Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

As culturas da cultura cachoeirense.


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Comentários

Anônimo disse…
Nossa riqueza: mestiços, ciganos, negros, índios, imigrantes. Gratidão a essas presenças em nossa origem. Todas, motivo de grande orgulho e satisfação é por isso, e muito mais que podemos dizer: O PARAISO É AQUI.
Anônimo disse…
Uma sociedade difícil para todos. Diogo de Vasconcelos, em sua obra HISTÓRIA ANTIGA DAS MINAS GERAIS. Segundo Voluma, Editora Itatiaia - BH, terceira edição. 1974, p. 135 observa o seguinte: "As paróquias em Minas ainda não são coladas, o Rei não podia intervir na provisão dos párocos. Como, porém, não podia reger os clérigos, sem intermediação dos bispos, nem fazê-los processar pelas autoridades temporais, usava da sua prerrogativa soberana e os deportava em último caso.
Nas Minas não obedeciam os clérigos a ninguém. Isentos da jurisdição civil, não respeitavam nem o Bispo, e os frades apóstatas não o reconheciam por seu prelado. Daí a libertinagem e a simonia e apenas um haveria menos concorrente aos gozos materiais, que a riqueza e o luxo sabem engendrar. Eram negociantes, mineiros, senhores de engenho e de escravos; mas sobretudo fatores desabusados e sem peias dos contra-bandos e extravios do ouro. As autoridades não podiam tocá-los, e em geral não havia quem mal os quisesse por esta conveniência de extraviarem o ouro para si e para os amigos".
Anônimo disse…
Diogo de Vasconcelos diz, p. 137: "A história destes clérigos seria longa, e agora inútil. Nem nos causa prazer mencioná-la, senão para o efeito próprio de se compararem os tempos, e se julgar do progresso religioso atual sobre instituições e sistemas, que davam espaço a tais escândalos e conflitos, uma vez que se confundiam as esferas da Igreja e do Estado no híbrido organismo que levava os bispos e prelados a recrutarem padres, como felizmente agora não fazem".
Anônimo disse…
Vamos ouvir, mais uma vez, Diogo de Vasconcelos. P. 129 de sua obra, "História Antiga das Minas Gerais", Capítulo VIII: "O indivíduo na infância é ver um, ver todos. Os povos nascentes, também como as crianças, não diferem entre si.
As Minas, porém, não tiveram infância. Nasceram como a deusa de Atenas, já feitas e armadas.
O povoamento se fez com gente passando por todos os estádios de civilização, desde o elemento bárbaro dos índios e africanos, até os mais esclarecidos letrados desse tempo. Mas à revelia de toda autoridade esse período do povoamento deu largas à infinita casta de paixões, e de vícios, à licença de toda moral, de modo, que fora das leis, e dos costumes, quando veio por fim o Governador, mister lhe foi ensaiar o seu exercício, dissimulando e transigindo.
Os motins, se em grande, não se tomava deles conhecimento, se em pequenas proporções puniam-se com rigor excessivo.
Quando D. Brás chegou a São Paulo (...)".
Anônimo disse…
MORAES, ou seja paulistas, através de dona Maria da Costa Moraes, mulher de Manoel Antonio Rates, primeiro morador de Carmo da Cachoeira - MG, morador junto ao Ribeirão do Carmo, na CACHOEIRA DOS RATES, fazendo parte da história pregressa do município. Assim, nos apresenta como imprescindível a leitura da obra de Diogo de Vasconcelos. No capítulo V, fala sobre "A Fuga dos Paulista" (baliza histórica 1709, aproximadamente). Diz ele, p. 85/86: "Entretanto, os sitiantes não podiam deixar de ser paulistas. Afoitos, valoroso, mas indóceis, e imprevidentes, sempre divididos andavam em rixas e rivalidades. As vilas principais, formando respectivamente uma confederação de outras pequenas vilas e aldeias de sua origem, representavam elementos heterogêneos consoantes às tribos, que as haviam povoado, e das quais provinha a massa de mestiços criados nas mesmas condições.
Cada uma dessas pequenas metrópoles desenvolvia, já se disse, o seu domínio exclusivo sobre o sertão, que lhe estivesse próximo. Santos bracejava sobre o litoral até a ilha de Santa Catarina e o sertão de Patos, ramo este dos carijós que dominavam o Sul. Itu lançava-se à conquista para os sertões do Tibagi e do Uruguai. Taubaté reclamava o exclusivo poder sobre os sertões da Mantiqueira, e do rio abaixo.
São Paulo, porém, desde sua fundação exigiu para si como seus países do Tiête, e do Mogi-guaçu até Goiás e Cuiabá. Além disso pertencia-lhe, o Colégio a hegemonia. Era o centro de luzes e da civilização, o Colégio, em que se educavam os moços, ninho das idéias liberais a favor dos índios, que os potentados queriam escravizar".
As demais vilas, sujeitas visivelmente ao poder moral de São Paulo, não a estimavam. O esplendor do culto feito pelos padres da Companhia, as famílias nobres e principais que ali moravam, as artes que floresciam, o luxo dos potentados, as alegrias de liberdade, tudo isso inspirava ciúmes e inveja mas também os seus naturais abusavam pela acintosa ostentação de tanta superioridade".
Dudu Rezende disse…
A foto acima refere-se a MARIA RICARDINA DE REZENDE filha de JOSÉ VILLELA E ANA CELESTNA DE REZENDE. JOSÈ VILLELA era filho de JOSÉ CELESTINO DE REZENDE e CARLOTA JOAQUINA VILLELA. E ANA CELESTINA DE REZENDE era filha de ALEXANDRE GOMES BRANQUINHO (Taquaral) e ANA EMYDIA DE REZENDE.

MARIA RICARDINA DE REZENDE casou com JOAQUIM PEDRO DE FIGUEIREDO, Era também conhecida como Sá Marica da Figueira, mudou para as terras do marido em Três Pontas. Fazenda Figueira

FONTE SOBRE O CASAMENTO DE MARIA RICARDINA
(...Casamentos na Freguesia do Carmo da Cachoeira. Ano de 1887.
Joaquim Pedro de Figueiredo e Maria Ricardina de Rezenjavascript:void(0)de, na Igreja Matriz. Testemunhas: André Avelino de Figueiredo e outros...)

PÁGINA:
http://www.carmodacachoeira.net/2008/09/uma-famlia-na-antiga-minas-gerais.html

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