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Mostrando postagens de Maio, 2009

Paz e prosperidade em belíssima fazenda mineira.

Realmente uma riqueza: a harmonia paira no ar desta fazenda mineira. A família que a mantêm faz questão de dizer que a propriedade está nas mãos da família desde os primórdios do Brasil de Portugal. Para eles, depois dos índios são eles os guardiões deste espaço. É a fazenda dos Tachos e sua capelinha dos antigamente.Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS BovarisPróxima imagem: A Casa da Barateza Real de Francisco G. Júnior.
Imagem anterior: Deus Pai, o Divino Espírito e a Sagrada Família.

A elegante dona Gabriela Carvalho Galvão.

Gabriela Carvalho Galvão, esposa do farmacêutico Luiz Galvão Corrêa(Luis ou Correia), era uma verdadeira "lady". Dotada de elegância e fineza era pessoa de fino trato. Seu apelido era "Sá Biela", e antes de seu casamento com Luiz Galvão morava no Município de Varginha-MG, em companhia das tias, Maria Cândida de Carvalho (Sá Dica) e a Tereza de Carvalho. Todas procedentes de Campanha da Princesa, Minas Gerais. Buscando conhecer um pouco sobre "Sá Biela", o Projeto Partilha buscou informações com dona Zilah. Diz ela, ao contar um caso: "Sá Biela era mulher fina. Para se servir de jabuticabas preparava um verdadeiro ritual. Em mesa posta com toalhas de renda ou bordadas, era colocada uma bacia em porcelana sobre uma fina bandeja. Após as frutas terem sido lavadas eram acondicionadas em vasilha de porcelana sobre fina bandeja e oferecidas para o consumo dos que viviam ou visitam a casa". Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: Uma sepultura …

Manoel Antônio Teixeira da Fazenda Campestre.

Falece o mineiro Américo Dias de Oliveira.

Em 8 de outubro de 1957 com oitenta e seis anos, morre em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, Américo Dias de Oliveira, viúvo de Joana Batista da Conceição. Américo era filho de Antônio Dias de Oliveira e dona Teodolinda Eulália de Carvalho(Theodolinda).Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: A elegante dona Gabriela Carvalho Galvão.
Artigo Anterior: O falecimento de Maria Batista de Souza.1. Reg. n.3890. Livro de óbito V.

Antônio Justiniano cobra Emílio na justiça.

O Diretor José da Frota Vasconcellos (Vasconcelos)Juiz Municipal do Termo daVarginha.Manda ao depositario Cel.Emilio Justiniano de Rezende Silva(Resende), a quem será este apresentado que, cumprindo-o, entregue a Antonio Justiniano de Rezende e Silva (Resende) a quantia de cincoenta e dois contos oitocentos e oitenta e nove mil duzentos e cinco réis (52:889$205), saldo queJosué Justiniano de Rezende Silvae sua mulher devem a Antonio Justiniano de Rezende e Silva como se verifica da execução hypottecaria movida pur este a aquelles.Cumpra-se. Varginha, vinte e dois de Abril de mil novecentos e dezenove (1919).Eu,Orpheu Rodrigues de Alvarenga (Orfeu), escrivão o escrevi.assina José da Frota Vasconcellos - após os selos:Recebi a importancia anotada deste mandado _____ pelo que firmo este.
Varginha 22 de Abril de 1919
assina Antonio Justiniano de Rezende FilhoFoto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS BovarisPróximo documento: A herança de Amélia Augusta da Silva.
Documento anterior: A procuração …

O falecimento de Maria Batista de Souza.

"Aos dezoito de agosto de mil novecentos e cincoenta e sete(1957), foi encomendado e sepultado no cemitério Paroquial o cadáver de Maria Batista de Souza, falecida ontem com sessenta e oito anos de idade, filha legítima de Eugênio Adelino de Souza(Avelino) e de Maria Batista do Espírito Santo. Ela era viúva de Manoel Ferreira Avelino. Causa mortis: insuficiência cardíaca, congestiva aguda do pulmão. Para constar, fiz este assento que assino. O Pároco, Pe. Manoel Francisco Maciel."Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: Falece o mineiro Américo Dias de Oliveira.
Artigo Anterior: Alguns registros de óbitos de 1956 em Minas.

Deus Pai, o Divino Espírito e a Sagrada Família.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Evando Pazini - Arte: TS BovarisPróxima imagem: Manoel Antônio Teixeira da Fazenda Campestre.
Imagem anterior: Antigo telefone da fazenda da Serra.

Alguns registros de óbitos de 1956 em Minas.

Breves anotações:- Maria Tereza de Lima era filha legítima de Miguel Simeão de Lima e de Luiza Mantovani Simeão, e tem registro de óbito em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, sob n.3667 (11), Livro de óbito n.V, em 30-01-1956. Óbito assinado pelo Pároco, Pe. Manoel Francisco Maciel;- João Flauzino Leite era pai de Antônio Augusto Leite com mãe desconhecida. Antônio Augusto era viúvo de Maria Augusta Saraiva e faleceu em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais e tem o registro de óbito sob n.3737 (74), Livro V, em 03-08-1956, assinado pelo pároco, Pe. Manoel Francisco Maciel; - foi sepultada no Cemitério Paroquial da Freguesia do Carmo da Cachoeira, sob n.12.262 (82) em data de 27-09-1956, Gabriela Goulart Santana, com 37 anos, filha de Augusto Mesquita e de Clarice da Silva Goulart (Livro de óbitos n.V, fl.48). Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: O falecimento de Maria Batista de Souza.
Artigo Anterior: O batismo do inocente Joaquim em 1776.

Antigo telefone da fazenda da Serra.

Quando viviaManuel Antônio Rates, as zonas mineradoras estavam famintas e miseráveis. Ele construiu sua casa, às margens de um caminho e junto a um ribeirão aos pés de um morro. O Sítio Cachoeira distanciava mais ou menos um quilometro do local onde hoje é a matiz Nossa Senhora do Carmo, e seus vizinhos eram os: Ribeiros do Valle; Terras; Garcia Leal; Alves Pedrosa; Gonçalves Correia; Toledo Pisa; Figueiredo; Nogueiras; e outros que de uma forma ou de outra colaboraram no processo de limpeza da área, e por aqui permaneceram, entrelaçaram-se subdividiram suas propriedades com a criação de muitas outras fazendas. Três blocos principais e interligados definiram-se e foram sendo desenhados e cada um deles manifestando seu perfil: o bloco das Abelhas; os surgidos com a presença dos Gouveia, Garcia, Figueiredo, Andrade Junqueira; e o Bloco da Serra.Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS BovarisPróxima imagem: Deus Pai, o Divino Espírito e a Sagrada Família.
Imagem anterior: O Sagrado Coração …

O batismo do inocente Joaquim em 1776.

Entre as amareladas folhas marcadas pelos seus 233 anos uma referência: anotação feita em 10 de novembro de 1776, entre outras onde pouco se pode ler, devido a ação das traças que deixaram as folhas rendadas. Nesta data, o inocente Joaquim, filho de pai incognito, recebe o Sacramento do Batismo, e tem seu registro num dos livros de Lavras do Funil. Seus padrinhos foram José Lourenço de Abreu e sua mulher, dona Anna Maria Moraes.Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: Alguns registros de óbitos de 1956 em Minas.
Artigo Anterior: A venda da fazenda dos Carapinas em Minas.

Mapa do distrito de Boa Vista e arredores.

Jorge Vilelaem breve apresentará mais um trabalho imperdível onde defende a tese de um caminho antigo que passaria pelas terras carmenses. Fala como um dos mais antigos, e parece que mostra através de passagem de visitadores da Igreja, como o Trindade. Aí ele vai colocar a fazenda das Abelhas e a fazenda Boa Vista.Por hora apresentamos um mapa trabalhado por Eduardo Rezende onde ele apresenta a localização de Carmo da Cachoeira e São Bento Abade, e entre elas algumas sedes e limites de fazendas. Note as dimensões da antiga fazenda Boa Vista, sede do distrito da Boa Vista, da qual fazia parte todo o atual território cachoeirense.

A procuração de Joaquim Ribeiro de Carvalho.

Neste fragmento de documento, em cujo canto superior esquerdo está numerado "64" ao lado de uma rubrica que se inicia pela vogal A, no entanto, não consegui decifrar. A mesma rubrica repete-se na de número sessenta e cinco e no final do registro traz as assinaturas de Maria Blandina das Dôres Reis; Francisco de Paulo Cândido e Luiz Ricardo de Souza Rocha.Procuração bastante que faz Joaquim Ribeiro de Carvalho
Saibão quantos este publico instrumento de procuração bastante virem, que no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e oitenta e quatro (1884)aos vinte e oito dias do mez de julho do dito anno nésta Freguesia do Carmo da Cachoeira, termo da Cidade do Espírito Santo da Varginha, Comarca de Três Pontas, Província de Minas Geraes e Império do Brasil em meu Cartório compareceu como outorgante o Portuguez Joaquim Ribeiro de Carvalho negociante estabelecido nésta freguesia reconhecidos de mim escrivão pelo próprio e das testemunhas abaixo nomiadas e …

Genealogia e venda de escravos de Bento Esaú.

Bento Izau dos Santos (Esaú ou Ezaú) , segundo a obra "Genealogia da Família Reis", era filho de Maria Claudina Vilela(Vilella) , nascida na cidade de Aiuruoca - MG, casada com o cap. José Esaú dos Santos(Ezaú) , filho de Antônio Esaú dos Santos (Ezaú) e Ana dos Santos de Jesus. Bento, casou-se em primeiras núpcias com Mariana Generosa dos Reis, filha do alferes Manuel dos Reis e Silva e Ana Generosa de Sousa Meireles (Souza ou Meirelles) . Não tiveram filhos. Em segundas núpcias casou-se com Ana Generosa dos Reis (Anna), irmã de Mariana Generosa dos Reis, sua primeira esposa, filha de Manuel dos Reis e Silva e Ana Generosa de Sousa Meireles(Souza ou Meirelles). Tiveram apenas um filho, Manuel Esaú dos Santos, casado com Arminda Esaú dos Santos. Em terceiras núpcias casou-se com Barbara Delminda de Siqueira, filha de Valério Augusto de Siqueira e Emerenciana Bárbara de Andrade Vilela. Tiveram apenas um filho, Horácio Esaú dos Santos, casado com Lúcia Constância de Siqueira, …

Transcrições de aforamento de terras de 1896.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS BovarisPróxima imagem: A procuração de Joaquim Ribeiro de Carvalho.
Imagem anterior: Documento de 1878 na fazenda das Abelhas.

A venda da fazenda dos Carapinas em Minas.

Fragmento de documentos ...Procuração que fazem Gabriel Flávio da Costa(Flávio Costa) e sua mulher dona Cândida Theodora de Jesus(Theodora) , como adiante se vê:Saibam quantos este público instrumento de procuração bastante virem que sendo no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil nove centos e dezoito (1918), aos vinte e dois dias do mes de outubro do mesmo mes e anno, neste districto do Carmo da Cachoeira, Comarca da Varginha, Estado de Minas Geraes, compareceram como outorgantes Gabriel Flávio da Costa e sua mulher dona Cândida Theodora de Jesus, reconhecidos de mim Tabelião, e das testemunhas abaixo assignadas e estas também de meo conhecimento, e moradores todos no Curato de São Bento, districto de Cachoeira, do que dou fé; perante as quaes por elles outorgantes me foi dito que por este publico instrumento de procuração bastante e na melhor forma de direito que a a eles outorgados nomeiam e constituem seo bastante procurador na Cachoeira do Carmo ao senhor Franci…

O Sagrado Coração de Jesus em Minas.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Foto: Evando Pazini - Arte: TS BovarisPróxima imagem: Antigo telefone da fazenda da Serra.
Imagem anterior: O coronel Astolpho Rezende de Varginha.

A origem do nome da Escola Lourdes Galvão.

Existe em Carmo da Cachoeira uma Unidade de Ensino denominada Escola Municipal Lourdes Galvão situada a rua Antônio Justiniano dos Reis no Centro.Lourdes Galvão era filha de Luiz Galvão Corrêa(Luis ou Corrêia) e Gabriela Carvalho Galvão - Sá Biela. Os relatos sobre os dons de caráter espiritual manifestados através das atitudes de Lourdes, como os da paciência, de sua bondade e dedicação, soam em uníssono entre os cachoeirenses que a conheceram e com ela conviveram. Em seu blog a Escola destaca que: "A Escola Municipal Lourdes Galvão foi criada em 2004 na gestão do prefeito José Joaquim do Prado. Recebeu esse nome em homenagem à professora Lourdes Galvão, que durante sua trajetória na educação, sempre foi dedicada, carinhosa e preocupada com a formação de seus alunos."Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: A venda da fazenda dos Carapinas em Minas.
Artigo Anterior: Carapina, a origem do nome.

O coronel Astolpho Rezende de Varginha.

O Cel. Astolpho Rezende é um exemplo vivo, palpitante, desta competência; a fazenda Itamaraty(Itamarati), embora não seja muito grande, pois conta apenas 200 alqueires de terra, é uma propriedade, que dá grandes lucros.A sua lavoura rende 5.000 arrobas de bom café que sahe rebeneficiado na machina da mesma fazenda e onde o proprietário, por um separador inventado por elle mesmo, obtém um typo de excellente café. E esta quantidade de 5.000 arrobas augmentará um terço mais, uma vez que as novas plantações comecem a produzir. De facto, o Cel. Astolpho Rezende espera mais da nova lavoura que das velhas plantações, pela vista estupenda dos novos cafezaes, cortados por largos caminhos que lhes emprestam a phisionomia dum vasto jardim; pelo espectaculo soberbo daquella pujança e daquella ordem, surge espontanea visão das abundantes colheitas futuras.A indústria pastoril conta também com importantes elementos, pois mais de 300 rezes populam nas suas pastagens. E, para termos uma idéa dos impo…

Carapina, a origem do nome.

O termo "carapina", segundo o professor Caio Boschi, eram os profissionais no exercício da profissão do trato da madeira,"...deviam ser menos qualificados" que os oficiais de carpintaria ou marcenaria. Por não serem portadores de cartas de autorização passadas pelas Câmaras Municipais para o exercício da função, faziam parte dos denominados "carapinas", muitos que, por algum motivo sofriam perseguições, embora não tivessem sido condenados ou julgados por atos que houvessem ferido a lei.Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: A origem do nome da Escola Lourdes Galvão.
Artigo Anterior: Francisco vende o escravo João à Domingos.

A botica do Dr. Luiz Galvão Corrêa em Minas.

O navio percorre o antigo caminho marítimo que faz a ligação entre os continentes através do oceano Atlântico. Século dezenove. Um casal muito especial faz parte desta viajem: os pais de Luiz Galvão Corrêa.O jovem casal chega trazendo ainda no ventre materno aquele que seria o "médico do corpo e da alma" do povo cachoeirense. Buscavam uma nova vida em um novo mundo, o navio deixava o Velho Continente. Em suas fantasias deixavam para traz a ignorância e a imaturidade que produziam em sua terra: guerras, servidão, polarização, preconceitos ...A falta de respeito entre os seres humanos ficaria no passado. Um novo mundo estaria a espera deste casal em terras brasileiras. Assim, no dia 30 de Janeiro na Barra do Piraí no Rio de Janeiro nasceu o Dr. Luiz Galvão, o "Pai dos Pobres".Foto: Evando Pazini - Foto de fundo: Jetzabel - Arte: TS BovarisPróxima imagem: O coronel Astolpho Rezende de Varginha.
Imagem anterior: Pharmácia N. Sra. do Carmo em Minas Gerais.

Pharmácia N. Sra. do Carmo em Minas Gerais.

O farmacêutico Luiz Galvão Corrêa, tem ainda o prédio da Farmácia Nossa Senhora do Carmo, por ele implantada, em perfeitas condições. Situada na Praça do Carmo, mais exatamente, na Rua Dom Inocêncio, se distancia, em apenas duas residências da Casa Paroquial.No ano de 2003 a Pharmácia Nossa Senhora do Carmo, nome dado em homenagem a padroeira da cidade, completava 100 anos e, para comemorar a família distribuiu calendários para cidadãos cachoeirenses.Quando inaugurou a botica em 1903, o jovem Luiz Galvão já havia retornado a Portugal em companhia de seus pais. O acontecimento se deu quando ele tinha dois anos. Ficou por lá até os dezessete anos, retornando ao Brasil com a mãe, já viúva. Tinha como irmãos, a Helena, a Lídia e o Carlos. Luiz e Carlos eram ferroviários, na função de telegrafista. Desempenhavam a função em Cruzeiro, Estado de São Paulo, junto a Estrada de Ferro local.Luiz Corrêa Galvão, depois de anos nesta unidade, foi transferido para o Município de Varginha. Aí conhece…

Francisco vende o escravo João à Domingos.

Escriptura de venda de um escravo de nome João crioulo, de vinte seis annos de idade, solteiro, que Francisco José de Oliveira faz a Domingos Teixeira de Rezende(Resende), por seo bastante procurador tenente coronel José Fernandes Avelino, pela quantia de um conto e sete centos mil réis na forma abaixo declarado:

Saibão quantos este publico instrumento de escriptura de venda virem, que sendo no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo, de mil oito centos e setenta aos vinte sete dias do mes de dezembro do dito anno nesta Freguesia da Cachoeira do Carmo, Termo da Cidade de Lavras, em meo cartório, ahi presentes partes havidas e contratactadas, como vendedor, Francisco José de Oliveira, representado por seo bastante Procurador tenente coronel José Fernandes Avelino e como comprador Domingos Teixeira de Rezende, ambos moradores desta Freguesia, reconhecidos pelos próprios de que fasso menção, e pelo Procurador do vendedor me foi dito em prezença de duas testemunhas adiante assigna…