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Tabela Cronológica 20 - Carmo da Cachoeira - 1910 à 1919


1910

14/Mai até 27/Fev/1911 – paroquiato do Padre João Batista Giudicelli.

1911

ü 23/Abr até 11/Mai/1912 – Paroquiato do Cônego João Batista César; e

ü o nome Carmo da Cachoeira já aparecia nos documentos da reorganização administrativa do Estado.

1912

13/Jun até 3/Nov/1913 – paroquiato do Padre Caetano de Luca.

1913

29/Dez até 28/Fev/1914 – paroquiato do Padre Joaquim Martins Pontes.

1914

1914-1919 – Primeira Guerra Munidial; e

ü 3/Jun até 25/Set/1915 – paroquiato do Padre Izidoro Guilmin.

1915

29/Nov até 21/Set/1916 – paroquiato do Padre Antônio de Souza Lima Motinha.

1916

1/Jan até 4/Ago/1920 – paroquiato do Padre João Pina do Amaral.

1917

ü 26/Out – Brasil entrou na Primeira Guerra Mundial de maneira modesta: patrulhamento do litoral, aprendendo de embarcações alemãs e, enviando um navio médico para o litoral europeu; e

ü Luiz José Álvares Rubião cita em suas obras as fazendas no distrito de Carmo da Cachoeira.

1918

ü Fazenda Pedra Negra, de propriedade de João Urbano de Figueiredo, de 750 alqueires, dos quais 100 alqueires dedicados ao plantio de café; o restante foi utilizado para o gado e para outros tipos de cultura, com mão de obra italiana;

ü Domingos Ribeiro de Rezende (VI) era proprietário da fazenda Córrego das Pedras; e

ü Sylvestre Fonseca e João Liberal (VII) citam em sua obra as fazendas no Distrito de Carmo da Cachoeira.

1919

ü 01/Set – Carmo da Cachoeira apareceu nos quadros de apuração do recenseamento geral;

ü a Câmara Municipal de Varginha autorizou seu presidente a entrar em contato com a Fábrica Geral dos Patrimônios da Diocese de Campanha para adquirir os patrimônios de Varginha, Carmo da Cachoeira e de São Bento Abade; e

ü nasceu Edigar Sant’Anna, o Padre Edigar, em Carmo da Cachoeira.


Comentários

projeto partilha disse…
Tendo com testemunhas Antonio Marinho Rodrigues e Antonio Zacharias d´Oliveira, e assinando arrogo Nicolau Antonio, Francisco Antonio de Rezende foi constituído procurador, em 21/10/1918, dos moradores no curato de São Bento Abade, Gabriel Flávio da Costa e sua mulher, Cândida Theodora de Jesus.
desc. da Família Rabello. disse…
Vou contribuir com um dado muito antigo guardado nos documentos de minha família e que corresponde a época da tábua cronológica hoje publicada.
Codicilio de D. Maria Umbellina da Conceição, em 23/11/1918, viúva por falecimento de José Verginio dos Reis, nat. do districto do Carmo da Cachoeira e residente no curato de São Bento Abade (...) dois bois são de Francisco José de Souza; dois de José Verginio Rabello (...) netos adotivos José Verginio Rabello e sua irmã Maria Paula Rabello, ficando o Pai destes menores usufruindo. Assinam José Augusto de Oliveira; Bichara Simão; Antonio Zacarias de Oliveira; Gabriel Joviano de Oliveira e Francisco Antonio de Rezende. Espero ter contribuído com algo.
tricordiano. disse…
Encontrei mais uma referência aos "de Tal". É o seu Horácio de Tal que aparece na divisa de um casal morador no curato de São Bento Abade. Maria Francisca de Souza, casada com José Ignácio de Oliveira, moradores no referido curato, cujas terras divisam com o referido Horácio, por outro lado com Joaquim Francisco de Souza. As terras, que houveram de Francisco Alves. Assinam como testemunhas, Nicolau Antonio e Francisco Antonio de Rezende.
est. UFLA disse…
Estou com um documento que será inserido em meu futuro trabalho e que traz o nome de NICOLAU ANTONIO. Está datado de 20/02/1919 e refere-se ao districto do Carmo da Cachoeira. Os dados são os seguintes: José Carlos Borges e Maria Holanda de Jesus, moradores em São Bento Abade, do districto do Carmo da Cachoeira - MG, constituem o seu procurador, aqui em Lavras, para vender uma parte de terras sita na FAZENDA FARIA, districto de Lavras, a qual houveram por succesção de seu falecido sogro e pai ANTONIO FRANCISCO PEREIRA. O Joaquim Guilherme dos Reis assina arrogo de José Carlos Borges. Dona Maria Holanda de Jesus assina. Como testemunhas vem o NICOLAU ANTONIO e Francisco (ilegível a inicial)emotti.
est. Ufla disse…
Aliás, são dois documentos em que o senhor Nicolau Antonio aparece. O já citado em outro comentário e este, em que está junto com Joaquim Ferreira de Azevedo como testemunhas. Foi num ato de compra e venda de propriedade no Largo da Matriz, no districto do Carmo da Cachoeira e cuja propriedade havia sido de Joaquim Garcia da Fonseca. O ato ocorreu em 21/02/1919 e é citado da seguinte forma: "divisando por um lado com a rua do Pretório; por outro com Domingos Ribeiro de Rezende e pelos fundos com Joaquim Ribeiro de Carvalho. O comprador foi AUGUSTO RIBEIRO NAVES.
projeto partilha disse…
Olá estudante da Universidade Federal de Lavras. Temos em nossos arquivos o nome que você está trabalhando e, por ora, pelo menos uma informação. Trata-se do senhor Antonio Nicolau. O senhor Antonio Marciano Dias, casado com dona Rita Ignácio das Dores, vende para José Marciano da Costa uma propriedade em São Bento do Campo Bello. Faz divisa com José Ribeiro da Luz. As testemunhas foram: Nicolau Antonio e Victorio Antonio Nicolau. Use e abuse da informação em seu próximo trabalho. Caso tenhamos acesso a novos dados sobre o assunto disponibilizaremos através deste canal de comunicação.
arquivo da fam. Ferreira da Costa disse…
Dr. Francisco de Paula Ferreira Costa foi constituído procurador em 02/06/1876 para assinar a tutella da órfã Guiomar, filha natural de Cândida Agostinha de Jesus, falecida. Testemunhas na freguesia do Carmo da Cachoeira, Bernardino José Paulino e José Baptista Fonseca.
projeto partilha disse…
O Livro n. 16, para assinaturas dos eleitores da Freguesia do Carmo da Caxoeira registra as "assignaturas dos senhores eleitores que concorrerem à eleição hoje, 31 de outubro de 1881". Aparecem os seguintes nomes: Antonio Dias Pereira de Oliveira; Francisco Diniz Junqueira; João Urbano de Figueiredo;José Balbino dos Reis. O termo de encerramento está nos seguintes termos: "Aos trinta e hum de outubro de 1881, nesta Freguesia do Carmo da Cachoeira do Município de Lavras, em Igreja Matriz, concluída a chamada unificava Meza eleitoral que (...) edifício designado pelo Governo/reunido o Juiz de Paz lotado (...). Obs.: O livro faz as referências, no entanto, não contêm assinaturas.
Colaborador baependiano disse…
Embora Manoel Antonio de Mello apareça em Carmo de Baependi, no Censo de Baependi de 1839, caracterezida com homem branco, 60 anos e vivendo de roça, encontrei-o assinando como escrivão de BEM VIVER em 1855 e 27/02/1860, na freguesia do Carmo da Cachoeira, Termo da Villa de Lavras, Comarca do Rio Verde. Em 1860, no caso que envolve José Custódio Pereira, Francisco Ignácio de Souza. Assina junto Aureliano José Mendes.
Em outra situação: "Destricto da Boa Vista", em 30/03/1855, onde aparece como acuzado Manoel Moreira e Antonio Jacintho a qual petição se acha dispachada pello subdelegado do destricto Antonio Severiano de Gouvêa, e para constar lavrei este, eu MANOEL ANTONIO DE MELLO, escrivão que escrevi.

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Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
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