dudu do Espraiado.
A idéia de se detalhar o espaço em questão, corre por conta de bem informar. Internautas distantes da região podem não deter as quais poderão vir a ser úteis e enriquecer seu trabalho de pesquisas.
projeto partilha disse…
Carmo da Cachoeira tem parte de seu território no espaço compreendido, pelo menos nos sentidos norte/sul, dentre os Rios Grande e o Rio do Peixe. Segundo Thomazelli, em "As famílias de Nossas Famílias", fls.366, conta-nos que Lavras do Funil (Rio Grande), teve início com uma carta de sesmaria, datada de 1737, e que, devido a nomeação para o cargo de Guarda-Mor das Minas do Rio Grande, o Capitão Francisco Bueno da Fonseca estabeleceu-se em Ibituruna, no município de São João del-Rei, não podendo dar impulso necessário ao local. "Por certo tempo, abandonadas por lugares mais propícios as Lavras do Funil, só mais tarde seus habitantes intentaram a construção de uma capela que atendesse aos diversos aglomerados de fazendas ali existentes salientando-se entre eles os membros de duas famílias: a MANSO FERREIRA e a MORAES SALGADO. A família "Gomes Salgado" é que fez a doação para o patrimônio da Senhora Sant´Ana".
Já nas proximidades do Rio Verde, Campanha, as famílias "Toledo Piza Castelhanos". Mais para os lados de Baependi, "os Nogueira do Ó", que trouxe muitos de sua descendência para as Fazendas do Rio do Peixe, interligando-se, conforme os inventários tem nos mostrado. Thomazelli realizou intenso trabalho que pesquisa que envolve, inclusive, o espaço a que estamos nos referindo. O trabalho foi publicado em 1984, portanto, muitos outros dados poderão ser acrescidos aos que ela levantou. O Projeto Partilha registrou um referente a dona ÂNGELA RIBEIRO DE MORAES, filha legítima de André do Vale Ribeiro e de dona Teresa de Moraes, paulista, batizada em São Paulo. Diz Thomazelli, "No livro de casamentos referentes aos anos de 1750/1756, encontramos o casamento de Antônio Gomes PARDINHO, filho de José Gomes Branquinho e de dona Maria do Espírito Santo, já falecidos à época. O noivo era natural de Lavras e casou-se com dona TERESA DE POUSADA, crioula natural do Rio de Janeiro, filha de FRANCISCO XAVIER POUSADA. Foram padrinhos: este último e A. Martins".
projeto partilha disse…
Pelo que Thomazelli estudou e registrou, no espaço que estamos estudando na página de hoje, dona ÃNGELA DE MORAES RIBEIRO (RIBEIRA), filha de Teresa de Moraes e André do Vale Ribeiro, casou-se na Família Gomes Branquinho e deixou descendência em Carmo da Cachoeira. JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, da Fazenda da Boa Vista, é seu filho.

Dona Ângela de Moraes Ribeiro era irmã de Antonio do Valle Ribeiro, casado com dona Rosa Maria de Jesus (ou Rosa Maria de Jesus Garcia Pinheiro, segundo Dr. Marcos Paulo de Souza Miranda, fl.26 de sua obra, Jurisdição (...). Dona Rosa Maria de Jesus, filha de João Garcia Pinheiro (irmão de Diogo Garcia), "era natural da Freguesia de São Pedro, da Cidade de Angra, Ilha Terceira, Açores, casou-se em 13 de junho de 1739 na Capela de São Miguel do Cajuru, filial da Matriz de Nossa Senhora do Pilar da Vila de São João del-Rei, com Antonio do Vale Ribeiro, filho de André do Vale Ribeiro e Teresa de Moraes". Da vasta descendência de Antonio e Rosa, a filha, Cecília Maria da Conceição, casou-se com João de Mendonça Coelho, pais de dona Esméria Floriano Ribeiro, casada com o português Francisco José Ribeiro de Mendonça. Um filho deste casal, Manoel Francisco Ribeiro, deixou testamento na cidade de Três Corações. Foi casado com dona Maria Augusta de Souza Piza e Almeida.
projeto partilha disse…
Esclarecimento quanto a informação, contida na última linha do comentário anterior. O texto não deixou claro, quando a situação de Manoel Francisco Ribeiro. Ele teve uma primeiro casamento, no entanto, não foi com dona Maria Augusta de Souza Piza. Esta se casou com Joaquim de Toledo Piza e Almeida.

Manoel Francisco, casou-se a segunda vez com dona Ana Umbelina Ribeiro. A primeira esposa dele, ainda estamos na busca.
projeto partilha disse…
Relação dos nomes que aparecem no Livro Fabrica de n.1. Freguesia do Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Folha de n.24. O manuscrito mantêm a ordem sequencial. Poderá haver nomes repetidos. O original informa as quantias (a receber) que correspondem a cada registro.
Gabriel Rodrigues da Silva
Aureliano José Mendes
Francisco de Paula Cândido
Raphael Rodrigues da Silva
José Esteves dos Reis Silva
Modesto Antonio Naves
Jerônymo Ferreira Pinto Vieira
Urbano dos Reis Silva
Gabriel Flávio da Costa Júnior
Francisco Daniel da Costa
José Rodrigues Lima
João Alves de Gouvêa
João Garcia de Figueiredo
João Urbano de Figueiredo
Gabriel José Junqueira Júnior
Justiniano Francisco das Chagas
João Euphosino da Silva
João Urbano de Figueiredo
João Hermenegildo dos Reis
Matheus Alves da Silva
Antonio Dias Pereira de Oliveira
Quirino Gomes do Nascimento
Severino Ribeiro de Rezende
Joaquim Fernandes dos Reis
Manoel Francisco Xavier Sobrinho (Branquinho)
Cônego Augusto Leão Quartim
José Fernandes Avelino
Pe. Joaquim Antonio de Rezende
Modesto Antonio Naves
Pe. Joaquim Antonio de Rezende.
projeto partilha disse…
Em 25 de maio de 1875, o nome de José Alves Pereira está relacionado entre as pessoas que contribuiram com a Paróquia, no item, Leilão. A quantia foi de 7$500.

Suas origens estão em Cana Verde, Minas Gerais.
Cf. Padre José da Silva Pacheco, inventariado no ano de 1828, sendo o inventariante, Desidério Antonio de Jesus. Padre José é irmão de Joana da Silva Pacheco.
Entra também nesta herança JOÃO BATISTA DE SANTA ANA.
projeto partilha disse…
Dona Maria Inocência Villela de Resende foi casada com o capitão Antonio Afonso Correia, e foram moradores na região de Lavras. Há uma registro em Carmo da Cachoeira, em nome de Antonio Alfonso Correia. É uma quantia considerada "a receber",de 4#000, e que não aparece quitada, a coluna está em branco.

Cf. Projeto compartilhar.

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