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“Baba Yetu”: o Pai Nosso em Swahili

Preservação da Flora do Cerrado.

Comentários

Anônimo disse…
De: Pablo Neruda
Tradução: Carlos Nejar.


OUTROS DIAS VIRÃO, será entendido
o silêncio de plantas e planetas,
e quantas coisas puras passarão!
Terão cheiro de lua os violinos!

O pão será talvez com tu és:
terá voz, tua condição de trigo,
e falarão outras coisas com tua voz:
os cavalos perdidos do outono.

Ainda que não seja como está disposto
o amor encherá grandes barricas
como o antigo mel dos pastores,

e tu no pó de meu coração
(onde haverá imensos armazéns)
irás e voltarás entre melancias.
Anônimo disse…
Maria Antonietta de Rezende

TROVAS

Pedi-te um beijo, disseste:
Dar-te não posso, nem vendo,
Mas te proponho uma troca,
Que ninguém fica devendo.

Se achas justa a proposta
E, se concordas com ela,
Vem cá buscar a resposta,
É meu meu coração que apela.

Pobre de quem neste mundo
Cai nas malhas do amor!
Vai ter desgosto profundo,
E sem cura, sua dor.

Não há mal que nunca acabe,
Nem bem que pra sempre dure,
Vive o momento presente
E que a ferida o tempo cure.

Se queres felicidade,
Vida longa e sucesso,
Faze o bem, foge à maldade
Que terás, do céu, o ingresso.
Anônimo disse…
SE O SENTIMENTO DE JUSTIÇA É TÃO ARRAIGADO NO HOMEM.
SE UMA CRIANÇA NÃO ACEITA, NAS BRNCADEIRAS,UMA DIVISÃO INJUSTA.
POR QUE ESTAMOS ACOMODADOS COM TANTA LEGITIMAÇÃO DE ABSURDOS?
O QUE A PROPAGANDA NÃO FAZ ...
Anônimo disse…
CADA UM COLHE
AQUILO QUE PLANTA


As religiões pregam que nós colhemos aquilo que plantamos.
Nesta idéia, a criatura humana é considerada um "semeador" e se vincula às consequências individuais de cada ato de sua vida.
Lembre-se, entretanto, que sob o prisma da vida, em sua labuta concreta, hoje nem mesmo o produtor rural é um homem rico, por ter a terra onde plantar e produzir.
No instante em que o dinheiro deixou de ser a representação da riqueza para querer ser a própria riqueza, o agricultor, desestimulado, envolvido pelas grandes empresas transnacionais das sementes e dos agrotóxicos, não possui mais as suas sementes naturais, guardadas no paiol para a próxima plantação.
A semeadura, agora, depende de sementes modificadas e financiadas.
Envolvido pelo sistema e pelos pseudocientistas, rendidos aos interesses bancários, vai acolher o uso das sementes transgênicas, resistentes, especificamente, a determinado herbicida. Assim, matará as ervas e, também as plantas naturais, todas as que forem sensíveis ao veneno, podendo, inclusive, contaminar as plantações vizinhas.
O agricultor ficou prisioneiro do fornecedor de sementes e herbicidas. Agora, o fruto do seu trabalho vai para o sistema financeiro.
O agricultor planta, mas as transnacionais colhem os lucros e eles ficam escravos dos donos das patentes das sementes transgênicas.
Se tivéssemos muitos produtores plantando sementes naturais ficaríamos menos vulneráveis à escassez, às pregas, ao estrangulamento da produção.
Semear é criar vida, é permitir sobrevivência. Semente é alimento, é vida, por isso, não pode ficar na mão nem de estrangeiros, nem da exploração do sistema financeiro.
Para que o Brasil e o mundo sejam um lugar bom para todos viverem, com direito à felicidade inerente ao ser humano, vigie a preservação das sementes naturais e ajude a conter a dominação do sistema financeiro.
Nunca diga: "Isto não é comigo", pois vivemos em CONJUNÇÃO com os outros e a natureza.

SEMEAR É CRIAR VIDA, É PERMITIR SOBRIVIVÊNCIA.
COMO PODEMOS PERMITIR A DESTRUIÇÃO
DAS SEMENTES NATURAIS?
SERÁ POSSÍVEL VIVER COM
DIGNIDADE COM AS NOSSAS SEMENTES
TENDO UM DONO ESTRANGEIRO?

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