A busca de informações sobre os Moraes.

O irlandês Ríchard Gumbleton Daunt, mais conhecido no ramo da genealogia por Ricardo Gumbleton Daunt, um médico, historiador, genealogista, político e filantropo, residente em Campinas/SP de 1845 a 1893, onde faleceu, é fonte obrigatória de consulta por parte do Projeto Partilha.

O Projeto Partilha trabalhou com sua obra¹ tendo em vista a presença de um dos filhos de Diogo Garcia e Júlia Maria da Caridade, o décimo quarto deles, Mateus Luís Garcia, casado em 11 de junho de 1771, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, Aiuruoca, com dona Francisca Maria de Jesus, filha de José Martins Borralho e de Theodora Barbosa de Lima, nascida e batizada neste mesmo local.

Matheus Luís e dona Francisca foram os pais do Capitão Diogo Garcia da Cruz.Ao Projeto Partilha coube estudo mais detalhado em outro filho do casal - Domingos José Garcia, casado com sua sobrinha Vicência Cândida Cezarina, herdeira da tia e cunhada, Júlia Maria da Caridade (Ilhoa). Eram moradores em Nepomuceno, Minas Gerais, onde aparecem no Censo de 1831. Entre os legatários da tia, estava Júlia Maria da Caridade, afilhada e herdeira, nascida em 1840 e que, em 15 de setembro de 1849 casou-se com o alferes Flávio Antônio de Moraes, viúvo de Bernarda Cândida de Aguiar.

O interesse o Projeto Partilha na familia Moraes está fundamentado na origem da mulher de Manoel Antônio Rates, dona Maria da Costa Moraes. Depois de anos procurando, ainda não são conhecidas as origens, nem a história, tanto de um com de outro. Desde o fim do ano de 2007 abrimos esta discussão mais geral, no entanto, ainda não chegamos aos resultados.


Trecho da obra de: Ricardo Gumbleton Daunt

1. Obra "O capitão Diogo Garcia da Cruz", São Paulo, 1974.
Consulte também o blog da familia Rattes.

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