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Universo em harmonia no bairro da Estação.

A singeleza das badaladas do sino da Igrejinha de Santo Antonio no arraial da Estação, as pessoas em pé à porta a receber o cortejo que chegava do Santuário de Mãe Rainha, a integração que ocorreu durante o ritual que ocorreu no interior da Igreja, as palavras de sabedoria proferidas pelo celebrante da missa estão refletidos nesta imagem síntese, e que mostra a construção de valores imateriais. Aqui, no mundo virtual. Do "Santuário" a Igreja de Santo Antonio, no mundo da realidade física.

E quem poderá questionar a harmonia presente dentro da igrejinha de Santo Antonio hoje, lá no arraial da Estação? Era pura presença de Deus. Se cada um tinha um problema entregou-o ao Pai, e não olhou para tráz para não virar a estátua de sal da biblia. Eu pelo menos não olhei. Amém

Comentários

projeto partilha disse…
Joaquim Gregório de Figueiredo e Pedro Juvencio de Sousa foram testemunhas em no abaixo assinado que se segue:
Dissemos nós abaixo assinados Augusto Ribeiro Naves e sua mulher dons Olímpia Generosa dos Reis, que sendo senhores possuidores de uma sorte de terras no lugar denominado ESTALEIROS - Freguesia do Carmo da Cachoeira, Comarca de Varginha, com as divisas seguintes: começando na beira do córrego, em uma (orelha de burro?) onde ha uma cova, por esta acima beirando (ilegível), em seguida a uma massaranduva até onde encontrar numa cova, no meio do matto; volvendo-se, digo, divisas com Messias de Tal; volvendo à direita, sahindo do matto, em uma samambaia, em rectas à um jacaranda, divisas de Cyrino Rodrigues da Silva, e deste, em recta do córrego em uma cova, a beira do barranco, dividindo com Senhorinha Maria de Jesus (Sinhorinha) e pelo córrego acima até onde teve principio e fim esta demarcação, dividindo com os herdeiros de Domingos Alves Teixeira. Carmo da Cachoeira, 20 da agosto de 1911.
projeto partilha disse…
Tendo como testemunha Augusto Ribeiro Naves e Olyntho dos Reis Campos, em Carmo da Cachoeira, 23 de abril de 1916, Cyrino Rodrigues da Silva e sua mulher Maria Cândida de Jesus, residentes na freguesia do Carmo da Cachoeira, Município de Varginha, Estado de Minas Gerais, dizem ser possuidores de uma alqueire de terras (oitenta braças quadradas), sita no lugar denominado ESTALEIRO, terras havidas por compra feita à Raphael Rodrigues da Silva, tendo digo, havidas do espólio de Raphael Rodrigues da Silva, tendo as seguintes divisas: começando em um jacarandá onde ha uma cerca de arame, até o espigão, onde ha uma marca, desta, pela cabeceira até encontrar uma cerca de arame, divisas de Missias Gabriela de Jesus (Messias), e por esta cerca de arame abaixo até onde teve princípio e fim esta demarcação, pela qual vendemos por ?175$000 (cento e setenta e cinco mil réis).
projeto partilha disse…
Carmo da Cachoeira, 7 de maio de 1920. Testemunha: Francisco Antonio de Rezende e Antonio Leme(?) de Carvalho.
Digo eu abaixo assinada, Anna Cyrina da Costa, residente em Carmo da Cachoeira, Município de Varginha, Minas, que, sendo senhora e possuidora de uma sorte de terras, dois alqueires, um quanto mais ou menos, terrenos estragados, samambaias, café velho e gordura, sito no lugar denominado ESTALEIRO, desta freguesia do Carmo da Cachoeira, terras havidas por herança de meu finado Pae CYRINO DA COSTA RAMOS, tendo as seguintes divisas: começando na estrada, no canto de um matto, dividindo com herdeiros de Joaquim Rodrigues da Silva e Joaquim Francisco do Nascimento, beirando mo matto até o córrego, pelo córrego acima dividindo com os herdeiros de Joaquim da Costa Ramos até à um açoita-cavalo secco, e por este a estrada dividindo com José Augusto Oliveira até o canto do matto, onde houve começo e fim esta demarcação , cujas terras vendo por (1:000$000).

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