Pular para o conteúdo principal

Genealogia dos Buenos de Três Corações.

Os descendentes de Lenadro Xavier Bueno e Ana Vitória de Toledo
Pesquisa de Paulo Costa Campos, dos descendentes de Amador Bueno da Ribeira.

O Aclamado¹

Ana Jacinta Clara Bueno de Jesus² , filha de Leandro Xavier Bueno³ e de Ana Vitória de Toledo casada em primeiras núpcias com Joaquim Soares de Oliveira, com sucessão. Casada em segundas núpcias com Antônio José Rabelo Silva Pereira, filho de Bento José Rabelo (Rebelo) e de Rosa do Sacramento, viúvo de Ana Rosa Silvéria de Jesus e Campos.

Filhos do primeiro casamento:
I - Francelina Soares Bueno casada com João Tomás de Oliveira, filho José Tomás de Oliveira, Filho: Antônio Tomás de Oliveira Bueno e outros; e
II - Florêncio Soares Bueno casado com Lina Blandina de São José, filha de Antônio Ferreira de Brito e Isabel Fortunata Candido de Assis.
Filhos:
1 - Antônio Soares Bueno, nascido em Campos Gerais em 1857;
2 - José Caetano Soares, bat. a 24.06.1854;
3 - Augusto Soares Bueno casado com Maria das Dores Blandina de São José, em Campos Gerais; e
4 - Maria Umbelina Soares casada com João Batista Ferreira de Brito, filho de José Bento Ferreira de Brito e Ana Isabel Lima.

Filha do segundo casamento:
III - Ana Rosa Bueno de Campos casada com Benjamin da Silva Campos, filho de Luiz da Silva Campos e Rita Antônia de Azevedo.
Filhos do casal, de acordo com o livro de assentos de Benjamin:
1 - Amélia da Silva Campos, nascida em 28.11.1857 e casada com João Ferreira de Castro (primos), filho de Francisco Ferreira de Castro e Felicidade Jesuína de Campos, com sucessão;
2 - Maria Amélia de Campos Mendonça, nascida em 11.02.1859 casada com João Alfredo Carvalho de Mendonça, filho de Manoel Ignácio Carvalho de Mendonça (pai). Sem sucessão;
3 - Ananias da Silva Campos, nascido em 18.06.1860 e casado com Elisa Augusta de Mendonça, com sucessão.
4 - Laura Bueno de Campos, nascida em 18.04.1863 e casada com Antônio Targino de Carvalho, com sucessão descrita em “As Três Ilhôas”;
5 - Azarias da Silva Campos, nascido em 20.04.1865, casado com Guilhermina Botrel Campos, casado em segundas núpicas com Balbina dos Reis Campos, sua parenta, com sucessão; casado em terceira núpicias com Teodósia Carvalho Campos, sua sobrinha e filha de Laura Bueno de Campos. Com sucessão dos dois primeiros matrimônios;
6 - Benjamin da Silva Campos (filho), 02.01.1869, casado com Elisa Augusta de Campos, sua prima, com sucessão;
7 - major Job da Silva Campos,
nascido em 22.12.1870, foi casodo com Ana Ferreira Brandão; e em segundas núpicias com Rosalina Lima Porto, com sucessão. Falecido no Rio em 22 de julho de 1950;
8 - Maria, nasc. 03.10.1872, sem mais informações;
9 - Rita Antônia de Campos, nascida em 25.12.1874, casada com João Batista Amadée Peret nas primeira núpcias deste. Teve um filho, falecido na infância. Ela faleceu em 22.12.1892. O Sr. Peret casou-se em segundas núpcias com Ana Rita de Campos, prima da primeira;
10 - Ana Felizarda de Campos, nascida em 16.09.1876 casada com Pedro de Pádua Duca, seu parente.
11 - Antônio Luiz de Azevedo Campos (Nhotó), nascido em 08.03.1879, e casado com Augusta Amélia de Campos, sua parenta; e
12 - Amador Bueno de Campos, nascido em 22.11.1884 e casado com Hipólita Pereira.

Major Job da Silva Campos

Job da Silva Campos c1c Ana Ferreira Brandão, filha de Manoel José Ferreira Brandão e Maria Rodrigues Nogueira. Foi major fiscal do 61o Batalhão da Guarda Nacional, sediado em Caldas (MG). Vereador em Três Pontas. Coletor Estadual. Com a morte de sua esposa em 1919, casou-se pela segunda vez com Rosalina Lima Porto (depois Lima Campos).
Filhos do primeiro casamento:

I - Maria Brandão Campos (depois passou a assinar Maria Campos Costa) cc Altamiro Costa, filho de José Gonçalves da Costa, natural de Vila Nova de Famalicão (Portugal) e de Leocádia Cândida Becker. Filhos:
1 - Artur Campos Costa, sacerdote.
2 - Maria de Lourdes Costa, falecida solteira.
3 - Altamiro Costa Filho cc
4 - Zilá Costa Bustamante cc João Bosco Hespanha Bustamante, cs.
5 - Maria Auxiliadora Costa Ribeiro cc Francisco Elói Ribeiro Lima. Filhos:
Paulo César Ribeiro Lima casado, com geração
Ellen Ribeiro Lima cc Fernando Rabelo Piedade, Fº de Manoel de Oliveira Piedade e Alice Botrel Rabelo.com sucessão.


II - Benjamin Ferreira Campos, nasc.-25.09.1895, em Caldas (MG) e falec. em 17.11.1925, em Três Pontas cc Maria Costa Campos (irmã do anterior) ,nasc. 23.12.1897, em Três Pontas (MG), filha de José Gonçalves da Costa, natural de Vila Nova de Famalicão (Portugal) e de Leocádia Cândida Becker, nascida em Três Pontas (MG), em -------
Filhos do casal:
1 - Dom José Costa Campos, nasc. 23.08.1918 em Três Pontas (MG) e ,falec. 10.07.1997, em Varginha (MG); do casal: bispo foi bispo de Valença e bispo Emérito de Divinópolis (MG).
2 - Antônio Costa Campos, nasc. em 14.08.1921, em Três Pontas(MG) e falec. Em 06.03.1981
cc Maria da Gloria Moreira Campos, filhos:
1 - Luiz Regis Moreira Campos cc Maria Alicia de Andrade Cunha Campos. Filhos do casal:
Marina
Mariana
Antônio Augusto
2 - Paulo Roberto Moreira Campos cc Eleny Mello Figueiredo Campos. Filhos do casal:
Paula
Breno
3- Sandra Maria Moreira Campo Mendonça cc Glénio Rubens de Mendonça. Filhos do casal:
Eduardo
Patrícia
Suelen
4 - Flavio Lúcio Moreira Campos cc Marly Aparecida Gomes Campos. Filha do casal
Flavia
3 - Maria Nazareth Campos Diniz, nasc. em 02.01.1924, em Três Pontas MG cc Antônio Olavo Diniz, c/s. Fos do casal:
1 - Ana Maria Diniz Reis cc Marcelo Reis, residentes em Belo Horizonte. Filhos do casal:
Luciana Diniz Reis casada em BH
Alexandra Diniz Reis
2 - Paulo Sergio Diniz, divorciado (foi casado com Mariângela Botrel de Figueiredo) Filho do casal: Guilherme.
3 - Cláudio Eugênio Diniz, divorciado (foi casado com Maria de Fátima Botrel de Figueiredo, irmã da primeira).Filhos do casal:
Daniel
Valéria
4 - José Henrique Diniz cc Denise Brito (Santos?), residentes em Belo Horizonte. Filhos do casal:
Rodrigo
Luiz Felipe
Daniela
5- Ana Lúcia Campos Diniz Oliveira cc Wilson Oliveira. Filhos do casal:
Rafael
Humberto
6 - Luiz Antônio Campos Diniz cc Maria Ester Garcia. Filhos do casal:
Carolina
Renata
Frederico
4 - Paulo Costa Campos, nasc. em 17.02.1925, em Três Pontas (MG)cc Elza de Oliveira Reis Campos nasc. na Faz. do Triunfo, munc. de Três Pontas (MG), filha de Waldemar dos Reis Campos e Carmem de Oliveira Reis.
Filhos do Casal:
1- Paulo Ivan Campos, nasc.em Alfenas MG, em 10.11.1953 cc Paula Rejane Funchal Campos, nasc. 18.10.1962 em Três Pontas (MG). Filhos:
Felipe Funchal Campos, nasc. em B. Horizonte em 19.04 1985.
Cynthia Funchal Campos, nasc em Brasília em 20.02.1989.
Gabriel Funchal Campos, nasc.em Brasília em 23.04.1990.
2 - Wagner Reis da Costa Campos, nasc. em Alfenas (MG), em 24.08.1957 cc Janete Campos Lara ,nasc. em Belo Horizonte em 03.02.1961. Filhos:
Paulo Lara Costa Campos, nasc. em Belo Horizonte em 08.12.1989
Flávia Lara Costa Campos, nasc. em Belo Horizonte em 05.10.1993
3 - Rachel Reis da Costa Campos Zanardo cc Carlos Rodinei Zanardo. Filhos:
Andrezza Campos Zanardo, nasc. Em Três Pontas em 09.05.199l
Stéphanie Campos Zanardo, nasc. em Três Pontas em 30.12.1996
4 - Andréa Reis da costa Campos, nascida em Três Pontas em 24.12.1963, solteira.
5 -Daniel Reis da Costa Campos, nascido em 26.03.1966, em Três Pontas (MG) cc Lílian Pieve Fernandes, nascida em 15.10.1975, em Santo André (SP). Filho:
Donatto Pieve da Costa Campos, nasc. em 06.08.1999 em Belo Horizonte.

Artigo de Paulo Costa Campos

Próxima matéria: Bandeira de Gouvêa - Três Pontas-MG
Matéria Anterior: Os Campos

1. outubro /2002
2. em alguns documentos Ana Jacinta Bueno de Jesus
3. SL diz Leandro Bueno da Fonseca - 4-9 CD-GP
4. ver “Três Ilhôas” e ”Junqueiras” de Dr. José Américo

Comentários

Anônimo disse…
Linhagem paulista do Sr. Paulo Costa Campos. Profunda gratidão por mais esta participação. Ela será geradora de muita história. Foram homens que fizeram parte de um momento da colônia muito, muito difícil. A eles nosso reconhecimento e amor. Muitos, para atender o que "para que vieram", violavam suas próprias conscicências. Li certa vez: "Na Mantiqueira, penduravam suas consciências".
Anônimo disse…
Ei, Paulo. Você é incorrigível. Não para nunca. Parabéns. TS Bovaris, obrigado pela sua mente aberta e integradora. O Paulo precisava ser visto pelo mundo. É capaz, sério, comprometido com a verdadeira história.
Anônimo disse…
Olha aí que encontro. Parabéns Paulo, velho amigo dos bailes em Três Corações.
Anônimo disse…
Depois de conheçer este blog acordo 15 minutos mais cedo. É o tempo que tomo conhecimento da nova página e, aproveito para comentar. Obrigado TS Bovaris por ter aberto uma porta para assuntos culturais, precários na região. Agora, banho e trabalho.
Anônimo disse…
Olha aí, tem sobrenome meu rolando nessa genealogia. Vou dar uma estudada nisso. Obrigado ao genealogista Paulo Costa Campos, principalmente por tornar público o lado paulista, tão desconhecido de todos nós. Aliás, falo de mim. Ao ouvir referências ao Sul de Minas, o que me vinha era a presença da Ilhoas. Paulista, desconhecia. Parabéns.
Anônimo disse…
Paulo Costa Campos, obrigado pela sua participação. O senhor tem nas veias o sangue dos desbravadores. O paulista foi pouco estudado nesta região. O senhor, pela participação, colocou luz num assunto pouco estudado. Parabéns.
Anônimo disse…
Sr. Paulo. Podemos fazer um pedido? Daria para nos contar, através deste blog um poquinho sobre sua nova obra, Achegas(...) Sei que o senhor não vai negar este pedido, vai?
Anônimo disse…
Estou em Pouso Alegre, mas plugado aí.
Anônimo disse…
Olá, TS Bovaris. Será que Varginha conhece este trabalho da paróquia de Carmo da Cachoeira? Estudo numa faculdade de Campanha e sei que eles estão revendo sua história.
Anônimo disse…
Reforço a colocação do Moreira. Em Varginha tem muitas famílias cujos berço foi Carmo da Cachoeira.
Anônimo disse…
Paulo, seu amigo Jorge Vilela está por aí? Tanto quanto sua contribuição, as dele também são muito interessantes. Aí tem muita gente capaz, e que não brinca em serviço. No sul isso é comum, mas o que se ouve falar de Minas aqui é um pouco diferente. Parabéns.
Anônimo disse…
Sr. Paulo Costa Campos. Seja benvindo ao mundo virtual. Vejo que o senhor não será um daqueles que optam por continuar na "idade da pedra". Continue conosco, antigos moradores.
Anônimo disse…
Elos de uma longa, ininterrupta e forte corrente. Quem diria que seria a genealogia, através de seus descendentes seria a desbravadora do novo mundo - o espaço virtual.
Parabéns a todos. Parabéns Pe. André e ao TS Bovaris.
Anônimo disse…
Cachoeira foi berço nos antigamentes, e está sendo o berço integrar hoje.
Anônimo disse…
Paulo Costa Campos - Um bandeirante no século XXI
Moreira,

Não tenho dados específicos nem de Campanha e nem de Varginha, qo que sabemos é que nos últimos 30 dias tivemos aproximadamente 300 acessos do sul de minas.

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

O distrito de São Pedro de Rates em Guaçuí-ES..

Localizado no Estado do Espírito Santo . A sede do distrito é Guaçuí e sua história diz: “ ... procedentes de Minas Gerais, os desbravadores da região comandados pelo capitão-mor Manoel José Esteves Lima, ultrapassaram os contrafortes da serra do Caparão , de norte para sul e promoveram a instalação de uma povoação, às margens do rio do Veado, início do século XIX ”.

Simpósio Filosófico-Teológico em Mariana

Aproxima-se a conclusão das obras de restauração na Catedral Basílica de Nossa Senhora da Assunção, Igreja Mãe de nossa Arquidiocese. Trata-se de expressivo monumento religioso, histórico e artístico, tombado no âmbito federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A Arquidiocese de Mariana, a Faculdade Dom Luciano Mendes (FDLM) e o Instituto Teológico São José (ITSJ) organizam este Simpósio com o objetivo de refletir sobre os trabalhos de restauro que em breve serão entregues à comunidade, bem como debater o significado deste templo, em relação aos aspectos teológicos e sua importância artística e arquitetônica em mais de três séculos de existência. Programação : de 25 à 27 DE MAIO DE 2022 25/05/2022 – Quarta-feira Local: Seminário Maior São José-Instituto de Teologia 19h - SAUDAÇÃO INICIAL - Côn. Nédson Pereira de Assis Pároco da Catedral - Mons. Celso Murilo Sousa Reis Reitor do Seminário de Mariana - Pe. José Carlos dos Santos Diretor da Faculdade Dom