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Dr. Bretas convalesce na cidade de Varginha.

Dr. José Vilela Bretas, o conceituadíssimo Dr. Bretas, médico adorado pelos cachoeirenses, está convalescendo aqui na região. O Projeto Partilha deseja a este ícone cachoeirense pronta recuperação.

Dr. Bretas é em Carmo da Cachoeira o Símbolo de envolvimento e luta impulsionadora em torno do desenvolvimento e crescimento de consciências. Liderou o movimento para a Criação de uma Fundação que, legalmente, possibilitaria trazer para Carmo da Cachoeira o Educandário - hoje, Escola Estadual Prof. Wanderley Ferreira de Rezende. Foi figura proeminente no incentivo do esporte, teatro e atividades de lazer. Lutou com todas as armas de sua potencialidade e criatividade para ver implantado na cidade um Mundo Bom para todos viverem.

Foram muitas as ocasiões em que o Projeto Partilha dialogou com o mestre, no exercício da profissão de médico. Mostrar seu nome na genealogia e impresso em livro, indicando o seu sangue indígena, transforma o momento de qualquer encontro em alento e alegria. Dr. Bretas se rejuvenesce ao abrir o livro que fala de seus ancestrais. Na falta de indicações precisas sobre a obra, o Projeto Partilha indica um site disponibilizado que contará a história que Dr. Bretas tantas vezes se reportou: Piquerobi - SP - Origem do nome da cidade.

Saiba que o povo de nossa cidade o ama profundamente. Nosso cientista, médico e propulsor do progresso de Carmo da Cachoeira está internado numa unidade de saúde de Varginha e em aqui, de mãos postas em oração e joelhos junto aos solos sagrados pisados pelo senhor, por ti oram. Possam estes pedidos atrair bençãos dos céus e refletí-las em alívio a suas dores. O senhor que tanto aliviou o sofrimento dos mais necessitados de apoio e proteção nesta Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, é hoje a pessoa mais lembrada na cidade durante as preces e orações.

Por agum tempo, Dr. Bretas viveu "emprestado" para Palmas, Tocantins. "Emprestado", pois o cachoeirense não consegue digerir esta separação. Dr. José Vilela Bretas faz parte na genealogia da descendência do Cacique Tibiriça, do qual fala com muito orgulho. Dr. José Bretas foi casado com Eunice Reis Vilela Bretas, nascida na fazenda da Serra, irmã de Hélio Reis Vilela, casado com Maria Tereza Reis Garcia, filha de José dos Reis Garcia e Ismênia de Oliveira; irmã de Elza Vilela Oliveira, casada com Sebastião Modesto de Oliveira, filho de Francisco Modesto de Oliveira e Olintina de Oliveira. Eunice, Elza e Hélio são filhos de Idalina Costa Reis Filha ou Idalina Reis Vilela, nascida na fazenda da Serra, casada com Amintas de Oliveira Vilela, filho de Antônio de Rezende Vilela e Corina Eulália de Oliveira Vilela. Dona Idalina era irmã de Gabriel Justiniano dos Reis, da Fazenda Capitinga (Capetinga), e de Bassiliça Costa Reis, casada em primeiras núpcias com Eduardo, filho do Barão de Lavras, e em segundas núpcias com João Vilhena, entre outros irmãos¹. Gabriel, o Bié da Capitinga (Biézinho), foi casado em primeiras núpcias com Mariana Teixeira Reis e em segundas núpcias com sua prima Ana Reis (Naninha), filha de Antônio Marciano dos Reis e Genoveva Cândida Garcia dos Reis. Aqui entra nossa queridíssima Dona Zilah Reis, casada com o mais querido e estimado Percy de Oliveira Vilela, fazendeiro. Suas propriedades: fazenda das Letras, fazenda do Paulista e fazenda Chamusca.

Receba, Dr. Bretas, nossa saudação e demonstração de respeitoso carinho e amor fraterno.

Luz e muita Paz.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

1. Consultar Genealogia Família Reis

Comentários

projeto partilha disse…
Dr. José Vilela Bretas. As sementes pelo senhor semeadas transformaram-se em frondosas árvores. Seus frutos continuam cobrindo os solos cachoeirenses e se reproduzem a cada primavera. Veja só!!! O Pe. Rogério Augusto da Silva, ordenado em 27-01-2007, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, foi seu paciente. Seus pais o "adoram e o respeitam profundamente". O pai do Pe. Rogério deixou-nos um legado: o amor ao esporte. O senhor foi o maior incentivador. Sempre em caráter de voluntariado líderes comunitários treinavam os meninos. O pai de Pe. Rogério se encarregava dos moradores no bairro São José Operário. O ponto de encontro era sua casa, Rua Mizael Gouvêa, antigo corredor do Nenzico. A galera com os pés prontos para o chute na "redondinha", só aguardava o apito para deixar a bola rolar. Amanhã, sábado, um irmão do Pe. Rogério junta o pessoal para dois eventos: de manhã, um trabalho fraterno e solidário no terreno próximo ao "Santuário" Mãe Rainha. A tarde, após o APITO dado pelo Paulo Sérgio da Silva, a bola vai rolar pelo campo. A semana trabalhosa se transforma em pura e singela alegria nestes de interação onde o dinheiro é o que menos se conta. É só alegria, fraternidade, solidariedade. Luz e Harmonia.

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