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Cônego Manoel Francisco Maciel e a rainha do centenário.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Comentários

Anônimo disse…
Aproveitando o que se apresenta neste espaço - o de apresentação da história da cidade através de fotos, vamos relatar dados sobre registro que se fez, por ocasião do Sesquicentenário da Paróquia.

EVANDO PAZZINI - UM OLHAR QUE ETERNIZOU UMA ÉPOCA EM CACHOEIRA.

O GAPA CULTURAL pensou em colaborar com as festividades comemorativas dos 15o anos da Paroquia, na cidade onde estava sediado, CARMO DA CACHOEIRA - MG, no sul de Minas Gerais. Com a idéia de registrar pontos de religiosidade presentes nas zonas rural e urbana, um colaborador do grupo e Evando, com câmara fotográfica e filmadora se puseram em campo. Foram centenas de registros. Uma cobertura completa do assunto e fazendo parte do arquivo do PROJETO PARTILHA. Hoje, um ano após os eventos comemorativos do SESQUICENTENÁRIO, revendo a produção surge o que poderíamos chamar de revelação. O conjunto das imagens mostram-se mágicas. Percebe-se que o fotógrafo retratista EVANDO PAZZINI conseguiu mostrar, através das lentes de sua câmara algo muito mais profundo que o registro de uma época, mostrou-as em sua essência. Captação da essência é um território visitado por poucos. Fica no MUNDO DAS IDÉIAS, e segundo Patão, a idéia precede o que existe no MUNDO REAL. Captar a essência de um momento envolve sensibilidade. Sensibilidade é ARTE. O ano do SESQUICENTENÁRIO DA PARÓQUIA foi o ano de elevação da arte no território SOB O MANTO DA MÃE PROTETORA, conforme Maria Antonietta de Rezende fala no HINO A CARMO DA CACHOEIRA. IMAGENS, ARTE, arte e imagens, ... ... ..., do mundo real, do mundo das ideias.
Arte, o que pode ser considerado como uma arte? Olhando a foto feita por EVANDO PAZZINI, num amanhecer do mês de julho muito frio, dada a geada da noite, Pe. André, fitando a imagem, voltou-se ao passado e lá ficou durante algum tempo. Olhou para Evando e disse: "tive um professor que dizia, 'se não houver palavras para descrever, saiba, você está diante de uma obra de arte. Ela contém símbolos indescritíveis, ela está tentando refletir um mundo, que palavras não alcançam. É um mundo mágico, irreal, onde só a sensibilidade consegue interpretar'. Eu não tenho palavras para definir o que vejo e sinto". Estávamos em pé, numa das ruas da cidade. Pe. André terminava de fazer seu programa, ALMOÇO COM O VIGÁRIO, levado ao ar pela Radio COMUNITÁRIA ESPERANÇA. Acompanhava a cena, mimosas flores cor de rosa de um pessegueiro, em sua época de florada. Através do relato a certeza de que EVANDO PAZZINI colocou nas imagens um timbre artístico. Confiram esta imagem. Ela está na capa do CD COMEMORATIVO que divulga 19 faixas de produções cachoeirenses.
Vamos buscar apoio em JO SANTANA, quando no texto, FOTOGRAFIA É ARTE? diz: "Quando tenho em mãos a cópia de uma fotografia, tenho a chance de trocar os meus olhos pelos olhos do fotógrafo para enxergar o mundo como este artista o vê: triste, colorido, pesado, preocupado, ou seja qual for a sua forma. Quando tenho uma cópia em mãos estou atrás da sensibilidade do artista sobretudo o que ele retrata".
Em sua forma expressiva e interpretativa da realidade, EVANDO PAZZINI volta-se constantemente para os seus 180 graus em circunferência. Ao olhar o álbum fotográfico gerado por suas reportagens, é comum encontrar registros de formas de nuvens presentes no momento de dada reportagem, carreira de formigas em atividade, pássaros presentes em ambientes externos e internos, como os do concerto de piano, levado na Igreja Matriz local e os abutres sobre a Estação do CERVO, laborioso trabalho de outras formigas quando da reportagem na FAZENDA DO CÓRREGO DAS PEDRAS, enfim, a natureza sempre completou e deu seu toque em todas as reportagens. Aí reside a criatividade do artista, sua sensibilidade artística. Ao interpretar a realidade através das lentes de Evando, desvenda-se algumas habilidades cognitivas, como a sua capacidade de identificar, comparar e associar. Desvenda-se também, através de suas produções a emoção que o acompanhava no momento do CLICK.
dentre as centenas de estímulos do ambiente, captou e revelou os que refletiam a paz, a tranquilidade, a harmonia, a interação. Longe dos conflitos, suas tomadas mostram o cuidado e a inteireza presentes no momento.
O Projeto Partilha rende homenagens a este artista cachoeirense que, com seu OLHAR e trabalho voluntário ETERNIZOU O SESQUICENTENÁRIO DA PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DO CARMO, em Carmo da Cachoeira, no sul de Minas Gerais, na que muitos a definem como: "O PARAÍSO É AQUI".
Anônimo disse…
Gostaria de poder colaborar no aniversário da cidade. Faço-o, através de uma antiga PROCURAÇÃO que faz parte dos arquivos particulares de minha família.

PROCURAÇÃO

Saibam quantos virem este público instrumento de poderes de procuração bastante que no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oito centos setenta e seis aos dizoitos dias do mez de setembro do dito anno neste Districto da Cachoeira do Carmo Termo da Cidade de Lavras, em caza de rezidencia de JOÃO BAPTISTA DE FIGUEIREDO eu Escrivão fui vindo e ahi comparecerão como outorgantes JOSÉ DA COSTA SILVA e sua mulher dona MARIA THEREZA DA COSTA, dona MARIA JACINTHA DE SOUZA e dona MARIANNA RUFINA DA COSTA, todos moradores da FREGUEZIA DOS TRÊS CORAÇÕES DO RIO VERDE e reconhecidos pelos próprios de que dou fé e por elles me foi dito em presença das testemunhas abaixo assignadas, constituindo por seos bastante procuradores na Freguesia dos Três Corações do Rio Verde a ANTONIO ESOLINO PEREIRA e na cidade da Campanha o Douctor JOAQUIM LIONEL ALVIM digo de JOAQUIM LIONEL DE REZENDE ALVIM, com poderes especiais cada um delles para assistir a conciliação por qual os outorgantes foram citados como herdeiros e sócios na FAZENDA DENOMINADA RETIRO E RIO DO PEIXE, aos quais procuradores concedem amplos e illimitados poderes, podendo seos procuradores, substabelecerem esta em um ou mais procuradores se julgarem nesseçario, e que tudo quanto pelos dito procuradores for feito e obrado hos avia por firme e valioso relevando do incargo de saptisfação que o direito obtorga e como assim disserão e outorgarão assignarão este instrumento, e por dona Mariana Rufina da Costa, não saber ler nem escrever assigna arogo desta CONSTANTINO JOSÉ DA SILVA com as testemunhas JOAQUIM BONIFÁCIO BAPTISTA e IGNÁCIO LOPES GUIMARÃES, depois de lhe cer lida por mim JOÃO BAPTISTA DA FONSECA, Escrivão da Subdelegacia de Paz que escrevi e assignei em publico. Em TESTEMUNHO DE VERDADE, João Baptista da Fonseca. Seguem as seguintes assinaturas: JOSÉ DA COSTA E SILVA; MARIA THERESA DA COSTA; MARIA JACINTA DE SOUSA; CONSTANTINO JOSÉ DA SILVA e as testemunhas: JOAQUIM BONIFÁCIO BAPTISTA e IGNÁCIO LOPES GUIMARÃES.
Anônimo disse…
"Dia 11 de outubro foi um dia lutuoso para o arraial, porque foi sepultado o Sr. ÁLVARO DIAS DE OLIVEIRA, de tradicional família cachoeirense e durante perto de 30 anos agente postal local. Apesar deste triste acontecimento, aquela data ficou também marcada em nossa história, porque, pela primeira vez os cachoeirenses viram um avião cruzar os céus do arraial. Era um teco-teco a serviço da revolução e que vinha fazer reconhecimento sobre o quartel do quarto Regimento de Cavalaria Divisionária sediado em Três Corações e que se mantinha fiel ao Governo Federal. Embora estivesse voando a grande altura, o piloto deve ter observado como o povo saía para as ruas, acenando para ele com panos vermelhos.
Ao sobrevoar Carmo da Cachoeira, o piloto atirou um pacote que, tocado pelo vento, foi cair bem longe, lá para os campos de São Marcos. Alguns meninos que saíram correndo, acompanhando o rumo que tomava o pacote, chegaram no momento exato em que ele tocava o solo. Pegaram-no e trouxera-no para o arraial, onde todos esperavam com ansiedade a volta dos garotos. Eram jornais da Capital Mineira e nos quais se encontravam notícias detalhadas da situação nacional.
Isto aconteceu no arraial, onde ninguém manifestou o menor temor; mas nas roças, correu por aqui que muita gente se escondeu até debaixo das camas à passagem do avião, enquanto lá na FAZENDA DA BOA VISTA o preto velho Belisário dizia profeticamente ao seu patrão JOÃO VILELA FIALHO:
-É sô cumpadre. Desta veis o guverno tá mesmo perdido. Passarinho do Getúlio Varga já tá voando aí ...
Não tornamos a ver o avião, nem dele tivemos qualquer notícia. Também poucos dias mais depois terminava a luta com a vitória da revolução e decorrido algum tempo, passava pela ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO COURO DO CERVO às dez horas da noite, um ESPECIAL DA REDE MINEIRA DE VIAÇÃO, conduzindo o CHEFE DO GOVERNO PROVISÓRIO DA REPÚBLICA. O povo para lá se deslocou com banda de música e foguetes, improvisando grande manifestação àquele que era, naqueles tempos, o ídolo do povo brasileiro: o Dr. Getúlio Dorneles Vargas.
Prof WANDERLEY FERREIRA DE REZENDE.

Saiba mais sobre o momento histórico do Brasil, na fala da Universidade Estadual de São Paulo - USP: REVISTA NOVOS RUMOS. N.34. AS REBELIÕES DE 1935. TEXTO DE MARLY DE A. G. VIANNA.
Cf. http://www.seed.pr.gov.br/portals/portal/usp ...
Anônimo disse…
COMPANHIA VIAÇÃO FERREA TRÊS PONTANA - A cidade se ressentia da falta de transporte. A expressiva produção cafeeira enfrentava problemas de escoamento, pois a exportação era feita por meio de carros de bois e, no primeiro quartel do século XX, os caminhões ainda eram uma raridade na região. Liderados por Azarias de Brito Sobrinho, Domingos Monteiro de Rezende e Theodósio Bandeira Campos, a população se arregimentou e foi constituída uma empresa, para a exploração de um ramal ferroviário, ligando a cidade à estação da ESPERA, Bairro rural às margens do Rio Verde, na barra do Ribeirão da Espera. Era conhecido desde os primórdios do Século XIX, com a denominação de Ajudá da Espera, segundo Cunha Matos, em sua obra "Coreografia Histórica da Província de Minas Gerais (1837), (vol.1 p.122 Ed. Itatiaia, 1981). Naquela época, havia lá 35 fogos e 292 almas. Foi um movimentado porto fluvial, onde pequenos barcos ancoravam, trazendo mercadorias para a cidade de Três Pontas e Pontal (Elói Mendes). Com a construção da Estrada de Ferro, ligando Três Corações a Tuiuti (atual Juréia) e fazendo conexão com a Estrada de Ferro Mogiana, perdeu sua expressão como porto, mas foi favorecida com a construção de uma estação ferroviária. Na época, por iniciativa de Francisco Garcia de Miranda e MANUEL PIEDADE RABELLO, foi construída uma estrada de rodagem ligando a cidade à ESTAÇÃO DA ESPERA, melhoramento que favoreceu exportação dos produtos agrícolas do município. Nesta época, a Estrada de Ferro Três-Pontana ainda não havia sido construída.
Na ESTAÇÃO DA ESPERA entroncamento com a ESTRADA DE FERRO MUZAMBINHO. Em 18 de maio de 1924,a linha férrea chegou à parada do "CORREGO DAS PEDRAS" (não confundam com outra fazenda do mesmo nome do município de Carmo da Cachoeira. Esta propriedade rural, próxima da antiga Usina Boa Vista, município de Três Pontas). Oficialmente o término das obras ocorreu em 30 de dezembro de 1924,com a emissão da primeira ação em nome do Presidente da Companhia. O material foi importado da Bélgica, por intermédio da "Brasil-Trading" e "Soares Sampaio".
Anônimo disse…
AEROVIAS.

Em 10 de janeiro de 1957,após a melhoria do campo de pouso, foram inauguradas várias linhas aéreas, ligando Três Pontas a São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Goiânia. Referidas linhas exploradas pelo I Consórcio Real-Aerovias Brasil, do qual um dos proprietários era Renato Bhering, falecido em um acidente aéreo. Tal Consórcio funcionou por algum tempo e encerrou sua atividades nesta cidade.
Anônimo disse…
Nossa família lhes oferta este mimo. A seriedade e desprendimento do blog é uma caixa de correspondência segura. Àqueles que sem pretensão outra, que não a cultura, merecem receber ricos presentes, como este, por exemplo. Leiam e utilizem para seus trabalhos.

PROCURAÇÃO

Saibam quantos virem esta publico instrumento de procuração que no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jezus Christo de mil oitocentos setenta e oito aos vinte e seis dias do mez de julho do dito anno nesta freguesia da Cachoeira do Carmo, Termo da Cidade de Lavras, em meu cartório compareceu perante mim Escrivão, como oltorgante dona RITA VICTALINA DE SOUZA, moradora desta mesma Freguezia reconhecida pela própria do que dou fé, e por ella me foi dito em presença das testemunhas abaixo assignadas, que por este publico instrumento e ma milhor forma de (?)nomeia e constitui por seu bastante procurador na cidade de Lavras a JOAQUIM JOSÉ DA SILVA com especialidade para (?) da testamentaria de seu finado marido Tenente Coronel JOSÉ FERNANDES AVELINO, visto não poder em razão de seu estado cumprí-lo devidamente passando ao segundo nomiado testamenteiro o mandato e bem assim concede ao mesmo segundo testamenteiro todos os poderes necessários para requerer o inventário, liquidação partilhas, approvar e nomiar louvados assistir os autos de (?)impação assinando a todos os termos precizos ao qual concede amplos e illimitados poderes e que tudo quanto pelo dito procurador for feito e obrado por firme e valioso relevando o incargo de satisfação que o direito obtorga. E de como assim o disse assigna este instrumento com as testemunhas ANTONIO GONÇALVES LIMA e JOAQUIM RIBEIRO DE CARVALHO, depois de haver sido por mim JOÃO BAPTISTA DA FONSECA, Escrivão da subdelegacia e Paz, que escrevi e assignei em público. Em testemunho da Verdade, JOÃO BATISTA DA FONSECA. Segue só a assinatura de dona Rita Victalina de Souza, e as assinaturas das testemunhas citadas.

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