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de Rogerio Vilela:
Padre Figueiredo era meu primo, me lembro quando veio celebrar sua primeira missa em carmo da cachoeira, fez uma visita aos parentes e quando chegou em nossa casa ninguem acreditou, pois foi a primeira vez que vimos um padre fora da batina, foi um susto. O padrinho de batismo dele mencionado era o meu avo, pai de meu pai, casado com Ercilia Dias Oliveira, irmã de Olga Dias Oliveira mãe do Padre Figueiredo e tambem irmã de Ema Dias Oliveira, madrinha de batismo do mesmo. Homenagem merecida.
de Anjos do Bem:
Consciências do amor puro - aquelas que não estão contaminadas com as emoções que se manifestam sob a forma de mêdo, angustia, ódio, rancor, ciúme, orgulho, afeição, carinho, proteção, dedicação, entre tantas outras formas positivas, olhai e guiai as ações dos filhos do planeta Terra. Eles são bem intencionados, porém imaturos.
de Greepeace:
"Minas na rota dos terremotos". O jornal Minas (e-mail: minas@hojeemdia.com.br) do dia 8/10/2002, p.13 publica um alerta. O repórter foi Jáder Rezende que mostra pesquisa realizada por cientista da UFMG, prof. Allaoua Saadi (autor da pesquisa que mostra os riscos de abalos sísmicos no País). As fotos são do fotógrafo Cristiano Machado. O referido professor é Coordenador do Núcleo de Geomorfia Aplicada e Gestão Ambiental da Universidade Federal de Minas (IGC/UFMG). "Saadi já identificou 48 falhas ou fissuras geológicas em todo o território brasileiro, algumas com centenas de quilômetros de extensão. São rachaduras naturais, a maioria em formação há milhares de anos, que originam os terremotos, ocasionados pelo deslocamento de placas tectônicas - blocos que formam a crosta terrestre." Saadi integra a equipe do Programa Internacional da Litosfera (International Lithosphere Program), que se constitui numa verdadeira força-tarefa envolvendo estudiosos no assunto de vários países, que buscam elaborar um retrato mais fiel das estruturas tectônicas ativas na Terra.No texto, lê-se: "Para se ter uma idéia do perigo iminente em Minas Gerais (...)".
de Ribeiro de Figueiredo:
Um toque para os participantes do Projeto Partilha e para toda a Sociedade Cachoeirense. Vem de Maria de Lourdes Marriotto Haidar: "O conhecimento histórico, dando ao homem a consciência de um passado que até então pesava obscuramente sobre ele opera uma verdadeira catarse. Liberta-o das motivações ocultas que o vinham conduzindo, e, tornando-o capaz de compreender esse passado e de integrá-lo conscientemente em sua própria vida, habitua-o construir livremente seu próprio fututo. Somente o homem que se assenhoreia de seu passado compreende toda a extensão da própria responsabilidade".
de sala de imprensa:
Aproveito o espaço de cultura histórica interativa no sulmineiro, atavés deste blog para oferecer uma sugestão, que a meu ver é enriquecedora. Vejam o que a autora Kelly Lislie Julio - FAE/UFMG tem a dizer sobre: As práticas educativas presentes nas relações estabelecidas pelas forras e os processos de mestiçagens culturais provocados. Trata-se de um estudo de caso onde estão presentes duas ex-escravas que se inserem num processo de ascenção social. Ainda de quebra, o texto poderá se referir a um daqueles que vocês estão procurando. A ex-escrava Eugênia Maria de Oliveira foi casada com o Capitão Francisco Alves da Costa. Era da freguesia das Lavras do Funil, Comarca do Rio das Morte.

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