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“Baba Yetu”: o Pai Nosso em Swahili

Teresa do Sapé, uma vida de dedicação

Teresa do Sapé é um nome ligado ao ideal preservacionista e da consciência do povo negro, e teve como foco em São Paulo as regiões de favela e em sua cidade natal, Carmo da Cachoeira, o Cemitério dos Escravos da Fazenda da Chamusca.

Terezinha do Carmo Cubateli é conhecida na capital paulista como Teresa do Sapé, onde lidera alguns movimentos sociais ligados as favelas, atuando junto a igreja onde, com sua criatividade e articulação, mantêm a tradição do simples e do singelo, contidos em suas origens.

Nascida na mineira Carmo da Cachoeira, faz de tudo para engrandecer seu berço natal. Uma de suas falas mais significativas é esta:

Como um povo pode ignorar seu passado? Aí está o fato de muitos não engrandecerem mais Cachoeira. Não conhecem seu passado de lutas e de glórias.

Algumas fotos antigas em preto e branco aparece "Tereza do Sapé", como era conhecida Tereza do Carmo Cubateli, que dsenvolveu as atividades sociais, em São Paulo. Ela era uma ativista atuante em defesa a causa negra. Em seu depoimento ouvimos dela o seguinte:

Fui criada na casa dos Sant´Ana, e só vim a perceber que era negra na vida adulta. Não havia diferença na forma de tratamento que era dado para fim, ou aos filhos do casal onde fui criada. Todos eram tratados igualmente. Frequentei as mesmas escolas, as mesmas igrejas e tínhamos os amigos comuns. Agora, em São Paulo é que me envolvi com os da minha raça. Antes, nem me passava pela cabeça defender um movimento que me era estranho.

Acompanhe a jornada ao Cemitério dos Escravos através das fotos a seguir.

Comentários

Anônimo disse…
Vi a Teresa com um montão de pacote descendo do onibus na rodoviária de Cachoeira. Eram roupas e remédios para distribuir. O pessoal de São Paulo manda e ela traz. Sempre chega assim. Nunca vi a Teresa chegar de mão banando.

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