Pular para o conteúdo principal

O padre e o garoto na antiga Carmo da Cachoeira.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Comentários

Anônimo disse…
Uma reflexão. Candidatos aos cargos administrativos e eletivos de todo o Brasil, lembrem-se do estudo de CAIO PRADO, e fiquem atentos para não incorrerem em erros, ao montar seus programas de governo:

A palavra fica com CAIO PRADO:


"Ao longo de quatro séculos de história, os homens livres pobres foram marginalizados pela sociedade escravista brasileira, que lhes teria retirado as possibilidades das ocupações disponíveis. Ainda que dispostos a integrarem o mercado de trabalho, estavam impedidos porque a organização econômica da sociedade teria lhes retirado as oportunidades de inclusão. Sem possibilidade de se integrar ao mercado de trabalho e assimilados à condição de excluídos, a esse segmento populacional teria restado senão outro caminho que não fosse o crime".

Cf. Bruno Augusto Dornelas Câmara. Tema: Trabalho livre no Brasil Imperial: (...). Dissertação (mestrado). Universidade Federal de Pernambuco. CFCH. História. 2005. http://www.bdtd.ufpe.br/...
Anônimo disse…
Carmo da Cachoeira - MG, inicia seus registros de Batizados com o Pe. Joaquim Antonio de Rezende. É o Livro LB-01. 1858 -1888. Seu primeiro registro é de 28/11/1858. Dos 50 primeiros registros temos: 17 crioulos; 20 pardos e 13 brancos. Aparecem, nas 50 primeiras anotações os seguintes pontos onde ocorreram a cerimônia. As anotações seguem a ordem cronológica dos registros: Matriz; Oratório do Taquaral, Pe. Con. Urbano dos Reis Silva; Ermida do cap. Antonio Joaquim Alves, Pe. Joaquim; Oratório de Antonio dos Reis e Silva, Pe. Joaquim; Ermida dona Mariana Vilella, Pe. Joaquim; Oratório da Boa Vista, Pe. José Bento Ferreira de Mesquita; Oratório de Domingos José Pinto, Pe. Joaquim; Oratório do Campo Formozo, Pe. Joaquim; Ermida do Alf. Domingos Marcelino dos Reis, Pe. Joaquim; Capella de São Bento, Pe. Joaquim. O período aqui apresentado está compreendido entre 28/11/1858 e 04/06/1859.As primeiras anotações são as seguintes:
28.11.1858 Rita, crioula,filha de Joaquim. Padrinhos: João Villela dos Reis e Anna Jacintha de Figueiredo.
02.12.1858 Filiciana, crioula, nascida a 10 de novembro. Padrinhos: João Alves de Gouvêa e Vitoria.
05.12.1858 Christina ou Christiana,crioula, filha legítima de João Affricano e de Generosa. Padrinhos: Joaquim Fernandes dos Reis e dona Anna Celestina dos Reis.
13.12.1858 Antonio, branco, filho de Custódio Villela e dona Jacintha Ponciana de Rezende. Padrinhos João Vilella Fialho e dona Maria Victória Branquinha. Pe. Con. Urbano dos Reis e Silva.
O último do ano de 1858 foi em 25.12. Francisco, branco, filho legítimo de Vicente Ferreira do Nascimento e Anna Antonia de Jesus. Padrinhos José Pedro Ferreira e Luciana Cândida de Jesus.
O primeiro do ano de 1859 foi Antonio, branco, filho legítimo de João Garcia Figueiredo e de dona Joaquina Cândida Branquinha. Padrinhos: cap. Francisco Garcia de Figueiredo e Maria Cândida Branquinho.
Outras referências:
11.01.1859. Evaristo, pardo, nascido em 26.10.1858, filho legítimo de José Ferreira Godinho e de Rita Antonia de Oliveira. Padrinhos: Pe. José Bento Ferreira de Mesquita e dona Ignácia Leopoldina da Costa.
11.01.1858, Maria, parda, filha legítima de Antonio Gonçalves Braga e de Emerenciana Felisbina de Jesus. Padrinhos: José Ferreira Godinho e Maria Guilhermina de Jesus.
18.01.1859 João, filho legítimo de Domingos José Pinto e Anna Alexandrina de Carvalho. Padrinhos: Ten. Coronel Antonio José Teixeira e dona Maria Benedicta dos Reis.
27.01.1859 Veríssimo, pardo, batizado pelo Pe. Agostinho José de Souza Oliveira, nascido em 15.11.1858, filho natural de Rita Joaquina. Padrinhos: José Liandro de Espíndola e Anna Lourenço.
28.01.1859 Martinho, branco, filho legítimo de Joaquim Alves de Gouvêa e de dona Anna Alves Vilella. Padrinhos: Antonio Joaquim Alves e Maria Carolina de Gouvêa..
02.02.1859 José, pardo, nascido em 07.01.1859, filho natural de Maria Christina do Nascimento. Padrinhos: Thomé Pinto Ribeiro e Anna Francisca de Jesus.
06.02.1859, branco, nascido em 15.11.1858, filho legítimo de João Campos do Nascimento e de Mequilina Maria de Jesus. Padrinhos: Pe. Joaquim e Beatris Maria de Jesus.
07.02.1859, Joaquim, pardo, filho legítimo de Pedro Dias dos Santos e Filiciana Maria de Jesus. Padrinhos: José Joaquim Dias e Maria Ferreira da Piedade.
07.02.1859 Anna, parda, filha legítima de Joaquim Rodrigues de Faria e Caetana Maria de Jesus. Padrinhos: João Ponciano Patricio e Anna Silvéria de Jesus.
07.02.1859 Mecias, parda, filha legítima de Manoel Gomes e de Alexandrina de Jesus. Padrinhos: Miguel Antonio de Carvalho e Claudina Baptista de Jesus.
13.02.1859, Pedrilha, parda, filha natural de Delfina. Padrinhos: João José do Nascimento e Rita Cândida do Nascimento.
27.02.1859 Pe. Agostinho José de Souza e Oliveirad sbatiza José, filho legítimo de João Garcia Duarte e de Iris Jacintha de Paula. Padrinhos: José da Silveira Caldeira e N. Sra. do Carmo.
06.03.1859 Maria, branca, filha legítima de Gabriel Franacisco Manso e Maria Targina. Padrinhos: Francisco de assis e Souza e Generoza América de Souza.
06.03.1859 Maria, parda. filha natural de Anna Ignácia de Jesus. Padrinhos: José Pimenta e Jesuína Maria Baptista.
07.03.1859 Maria, branca, filha legítima de Francisco de Paula Baptista e de dona Mariana Cândida de Figueiredo. Padrinhos: José Ignácio de Sant´Anna e Maria Floria de Oliveira.
10.03.1859, Thomaz. criolo, filho natural de Juliana da Costa. Padrinhos: Agostinho Marques de Arantes e Cândida Maria de Jesus.
03.04.1859 Francisca, parda, filha legítima de Miguel Antonio da Fonseca e Anna Cândida das Neves. Padrinhos: José Joaquim de Lima e Prudenciana Cândida das Neves.
10.05.1859 Manoel, pardo, filho legítimo de Joaquim Baptista Carneiro e Antonia Maria de Ramos. Padrinhos: Sirino da Costa Ramos e Maria Jacintha de Jesus.
Anônimo disse…
Antonio Lopes Guimarães e dona Ignácia Geracina de Sousa são compadres de JOSÉ FERNANDES AVELINO. Em 26.06.1859, na Capela de São Bento, José Fernandes Avelino e dona Ignácia Generoza do Nascimento são padrinhos no batizado de Francisco, branco, nascido em 13.06.1859. Pe. Joaquim Antonio de Rezende.
Anônimo disse…
JOSÉ CELESTINO TERRA e dona Amélia Augusta de Toledo são compadres de Antonio Cândido de Souza e de dona Balduina Josepha Leopoldina. A afilhada é Maria, branca, batizada em 10.07.1859, nascida em 02.07.1859. A cerimônia aconteceu na Igreja Matriz.

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

O distrito de São Pedro de Rates em Guaçuí-ES..

Localizado no Estado do Espírito Santo . A sede do distrito é Guaçuí e sua história diz: “ ... procedentes de Minas Gerais, os desbravadores da região comandados pelo capitão-mor Manoel José Esteves Lima, ultrapassaram os contrafortes da serra do Caparão , de norte para sul e promoveram a instalação de uma povoação, às margens do rio do Veado, início do século XIX ”.

A família Faria no Sul de Minas Gerais.

Trecho da obra de Otávio J. Alvarenga : - TERRA DOS COQUEIROS (Reminiscências) - A família Faria tem aqui raiz mais afastada na pessoa do capitão Bento de Faria Neves , o velho. Era natural da Freguesia de São Miguel, termo de Bastos, do Arcebispado de Braga (Portugal). Filho de Antônio de Faria e de Maria da Mota. Casou-se com Ana Maria de Oliveira que era natural de São João del-Rei, e filha de Antônio Rodrigues do Prado e de Francisca Cordeiro de Lima. Levou esse casal à pia batismal, em Lavras , os seguintes filhos: - Maria Theresa de Faria, casada com José Ferreira de Brito; - Francisco José de Faria, a 21-9-1765; - Ana Jacinta de Faria, casada com Francisco Afonso da Rosa; - João de Faria, a 24-8-1767; - Amaro de Faria, a 24-6-1771; - Bento de Faria de Neves Júnior, a 27-3-1769; - Thereza Maria, casada com Francisco Pereira da Silva; e - Brígida, a 8-4-1776 (ou Brizida de Faria) (ou Brizida Angélica) , casada com Simão Martins Ferreira. B ento de Faria Neves Júnior , casou-se