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“Baba Yetu”: o Pai Nosso em Swahili

A pesquisa de Ary Silva e os Rates de Minas.


Ao passar pela Praça do Carmo uma estudante me perguntou:

"Da obra apresentada pelo pesquisador Ary Silva, que nos tem sido mostrada no blog, quem tem parentesco com Manoel Antônio Rates"?

Disse a ela:

"... entre os descendentes dos Dias de Oliveira - Bueno havia gente vizinha da Família De Rates".

Vejamos: Diogo da Fonseca Bueno, pai de Crisóstomo da Silva Bueno, que é pai de Jesuina Cândida de Oliveira, casada com Francisco Antonio Dias Pereira. Crisóstomo era guarda-mor, natural de Sorocaba, casado em 03-10-1804 com Luiza Ludovina de Jesus. O casamento aconteceu em São Gonçalo de Ibituruna, Minas Gerais. Jesuína era neta materna de Frutuosos Dias de Oliveira e de Tereza Maria de Jesus e bisneta materna de Bernardo Gonçalves Chaves e Francisca Maria de Mendonça. O pai de Jesuína, João Crisóstomo é irmão, entre outros de José da Fonseca Leme, que foi casado com Ignácia Alves de Assumpção (Inácia Alves da Assunção), filha de Manoel Alves Pedrosa e Ana Teresa de Jesus. Ana Teresa de Jesus foi casada com Antonio Dias de Gouveia, da Parada da Ponte Falsa. A paragem da Ponte Falsa, para nós, é a fazenda da Ponte Falsa, vizinha de José Joaquim Gomes Branquinho, filho de Ângela de Moraes Ribeiro (Morais/Ribeira). Vizinha também da antiga fazenda Retiro, depois denominada fazenda do Couro do Cervo e hoje, o Povoado da Estação, portanto, vizinha também do sítio Cachoeira, de Manoel Antônio Rates, casado com Maria da Costa Moraes, primeiros moradores de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.

Finalizei dizendo a ela:

O Projeto Partilha está buscando as origens da família de nosso primeiro morador. Por enquanto a sociedade fica lhe devendo esta.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria: Um sítio arqueológico em Carmo da Cachoeira.
Artigo Anterior: A pedagogia da tolerância e perversa ideologia.

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