Seu Cici, um amante da natureza.

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Comentários

leonor rizzi disse…
Sr. Cici morou na Estiva, fazenda oriunda de desmembramento da Fazenda das Abelhas. Casou-se na Família Naves/Rezende. Filho de Américo Dias de Oliveira,ancestral da FAMÍLIA DA MARIA DO OMAR, através de seu marido, "Dias de Oliveira". A propriedade da família é, neste ano de 2008, um dos patrimônios culturais da cidade. Na última sexta-feira, quando estive na casa, em função de clarear algumas dúvidas com a MARIA DO OMAR, chegou uma professor com seu grupo de alunos para visitar a casa. Parabéns professora! Você é uma das profissionais da cidade envolvidas neste movimento preservacionista. É respeitosa e compromissada com nossas origens.
Projeto Partilha. disse…
Aproveitando o espaço em que foi citado AMÉRICO DIAS DE OLIVEIRA, o Projeto Partilha repassa uma informação que recebeu, e repassa também a pergunda nela contida. É a seguinte: "Daria para nos informar sobre a viúva EDWIGES CANDIDA DINIZ?". Nossa pergunta se faz tendo em vista um dado encontrado nos guardados antigos de nossa família. Não sabemos, no entanto, quem é seu marido. O projeto sabe? Não, o Projeto não tem este dado e repasso-o, aguardando que algum internauta detenha a informação.
"Escriptura de compra que entre si fazem EDWIGES CANDIDA DINIZ - viúva e Francisco Mendes de Oliveira". O documento está datado de 21/09/1928 e cita o districto do Carmo da Cachoeira - MG. Diz que dona EDWIGES era moradora em NEPOMUCENO, e por não saber ler e escrever, assinou por ela arrogo AUGUSTO LUIZ PADILHA. O procurador aí foi JOSÉ BAPTISTA DE SANTA´ANA. "Casa confrontando com AMÉRICO DIAS DE OLIVEIRA por outro com a Camara Municipal e pela frente com a Rua Parochial. Bens adquiridos aos sucessores de MARCIANO FLORENCIO PEREIRA.
O que o Projeto sabe é que a referida casa é um patrimônio que está em mãos, ainda hoje da mesma família. É um PATROMÔNIO e a família cuida dele com excessivo zelo e amor. É lindíssima, uma das relíquias da cidade. Foi nesta acasa que o Pe. Godinho escreveu a música adaptada para registrar os 150 anos da FREGUESIA DE NOSSA SENHORA DO CARMO. A letra, escrita pelos 100 anos teve interpretação de Jovâne, Jobinho e Tiãozinho. A casa que o documento lado, é a que leonor se refere no comentário anterior e que estava sendo visitada pelo grupo de alunos da cidade.
Fica aí a pergunta lançada. Quem souber ... ... ...
saudosista agradecida disse…
Seu Cici todos os meses levava frutas para mim. Fui funcionária da cooperativa e ele me ofertava o regalo. Dizia: Lá na Estiva, todos os meses, pode ir e ver, tem 4 qualidades de fruta. Cuido de cada pé que existe com muito amor. O pessoal até implica comigo. Se escuto no Globo Rural o nome de uma fruta que não tenho, corro atrás. Quando encosta um caminhão na praça, lá estou eu junto dele. Vou deixar muita coisa para que os animais, aves, meus netos e os que por minha casa passarem no futuro possam refastelazar-se.
Juca Silvestre disse…
Vi muitas vezes seu Cici indo lá pelos lados da Chácara do seu Zé Avelar. Eles conversavam, conversavam. Tudo sobre árvores, frutas, natureza. Entendiam-se, por falarem a mesma linguagem, o assunto era só natureza e como ajudar as plantas.
leonor rizzi disse…
Cachoeira é muito privilegiada. Existem os que amam sua natureza e não tem vergonha de ficarem marcados como retrógrados. Sem medo enfrentam ou enfrentaram os depredadores do meio ambiente. Sr. Cici, Sr. José Avelar e Sr. Aureliano Chaves e família.

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