Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Distribuição dos homens segundo etnias e profissão.


A maior parte dos anúncios sobre os escravos fugidos do Jornal “O Universal”, refere-se aos cativos que não possuíam especialização profissional (84 casos). O que representa este dado? Poderia-se dizer que o escravo sem especialização fugia mais porque era a grande maioria no contingente escravista. Contudo, constituiria uma explicação simplista e que na realidade nada responderia.

Um outro caminho para a análise da questão poderia ser buscado em Cardoso206: Para este autor, uma maneira de o escravo resgatar um pouco sua humanidade, seria a aprendizagem e o exercício de uma profissão, posto que com ela, o escravo conseguiria acentuar frente aos senhores, a sua condição de homem, melhorando desta maneira sua vida.


Contudo, esta posição “privilegiada dentro do contingente escravista necessitava sempre do aval do senhor e se o escravo passava a ter um certo status junto aos demais, na realidade quem
lucrava com esta profissionalização era novamente seu proprietário. A partir daí, o que contava na relação senhor/escravo era a fidelidade e a pontualidade do escravo no momento de prestar contas de seu trabalho.

Aceitando o fato de que a especialização desencadearia melhorias nas condições de vida dos cativos, seria de se supor que não tentariam fugir tanto quanto um escravo sem qualquer conhecimento profissional específico e, portanto, sem qualquer regalia.


Trecho de um trabalho de Marcia Amantino.
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Tabela - fonte dos dados: O Universal – 1825-1832

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