Pular para o conteúdo principal

Os anjos barrocos da ermida da fazenda da Serra.

Encabeçando aos Garcia e Figueiredo. Na fazenda da Serra encontramos Felícia Constância de Figueiredo, a Felícia da Serra, também filha de Dona Inocência da fazenda Pouso Alegre.

Foto: Evando Pazini - Arte: TS Bovaris

Próxima imagem: Flôres campestres em imagem da fz. do Lobo.
Imagem anterior: Crianças em evento cultural em Minas Gerais.

Comentários

projeto partilha disse…
A Programação para este 13 de maio. Comunidade Paroquial São Pedro de Rates, Paróquia de Nossa Senhora do Carmo. Carmo da Cachoeira - Minas Gerais. Pároco: Pe. André Luiz da Cruz.

18:00h - Bênção da Imagem de Nossa Senhora de Fátima, em comemoração ao primeiro dia da aparição da Virgem aos Três Pastorinhos - Portugal. Convite ao lado, nesta mesma página;

a seguir:

18:30h - Missa do Quilombo Gondu. Comunidade Paroquial São Pedro de Rates, guardiões do "Santuário" Mãe Rainha, Carmo da Cachoeira.
projeto partilha disse…
José Ferreira Vila Nova, filho dos portugueses, naturais da freguesia de Santa Marinha da Vila Nova, Margarida Ferreira e do capitão Manoel Nogueira, já era falecido em 28-05-1781, conforme o testamento de seu irmão, Pe. Bento Ferreira, Museu Regional São João del Rei - ano de 1784, "declaro que também não tenho herdeiro nenhum outro mais de que dona Maria Bernarda Angélica de São José, filha legítima de meus falecido irmão o coronel José Ferreira Vila Nova.".
O cel José Ferreira Vila Nova, da Freguesia de São José, juntamente com Rita Bustamante Sá, mulher do capitão-mor de São João del Rei, Manoel Antunes Nogueira, "todos desta Matriz de Nossa Senhora do Pilar, Vila de São João del Rei, MENOS O PADRINHO, o cel José Ferreira Vila Nova", que batizou a Maria, em 28-10-1773, filha do capitão Braz Alves Antunes e de dona Luciana Clara de Santa Rosa. Conferir: Projeto Compartilhar. Pe. Joaquim José Alves - Windows Internet Explorer.
Da mesma local de origem de José Ferreira Vila Nova é a família de Manoel Inácio de Faria, filho de Pedro Garcia e Maria de Faria. Os filhos de Manoel e Mariana Felícia foram tutelados por Brás Lopes da Costa.
Outra família da mesma região é a de José Borges Campos, pai de Joaquim Borges Campos, casado em 1815 com Rita Cândida de Jesus, filha única da viúva de Francisco Xavier de Mesquita, Silvéria Maria Pedrosa (ou Freire) e seu segundo marido, Francisco Ferreira de Souza. CF. Paschoa Correa de Aguiar e sua mulher Margarida de Oliveira Soares, povoadores de Barbacena.
José Ferreira Vila Nova era filho de Margarida Ferreira e do capitão Manoel Nogueira, e casado com Joana Evangelista de Almeida, filha de José Garcia da Costa e Bernarda Maria de Almeida. Conferir: Projeto Compartilhar - Bernarda Maria de Almeida.
projeto partilha disse…
Documento transcrito por Edriana Aparecida Nolasco no primeiro semestre do ano de 2008, a pedido do Projeto Partilha.

Tipo de documento - Inventário.
Ano - 1774 Caixa - 166
Inventariada - Maria da Costa de Morais
Inventariante - Ana Álvares Antunes
Local - São João del Rei.

Fl.01
Inventário dos bens que ficaram da falecida Maria da Costa de Morais. Inventariante sua filha na Álvares Antunes
data - 21 de março de 1774.
Local - Vila de São João del Rei, Minas e Comarca do Rio das Mortes.

Fl. 01v
Declarou a mesma Inventariante que a Inventariada sua mãe era solteira e que falecera em dezoito de janeiro do presente ano de mil setecentos e setenta e quatro e que fizera testamento (...).

Fl. 04
Filhos:
01 - Ana Álvares Antunes, casada com MANOEL PINTO NEVES, (hoje viúva);

02 Antônio de idade pouco mais ou menos de dezesseis amos;

03 - Maria de idade de quatorze anos pouco mais ou menos;

04 - José de idade de nove anos pouco mais ou menos.

Fl.09
TESTAMENTO

Em nome de Deus UNO e TRINO em que creio e em cuja Lei protesto morrer e viver, eu Maria da Costa estando em meu perfeito juízo e doente de cama certa que irei morrer e incerta o dia e hora quero fazer meu testamento na forma seguinte:
(...)
Peço e rogo ao senhor Manoel de Souza Pires; Domingos Fernandes Gomes; a Manoel Fernandes Gomes; e ao capitão Joaquim do Espírito Santo que por serviço de Deus e por me fazerem mercê queiram aceitar serem meus testamenteiros (...)
Declaro que sou natural desta Freguesia de Nossa Senhora do Pilar e nela fui batizada e que sou filha natural de ROSA DE MORAIS, já defunta.
Ordeno a meu testamenteiro que o meu corpo seja amortalhado em um lençol e sepultado na Igreja Matriz (...).
Declaro que sou solteira e que nunca fui casada e que tenho quatro filhos a saber: Antônio José da Silva Lapa, filho do alferes Antônio José da Silva Lapa; outro por nome José Joaquim da Costa, filho de Manoel da Costa Gouveia; Capitão-mor, um sobrinho; Ana Alves Antunes, filha do capitão Brás Alves Antunes, do tempo de solteiro; Maria Vieira dos Anjos, filha de Jerônimo Vieira de Abreu.
(...)
Declaro que uma crioula por nome Ana Maria é da minha filha Ana Alves Antunes que lhe deu seu pai.
Declaro que um moleque por nome Antônio é da mesma minha filha Maria Vieira que lhe deu seu pai.
(...)
Instituo por meus legítimos herdeiros a meus filhos já nomeados nas duas partes depois depois pagas as minhas dívidas
(...)
E da minha terça, caso chegue meu Testamenteiro dará a minha sobrinha por nome Rosa Maria Dias filha de minha irmã Francisca Dias, mulher de Francisco das Chagas, trinta oitavas as quais lhe darão depois de grande (...).
Declaro que depois das dívidas pagas se darão a minha filha Ana três escravos por nomes: Gracia, João crioulo e Maria crioula, isto não prejudicando aos mais herdeiros .
(...)
Declaro que tenho empenhado na mão de Manoel José Ferroso um caxilho de ouro que pesa quatorze oitavas (...).
(...)
(...) roguei a Ventura Correa Garcia que este a meu rogo fizesse e como testemunha assinasse (...)

Vila de São João del Rei
21 de setembro de 1773
Maria da Costa de Morais.

ABERTURA
Aos dezoito dias do mês de janeiro do ano de mil setecentos e setenta e quatro (...) foi aberto este testamento com que faleceu a testadora Maria da Costa de Morais (...)

Monte-mor - 613$925

Fl.38
Auto de Contas
Data - 10 de março de 1778
Local - Vila de São João del Rei
Tutor - Ilegível

Dos órfãos:
O órfão Antônio terá de idade dezenove anos para vinte anos pouco mais ou menos - aprendendo o ofício de sapateiro;

A órfã Maria terá de idade ao presente dezessete para dezoito anos e por ordem de seu pai Jerônimo Vieira de Abreu foi para a casa da viúva de Pedro Xavier de Gouveia assistente na cidade de Mariana;

O órfão José terá de idade ao presente treze para quatorze anos, sabe ler e escrever assistente na mesma cidade de Mariana, no estado de solteiro.

Fl.65
Diz Maria Vieira órfã que ficou de Maria da Costa de Morais que se acha emancipada (...) com vinte e dois anos de idade (...).

Fl.71
PROCURAÇÃO
Data - 22 de novembro de 1781
Local - cidade do Rio de Janeiro
Que faz - Maria Vieira, moradora nesta cidade do Rio de Janeiro (filha da Inventariada Maria da Costa de Morais)
Procuradores nomeados - Domingos Ferreira Gomes; Manoel Fernandes (...)

Fl.76
Diz o alferes Antônio José da Silva Lapa herdeiro que ficou da falecida Maria da Costa de Morais que ele se acha emancipado (...)

Fl88
Auto de Contas
Data - 03 de setembro de 1785
Local - Vila de São João del Rei
Tutor - Manoel de Souza Dinis

DOS ÓRFÃOS:
O órfão José se achava na cidade de Mariana no estado de solteiro e que vive de seu ofício de sapateiro na companhia de seus padrinhos com bom procedimento e que terá a idade de vinte anos.
Diz Gonçalo Ferreira de Freitas que Maria da Costa parda forro, lhe ficou devendo cinco oitavas de ouro (...).

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Diácono Romário - Ordenação Presbiterial

 A Diocese de Januária, minha família e eu, Diácono Romário de Souza Lima temos a grata satisfação de convidar você e sua família para participarem da Solene Celebração Eucarística, na qual serei ordenado sacerdote pela imposição das mãos e Oração Consecratória do Exmo. Revmo. Dom José Moreira da Silva, bispo diocesano, para o serviço de Deus e do seu povo. Dia 18 de maio de 2022. às 19h, na Catedral Nossa Senhora das Dores em Januária - MG Primeiras Missas 19 de maio às 19hs na Catedral Nª Srª das Dores 20 de maio às 19hs na  Comunidade Santa Terezinha de Januária 21 de maio às 19hs na Comunidade Divino Espírito Santo em Januária Contatos: (38) 99986-6552 e martimdm1@gmail.com Reflexão: João 21, 15 - Disse Jesus a Pedro: "Apascenta meus Cordeiros" Texto de Gledes  D' Aparecida Reis Geovanini O cordeiro é o filhote da ovelha. É conhecido como dócil, manso, obediente. É o símbolo da obediência e submissão. Apascentar refere-se a alimentar, cuidar, proteger e orientar, fu

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

Leonor Rizzi - Biografia

I tu , uma estância turística do Estado de São Paulo , viu nascer em 2 de fevereiro de 1944 a professora e genealogista Leonor Rizzi, uma descendente de imigrantes italianos da região de Gênova , cujos pais foram o ferroviário Diniz Rizzi e a costureira Malvina Demarqui Rizzi . E studou no tradicional Collégio Nossa Senhora do Patrocínio , sob os cuidados das Irmãs de São José de Chambéry ¹ . Aquele local , assim como boa parte de sua terra natal, é constituída de antigos monumentos arquitetônicos oitocentistas. Sendo também catecista e " filha de Maria ". C asou-se em 1964 com o professor Wagner Pereira da Mota e mudaram-se para a cidade de São Paulo em busca de melhores oportunidades de emprego. Lá ela ingressou no magistério público municipal, lecionando em diversos bairros da capital paulista, mas foi principalmente na década de setenta no bairro de Pirituba, no Paque Infantil Piritubinha ² , que desenvolveu uma metodologia de ensino própria que deu origem a obra &quo

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Paulo Naves dos Reis Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas. Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Corpus Christi em Carmo da Cachoeira 2022

 A Comunidade São Pedro de Rates na Solenidade de Corpus Chisti Celebrando Corpus Christi a Comunidade São Pedro de Rates participou da confecção dos tapetes coloridos nas ruas de Carmo da Cachoeira para a passagem de Jesus Eucarístico pela procissão de Corpus Christi juntamente com toda a Paróquia Nossa Senhora do Carmo. Figuras da Sagrada Eucaristia, Divino Espírito Santo, do Cálice da Ceia e demais motivos eucarísticos embelezam as vias graças aos voluntários das diversas comunidades urbanas e rurais da Paróquia Nossa Senhora do Carmo na Diocese da Campanha em Minas Gerais. Celebrando a festa de Jesus presente na Eucaristia, sobretudo fazendo memória à Quinta-Feira Santa e o início da Eucaristia, no Pão e no Vinho, este dia nos remete uma verdadeira gratidão que nós cristãos devemos ter pelo grande mistério da morte e ressurreição de Cristo, Nosso Senhor. Ao desenhar símbolos religiosos nas ruas cachoeirenses, o povo se une em torno da arte e fé.  Simbolicamente retira a intermediaç

Cemitério dos Escravos de Carmo da Cachoeira

Ativistas culturais preservam nossa memória histórica Fernão Dias Paes Leme  corajosamente embora velho, atendendo ao apelo de seu rei, juntou seus índios agregados e com os seus dois filhos, com seu genro, e alguns amigos que acreditaram nele, partiu de São Paulo chefiando a maior bandeira paulista, entrando no sertão em busca da Lagoa Encantada onde estariam as tão sonhadas esmeraldas. Nesta louca aventura, o Governador das Esmeraldas foi plantando roças e deixando atrás de si “pousos”, para que outros bandeirantes pudessem sobreviver na impiedosa selva pontilhada de perigos. O sertão do Campo Grande estava localizado no trajeto dos bandeirantes quando, em 1739 , Marta Amato encontrou informações de que pertenciam a Carrancas (Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Carrancas ) dois cemitérios que pertenciam a essa freguesia, na Comarca do Rio das Mortes : cemitério do Campo Belo e cemitério do Deserto Dourado (hoje São Bento Abade ) . Segundo Tarcísio José Martins (1995, 1ª