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“Baba Yetu”: o Pai Nosso em Swahili


de Projeto Partilha@:
Em 07/06/1973 o cônego José Joaquim de Souza - Pároco da Matriz de Nossa Senhora do Carmo de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, pede autorização a Dom Othon Mota para demolir a Igreja de Santo Antonio, construída há (100) cem anos, "Área de 15x30 metros quadrados". Diz o cônego Zequinha: " (...) e o marquei com 6 pedras. O lugar que jamais (...) seu sinal sagrado".
de colaborador:
Marcia Amantino define sertão na página 34. Diz ela: "Pode-se afirmar que no âmbito da historiografia colonial brasileira, sertões eram regiões que ainda não haviam passado por processos civilizatórios, ou seja, ainda eram habitadas e controladas por grupos que não estavam subjugados pelo poder oficial. No decorrer de todo o período colonial, essas imagens praticamente não sofreram mudanças. No caso de Minas Gerais, este Sertão era ao mesmo tempo um estoque de índios aptos ao trabalho desde que escravizados, e um esconderijo".
de Sandra:
Obrigada pela merecida homenagem ao meu pai, afinal é o único que estando nesta foto, ainda faz parte da banda. Mas tem outros integrantes a serem descobertos.
Vamos Compartilhar ....... Angela de Moraes Ribeiro, casada com José Gomes Branquinho. Filha do Capitão André do Valle Ribeiro, nascido em 24 de Maio de 1675, em Portugal, integrante o senado da camara de São João del Rei e Teresa de Moraes. Angela era mãe do Cptão José Joaquim Gomes Branquinho .

Comentários

Anônimo disse…
Olá Sandra e Junior Caldeira. Somos profundamente gratos pela colaboração. Continuem conosco. Junior Caldeira, veja o interessante trabalho apresentado para obtenção do título de doutorado, pela UFRJ, por Marcia Amantino(ele está disponibilizado hoje. Embora grande parte do território por ela abordado se distancie daqui estamos nele inseridos. E tem mais, aqui era território ainda em disputa portanto além do que ela coloca poderemos acrescentar mais esta pimentinha... ... disputa, poder... enfim... ... Foi o melhor trabalho que encontrei em termos de definição dos conceitos que teríamos que trabalhar visando atualizar nossos dados regionais. Dando-nos as mãos mostraremos ao planeta que tem muita gente voltada para um trabalho desvinculado de qualquer outro interesse que não o cultural, desinteressado e altruista. É muita gente colocando as mãos na massa. Todos vendo-se dignamente respeitado em suas colocações, informações e valores. Ficamos muito, muito gratos pela sua participação.

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