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Projeto Partilha@:
Ary Forenzano tentou explicar o local denominado "Sertão Dourado", termo encontrado em apontamento de 25/05/1770, dizendo: "Sertão Dourado é onde fica hoje a chamada fazenda dos Terras". O prof. Wanderley o designava de "Deserto", no entanto, não encontramos apoio documental para o uso deste termo. Assim o Projeto Partilha utilizará o termo adotado por Ary Florenzano "Sertão". É este o termo que aparece nos documentos como, demarcações e medições de Sesmarias e outros registros.
de Varginhense de volta:
Bartolomeu Bueno do Prado (1749-55 - 1757-59-60) , paulista, segundo Dr. Marcos Paulo (p.29), em 1759 tomou posse do "Sertão do Campo Grande, uma região que incluia aquela da qual havia apossado Pedro Franco Quaresma, em 1755, para o governo paulista." Depois do extermínio dos quilombos de toda extensão do Campo Grande pela Expedição de Bartolomeu Bueno do Prado, principiaram a entrar algumas bandeiras particulares em busca de ouro nas regiões do Triângulo e Oeste Mineiro, zona de influência do movimentado arraial de São Bento do Tamánduá (p.32/33 da mesma obra), citando dados da Revista do Arquivo Publico Mineiro, 1897,p.379. É realmente estou me fascinando pelo assunto e assustada com a grande extensão territorial. Ainda estou perdidona, mas vamos ver, até o final do ano me decido em que me aprofundar.
de leonor@:
O Tropeiro André Fernandes Reis, fazendeiro. fazenda do Salto, município de Carmo da Cachoeira - MG, casou-se em 1885 com dona Francisca de Paula Teixeira de Rezende Reis, nascida em Varginha. André, filho de Joaquim Fernandes dos Reis (da Fazenda do Salto) e Mariana Cândida Branquinho (da fazenda do Morro Grande) , neta de João Damasceno Branquinho (fazenda Boa Vista Vista), filha de Maria Cândida Branquinho. A fazenda Morro Grande é vizinha da fazenda do Salto, que é vizinha da fazenda Boa Vista. Quinzinho e Mariana, além de André Fernandes Reis, o Dedé, também o Tropeiro de Carmo da Cachoeira, tiveram mais três filhos: Ana Reis, que Antonio Carlos denomina de Sinhana; Antonio Fernandes Reis - Tozinho; Maria Francelina dos Reis - Dica. Os pais do tropeiro André foram, Joaquim Fernandes Reis é filho Maria Francelina de Rezende, nascida em 1810, filha de Maria Theodora Figueiredo, casada em segundas núpcias em Carmo da Cachoeira, com Antonio Teixeira de Rezende, filho de Antonio José Teixeira e Maria Benedita de Rezende. Maria Francelina casou-se com Rafael dos Reis e Silva, nascido em 1800 na Faz. Couro do Cervo. Foram moradores da fazenda Campo Limpo, municipio de Três Corações. O autor da poesia "O Tropeiro de Carmo da Cachoeira", Antonio Carlos é neto de Antônio Fernandes Reis, casado em 1885 com Marianna Clara de Vilhena, nascida em Carmo da Cachoeira, na fazenda Chamusca. Antonio - Tozinho e Marianna são pais, entre outros de dona Hulda Vilhena Reis, nascida em Carmo da Cachoeira , casada com Aarão Soares Rocha de Resende - RJ. Hulda e Aarão, são os pais do poeta. A genealogia vem nos mostrar o quanto Cachoeirense é Antônio Carlos Reis da Rocha. Sensibilizamo-nos com sua colaboração e lembrança. Gratidão, Luz e Harmonia a todos.
de A. C. R. R.:
Forno a lenha ... velhas e agradáveis recordações... ...Por incrível que pareça, hoje pensei muito em Carmo da Cachoeira! Talvez a saudade do menino que aí passou suas férias escolares, talvez pelas raizes que tenho, pois nasci na fazenda do Salto e como diz a letra: "Ó Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais"... ainda mais quem aí nasceu e teve oportunidade de aproveitar meses de férias na sua infância, adolescência e juventude. Não sei muita coisa sobre Carmo da Cachoeira porque sempre vivi em Resende mas nunca esquecerei a terra que me viu nascer! Deste seu cachoeirense ausente. Antonio Carlos Reis da Rocha.
de Universitário:
É ora e vez de reativar as "comunidades". Pequenos núcleos que se põe em ação próximo de onde estão instalados. No amor e na dor já estão organizados e sabem como resvolver os problemas que aí surgirem.Não tem uma constituição para garantir a unidade? Então, porque o pessoal não estuda a constituição do País? Era muito comum nos antigamente, quando a agricultura dominava a presença destes grupos. Li no trabalho das Abelhas deste blog, como eram organizados. Eles estão aí ainda, e com certeza tem isso instalada em sua cultura. Como as fazendas eram isoladas tinham que se resolver por lá mesmo. Depois veio a indústria e trouxe o pessoal para a cidade. Não sei porque, a sociedade perdeu sua força de decisão,e se deixa manipular. Entrega na mão de poucos a decisão. Mas que inércia se criou, hein?

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