Pular para o conteúdo principal

Carmo da Cachoeira é solidariedade: sempre.

Divulgue e amplie a imagem, seja solidário.

Comentários

Brotas disse…
FAÇA O MELHOR QUE VC PUDER ONDE VOCÊ ESTIVER, E COMO VOCÊ PUDER"
projeto partilha disse…
CARMO DA CACHOEIRA É SOLIDÁRIA SEMPRE.
O Projeto Partilha agradece a lembrança dos organizadores do movimento local por em inserí-lo na CAMPANHA como parceiro no apoio e na divulgação do movimento.
Julinha disse…
Vou fazer meu pacotinho. Cresci e tem muita roupa que guardo como lembrança. Não dá, né? Minha avó que me perdoe. Vou doar.
Anônimo disse…
Não vou esperar o caminhão passar. Ele pode não passar na minha rua. Vou levar na assistência social. Sempre vou lá buscar ajuda, pedir carona quando preciso sair da cidade. Chegou minha vez de ir lá por outro motivo e agora o de AJUDAR.
Junior disse…
Ainda bem que não foi aqui, rrsss.
projeto partilha disse…
Cachoeira toda parou para assistir na tela de seu aparelho de TV os acontecimentos de Santa Catarina. O movimento de passagem entre o de OBSERVAR ESTUPEFATO os acontecimentos, e o de MOBILIZAÇÃO começou com a sociedade civil. Foi uma líder que, num momento comenta em seu grupo de oração, "se você tivesse uma pequena quantia a redistribuir neste momento, a quem você daria: a uma grande e firme instituição, ao aos que vivem hoje a grande prova de superação do sofrimento, do abandono, da falta de para onde ir, e do que fazer?"
Foi a chama acesa, através desta reflexão, e em seu pequeno grupo que ampliou-se, e hoje transformou-se na CAMPANHA DE AJUDA envolvendo todo o cidadão cachoeirense. Buscou-se, a partir daí a Assistência Social, e o movimento ampliou-se. Pessoas foram as ruas e colocaram CARTAZES EM PONTOS COMERCIAIS, buscaram as emissoras de rádio local e outras instituições. Ouvimos ontem à noite de uma das organizadoras: "o povo estava esperando alguém que desse o ponta-pé inicial. Foi dado".

ISTO É O QUE TEORICAMENTE SE CHAMA DE SOLIDARIEDADE: ELA COMEÇA ONDE NÃO SE ESPERADA NADA EM TROCA.


NÃO FIQUE FORA DESTA



ALGUÉM PERCEBEU QUE PODERIA AJUDAR E FEZ SUA PARTE. AGORA, FAÇA A SUA TAMBÉM.


DOE. MESMO QUE SEJA UMA PEÇA.
Amarilis disse…
Venho aqui para partilhar com todos o sobre solidariedade. Participando com a comunidade local do movimento de arrecadação de donativos para os desabrigados de Santa Catarina, pude observar a grandeza de Espírito do Ser humano.

"HÁ ALGO ALÉM DA BELEZA DAS FORMAS EXTERNAS: ALGO QUE NÃO SE PODE DAR NOME, ALGO INEFÁVEL, UMA ESSENCIA SAGRADA INTERNA, PROFUNDA"
(Eckhart Tolle)

Ao colocarmos cartazes de pedido de auxílio aos irmãos carentes, pudemos observar o quanto as pessoas estão prontas para AMAR. Nessas ocasiões o ser humano expressa o seu lado melhor e temos a oportunidade de nos doar. É um grande momento de reflexão!
Muito obrigada!
luz a todos
leonor disse…
Amarilis é a mentora da Campanha em favor das pessoas atingidas pelas chuvas em Santa Catarina, aqui em Cachoeira. Foi ela que, durante o momento de oração em grupo, sentiu claramente a necessidade de arregaçara as mangas e ir a luta. Tenho me encontrado com ela em muitas ruas da cidade. A partir do impulso, organizou-se, orientou-se seu filho adolescente para que visitasse as classes da Escola Wanderley Ferreira de Rezende, onde estuda, procurou apoio nas instituições e enfim, deixou seu depoimento acima. É a sociedade civil fazendo sua parte e manifestado
através do altruísmo de algumas pessoas isoladas. Se alguém for "tocado", lembre-se: se a causa for o "outro", ao ouvir esta voz interna, busque atendê-la. Amarilis é uma dessas irmãs. Não mede sacrifícios quando trata-se de ajudar o próximo. E CARMO DA CACHOEIRA, realmente é uma cidade, muito especial é O PARAÍSO na terra.

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiros ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” Todos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cumprir …

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.


Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977.
Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Aparições de Nossa Senhora em Carmo da Cachoeira.

A PADROEIRA
Senhora do Carmo
Informativo da Paróquia Nossa Senhora do CarmoEdição ExtraordináriaFEVEREIRO de2012
Carmo da Cachoeira/MG - Diocese da Campanha

NOTA DE ESCLARECIMENTO AOS PAROQUIANOS Pe. André da Cruz


Ultimamente, o fenômeno de supostas “aparições” de Nossa Senhora têm se multiplicado no, Brasil e em outros países, deixando muita gente confusa, tanto na vivência da Fé cristã, como no discernimento da veracidade dos fatos.
Como pastor dos católicos cachoeirenses ou demais participantes da Paróquia Nossa Senhora do Carmo não posso me furtar a trazer algumas reflexões e esclarecimentos de forma refletida, prudente e baseada nos subsídios doutrinais da Igreja Católica e à luz do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Dessa forma, transmito aos prezados paroquianos algumas orientações feitas pela Conferência Nacional dos Bispos no Brasil, que em seu documento “Aparições e Revelações Particulares”, afirma:
Nos últimos anos, o número de “aparições” e “revelações” particulares, princi…

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Paulo Naves dos ReisPróxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas.
Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Palanques e trincheiras na defesa dos quilombos.

Observando os mapas do Quilombo de São Gonçalo, o da Samambaia e o do Ambrózio, todos com uma duração temporal grande permitindo, em última instância, uma certa estabilidade populacional e social capaz de gerar uma sociedade mais complexa, propiciadora de elementos materiais mais duráveis, percebe-se que eles possuíam muitas semelhanças e dentre elas, a delimitação de seus territórios por fossos, estrepes e trincheiras. Neste território se dava a vida social do grupo, ou seja, as relações econômicas, sociais e provavelmente políticas. As casas dos quilombos estavam divididas entre moradias e casas para atividades específicas, como por exemplo, ferraria, casa do curtume e a casa dos pilões. No Quilombo do Campo Grande, em 1746, foi localizado mais de 600 negros vivendo com “... fortaleza, cautelas e petrechos tais que se entende pretendem se defender-se...”1Uma outra referência sobre o mesmo quilombo, afirma que os quilombolas se defenderam por mais de 24 horas, protegidos por um palan…

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

Pedro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas, especialmente de Três Pontas. Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui, descendentes de Joaquina do Pompéu.Pedro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas¹. Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça.Filhos do casal:- Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza;
- Cônego Francisco da Silva Campos, ordenado em São Paulo , a 18.12.1778, foi um catequizador dos índios da Zona da Mata;
- Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09.1759;
- João Romeiro Furtado de Mendonça;
- Joaquim da Silva Campos, Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos AnjosFilhos, segundo informações de familiares:-Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos, primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira, este nascido em Lagoa Dourada³;
- Joaquim da …

Deus Pai, o Divino Espírito e a Sagrada Família.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Evando Pazini - Arte: TS BovarisPróxima imagem: Manoel Antônio Teixeira da Fazenda Campestre.
Imagem anterior: Antigo telefone da fazenda da Serra.

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Esta foto foi nos enviada por Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio).
Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Barleus e a imagem do Quilombo dos Palmares.

..., só se conhece uma imagem feita sobre Palmares durante sua existência. Trata-se da feita por Barleus1 em 1647 e reproduzida em Reis2. Infelizmente, esta imagem não possui riquezas de detalhes ou de informações. Aparentemente, trata-se de um posto de observação à beira de um rio que serve de local de pescaria coletiva.
Trecho de um trabalho de Marcia Amantino.

Próximo Texto: O negro aquilombado e a população colonial.
Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
Figura: Imagem de Palmares - Barleus
1 Barleus, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.
2 REIS, João José e GOMES, Flavio dos S. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996. p. 33

A importância e o trabalho dos ferreiros.

Pode-se perceber nos mapasfeitos sobre os quilombos que o espaço interno da estrutura era usado de maneira a indicar uma provável especialização das diferentes construções. Esta espacialidade poderia indicar uma certa hierarquia social dentro da comunidade. O fato de que a casa de ferreiro (São Gonçalo), a Casa do Conselho e do Tear (Perdição), a Casa de audiência (Samambaia) e a Casa do Rei (Braço da Perdição), estarem sempre em local destacado é sugestivo. O que isto pode indicar? É possível a partir destes dados, pressupor que houvesse no interior das comunidades quilombolas uma hierarquização política e social, já que elementos que desempenhavam um papel de destaque para a manutenção dos grupos claramente tinham seu espaço físico igualmente destacado.
O caso das Casas de ferreiro que aparecem no quilombo da Samambaia e no de São Gonçalo é curioso porque pode nos remete à uma prática antiga na África, ou seja, o uso do metal. É provável que os quilombolas utilizaram-se desse conhec…