Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Planeta Água, um pedido de SOCORRO!

Comentários

Anônimo disse…
As Incríveis características da água.

Dois átomos de hidrogênio, um de oxigênio. Estrutura tão simples mas tão fundamental.
É também surpreendente que, embora tenha uma fórmula química básica, simplória, nunca tenha sido produzida artificialmente.
Mesmo as mais puras contêm outros elementos além do hidrogênio e oxigênio.
Na forma líquida, as ligações de hidrogênio tornam-se mais compactas e a água adquire maior densidade. É isto que permite o gelo flutuar.
Se não tivesse a água esta propriedade, com a queda da temperatura ela congelada (gelo) iria para o fundo e sucessivamente se acumularia pois o sol, mesmo do verão, não conseguiria atingir abaixo da superfície.
Interessante, a água doce ao congelar se separa da salgada, pois o seu ponto de congelamento fica muito abaixo de zero graus centígrados.
Do total da água da Terra, 97,5% é salgada. Dos 2,5% do total de água doce 68,9% está nas calotas polares e nas geleias que existem em várias partes do mundo.
A quantidade que temos realmente disponível é muito pequena, pois, fora das geleiras, 29,9% estão em subterrâneos, sobram 0,3% em rios e lagos e 0,9% em outros reservatórios.
No livro "Gente cuidando das águas", de Demóstenes Romano Filho e colaboradores, há observações que são muito interessantes, pouco divulgadas e que no mínimo, merecem mais estudos.
"O cientista Jean Pierre Garel, biólogo molecular, diretor honorário de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRA) de Clemont Ferrand, na França, tem conclusões sobre o tem "Água como vetor de informações".
Segundo ele, a água se comporta como um meio de comunicação supramolecular capaz de captar informações, armazená-las e restituí-las.
A formação dos super macromoleculares de "casulos" ou aglomerados e redes de água são unidas por ligações de hidrogênio que podem ser parcialmente quebradas. Seria uma água que permanece com a mesma composição química, mas desestruturada.
Mais interessante ainda é uma pesquisa do japonês Masaru Emoto. Em seu livro, "A Mensagem da Água", há um ensaio fotográfico de enorme beleza. É dele a fotografia que aparece no inicio deste livro: Encantamento.
No seu livro há fotografias microscópicas mostrando as alterações com água poluída, água em ambiente de preces e orações, com música clássica, em ambiente de amor e submetida a pensamentos de ódio e raiva.
Isto talvez coloque os rituais das diversas religiões em uma perspectiva até então não observada.
Água benta, água fluídificada, no mínimo teriam uma estrutura molecular mais harmônica e biologicamente mais compatível. As palavras, as preces são vibrações e cada uma tem a sua própria frequencia que mexeria com as cargas elétricas das pontes de hidrogênio dos casulos moleculares.
O cientista francês Jacques Benveniste tem procurado esclarecer a "memória da água" na homeopatia. A revista NATURE, em 1988, publicou os seus experimentos mostrando que se a água, contendo anticorpos, for diluída continuamente até não conter nenhuma molécula de anticorpo, as células imunológicas ainda vão reagir à água. Esta discussão interminável na homeopatia, baseada na hipótese de que a substância que pode causar um transtorno no organismo, dinamizada (diluída sob vibrações) é capaz de curá-lo. A cura pelo semelhante. Agora vem a história da memória da água e vemos fotogafias de cristais de água, microscópicos, alterados até pelo simples fato de pensamento dominante no ambiente. Que energias sutis estão em jogo? De onde vem a energia da água?
Pelo menos um aspecto precisamos observar nestes estudos sobre a água e o método terapêutico da homeopatia.
É uma maneira de tratar doenças, muito barata, o que acarreta dificuldade para se implantar na era do "dinheiro ser a própria riqueza".
A INCRÍVEL ÁGUA!
Anônimo disse…
da obra, "encontros e desencontros", p.48. Autor: Maria Antonietta de Rezende.

DO SONHO À REALIDADE

Vergo, abismada a face encanecida
E, do imenso caudal que meus olhos verteram
Surgem batéis, surgem naus e caravelas ...
Mas, não te vejo surgir por entre elas!
Teu vulto esquivo, fugitivo,
Perdeu-se nas brumas;
Ou na espuma
E sumiu.
Minhas naus me lembram outras terras ...
Entrementes embarco em uma delas
E qual Diana, Princesa da Inglaterra
Vou à Bósnia, Paquistão, a Maliboo ...
Quanto estrago causado pelas guerras!
O útero da terra, Deus o fez para gerar mais vida
E que vejo eu aí? Uma enorme ferida!
O homem, esse tolo - pensando ser forte -
É apenas covarde, pequeno e sem sorte,
Se lança no solo a semente da morte.


Vagando, caminho nos campos minados,
Nos rostos, só vejo a imagem da dor,
E na terra, o sangue gerando horror.
Crianças chorando, no chão, mutiladas,
Nos olhos ausentes, o medo, o temor.
Um pouco de alento, um pouco de amor,
Um fio de esperança, clamamos Senhor!
Na Índia, o alento, na Índia, o amor,
Na Índia a esperança de um mundo melhor:
É Madre Teresa, pequena, franzina,
Naquele cenário de fome, de dor,
Levando alimento, levando calor!
Levando esperança, lá vai!
É o amor!
É Lady Diana que doar-se ensina,
Levando perfume, levando ternura, lá vai!
É uma flor!

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