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Mostrando postagens de Outubro, 2008

Santo Antônio em uma simples e sincera capelinha.

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Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto de Evando Pazini
Tratamento da imagem TS BovarisPróxima imagem: Próximo a Cruzília a busca do Engahy Abaixo.
Imagem anterior: Antigo mapa de Carmo da Cachoeira em Minas.

Maria Teresa de Jesus e Anna Francisca do Valle

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(...)Joana Maria da Conceição, casada com Inácio Gomes da Rocha, irmão de, pelo menos:1. dona Teresa Gomes da Rocha, casada com João Gonçalves, filho legítimo de Manuel Gomes e de dona Antônia da Graça, natura da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias da Ilha do Faial, Bispado de Angra. Pais de, pelo menos, Manuel, batizado na Capela de São Miguel do Cajuru aos 06 de agosto de 1764, pelo Capelão Gonçalo Ribeiro de Brito. Foram padrinhos: Bento Rabelo de Carvalho e sua mulher, Maria Teresa de Jesus. João Gonçalves era irmão de Catarina de São José, casada com Caetano de Carvalho Duarte, filho legítimo de João Carvalho e de dona Domingas Duarte;2. dona Maria Teresa de Jesus(citada no comentário anterior);3. Manuel Gomes Batista, casado com dona Inês Gomes da Rocha, filha legítima de Luís Gomes e de dona Inês Clara.Quanto à descendência do casal Inácio - Joana, foram nove filhos:
João Gomes do Nascimento, morador no Paiol do Rio do Peixe, em Três Corações, casado com dona Joana Antônia …

Quinzinho continua seu passeio pelo Inferno.

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(...)Logo, porém, parei de novo, porque, virando-me por acaso pra um dos cantos do quarteirão, dei com um espírito todo entretido, a manejar um desses foles que encontramos nas tendas dos ferreiros. A princípio julguei que fosse ali a tenda do Vulcano, o feiíssimo fabricante de raios e por isso, voltando-me para o meu sábio guia, perguntei respeitosamente:— Ó meu mestre. A mim será dado saber quem é aquele ilustre ferreiro que com tanta perícia maneja aquele belo fole?— Ferreiro, nada — volveu-me o Diabo Azul1 soltando uma gargalhada verdadeiramente diabólica — é apenas o espírito de um farmacêutico, homem muito bem, muito caridoso, mas que vivia a receitar a única panacéia de sua invenção, o espeto quente, a todo mundo; vindo, não sei porque, dar com os costados no inferno, ali se fica a aquecer espetos naquela forja de ferreiro.Comecei a pensar: farmacêutico, homem muito bom, caridoso, mas gostava de receitar espeto quente aos outros... huum... Desconfio bem quem seja ele. Enfim, se…

Izabel da Silva Naves e Vicente Gonçalves de Almeida.

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Izabel da Silva Naves, falecida em 1735, foi casada com Vicente Gonçalves de Almeida, falecido em 1731, filho de Vicente Gonçalves de Aguiar, natural de Santana do Parnaíba (SP), falecido por volta de 1696 (neto paterno de João Gonçalves de Aguiar, natural do Rio de Janeiro, e Luzia de Mendonça) e Catharina de Almeida, esta filha de Luiz Castanho de Almeida e de Izabel de Lara. 2.1
Vicente Ferreira de Almeida, falecido em 1735, casou-se em 1726, em Santana do Parnaíba (SP), com Escholástica da Silva Bueno, filha do capitão Francisco Bueno Luiz da Fonseca e Maria Jorge Velho, este neto de Amador Bueno de Ribeira, “O Aclamado”. Francisco Bueno Luiz da Fonseca, também conhecido como Francisco Bueno Feio, nasceu em São Paulo, por volta de 1670. Sertanista que muito se distinguiu no rio das Mortes em 1709, durante a guerra dos Emboabas. Em 28/10/1712 encabeçou o movimento que originou na expulsão, à força de armas, do desembargador Antonio da Cunha Souto Maior da vila de São Paulo. Esse des…

Correspondência recebida:

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de: MelchizSe o senhor nos permite, gostaríamos de colocar, as verdades contidas no evangelho original de Gautama (Buda). Foram 4, não?- As nobres verdades do sofrimento
- As origens do sofrimento
- A destruição do sofrimento
- O caminho para a destruição do sofrimento.Aspectos morais de seus mandamentos:- Não matarás
- Não roubarás
- Não serás lascivo
- Não mentirás
- Não beberás bebidas intoxicantes

Interação com a essência da Luz.

Dois pitorescos turistas em São Tomé das Letras.

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A antiga capela de São Tomé das Letras.

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(...)O capelão de São Tomé era, então, o afamado jesuíta Padre Francisco Álvares Torres, que aí permaneceu como Capelão até 1781. A Capela de São Thomé foi erigida em 1770, a seu pedido. Em 1795, construiu-se Igreja nova. O cemitério, que, anteriormente, era dentro da própria Capela, hoje se estende ao lado e atrás da mesma.O primeiro Vigário da Paróquia criada em 1840 e instituída canonicamente em 1841, foi o Padre João Ribeiro Maya, cujo nome encontramos nos casamentos, batizados e óbitos de boa parte da família.Em 18 de outubro de 1808, foi nomeado Guarda-mor da localidade Francisco da Costa Rios.Na Igreja, chama a atenção a pintura feita na madeira larga do teto, bem como um grande retrato do Barão de Alfenas, Gabriel Francisco Junqueira, colocado normalmente na Sacristia e pintado pelo italiano Nicolau Fachinetti. Chama também a atenção do turista a Igreja até há pouco inacabada, iniciada há mão se sabe quantos anos pelos escravos. Toda feita de pedra mineira superposta com amarr…

Correspondência recebida.

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de: J. R. W. Bittencourt Amarante F. A civilização é uma rede de costumes, de precedências.Como uma rede, pergunto:- Os costumes da nação, não são os vosso costumes? - porque se ofendeu tanto, tanto, às tradições da terra?Esclarecendo o termo que utilizei acima, e de forma proposital: "precedência", que seja entendido como sendo, antecedência no tempo, na ordem e no lugar, anterioridade. Usei pensando em Manoel Antônio Rates, que vejo sendo buscado com muito vigor e firmeza. Pelo que estou acompanhando, o grupo de busca é muito grande, e a família está integrada no movimento. São os ares do Século XXI.

Um cão domina a idílica São Tomé das Letras.

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Imagem anterior: Pitoresca casa em Carmo da Cachoeira.

São Thomé das Letras no tempo de dona Maria Teresa.

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Vamos ouvir o que Thomazelli registrou em sua obra, como resultado de buscas que situa dona Maria Teresa de Jesus, madrinha de Dona Anna Francisca do Valle.1Descendência de Joanna Maria da Conceição Gomes Nascimento, filha filha de João Gomes Nascimento, o Patriarca da Família. Segunda filha de João Gomes do Nascimento, dona Joana Maria da Conceição e seus descendentes constituem o ramo que foi morar em São Tomé das letras e daí se expandiu por localidades diversas, já bastante misturado às famílias das redondezas.Acreditamos que dona Joana tenha ido para aquela região não muito tempo depois de seu casamento com Ignácio Gomes da Rocha. São Thomé não passava, então, como não passa ainda hoje, de um conglomerado de casas de feitio antigo, amplas, os muros de pedras sobrepostas, situado bem no cimo da Serra das Letras, a cerca de 1.400 metros de altitude. Ao redor, nas lombadas, extensas fazendas foram sendo formadas, embora a Serra seja toda ela rocha viva, na base gneiss e micachito e,…

Quinzinho visita os primeiros infelizes no Inferno.

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(...)A primeira coisa que me despertou a atenção, foi uma sombra humana que avistei junto a uma mesa, a escrever nervosamente; julguei até que fosse o Secretário do Interior do inferno a despachar requerimentos mas, valendo-me da ciência do meu guia, obtive o seguinte esclarecimento:Não. Não é o Secretário do Interior, como você pensa; é apenas o espírito de um homem que na terra foi comerciante. Imprevidente que era, vendeu toda a sua mercadoria a prazo e como depois os fregueses não lhe pagaram teve tanto desgosto por ficar sem o seu rico dinheirinho, qua acabou por suicidar-se. Agora, coitado, ali se fica constantemente a tirar contas e como não tem a quem as mandar, sofre as mais cruéis torturas.Tive muito dó do pobre mas, como nada podia fazer para minorar-lhe o sofrimento, segui em frente. Logo depois parei:E aquele outro tipo que ali está, a andar para frente, para trás, para a direita, para a esquerda, como quem não sabe que rumo deve tomar?— Aquele espírito habitou o corp…

Correspondência recebida:

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de: JoãoAmigo,Que agradável passeio pelo Tempo, faz-me recordar as histórias que contam-se da região onde vivo, sul de Portugal,de como as pessoas viviam assim frugal e humildemente,mas desfrutando de uma qualidade de vida bem melhor que actual.Uma coisa que acontecia e que espanta muitos agora, era que as pessoas caminhavam muito, quilómetros, para trabalhar, para comprar algo noutra localidade, para ir á missa... tempos duros, pobres e bem naturais também.Acho que muita saudade deixaram em quem os conheceu...Abraço amigo,João

Da Pedra a Água, isto é São Tomé das Letras.

Os ursos polares e o aquecimento global.

Pitoresca casa em Carmo da Cachoeira.

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Borges Pinto descreve a estrutura dos quilombos.

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O capitão Luis Borges Pinto ao descobrir nas matas da região da Casa da Casca um quilombo, supôs inicialmente tratar-se de uma aldeia indígena em função do grande número de choças e roças.1Será que foi só por causa do tamanho da estrutura localizada que Borges Pinto se confundiu? Não seria possível que a estrutura por ele vista possuísse características das aldeias indígenas da região? Uma destas prováveis características foi identificada numa Carta Régia enviada ao Governador Lourenço de Almeida, afirmando com base em informações prestadas que, na Comarca do Rio das Velhas existia um quilombo que era como “...aldeias de gentio escondidas entre os matos...”2Pensando nesta possibilidade, localizou-se uma contribuição que permite pensar nessa convivência e nas trocas culturais entre índios e quilombolas. Trata-se de uma análise sobre as aldeias tupinambás3.Trecho de um trabalho de Marcia Amantino. Próximo Texto: Os quilombos mineiros e a tecoaba.
Texto Anterior: A miscigenação cultural de…

O Diabo Azul do "Arauto do Sul" é o guia do inferno.

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(...)Que susto e que alegria não experimentei ao mesmo tempo quando a porta foi aberta, fazendo aparecer aos meus olhos admirados um soberbo panorama que, entretanto, era ainda apenas uma espécie de vestíbulo do imortal Satã! Tive um susto, porque afinal — que diabo! — uma alma não é de ferro e eu não sabia ao certo o que irira acontecer-me naquelas paragens que tanto receio costumam causar aos covardes habitantes da terra; mas o meu susto transformou-se logo em contentamento, ao verificar que o porteiro do inferno era o ... Diabo Azul1. — Aquele Diabo Azul que publicava no “Arauto do Sul”, de Varginha, uns contos regionais muito interessantes? — Exatamente. Eu já o conhecia de vista lá na terra e, ao dar de topo com ele no inferno, disse cá com meus botões: — Estou aqui, estou feito: eu finjo-me de Dante, o Diabo Azul de Virgílio e tudo me correrá bem.Assim pensando, dirigi-me logo a ele dizendo:Ó tu, que é, como eu, um dos quel lá na terra peregrinaram encarnados e que, por conseg…

Casamento entre vizinhos em Carmo da Cachoeira.

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Ângela Ribeiro de Moraes, bisavó de Mariana Cândida Branquinho (I), avó de João Damasceno Branquinho, pai de Mariana e mãe de José Joaquim Gomes Branquinho - fazenda Boa Vista, no dstrito de Lavras do Funil. Mariana Cândida dos Reis Branquinho, casou-se em 02/03/1859, com seu primo, Joaquim Fernandes Reis, neto de José Joaquim Gomes Branquinho, da fazenda da Boa Vista, sede do Distrito da Boa Vista do Município de Lavras do Funil. Mariana era irmã do tropeiro de Carmo da Cachoeira, André Fernandes dos Reis, fazendeiro da fazenda do Salto, no município de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Joaquim Fernandes dos Reis, casado com dona Mariana Cândida, era filho de Rafael dos Reis Silva, nascido na fazenda Couro do Cervo e residente na fazenda Campo Limpo. Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: São Thomé das Letras no tempo de dona Maria Teresa.
Artigo Anterior: A fazenda Campo Limpo de Três Corações em Minas.

Correspondência recebida:

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de: YasminEi Cachoeira, acorde. A vida não é para ser assistida, mas para ser vivida.

O Paraíso e a poluição ambiental.

Os fundos da Casa Nova dos Rates no sítio Cachoeira.

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Próxima imagem: Pitoresca casa em Carmo da Cachoeira.
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A fazenda Campo Limpo de Três Corações.

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Maria Francelina de Rezende, nasceu no ano de 1810, e faleceu em 1873, filha de Joaquim Fernandes Ribeiro de Rezende e Jacinta Ponciana Branquinho, moradores na fazenda das Abelhas, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Maria Francelina casou-se com Rafael dos Reis Silva, nascido na fazenda Couro do Cervo de Carmo da Cachoeira, filho de Manoel dos Reis e Silva (I), nascido em Aiuruoca, e de dona Mariana Vilela, natural de Serranos.Rafael e Francelina foram moradores na fazenda do Campo Limpo, Município de Três Corações.Aí nasceram seus filhos: - Jacintha Ponciana dos Reis, casada com Casimiro Gonçalves Pimentel, filho de Joaquim Gonçalves Avelar e Isabel Felicíssima dos Anjos;
- Joaquim Fernandes dos Reis, neto de Joaquim Fernandes Ribeiro de Rezende. Joaquim casou-se com sua prima Mariana Cândida dos Reis Branquinho;
- Mariana Vilela Reis, casada com Joaquim Luís do Prado, filho de Manuel Joaquim da Silva e Joaquina Rosa da Silva;
- Maria Elídia dos Reis, falecida em 1868 e casada com Jo…

A miscigenação cultural dentro dos quilombos.

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Não só através da população podemos perceber a presença indígena nos quilombos. A religião também pode dar subsídios a este respeito. No Quilombo do Limoeiro, no Maranhão, foi presenciada pelo grupo que o atacou, uma festividade que demonstra a circularidade entre as culturas branca, negra e índia: o líder do quilombo presidia uma festa que as fontes indicaram como sendo uma “festa de pajés”. A sua descrição é a seguinte:
Formados os calhambolas em círculo, o preto Bernardo ocupava o centro, e batendo palmas, cantava - eu já vai no céu, eu já vem do céu - e os mais faziam coro. Tinha Bernardo na sua volta do céu de fingir-se sonâmbulo e, então, revelar o futuro; porque tudo lhe havia dito Santa Bárbara com quem havia conversado. Durante esta nigromancia, era Bernardo chamado - menino do céu...”1
Pode-se perceber nesta breve descrição elementos católicos (Santa Bárbara) e elementos indígenas (festa de pajés) sendo utilizados por negros. Tal circularidade cultural nos remete mais uma ve…

A proclamação da República chega a Minas.

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Aqui Neca nos conta como foi vista a chegada da República pelo povo simples da cidade de Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais.Houve a Proclamação da República. O ano era de 1889. O lugar era o Brasil. Caiu a Monarquia, e foi aqui instaurada nova forma de Governo - o regime republicano.Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!

Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz! Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro.
Brilha, avante, da Pátria no Altar!Quanta mudança. Começou a andar pelas fazendas o Tabelião. Chegava ele com um livro grande e preto nas mãos. Era tudo solene, vinha para registrar os brasileiros, terras. Tudo direitinho. Com Tabelião não se brinca. É gente do Novo Governo. Antes, os papéis eram feitos na Igreja, até os registros de terras. O nome de ninguém pode ficar de fora desse livro preto.…

O cachoeirense Quinzinho chega ao Inferno.

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(...)Pois é verdade, meus amigos, disse o Quinzinho. Segundo me parece, eu nasci para representar no mundo uma espécie de corruptela de Dante. Já, certa vez, fui parar lá na porta do céu, onde fui forçado a servir de secretário do muito ilustre e carrancudo senhor São Pedro; e desta feita fui, com toda a sem-cerimônia, parar nem mais nem menos que no “reino de Plutão escuro”, como disse o Camões.— Conta, Quinzinho. Conta como foi que isso aconteceu — pedimos a uma-voz.E o Quinzinho, sem se fazer rogado, começou a sua narrativa:Imitando o poeta florentino, posso dizer-lhes que: "Como entrei, não sei; era cheio de sono àquele instante em que da estrada real me desviei!". Para melhor compreenderem a minha estória, e antes que me perguntem, vou dizer-lhes que, se ali me encontrava, perdido em meio àquela medonha “selva selvagia” que ante mim se estendia a perder de vista, era porque, pouco antes, por uma tolice qualquer, eu me havia suicidado.
Eis-me, portanto, a caminhar sozi…

Camila Pitanga e você, fazendo um mundo melhor.

Antigo mapa de Carmo da Cachoeira em Minas.

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Próxima imagem: Os fundos da Casa Nova dos Rates no sítio Cachoeira.
Imagem anterior: Manoel Ferreiro Avelino de dona Maria de Souza.

O Engahy e o Caminho Velho sul-mineiro.

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Lisboa, 9 de junho de 1766. Senhor:"Diz o capitão José Vieira de Almeida, assistente no sítio do Engahy Abaixo (...)". Para nosso entendimento e estudo poderemos visualizar a localização física que compreende este espaço, chamado de Engahi Abaixo. Segundo Jorge Fernando Vilela, autor da obra, "O Sertão do Campo Velho", É o espaço "Abaixo da Estrada", ou seja, o Caminho Velho, ou por outra, onde está a cidade de Cruzília, Baependi, entre outros.Uma história que marcha...Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: A fazenda Campo Limpo de Três Corações em Minas.
Artigo Anterior: Manoel Ferreira Avelino é o cachoeirense Mané Saraiva.

Viver com simplicidade, um dia de muita alegria.

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É dia de festa em Cachoeira. As noites de inverno em Cachoeira são muito, muito frias. Parece que no campo o frio é mais forte ainda. Depois da janta, "conversa ao pé do fogo", na sede da fazenda Olaria e Estaleiro.Aria, Maria Ferreira de Souza, a avó do Neca e seu avô, Mané Saraiva, que voltou de viagem para assistir a festa da padroeira, fazem parte da sessão diária de "jogar conversa fora", de contar casos e "causos", de brincar de teatro, onde as crianças viram artistas - cantam, recitam, imitam os outros, assustam uns aos outros.O início da noite é um momento marcado por pura descontração e felicidade. Melhor ainda quando o Mané Saraiva estava na roda. A palavra ficava só para ele. Todo mundo querendo conhecer, por ouvir, outros lugares. "Meu avô virava herói de suas próprias histórias". A criançada, filhos de herói, só tinha motivos para se orgulhar. Não havia derrotas, só vitórias. Aria, vai logo dizendo que tinham que ir dormir cedo. No …

Correspondência recebida.

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de: anônimoCarmo da Cachoeira não é uma empresa, é uma cidade feita de GENTE, de encontros, desencontros, de relações!!!!

Poderia acontecer com você.

Manoel Ferreiro Avelino de dona Maria de Souza.

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Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O Mané Saraiva, Manoel Ferreiro Avelino de dona Maria de Souza. Avós do Neca, o contador de histórias - o cachoeirense Manoel Ferreira Dias, casado com Selma Mendonça. Próxima imagem: Antigo mapa de Carmo da Cachoeira em Minas.
Imagem anterior: Cachoeirenses em 1928 em foto de Massote Photo.

Proerd e Carmo da Cachoeira contra as drogas.

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Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência - PROERD, forma alunos em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.A cerimônia de entrega de diplomas aconteceu hoje, no horário das 17:30, deste dia 23 de outubro de 2008, na Casa da Criança Cachoeirense, Praça Santo Antônio - s/n - Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.Estavam presentes a solenidade de formatura dos alunos do PROERD, entre outros integrantes da Polícia Militar, o terceiro Sargento PM Gilberto Carlos dos Santos, as autoridades civis: vice-prefeito Hélio Pereira de Souza; o presidente da Câmara Municipal Walmir Caldeira; a secretária da Educação profª. Suely Duque Rodarte; além dos supervisores, coordenadores, diretores, professores das Escola Municipais e particulares, pais, representantes de organizações não governamentais e população em geral.A solenidade foi aberta com o Hino Nacional, interpretado pela Banda Cachoeirense. Pontos altos da cerimônia foram, o juramento e a a entrega de medalhas aos alunos que, de uma fo…

Rui Nogueira, questionador e desmistificador.

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O século XX acabou!Em seu livro Nova Consciência, século XXI, características: o mestre Rui Nogueira nos descreve o fim daquele que foi o tempo do individualismo, da competitividade, do sucesso a qualquer preço, do dinheiro transformado na própria riqueza, da exploração da maior parte da humanidade por minorias que se acham escolhidas, do sistema financeiro com câncer - desligado do resto da humanidade e achando que pode crescer ilimitadamente, precisam ser abordadas e revistas. Com seu senso crítico, descerra a cortina sobre o comércio internacional. Interroga o sistema econômico concentrador de privilégios. Desmistifica a dominação da natureza. Prega uma revolução com a arma da idéia. Cria uma hiper-revolução pessoal para, num mecanismo de auto-ajuda com visão coletiva, buscar conjunção, equidade, simbiose e solidariedade como preceitos do mundo. Defende o Brasil, com os seus recursos naturais, biodiversidade, ecletismo, unidade de idioma e extraordinária raça cósmica precisa criar …

Manoel Ferreira Avelino é o Mané Saraiva.

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Manoel Ferreira Avelino é o Mané Saraiva de Carmo da Cachoeira, Sul de Minas Gerais. Avô do Neca, o contador de histórias, casos e causos, pelas ruas da cidade. Mané Saraiva, tropeiro, nasceu na fazenda Pinheirinho(Angahy Velho), Ingaí, Minas Gerais.Mané Saraiva se casou com dona Maria de Souza, irmã de Eugênio de Souza, e vieram para Carmo da Cachoeira, onde até hoje estão seus descendentes. Na mais completa obra de genealogia local - a da Família Junqueira, apoiada em pesquisas realizadas pesquisas de Marta Amato encontramos referência sobre a "fazenda Berço", não só dos avós do Neca, mas também da família, conhecida como "Pratinha" de Cachoeira. Desta família saiu um representante na Câmara Municipal, para a gestão 2009/12, e morador na COHAB, irmão do Geraldinho do som e eventos (de atuação regionalizada).Diz na referida obra que em 28 de abril de 17251, foi concedida a Antônio Rodrigues da Fonseca, morador do Caminho Velho, na paragem chamada Ingahy, quatro lé…

Correspondência recebida.

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de: anônimoO saber e a guiança interna que muito, ao ensurdecerem, deixaram de escutar."Os sertanejos, quando prevêem as chuvas, ventos ou qualquer modificação no clima, despreocupam-se das leis meteorológicas, porque 'sentem' muito antes do fenômeno. Esses fenômenos sempre existiram anteriormente à descoberta dos Princípios esposados pela Meteorologia, mas os caboclos já o 'sentiam' noutras dimensões, e os assinalavam com êxito, embora não pudessem explicar cientificamente. Antes de conhecerem as leis de que se trata, os cientistas punham em dúvida o estranho sentir dos sertanejos, que previam mudanças climatéricas através de algo oculto que lhes falava no íntimo da alma, mas os sertanejos já estavam habituados a confiar nessa 'fala', pouco lhes importava que a ciência cresse ou descresse das suas premonições".

Uma reflexão que nos foi enviada por Neide Andrade.

Cachoeirenses em 1928 em foto de Massote Photo.

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Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Próxima imagem: Manoel Ferreiro Avelino de dona Maria de Souza.
Imagem anterior: Um personagem a ser identificado em Carmo da Cachoeira.

O cachoeirense Francisco de Assis de Oliveira.

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Francisco de Assis de Oliveira é citado por Thomazelli1, da seguinte forma: "Maria Rita, filha legítima de Rita Umbelina de Cássia, irmã de Vicência, e de Francisco de Assis de Oliveira do Carmo da Cachoeira". A citação segue abaixo contextuada2 diz: Antônia Josefa da Conceição Oliveira e Gomes Antônio do Nascimento, que encabeçam este Capítulo, foram pais de 14 filhos. O quarto, Francisco Antonio do Nascimento, com 20 anos em 1836. Casou-se com Antônia Cândida de São José, filha legítima de Francisco Gomes do Nascimento e de (?) Ele irmão de Gomes Antônio do Nascimento. Francisco Antonio havia se casado em segundas núpcias com Ana Cândida do Bom Sucesso. A filha Ana Maria da Conceição (ou Teodora da Conceição), casou-se com João Antonio de Campos, filho legítimo de Antônio Manuel de Campos e de dona Vicência Umbelina de Cássia. Pais de Persciliana Umbelina de Castro, casada em São Tomé em 28/12/1889, com Joaquim Antônio de Campos, filho legítimo de Antônio Manuel de Campos …

Correspondência recebida:

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de: Rui NogueiraO saber é o sol da vida!Como um sol, irradie os seus conhecimentos. Como o sol irradia a sua energia permitindo a construção e a própria existência da vida, distribua os seus conhecimentos estimulando o crescimento de sua comunidade na direção de termos o mundo como um lugar bom para todos viverem.O seu saber pode ser um sol para muitas vidas! O Saber!A verdadeira sabedoria é a de buscar estudar e aprender coisas úteis e proveitosas para você e para o o próximo.Saber viver é ganhar experiência com os erros dos outros, portanto, aprenda o mais que puder em todos os ramos do saber para iluminar, ao máximo, o seu espírito e errar o menos nos percalços da vida.Aproveite todos os minutos, lembrando que a leitura é um poderoso instrumento para aumentar os seus conhecimentos. Com o livro podemos aprender o que os outros sabem.Não pense exclusivamente no saber livresco, no decorar autores e em citações de trechos, nem mesmo no acúmulo de informações que os meios de comunicação…