João Dias de Quadros Aranha e dona Cândida.

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Antiga foto de João Dias de Quadros Aranha, dona Cândida Francelina de Oliveira, e seu filho.

Próxima imagem: Muro de pedra do moinho da fazenda Caxambu.
Imagem anterior: Augusta Dias de Oliveira, mãe de Ary Silva.

Comentários

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Jesuína Cândida de Oliveira (Anuário Genealógico Brasileiro, vol.VI - 1944 - São Paulo, p.110), filha de João Crisóstomo da Silva Bueno e Luisa Ludovina de Jesus (Dias de Oliveira), foi casada em primeiras núpcias com seu primo Francisco Dias Pereira, filho de Francisco Antonio Pereira e Francisca Francelina de Oliveira, irmã de Luisa Ludovina de Jesus.
João Dias de Quadros Aranha, irmão inteiro de Antonio Dias Pereira de Oliveira, de Saturnino Dias Pereira de Oliveira e de Francisca Cândida de Oliveira, é filho do primeiro casamento de JESUINA CÂNDIDA DE OLIVEIRA.
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O irmão de João Dias de Quadros Aranha, Antonio Dias Pereira de Oliveira, casado com dona Teodolina Eulália de Carvalho, filha de Alípio José Teixeira de Carvalho, casado em Lavras, a 22.09.1827, com Áurea Maria da Silva, natural de Três Pontas, filha natural de Francisca Maria de Jesus e do Tenente-Coronel José Pereira da Silva Guimarães, natural de Portugal, foi fabriqueiro da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, do Carmo da Cachoeira, Sul de Minas Gerais, a partir de 20 de abril de 1876.
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Vamos ouvir o que o pesquisador e genealogista ARY SILVA tem a nos dizer sobre a descendência de JOÃO DIAS DE QUADROS ARANHA.
"Foi casado três vezes:
- Em primeiras núpcias com Cândida Francelina de Oliveira, filha do coronel Joaquim Francisco da Costa e Teresa Maria de Oliveira (irmã de Francisco Dias Pereira, primeiro esposo de dona Jesuína); n.p. de Francisco José da Costa e Francisca de Paula Maria da Anunciação;
- Em segundas núpcias com Ana Delminda de Oliveira, filha de José Ferreira de Oliveira Rezende e Maria Rodrigues Alvarenga, filha de Paulo José Rodrigues e Ana Moreira de Alvarenga; n.p. de José Dias de Oliveira e Umbelina Eufrosina de Rezende;
- Em terceiras núpcias com Donatila Eudóxia de Oliveira, viúva de Francisco Machado Gotijo, c.s.)filha de Antonio Joaquim Pedroso e Maria Umbelina de Jesus.

Filhos do primeiro matrimônio:

- Celina Dias de Oliveira, casada com Antonio Modesto de Sousa, filho de Francisco Modesto de Sousa e Maria Cândida de Jesus; n.m. Francisco de Pádua e Ana Teresa da Silva; bn.m. de Carlos José de Oliveira, que a 15-IX-1819, casou com Antonia Maria de Oliveira, batizada 26-VII-1797, filha de Antonio de Pádua da Silva Leite, que a 13-VII-1796, casou com Ana Maria de Oliveira, n. 1776, filha do Capitão José Maria de Moura, natural de Sorocaba, que a 28-X-1767, casou com Genoveva Maria de Oliveira, filha de Francisco Mendes Carneiro e Josefa Maria de Oliveira; por Carlos José de Oliveira, terneta de José Manoel , em segundas núpcias com Brígida Ângela de Toledo. (Silva Leme, vol.I, p.48). Também denominada Brígida Antonia da Silva.

Celina Dias de Oliveira e Antonio Modesto de Sousa, deixaram (p.111, ARY SILVA - Árvore Genealógica DIAS DE OLIVEIRA - BUENO):

- José Modesto Sobrinho, n. 21-IX; bat em Perdões, a 5-X-1887, Livro 3, pg.92; e a 8VII-1911, casado com Norbertina Moreira de Andrade, filha de Francisco Joaquim de Andrade e Ana Bárbara de Jesus, filha de João Caetano Pereira e Maria Bárbara de Jesus; n.p. de Francisco Moreira de Andrade e Isabel Francisca Alves;

- Ester Dias de Sousa, casada com José Francisco de Carvalho, filho de Manuel Antonio de Sousa e Maria das Dores de São José, n.p. de Antonio Ribeiro de Carvalho e Francisca Cândida de Carvalho; bn.p. de José Ribeiro do Vale e Maria Antonia Duarte;

- Maria Dias de Sousa, casada com Francisco Modesto Filho, filho de outro do mesmo nome, que a 1-X-1885, casou com Augusta Rosalina de Azevedo, filha do capitão Francisco de Paula Alves de Azevedo e Blandina Esmeraldina de Andrade, filha de Antonio Machado e Azevedo e Lucinda Emília de Andrade; n.p. do coronel Tomáz de Aquino Alves de Azevedo, n. 11-III-1787, e fal. 2-XII-1864; a 30-XI-1809, casou com Ana Joaquina de Oliveira, n.20-X-1788 e fal. 14-XII-1848, filha do alferes Francisco Gonçalves Pero, que a ll de outubro de 1779, em Lavras, livro 2, p.120, casou com Isabel Maria de Oliveira; por esta, terneta do capitão-mor CAETANO FERNANDES PENA e Ana Felipe Santiago;
- João Modesto de Sousa, casado com Augusta Rosalina de Azevedo, irmã de Francisco Modesto Filho.
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ARY SILVA, diz:

PESQUISAS GENEALÓGICA:

(Pg.39-754) - Pg.187 - 05.10.1853 - Perdões - Oratório do Tenente JOSÉ DIAS FERRAZ DA LUZ, matrimônio de José Teófilo de MORAIS SALGADO com dona Francisca Cândida de Oliveira, filha de dona JESUÍNA CÂNDIDA DE OLIVEIRA e Francisco Dias Ferreira. (com licença para um desabafo)

ONDE ESTARÃO OS DOCUMENTOS DE MANOEL ANTONIO RATES E MARIA DA COSTA MORAES. MANOEL FOI O PRIMEIRO MORADOR DO SÍTIO DA CACHOEIRA, NO RIBEIRÃO DO CARMO do Distrito do Carmo da Boa Vista, das Lavras do Funil, nos idos anos de 1770. A CACHOEIRA DOS "DE RATTES", NO BRASIL COLONIAL. Por onde andarão arquivados documentos tão importantes para nós ... ? Onde ...? Onde ... ? Onde ...?

(depois do desabafo e, continuando com ARY SILVA ...)
(Pg.11.278) - 14.03.1775 - Pg.53 - Cap. N.S. Conceição do Rosário da Cachoeira, Tomé, filho de Francisco Inácio Botelho e Maria Tereza de Araújo Menezes, batizado pelo Rvdo. Alexandre Carlos Salgado e foram padrinhos: FRUTUOSO DIAS DE OLIVEIRA e JOANA BATISTA BUENO, casada com o capitão DIOGO BUENO DA FONSECA.

Ermida de São Bernardo (pg.135) do Macaia, da Aplicação de São Gonçalo de Ibituruna, filial desta Matriz do Pilar. Em 03.10.1804, matrimônio de JOÃO CRISÓSTOMO DA FONSECA BUENO e REGINALDA MARIA DA SILVA, (Godoy), bat. na Vila de Sorocaba, bispado de São Paulo, com Luiza Ludovina de Jesus, filha legítima do capitão Frutuoso Dias de Oliveira e Thereza Maria de Jesus.
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Manoel Antonio Rates deveria ter por volta de 10 anos(?, que pena que não encontramos dados que nos confirme esta informação), quando na PARAGEM chamada, "O Sítio da Santa Cruz" foi inventariado Pedro de Almeida e Oliveira. Mons. Lefort deixou vários alertas, que os pesquisadores, ao visitar sua sala no Museu em Campanha, encontram. Diz ele: Não confundam: toda vez que se ver o termo "CACHOEIRA" em registros paroquiais desta região antes, ou por volta de 1730, saibam que a referência é a Cachoeira em Rosário de Lavras. Foi destas paragens, que o primeiro morador da Cachoeira dos Rates, situada no Ribeirão do Carmo, procedeu.
No inventário de Pedro de Almeida de Oliveira, sargento-mor, falecido em 1747 e inventariado por sua viúva, Maria da Conceição, falecida em 1787, pode-se ler o seguinte:

PARAGEM CHAMADA O SÍTIO DA CACHOEIRA DA SANTA CRUZ.
aplicação da Capela de Nossa Senhora do Rosário da Freguesia de Santana das Lavras do Funil. Termo da Vila de São José del Rei. Minas. Comarca do Rio das Mortes.

Será que este pessoal conheceu os pais, ou os sogros de MANOEL ANTONIO RATES? Será...? será...? será...?
Qual a relação existente entre eles? Qual...? qual...? qual...?

Cf.: Projeto Compartilhar

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