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ABUSO E EXPLORAÇÃO INFANTIL

ABUSO E EXPLORAÇÃO INFANTIL
Em Carmo da Cachoeira denuncie: Conselho Tutelar (3225-2133 ou 99731-1462) - Polícia Militar (190 ou 98843-1690) - CRAS (3225-1657)

Yankee Street Original Watch.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Brasão de São Pedro de Rattes.
Imagem anterior: Próximo a Cruzília a busca do Engahy Abaixo.

Comentários

Anônimo disse…
Mais uma das relíquias da Família Vilela Fialho presentes ainda em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.
Anônimo disse…
"OS 'DIAS' EM MINAS GERAIS VEM DOS DIAS DOS ESTADOS DE PERNAMBUCO E BAHIA". Usaram o Rio São Francisco como via de acesso.
O rio São Francisco foi descoberto pelos descendentes do GARCIA DIAS ÁVILA. O quarto senhor da TORRE (e aí entra, SÃO PEDRO DE RATES) era cristão-novo, Francisco Dias Ávila. A nascente do São Francisco fica na Serra da Canastra e, alguns paulistas chegarem chegarem até lá, fazem o seguinte percurso: Franca, Itarapuã/São Paulo, Cássia, Passos, Piumhi (lembrando-nos da Picada de Goiás) e ... São Roque de Minas. Existe uma fonte oficial e disponibilizada, que poderá ser consultada: Prefeitura de Santana - BA.

A afirmação que inicia este comentário foi feita por um professor e teólogo em seu comentário na página: Diário da Família Cancão - Riacho do Sobrado - BA - Windows Internet Explorer
familiacancão.blogspot.com

Domingo, 23 de março de 2008.
É sabido que depois da expulsão dos holandeses de Pernambuco, muitas pessoas migraram do norte da Bahia e do interior de Pernambuco para o Estado de MINAS GERAIS com o propósito de explorar ouro e diamantes.
Com a descoberta e comercialização do sal, na região do Riacho Grande, funda-se Casa Nova. Isso provocou uma migração para a região em massa. Como Minas Gerais era o maior comprador de sal o fluxo ou até mesmo o estabelecimento de novas famílias passou a acontecer com mais intensidade. O mesmo se observa com famílias vindas do Piauí.

No Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana (AEAM), Livro de Provisão 1764-1765, fl.39, há um registro para EREÇÃO DE ERMIDA. Local - Serra do Sal, invocação de São João Batista. Informação contida no relatório de N.3, Ano 2006, enviado pelo pesquisador José Geraldo Begname por encomenda do Projeto Partilha.
Anônimo disse…
José de Andrade Peixoto é sobrinho de Ângela de Moraes Ribeiro ou Ângela Ribeira de Moraes (Morais), mãe de José Joaquim Gomes Branquinho, da Fazenda da Boa Vista do Distrito do Carmo da Boa Vista de Lavras do Funil, portanto José de Andrade Peixoto e José Joaquim Gomes Branquinho são primos primos.
José de Andrade Peixoto foi casado com Mariana Vitória do Nascimento e pais de Inácia Constança de Andrade. Inácia Constança de Andrade foi casada com Gabriel Francisco Junqueira - Barão de Alfenas. Ignácia Constança de Andrade, segundo Brotero, segunda edição, p.754, era neta paterna do capitão Antônio de Brito Peixoto, nascido em Braga a 28 de fevereiro de 1758, e de Maria de Moraes Ribeiro, filha de André do Vale Ribeiro e Tereza de Morais. Silva Lema (vol.VI e VIII). Ainda de acordo com Brotero, Ignácia era neta materna de um outro português casado com uma paulista descendente dos fundadores da Capitania de São Paulo. Com isso, fica estabelecida a ligação dos descendestes do Barão de Alfenas e de Ignácia Constança de Andrade com a Genealogia Paulistana.
Gabriel Francisco de Andrade, um dos filhos de de Ignácia Constança e Gabriel Francisco Junqueira foi Gabriel Francisco de Andrade Junqueira. Ele foi Juiz de Paz no Curato de São Thomé das Letras, sendo o primeiro a ser assassinado pelos escravos em 13 de maio de 1833, dando início ao "Levante da Bella Cruz". O inventário de Ignácia Constança, 1858 existe no Cartório do primeiro Ofício de Baependi.
Em Família Junqueira - sua história e genealogia, p.1263/1265, o seguinte:
"A seguir descrevo, em detalhes, a divisão dos bens do Barão de Alfenas. Foram 6 filhos e 19 netos.
A cada uma das netas, filha de MARIA RITA DE ANDRADE JUNQUEIRA (herdeira falecida), Gabriel Francisco Junqueira deixou (...).
A neta GABRIELA AMÉLIA DE AZEVEDO recebeu: a escrava Maria, no valor de 1:400$000; 3 bois (Proveito, Desespero, Ouro fala)
O neto Gabriel de Andrade Junqueira recebeu a dívida de Azevedo Paiva Câmara (...).
O neto Marcos Aurélio de Andrade Peixoto recebeu: l saco de sal, no valor de 35$000; arrobas de algodão, no valor de 30$000; 4 vacas falhadas, no valor de 180$000; 3 novilhas de segunda, no valor de 66$000; a dívida de Dona Helena Francisca da Costa, no valor de 329$798; e a dívida de Azevedo Paiva Câmara, no valor de 465$868. A neta Emília de Andrade Peixoto recebeu parte na escrava Rosa, no valor de 1:106$666.
Todos os herdeiros acima mencionados receberam também suas partes na Legítima paterna. Por razões que não constam do inventário, Helena Francisca (neta do Barão de Alfenas, filha de Francisco de Andrade Junqueira, Chiquinho do Cafundó) e mais os 4 netos, filhos de Genoveva Urbana, nada receberam da legítima paterna - e olhe que não foi pouco! A divisão dessa Legítima Paterna esta descrita a seguir.
Sobre este assunto Cf., inclusive, num trabalho disponibilizado em
www.pedigreedaraca.com.br/
Com texto assinado por Ricardo L. Casiuch e Maria Petronilla F. Junqueira, 2007, "A volta dos Criminosos. Crônicas do tempo onde este vocábulo referenciava serras e sesmarias do Sul de Minas.", é mais um complemento ao riquíssimo trabalho de genealogia da Família Junqueira. A coleção que vem assinada por José Américo Junqueira de Mattos tem valor inestimável, não só para o sul de Minas Gerais, mas ganha um timbre de universalidade.
Anônimo disse…
Balthazar da Costa Veiga foi casado com Maria Bueno de Mendonça, e foram pais da paulistana Catharina Bueno do Prado, segundo Silva Leme. Catharina foi casada com Lourenço Correa Pires e pais de Rosa Maria Bueno, casada com Antonio Moura. Rosa Maria e Antonio de Moura, tiveram entre outros filhos, Maria Cleofa Bueno ou Maria Cleofa de Moura Bueno, primeira mulher de João Gonçalves de Mello, viúvo de Ana Quitéria de Souza.
Irmã de Cleofa Bueno, filha de João Gonçalves Mello e sua primeira mulher Maria Cleofa de Moura Bueno, MARIANA VITÓRIA DO NASCIMENTO, nascida em 1753 e casada com José de Andrade Peixoto, filho de Antonio de Brito Peixoto e Maria de Moraes Ribeira, tia de JÓSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO da Fazenda da Boa Vista. Este primo de José Joaquim, filho de Ângela de Moraes Ribeiro, José de Andrade Peixoto teve sua descendência entrelaçada às Famílias: "Paiva"; "Teixeira Nogueira"; "Villela"; "Reis e Silva"; "Souza Monteiro"; "Azevedo"; "Brito"; "Gonçalves Penha - Barão de São Thomé"; "Souza Pinto"; "Vieira"; "Santos"; "Coelho dos Santos"; "Andrade";"Garcia de Andrade"; "Junqueira, conforme comentário anterior, onde Inácia Constança de Andrade, casa-se com Gabriel Francisco Junqueira - Barão de Alfenas"; "Botelho"; "Ribeiro da Luz".
Irmã de Maria Cleofa, Inácia Maria de Jesus (Inácia Bárbara Feliciana de Mello), casou-se na FAMÍLIA MORAES , com Dr. Manoel Rodrigues Pacheco de Moraes, filho de Maria de Jesus Moraes.
Irmão de Maria Cleofa, João Gonçalves de Mello, casado na Família Faria do Bom Sucesso, entre outros.
Anônimo disse…
Sobre o brasão dos "LIMA FIGUEIREDO".

Discurso proferido pelo professor Gisálio Cerqueira Filho, doutor em Ciências Políticas (USP), aos 30 de janeiro de 2004.
Cf.
www.noticias.uff.br/

(In nomine pater - gratia plena). Em nome do Pai, gratidão plena.

... "Os ditames a que me refiro são formados por quatro verbos que incitam à ação: estudar, pensar, difundir, servir. Este é o brasão dos LIMA FIGUEIREDO. Nele se fundem a consciência e os princípios para a ação (teoria e prática na obra permanente de servir. Servir com generosidade e humildade para que a ação se beneficie do húmus da virtude (húmus/humildade) e possa fecundar com a terra fértil nos dá eloquente testemunho."
Anônimo disse…
SERRA DO SAL.


Dr. Tarcísio José Martins, do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, em sua obra, "Quilombo do Campo Grande - A História de Minas que se devolve ao povo", Editora Santa Clara. Contagem. 2008. ISBN 978-85-87042-76-7, p.981, como ANEXO 2 - Viagem de Pamplona. Estudos ao artigo da Revista Anais da Biblioteca Nacional. Volume 18 de 1988. Roteiro da Expedição feita por Inácio Correia Pamplona de São João Del Rei a Patrocínio, no ano de 1769.

4 - Em 21 de agosto de 1769, a comitiva andou 5 léguas e foi se arranchar na Casa de Bernardo Homem, 29, localizada de frente a SERRA DO SAL, ao norte do município de São Tiago, 15, ou a sudeste do atual município de Oliveira. Para chegar neste local:
4.1 - seguiram o rumo oeste, passando pela Fazenda de Manoel de Araújo Sampaio, 19, ao pé da qual haviam passado por um corgo chamado rio do Peixe, 17: Esse corgo corre n/s, deságua no ribeirão do Macuco que, por sua vez, deságua no rio das Mortes, faz a divisa dos atuais municípios de São Tiago (oeste) e Ritápolis (leste).
4.2 - Assim, sempre no rumo oeste, chegaram a Ouro Fino, 27, cabeceira do rio Jacaré (norte do atual município de São Tiago), passando pela capela de São João Batista, 28, (ao sul do local chamado Morro dos Ferros, ao norte do atual município de São Tiago, 15, ou sudeste do município de Oliveira.)

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