Pular para o conteúdo principal

Água pura e límpida em Carmo da Cachoeira.

Os proprietários da fazenda dos Tachos mostram com orgulho um espaço da casa, ainda conservadíssima, cujas paredes das salas estão representas de fotos. Lá existe também a sala onde funcionava a venda que servia aos tropeiros e boiadeiros. Seu ancestral primeiro era o comerciante da arranchação. Hoje moram em Varginha e mantém estas propriedade com muito orgulho. A natureza por lá também é protegida e a pureza de suas águas reflete a harmonia de toda esta fazenda.

Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS Bovaris

Vídeo: O Tropeiro de Carmo da Cachoeira

Comentários

projeto partilha disse…
Em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, este sábado de junho amanheceu convidativo para se sair as ruas. Delas, pode-se apreciar melhor o espetáculo montado pela natureza. Espetáculo digno de ser apreciado, vivido em toda sua plenitude e intensidade. O palco mostra os morros e o céu envoltos em intensa e plena neblina. Na noite anterior o que se via era um céu estrelado sob fundo de um azul indescritível. Céu sem nuvens, deslumbrante, estrelado, prenunciando geada. Um, quase inverno, que poderia concorrer com o europeu. Fantástico. Deslumbrante. Imperdível. Todos que podem saem as ruas e, aí encontram-se os amigos, conhecidos e ou desconhecidos que se tornarão conhecidos, após o "bom dia, Sá dona ou Sô doutor".
Bem, um integrante do Projeto Partilha também saiu as ruas. Foi em busca de um contato direto com o gelado frio da manhã que, envolta em neblina, emanava a sensação de estar se vivendo num mundo mágico, realmente divino. Ao passar pela varanda da casa do octogenário e querido SANTOS CHAGAS, pai da vereadora Renata, ouve-se dele: - Bom dia, Sá dona. Todo agasalhado, curtia o sol nascente. Não perdia a oportunidade de conversar com os que por aí passavam. Bem, o papo foi gratificante e fica aí um recado para Maria Eunice. Seu Santos Chagas é casado com a filha de NICÉSIA BATISTA, filha de Othoniel Cunha. Diz seu Santos Chagas, o pessoal de minha mulher veio lá de Boa Esperança. Um ótimo final de semana a todos.
projeto partilha disse…
Uma observação feita por Gilberto Vilela: "tenho dúvidas se a Nicésia é filha do Othoniel". Vou conversar com minha mãe, dona Geny casada com Saul Vilela. Sendo ela filha do Othoniel, meu avô vai nos ajudar nas ligações. Para mim que, Nicésia é sobrinha de Othoniel". Aguarde que darei notícias.
Gilberto Vilela é Engenheiro Agrônomo e funcionário da Emater, Minas Gerais. Diz ele que na família dois irmãos casaram-se com duas irmãs, nos antigamente. Vai checar e prometeu nos informar. É só questão de tempo. Quanto as gerações mais próximas as sua diz saber que: Nicésia Baptista (Batista) é mãe de Nicésio que foi funcionário municipal e vereador em Carmo da Cachoeira.
projeto partilha disse…
Na última quarta-feira duas pessoas, representando os moradores de um trecho da Rua Domingos Ribeiro de Rezende, Rua Tufi Kalil Auad e Francisco de Assis Reis, estiveram na sessão da Câmara Municipal entregando uma Carta-Apoio posta nos seguintes termos:

Carmo da Cachoeira, junho de 2009.

À Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.
Senhor presidente.

Assunto: Apoio à família como beneficiária de moradia popular.

Nós, abaixo assinados, presentes na Câmara no dia 3 e representantes dos anseios de ver resolvida a questão de segurança pessoal, além de outras questões envolvidas na atual moradia de Adriano/Carla e os cinco filhos, queremos demonstrar nosso apoio na busca que eles realizam com a finalidade de receber, por parte de nossos governantes, local digno para a família.
A família levantou sua moradia em terreno contíguo ao imóvel de n.811 e recebe o número de 819 da rua Domingos Ribeiro de Rezende. A moradia fica entre este imóvel e o terreno da antiga Quadra 21, Setor 2, hoje entre a rua Domingos Ribeiro de Rezende, Francisco de Assis Reis e Tufi Kalil Auad, de propriedade dos herdeiros de José Pedro da Silva, adquirido por compra, conforme mostra a Escritura de Compra e Venda datada do ano de 1951, e o registro dela no Cartório de Registro Civil em Varginha, Minas Gerais. O referido imóvel foi adquirido através de compra do senhor Jorge Tomaz da Silva e sua mulher, dona Regina Eliza da Silva, em 30 de outubro de 1951.
A referida moradia foi levantada abaixo do nível da rua e em local de passagem das águas pluviais que descem dos níveis mais altos da cidade sentido Ribeirão do Carmo. Sobre este assunto muito se falou quando das discussões nas sessões desta Câmara para implantação de rede de esgoto na cidade pela COPASA. A área é de risco e envolvidos do sentimento de responsabilidade por nossos pares e vizinhos pretendemos, ao apresentar esta comunicação, ser mais uma voz em apoio à aquilo que a Assistência Social possa fazer no que se refere a dar a esta família uma oportunidade de reintegrá-la num espaço digno e seguro.
A solidariedade, ora demonstrada deverá ser entendida como um gesto de pessoas que ousam aceitar o desafio de se darem as mãos sempre que o assunto envolva a fraternidade e a colaboração para reconstrução de um mundo mais fraterno e humano com respeito à dignidade do homem e dos seus sentimentos.
Colocamo-nos a disposição desta casa para maiores esclarecimentos, se necessário for.
Certos de que a Administração Pública está encaminhando o assunto com carinho, atenção e determinação antecipamos nossos agradecimentos.
Atenciosamente.
(seguem as assinaturas)
projeto partilha disse…
O Maquinista JOSÉ PEDRO DA SILVA (José Rita/ José do Orrita).

José Rita foi um pai de família exemplar. Além de trabalhador sério em seu atuar foi cumpridor de seus deveres sociais, religiosos e familiares. Um verdadeiro exemplo de como, o trabalhador braçal vence as dificuldades que se lhe apresentam, tanto pela falta de tempo, - desde que trabalha de sol a sol, como pela falta de dinheiro que lhe é diminuto, ou pela falta de infra estrutura no local onde reside. Vence todas as barreiras para ver realizada a sua obrigação como cidadão e chefe de família. A forte vontade de ver o que lhe pertence, e que foi ganho as custas de muito sacrifício reconhecido legalmente, José do Orrita/ José Rita ou seja José Pedro da Silva envidou todos os esforços no caminho de deixar seus bens legalizados e os direitos de seus herdeiros garantidos.
Hoje a propriedade adquirida por José Pedro da Silva, e localizada em frente ao Santuário Mãe Rainha, na Comunidade Paroquial São Pedro de Rates é olhada por seus sobrinhos: Família Fiorentino; pelos descendentes dos Bani e Petrini; por Conceição do Edgar; pela Carminha, tia do Ruto e Maria (loira). Os netos de José Pedro residem em São Paulo e por eles buscamos, no intuito de homenageá-los em nome de seus avós. Quem souber o endereço e como contatá-los, por favor, nos avise. Pode-se fazer o contato também na Secretaria Paroquial, Praça do Carmo ou pelo e-mail: alphabeto@hotmail.com
projeto partilha disse…
Domingos José de Jesus Teixeira foi declarante em dois óbitos, dos quais recolhemos alguns fragmentos. Um deles ocorreu em 1979 e o outro em 1986. Dos dados contidos no referido fragmento, o que conseguimos ler com segurança é o que se segue:
... dona Maria Clara Pedro, sexo feminino, com 84 anos, viúva de José Pedro, nascido em Elói Mendes, Minas Gerais, filho de Arrito e Avance Luiza (...) 1986. Deixou 9 filhos maiores: Maria de Loudes R., José Pedro, Tereza Aparecida, Ataíde Pedro, Orlando José Francisco, Iracema Maria, José Alves, Jandira Clara Fonseca, Orlando José Francisco, Maria/ e ou Conceição Aparecida Pereira.
O outro fragmento que segue junto está datado de 1979 e é de José Pedro, casado com Maria Clara, nascido em Carmo da Cachoeira, filho de Francisca Umbelina da Silva. Deixou bens, deixou nove filhos maiores: Maria de Lourdes, João Pedro, Tereza Aparecida, Ataíde Pedro, Orlando José Francisco, Iracema Maria José, Jandira Clara Fonseca, Orlando José Francisco, Conceição Aparecida Pereira.
É tudo o que conseguimos registrar.

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Diácono Romário - Ordenação Presbiterial

 A Diocese de Januária, minha família e eu, Diácono Romário de Souza Lima temos a grata satisfação de convidar você e sua família para participarem da Solene Celebração Eucarística, na qual serei ordenado sacerdote pela imposição das mãos e Oração Consecratória do Exmo. Revmo. Dom José Moreira da Silva, bispo diocesano, para o serviço de Deus e do seu povo. Dia 18 de maio de 2022. às 19h, na Catedral Nossa Senhora das Dores em Januária - MG Primeiras Missas 19 de maio às 19hs na Catedral Nª Srª das Dores 20 de maio às 19hs na  Comunidade Santa Terezinha de Januária 21 de maio às 19hs na Comunidade Divino Espírito Santo em Januária Contatos: (38) 99986-6552 e martimdm1@gmail.com Reflexão: João 21, 15 - Disse Jesus a Pedro: "Apascenta meus Cordeiros" Texto de Gledes  D' Aparecida Reis Geovanini O cordeiro é o filhote da ovelha. É conhecido como dócil, manso, obediente. É o símbolo da obediência e submissão. Apascentar refere-se a alimentar, cuidar, proteger e orientar, fu

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

Leonor Rizzi - Biografia

I tu , uma estância turística do Estado de São Paulo , viu nascer em 2 de fevereiro de 1944 a professora e genealogista Leonor Rizzi, uma descendente de imigrantes italianos da região de Gênova , cujos pais foram o ferroviário Diniz Rizzi e a costureira Malvina Demarqui Rizzi . E studou no tradicional Collégio Nossa Senhora do Patrocínio , sob os cuidados das Irmãs de São José de Chambéry ¹ . Aquele local , assim como boa parte de sua terra natal, é constituída de antigos monumentos arquitetônicos oitocentistas. Sendo também catecista e " filha de Maria ". C asou-se em 1964 com o professor Wagner Pereira da Mota e mudaram-se para a cidade de São Paulo em busca de melhores oportunidades de emprego. Lá ela ingressou no magistério público municipal, lecionando em diversos bairros da capital paulista, mas foi principalmente na década de setenta no bairro de Pirituba, no Paque Infantil Piritubinha ² , que desenvolveu uma metodologia de ensino própria que deu origem a obra &quo

Corpus Christi em Carmo da Cachoeira 2022

 A Comunidade São Pedro de Rates na Solenidade de Corpus Chisti Celebrando Corpus Christi a Comunidade São Pedro de Rates participou da confecção dos tapetes coloridos nas ruas de Carmo da Cachoeira para a passagem de Jesus Eucarístico pela procissão de Corpus Christi juntamente com toda a Paróquia Nossa Senhora do Carmo. Figuras da Sagrada Eucaristia, Divino Espírito Santo, do Cálice da Ceia e demais motivos eucarísticos embelezam as vias graças aos voluntários das diversas comunidades urbanas e rurais da Paróquia Nossa Senhora do Carmo na Diocese da Campanha em Minas Gerais. Celebrando a festa de Jesus presente na Eucaristia, sobretudo fazendo memória à Quinta-Feira Santa e o início da Eucaristia, no Pão e no Vinho, este dia nos remete uma verdadeira gratidão que nós cristãos devemos ter pelo grande mistério da morte e ressurreição de Cristo, Nosso Senhor. Ao desenhar símbolos religiosos nas ruas cachoeirenses, o povo se une em torno da arte e fé.  Simbolicamente retira a intermediaç

Cemitério dos Escravos de Carmo da Cachoeira

Ativistas culturais preservam nossa memória histórica Fernão Dias Paes Leme  corajosamente embora velho, atendendo ao apelo de seu rei, juntou seus índios agregados e com os seus dois filhos, com seu genro, e alguns amigos que acreditaram nele, partiu de São Paulo chefiando a maior bandeira paulista, entrando no sertão em busca da Lagoa Encantada onde estariam as tão sonhadas esmeraldas. Nesta louca aventura, o Governador das Esmeraldas foi plantando roças e deixando atrás de si “pousos”, para que outros bandeirantes pudessem sobreviver na impiedosa selva pontilhada de perigos. O sertão do Campo Grande estava localizado no trajeto dos bandeirantes quando, em 1739 , Marta Amato encontrou informações de que pertenciam a Carrancas (Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Carrancas ) dois cemitérios que pertenciam a essa freguesia, na Comarca do Rio das Mortes : cemitério do Campo Belo e cemitério do Deserto Dourado (hoje São Bento Abade ) . Segundo Tarcísio José Martins (1995, 1ª

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove