Pular para o conteúdo principal

Valério Ribeiro de Rezende e sua família.

Valério Ribeiro de Rezende era irmão de Urbana dos Reis Rezende; de Maria Benedicta dos Reis Rezende; de José dos Reis da Silva Rezende e de Estevam Ribeiro de Rezende. Todos filhos do fundador da Fazenda do Bom Jardim, Município de Três Corações, nascido aos 1 de janeiro de 1766, batizado na Capella de São Francisco do Honça, filial da Matriz de Nossa Senhora do Pillar da Villa de São João Del Rei, Minas Gerais, Domingos dos Reis Silva Júnior, casado com Francisca Ricardina de Rezende, filha do Coronel Severino Ribeiro e Josepha Maria de Rezende. A Urbana de Rezende Perdigão Malheiro, casou-se com o Dr. Agostinho Marques Perdigão Malheiro, português e ex- Juiz de Direito da cidade de Campanha, Minas Gerais.

A Maria Benedita de Rezende foi casada com o cel. Antônio José Teixeira, sobrinho de José Jesus Teixeira, um dos maiores proprietários de minas de ouro e escravos da cidade de Campanha, Minas Gerais. Foram fundadores da Fazenda dos Tachos.

Valério Ribeiro de Rezende, negociante na cidade de Campanha, Minas Gerais, casou-se com Francisca de Paula Ferreira Lopes, filha do Comendador Francisco de Paula Ferreira Lopes. Valério e Francisca tiveram: Francisco de Paula Ferreira de Rezende, casado com Ignácia Barbosa de Rezende e Valério Ribeiro de Rezende, falecido, solteiro.

Valério aparece como testamenteiro no inventário de Juliana de Oliveira Cunha, casada com Leandro de Campos Silva. Juliana foi a oitava filha de Maria Josefa da Trindade, casada com José de Paiva e Silva, filho de Domingos de Paiva. Maria Josefa e José foram pais, entre outros de Gaspar José de Paiva, casado em terceira núpcias com Maria Cândida de Paiva Bueno (Boeno). Em seu testamento,em Campanha da Princesa, 1846-1854, Gaspar José constitui seu terceiro testamenteiro, "Meu compadre Francisco de Paula Ferreira Lopes".

No mesmo estudo, disponibilizado pelo Projeto Compartilhar, José Joaquim de Paiva (1822, casado com Rita Angélica, constitui seu segundo testamenteiro, seu cunhado, Francisco de Paula Ferreiro Lopes.

Valério Ribeiro de Rezende, negociante na cidade de Campanha foi casado com Francisca de Paula Ferreira Lopes, filha do comendador Francisco de Paula Ferreira Lopes.

Trecho da obra de José Ovídio Reis.

Próximo Texto: Os Teixeiras e Reis de Carmo da Cachoeira.
Texto Anterior: A origem de José Roberto Reis.

Fonte: A obra Família Reis. Domingos dos Reis e Silva - O Patriarca. Seus descendentes, p. 211

Comentários

Anônimo disse…
"... Do Carmo da Cachoeira a Ouro Preto, 46 léguas (...)". Para os estudantes dos dias atuais, essa medida de distância aparece como um complicador no desenvolvimento e entendimento da história de sua localidade. O Projeto Partilha utilizou-se de dois mapas para que, seu leigo olhar pudesse compreender as origens geográficas de nascimento de Mariana Vilela do Espírito Santo. Os mapas foram dois. Um com enfoque mais regional e outro mostrando a região no mapa do Brasil. Um MAPA DA REGIÃO DE MINAS NO SÉCULO XVIII. Fonte: BETHELL, Leslie (org). História da América Latina, Vol.2. São Paulo: EDUSP, 1999, p. 340 e 474.
Dona Mariana, nascida aos 28 dias do mês de junho de 1774 em Serranos, faleceu em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais com 93 anos de foi casada com Manoel dos Reis Silva (I), nascido em 1747. Dona Mariana era neta de dona Felícia Siqueira ou Cerqueira. Entre seus filhos, dona Mariana Felisbina casou-se com Antonio Pereira de Gouvêa.
Serranos, em Aiuruoca surgiu de um acampamento de passantes e tropeiros vindos de SERRO DO FRIO. A capela, sob o orago de Nossa Senhora do Bom Sucesso, foi erecta a 29-07--1725, reorganizada a 28 de fevereiro de 1753 e, pela lei min. n.184, de 3 de abril de 1840 foi elevada a condição de Paróquia com o topônimo de Bom Sucesso dos Serranos.
O filho de dona Mariana Vilela do Espírito Santo, Gabriel dos Reis Silva, nascido em 1813, casou-se com a bisneta de Ângela de Moraes Ribeiro (Morais/Ribeira), mãe de José Joaquim Gomes Branquinho do Distrito do Carmo da Boa Vista - Lavras do Funil, Comarca do Rio das Mortes.
lfaleiros disse…
Para descomplicar podemos dizer que:
Mariana Vilela do Espírito Santo (*28-06-1774)era filha de Maria do Espírito Santo cc Domingos Vilela.
Neta Materna de Júlia Maria da Caridade (uma das "Tres Ilhoas") e de Diogo Garcia, também nascido na Ilha do Faial, Açores, Portugal.
Mariana se casou com Manoel dos Reis e Silva(*22-01-1754/
Barbacena-MG),filho de Domingos dos Reis e Silva cc Andreza Dias de Carvalho. Manoel faleceu em 1845, com testamento em sua fazenda Couro do Cervo, distrito de Boa Vista, Termo de Lavras do Funil. Em 1852, Mariana Faz o inventário de seus bens na mesma fazenda onde ainda morava, assinando-o de próprio punho, pois sabia ler e escrever. Só faleceu em 1865, sendo sepultada a 21-02, dentro da capela do cemitério da Matriz. (Livro Óbitos-01 (1858-1924) - Carmo da Cachoeira - ACD de Campanha - Pesq. Moacir Vilela. Mais detalhes no Site do Projeto Compartilhar.
Palmira Luiza

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Um poema à Imaculada Conceição Aparecida.

Por esse dogma que tanto te enaltece, Por tua Santa e Imaculada Conceição, Nós te louvamos, ó Maria, nesta prece, Mulher bendita, as nações te chamarão! Salve, Rainha, ó Mãe da Misericórdia! Nossa esperança, nosso alento e vigor, A nossa Pátria, vem, liberta da discórdia, Da ignomínia, da injustiça e desamor! Tu família, aqui, hoje reunida, Encontra forças no seu lento caminhar. A ti recorre, Virgem Santa Aparecida, Nosso caminho vem, ó Mãe, iluminar! Somente tu foste escolhida e preparada Por Deus, o Pai, que com carinho te ornou, Para fazer do Filho Seu, digna morada! Pelo teu sim, a humanidade se salvou. Novo Milênio, com Maria festejamos, Agradecendo tantas graças ao Senhor. Com passos firmes, nova etapa iniciamos, Com muita fé, muita esperança e muito amor. Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próximo Texto: A túnica Inconsútil, um poema de fé. Texto Anterior: A prece da poeta e professora Maria Antonie

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Paulo Naves dos Reis Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas. Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

A família Faria no Sul de Minas Gerais.

Trecho da obra de Otávio J. Alvarenga : - TERRA DOS COQUEIROS (Reminiscências) - A família Faria tem aqui raiz mais afastada na pessoa do capitão Bento de Faria Neves , o velho. Era natural da Freguesia de São Miguel, termo de Bastos, do Arcebispado de Braga (Portugal). Filho de Antônio de Faria e de Maria da Mota. Casou-se com Ana Maria de Oliveira que era natural de São João del-Rei, e filha de Antônio Rodrigues do Prado e de Francisca Cordeiro de Lima. Levou esse casal à pia batismal, em Lavras , os seguintes filhos: - Maria Theresa de Faria, casada com José Ferreira de Brito; - Francisco José de Faria, a 21-9-1765; - Ana Jacinta de Faria, casada com Francisco Afonso da Rosa; - João de Faria, a 24-8-1767; - Amaro de Faria, a 24-6-1771; - Bento de Faria de Neves Júnior, a 27-3-1769; - Thereza Maria, casada com Francisco Pereira da Silva; e - Brígida, a 8-4-1776 (ou Brizida de Faria) (ou Brizida Angélica) , casada com Simão Martins Ferreira. B ento de Faria Neves Júnior , casou-se

Eis o amor caridade, eis a Irmã Míriam Kolling.

À Irmã Míria T. Kolling: Não esqueçam o amor Eis o amor caridade , dom da eternidade Que na entrega da vida, na paz repartida se faz comunhão ! Deus é tudo em meu nada: sede e fome de amar! Por Jesus e Maria, Mãe Imaculada todo mundo a salvar! " Não esqueçam o amor ", Dom maior, muito além dos limites humanos do ser, Deus em nós, entrega total! Não se nasce sem dor, por amor assumida: Nada resta ao final do caminho da vida a não ser o amor . Próximo artigo: Até breve, Maria Leopoldina Fiorentini. Artigo anterior: Os Juqueiras, Evando Pazini e a fazenda da Lage