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Maria Eunice Naves e a busca por Bertulina.

de: Maria Eunice Naves

Leonor, obrigada p/informação Cap. Augusto Ribeiro Naves. Procuro dados sobre Bertulina de Lara Naves, nascida em Carmo da Cachoeira, por volta de 1854, filha de Umbelina Rosa de Jesus e Silvestre José Naves. Um abraço.

Resposta:

Olá Maria Eunice. Certamente os Naves coligados a esta página virão nos socorrer. Eles tem sido excelentes parceiros e, despretenciosamente, trocam as informação que têm. Logo logo teremos resultados. Gratidão pela oportunidade.

Leonor Rizzi

Comentários

Anônimo disse…
Maria Eunice, que agradabilíssima surpresa ler o comentário que você fez em uma das páginas deste blog, no dia 11 de janeiro. Como coincidências não existem, e sim, providências, o que ocorreu foi apenas um belo e feliz encontro. Encontro ocorrido providencialmente, num dos pontos de intersecção, na imensidão do cosmos. Neste infinito e abençoado Planeta de provas, num dos existentes neste Sistema Solar. Que nosso reencontro possa servir para demonstrar que, tudo, tudo neste Planeta Terra é revelado e revelador, inclusive os documentos que incansavelmente buscamos. São eles:

* Os referentes a MANOEL ANTÔNIO RATES/RATTES/RATTY/RATY/RATI, o primeiro morador da vizinha DORES DA BOAS ESPERANÇA - a CACHOEIRA DOS "DE RATES". Manoel foi casado na tradicional família paulistana MORAES (veja o que o genealogista ARY SILVA traz nas páginas de sua obra sobre os ancestrais dos nossos MORAIS. Estamos postando diariamente dados sobre o assunto).

* a provisão para ereção da capela/ermida de Nossa Senhora do Carmo, no Sítio Cachoeira, de propriedade de MANOEL ANTÔNIO RATES(por volta do ano 1770).

Com imensa e profunda gratidão, e que possamos juntas continuar na busca da luz e refleti-la, sempre. Certamente nos auto convocamos para esta tarefa.
Paz e harmonia.
leonor.
Anônimo disse…
Maria Eunice. Vamos falar um pouco de sua terra. Conversa da época dos Barões, serve?
João Carlos Almiro, professor e pesquisador português, sugere ADENDA aos dados do Segundo Barão do PONTAL - Major da Guarda Nacional, Antonio Luiz de Azevedo, falecido em Três Pontas, Minas Gerais, em 22 de maio de 1875.
"Antonio Luiz de Azevedo - agraciado com o título de Barão do Pontal, foi batizado em 21-04-1809. Casou-se em 11-01-1831 com Felicidade Guilhermina da Silveira, batizada em São Gonçalo da Campanha, Minas Gerais a 01-10-1810. Foram pais de Ambrosina Antônia da Silveira, que casou duas vezes: a primeira com José Tertuliano Ferreira de Brito e a segunda com O BARÃO DE BOA ESPERANÇA; e de Pulcheria Jesuína da Silveira, que casou com Dr. Francisco Evangelista de Araújo.
Anônimo disse…
FRANCISCO EVANGELISTA DE ARAÚJO

Era fisicamente de estatura regular, claro, cabelos e cavanhaque louros, segundo pesquisas realizadas pelo Doutor Romeu Caiafa, transcritas da obra do Professor Almeida Nogueira "A ACADEMIA DE SÃO PAULO - Tradições e Reminiscências", páginas 213 e 214. Formou-se em Direito. Seus familiares tratavam-no carinhosamente por Doutor Chiquinho. Era filho de João Evangelista de Araújo e de Ana Jesuína de Brito. Casou-se com Pulcheria Jesuína Azevedo Araújo. Dedicava-se também às lides agrícolas, possuindo terras de cultura, no município de Três Pontas. Político de prestígio na região, foi eleito deputado por várias legislaturas. Ocupou a presidência da Câmara Municipal de Três Pontas, no período de 1869 a 1872. Antes de morrer, fez testamento, concedendo cartas de alforrias e parte de seus bens a seus escravos. (1842-1884).
Anônimo disse…
ANTÔNIO FERREIRA DE BRITO

Barão da Boa Esperança. uma pessoa de média estatura, magro, usava barba curta e bem aparada e era levemente calvo. Nasceu na Fazenda do Bom Jardim, situada a oeste da cidade, do lado esquerdo da rodovia que liga o povoado de Martinho Campo. Filho do alferes Francisco Ferreira de Brito e Felicidade Jesuína Adelindes de São José. Casado em primeiras núpcias com Purcina Xavier Mesquita e, em segundas núpcias, com Ambrosina Antônia da Silveira. Após a morte de Antônio José Rabello e Campos, assumiu o comando político do município, em 1879. De acordo com o historiador e genealogista Amélio Garcia de Miranda, era o Barão um político influente no final da Monarquia e, tendo aderido aos ideais republicanos, seu prestígio político continuou até a sua morte, em 17 de agosto de 1903 (Genealogia Trespontana. Amélio Garcia de Miranda. Inédita). (JUL-1831 - AGO-1903).

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