Correspondência recebida:


de: caminhantes
Encontrei nos guardados de meu avô este livro que o Projeto Partilha se refere. Está sublinhado o trecho: "Como quase todas as fazendas antigas, Boa Vista possuia o seu engenho de cana, as senzalas e também a casa do tronco, onde se castigavam os escravos rebeldes e fujões; mucamas, escravas geralmente moças, residiam na casa dos seus senhores e eram encarregadas de serviços caseiros como cozinhar, costurar, cardar, fiar com lã e tecer nos teares de madeira, indispensáveis nas fazendas de outrora. O rancho de pouso dos tropeiros e viajantes ficava a um quiilômetro, mais ou menos, para leste e até há bem poucos anos, como que por tradição ainda existia no mesmo lugar um rancho, mantido por descendentes dos antigos proprietários da fazenda e que ficava mesmo na encruzilhada das velhas estradas boiadeiras que ligavam Lavras a Três Corações e Carmo da Cachoeira a São Bento".

de: Projeto Partilha@
O Projeto Partilha congratula-se com Gilberto Silva Leme pelo importantíssimo trabalho realizado, publicado e ainda em andamento. De relevância histórica incontestável, veio para engrandecer o Sul de Minas. Sobretudo, veio resgatar a dignidade de familiares de muitos cidadãos brasileiros. Pelo fato de serem desconhecidos pela história e genealogia, deixavam vazios muitos espaços - aqueles por eles ocupados. Rompia-se a grande corrente da vida familiar e de sua atuação nas novas terras de conquistas. Gratidão pelo trabalho e pela participação neste blog.

de: Leonor Rizzi
O único "Terra" que está muito documentado aqui é José Celestino. Parece-nos, no entanto, que não tem a ver com os "Terras", da fazenda dos Terras, pelo que encontramos até o momento. Agora, esse "Martins", para nós é muito significativo. Temos o Thomé Martins Ribeiro que se ligou a família Rates. Temos "Martins Costa" ou "Costa Martins". Temos "Ferreira Martins", "Martins de Andrade". O interessante nos "Martins" daqui, é que eles estavam mais ligados a Guarda Nacional e não como proprietários de fazendas. Devem ter se fixado em outras regiões mais promissoras.

de: anônimo
Posso colaborar? Lá vai... "sua escrava Bárbara Maria de Morais, mãe da filha natural Felizarda Bárbara da Silva", batizada 29/06/1756 na Capela de Santana, filial de Carrancas. Felizarda foi inventariada na fazenda Congonhal em São João Nepomuceno. Felizarda Barbara foi casada com Francisco da Silva Teixeira (quinto filho de Caetana Francisca de Jesus e Simão da Silva Teixeira). Francisco da Silva Teixeira era viúvo, e foi casado em 1802 com Felícia Maria de Almeida, filha de Francisco Xavier de Almeida e de dona Maria Bernarda de Toledo. Bem espero não ter confundido tudo, só quero ajudar. Estes dados estão no inventário de Custódia de Moraes casada com Pedro da Silva Portela, portugês. A dona Custódia era irmã de dona Josefa de Moraes, casada com o Capitão-mor Mathias Gonçalves Moinhos (1751). Agradeço pela oportunidade de exercitar o trabalho que estou pretendendo desenvolver sobre minha família.

de: Na toada dos pensamentos
"Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas que são incapazes de sentir amor puro e tem sempre que misturar amor e ódio em suas relações." Sigmund Freud.

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