Pular para o conteúdo principal

Pharmácia N. Sra. do Carmo em Minas Gerais.

O farmacêutico Luiz Galvão Corrêa, tem ainda o prédio da Farmácia Nossa Senhora do Carmo, por ele implantada, em perfeitas condições. Situada na Praça do Carmo, mais exatamente, na Rua Dom Inocêncio, se distancia, em apenas duas residências da Casa Paroquial.

No ano de 2003 a Pharmácia Nossa Senhora do Carmo, nome dado em homenagem a padroeira da cidade, completava 100 anos e, para comemorar a família distribuiu calendários para cidadãos cachoeirenses.

Quando inaugurou a botica em 1903, o jovem Luiz Galvão já havia retornado a Portugal em companhia de seus pais. O acontecimento se deu quando ele tinha dois anos. Ficou por lá até os dezessete anos, retornando ao Brasil com a mãe, já viúva. Tinha como irmãos, a Helena, a Lídia e o Carlos. Luiz e Carlos eram ferroviários, na função de telegrafista. Desempenhavam a função em Cruzeiro, Estado de São Paulo, junto a Estrada de Ferro local.

Luiz Corrêa Galvão, depois de anos nesta unidade, foi transferido para o Município de Varginha. Aí conheceu Gabriela Carvalho (Sá Biela), nascida em Campanha da Princesa, Minas Gerais. Luiz e Biela tiveram vários filhos, entre eles o Galvãozinho, nascido em Carmo da Cachoeira em 1905. Galvãozinho foi casado em primeiras núpcias com Conceição Reis, nascida na mesma cidade no ano de 1910 e falecida em 1934. Conceição era irmã de Naninha, (Ana Reis ou Anna) , mãe de nossa querida dona Zilah, a Zilá do Percy, família ligada a Fazenda do Morro Grande, de Antônio Marciano dos Reis e sua esposa e sobrinha Genoveva Cândida Garcia, filha de João Garcia Figueiredo e de Joaquina Cândida. Antônio Marciano é descendente de João Damasceno Branquinho e de dona Joaquina Antônia da Silva, através de dona Maria Cândida Branquinho dos Reis, falecida em 1896. Maria Cândida e Antônio dos Reis Silva (Reis e Silva) foram os pais de Joaquina Cândida, casada com João Garcia Figueiredo, pais de Genoveva Cândida, nascida em 1884 e casada com Antônio Marciano dos Reis, nascido em 1868 e falecido em 1918.


Comentários

projeto partilha disse…
Vejam o desenho no alta da página. É a representação da Praça do Carmo. Obra de arte do artista plástico Maurício José Nascimento. A primeira casa a direita de quem olha é a Pharmácia Nossa Senhora do Carmo. Ela continua lá como testemunha viva da história de Carmo da Cachoeira e de Sô Luiz.
projeto partilha disse…
Trecho de uma obra de autor desconhecido. Caso alguém tenha conhecimento de seu nome, por favor notifique o administrador destas páginas. Gratidão e Luz a todos.

Em oferta a todas as mulheres do Planeta Terra que, de uma forma ou de outra, geraram filhos em corpos físicos e ou os alimentam, através do culto do saber, do conhecimento, da iluminação interior, motivo único da presença humana neste Planeta Divino, ora Consagrado. Um DIA DAS MÃES CHEIO DE PAZ DE HARMONIA A TODOS - MÃES E FILHOS DA CRIAÇÃO.

"Nesse dia, a luz se fez íntegra na Terra. Centenas de pessoas ouvem sua voz e deixam-se trespassar por verdades que consolam, mas instigam para a luta; por verdades que falam de perdão, mas não esquecem a ação; por verdades que falam de luz, mas desvelam a escuridão; por verdades que falam de amor, mas não escondem o ódio e o egoísmo do mundo.
Seres da Natureza, anjos de diferentes cores e hierarquias, todos transmitem a sua alegria de existir e se fazem ouvir no grande coração de Jesus Cristo. Tudo tem som e cor e ele a tudo vê. E então, embriagado por toda aquela beleza, abre os seus braços, fecha os olhos e deixa-se inundar pelo perfume do ar, pelo calor do sol. Olha o céu azul e permite que a paz o invada, olha para as montanhas entre vales e regozija-se com a vida, senti em si o palpitar do Coração Criador. Olhando a todos e a cada um, canta a música de todo o seu ser, tocando as cordas sensíveis de cada coração:

BEM-AVENTURADA A VIDA.
Bem-aventurado o AMOR.
Bem-aventurados a TERRA e o CÉU unidos no AMOR.
Bem-aventurados sois vós, filhos da TERRA, que deixais o coração voar para serdes também filhos do CÉU.
Bem-aventurado é DEUS, pois ele É.
Bem-aventurados somos nós, pois somos deuses.
Bem-aventurada a VIDA CRIADORA de todas as maravilhas do CÉU e da TERRA.
Bem-aventurados sois vós, cuja tristeza se deixa consolar.
Bem-aventurados sois vós, cuja solidão encontra companhia.
Bem-aventurados sois vós, cujo cansaço encontra repouso.
Bem-aventurados sois vós, cuja mansidão possuirá a TERRA.
Bem-aventurados vossa sede e vossa fome de VERDADE e de JUSTIÇA, pois será saciada.
Bem-aventurados vossos olhos que se embebem das belezas da CRIAÇÃO.
Bem-aventurados vossos ouvidos que escutam a sinfonia cósmica.
Bem-aventurada vossa boca que bebe da FONTE.
Bem-aventurada a FÉ que determina a AÇÃO para a conquista.
Bem-aventurados somos nesse momento de oração.
Bem-aventurados somos, por penetrar as portas abertas do REINO.
Bem-aventurada essa montanha que guardará em cada recanto seu, para toda a eternidade, esse momento de fusão no AMOR.

A LEI do REINO é a LEI da TROCA, portanto:

CONSTRUÍ E TEREIS UM NOVO MUNDO.
Mais do que tudo, AMAI O VOSSO SEMELHANTE, assim como o PAI que está no CÉU VOS AMA.
Para que o REINO seja na Terra, o amor deverá estar presente em CADA ATO HUMANO(...).
Bem-aventurados os que crêem na luz do próprio coração e a deixam fluir, tocando outros corações.
Bem-aventurados os sentimentos amorosos que afastam a tristeza e toda energia perversa destruidora do homem.
Bem-aventurados os braços de DEUS que se estendem para acolher carinhosamente os homens.

TROCAI o ÓDIO pelo AMOR, pois quanto mais ódio, mais ódio, quanto mais amor, mais amor. Dai e recebereis, pois quanto mais miséria, mais miséria. Plantai, plantai sempre, pois quanto mais a terra for estéril, mais estéril ela será. O alimento da terra são os seus próprios frutos que nela semeiam mais vida".

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

O distrito de São Pedro de Rates em Guaçuí-ES..

Localizado no Estado do Espírito Santo . A sede do distrito é Guaçuí e sua história diz: “ ... procedentes de Minas Gerais, os desbravadores da região comandados pelo capitão-mor Manoel José Esteves Lima, ultrapassaram os contrafortes da serra do Caparão , de norte para sul e promoveram a instalação de uma povoação, às margens do rio do Veado, início do século XIX ”.

A família Faria no Sul de Minas Gerais.

Trecho da obra de Otávio J. Alvarenga : - TERRA DOS COQUEIROS (Reminiscências) - A família Faria tem aqui raiz mais afastada na pessoa do capitão Bento de Faria Neves , o velho. Era natural da Freguesia de São Miguel, termo de Bastos, do Arcebispado de Braga (Portugal). Filho de Antônio de Faria e de Maria da Mota. Casou-se com Ana Maria de Oliveira que era natural de São João del-Rei, e filha de Antônio Rodrigues do Prado e de Francisca Cordeiro de Lima. Levou esse casal à pia batismal, em Lavras , os seguintes filhos: - Maria Theresa de Faria, casada com José Ferreira de Brito; - Francisco José de Faria, a 21-9-1765; - Ana Jacinta de Faria, casada com Francisco Afonso da Rosa; - João de Faria, a 24-8-1767; - Amaro de Faria, a 24-6-1771; - Bento de Faria de Neves Júnior, a 27-3-1769; - Thereza Maria, casada com Francisco Pereira da Silva; e - Brígida, a 8-4-1776 (ou Brizida de Faria) (ou Brizida Angélica) , casada com Simão Martins Ferreira. B ento de Faria Neves Júnior , casou-se