Pular para o conteúdo principal

“Baba Yetu”: o Pai Nosso em Swahili

Honra.



Dicionário Michaelis:
dignidadedig.ni.da.desf (lat dignitate) 1 Modo de proceder que infunde respeito. 2 Elevação ou grandeza moral. 3 Honra. 4 Autoridade, gravidade. 5 Qualidade daquele ou daquilo que é nobre e grande. ... 8 Respeitabilidade. 9 Pundonor, seriedade...

Esta é em síntese o objetivo deste programa pioneiro, que tem como meta "executar a ações legítimas de combate ao desemprego, ao ócio, a fome, ao abandono e a desumanidade".
O Programa foi o meio mais simples e acessível encontrado para criar uma condição viável e imediata de amenizar o sofrimento de grande parte da população obrigada a sobreviver de forma miserável, às margens da sociedade; valorizando o trabalho voluntário como ação efetiva de combate à ociosidade, ao abandono e à desumanidade , consequentemente, ao desemprego e à fome.
Metas
1 - para os homens e mulheres de boa vontade
- criar alternativas honestas e seguras para pessoas físicas e jurídicas, que motivadas pelo amor ao próximo, possam contribuir para ameinzar o sofrimento do semelhante carente, sem o receio de serem ludibriadas por pessoas inescrupulosas; e
- criar oportunidades para desenvolvimento da energia da bondade em nível mundial.
2 - necessidades comunitárias
- restauração de predios públicos;
- limpesa de ruas, parques e jardins;
- apoio a creches, orfanatos, escolas, etc;
- ajuda com mão-de-obra a instituições filantrópicas privadas de utilidade pública como: APAE's, AA's, entre outras;
- ajuda a igreja e templos religiosos, no tocante à limpeza e manutenção de áreas comunitárias; e
- criação e desenvolimento de hortas e lavouras comunitárias.
3 - combate ao desemprego, ócio, fome abandono e desumanidade
- utilizar, de forma útil e construtiva, o tempo daqueles que não conseguem um emprego formal;
- resgatar o amor próprio dos excluídos do mercado de trabalho, dando-lhes a oportunidade de servir à sociedade;
- dar oportunidade àqueles que, por absoluta miséria, não têm condições de entrar, nem mesmo, no mercado informal de trabalho; e
- posssibilitar, através de doaçõe, que o voluntário consiga receber alimentos e bens materiais básicos para a sua sobrevivência.
Público Alvo:
- a população carente, na faixa etária de 18 a 110 anos; e
- homens deboa vontade, pela oportunidade de praticar o bem.
Gestão:
- a gestão do Programa é feita no âmbito municipal, pela comunidade local.
Adesões:
- preencimento de ficha cadastral.
Funcionamento:
Os recursos físicos são proporcionados pela comunidade e pelos poderes públicos. O Programa subsiste de doações dos poderes públicos, bem como de pessoas físicas e jurídicas. São aceitas, preferencialmente, doações em alimento, bens de consumo básicos, serviços e moeda corrente - sendo, neste caso, utilizadas integral e necessariamente na compra dos itens mencionados. A direção local do Programa é responsável pelo armazenamento dos produtos doados no Mercado Voluntário, depósito municipal cedido pela comunidade local. Todo produto de doação recebido tem seu equivalente em Volu para que pode ser trocado pelas pessoas cadastradas. A responsabilidade de uma justa equiparação volu X item doado é de exclusiva responsabilidade da direção local do Projeto, que também é responsável pela quantidade de Volus distribuícos, sendo esta compatível com a quantidade de doações.
Volu:
Volu é abreviatúra de voluntário. É uma unidade-padrão equivalente a 1 hora de serviço à comunidade, independente da tarefa executada. Todo material arrecadado é obrigatóriamente repassado aos voluntários cadastrados no Programa através da troca de Volus. A cada pessoa inscrita é permitida a aquisição de até 8 (oito) Volus por dia, 40 (quarenta) Volus por semana e no máximo 160 (cento e sessenta) Volus por mês, o que equivalerá a um salário mínimo federal. Ao final de cada semana, serão abertas as portas do Mercado do Voluntário para que os voluntários possam fazer as trocas dos Volus obtidos durante uma semana de trabalho voluntário.
Participe:
Colabore com o Programa fazendo doações de alimentos e bens de consumo básico diretamente no Mercado Voluntário ou oferecendo um pouco do seu tempo na organização e distribuição do material arrecadado. O Programa Trabalho e Dignidade não recebe esmolas em hipótese alguma, pois seu objetivo é gerar trabalho a quem não tem oportunidade de trabalhar, remunerando com dignidade àquele que presta seus serviçoes à comunidade.
Contatos:
Secretaria da Assistência Social de Carmo da Cachoeira: (35) 3225-1627

Comentários

Anônimo disse…
Parabéns aos organizadores deste Programa. Com dignidade e pela dignidade humana.
Anônimo disse…
Digo sempre. Cada dia uma surpresa. Essa Carmo da Cachoeira é realmente muito, muito especial. Aglutina gente muito interessante e voltada a qualidade de vida. Parabéns Pe. André por estar a frente desta paróquia, sob o manto de Nossa Senhora.

Postagens mais visitadas deste blog

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Paulo Naves dos Reis Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas. Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “

A pedra de moinho da fazenda Caxambu.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Ary Silva da família Dias de Oliveira - Bueno. Imagem anterior: Nuvens sobre a tradicional fazenda Caxambu.

Rostos na multidão na antiga Carmo da Cachoeira

Se você deseja compreender completamente a história (...), analise cuidadosamente os retratos. Há sempre no rosto das pessoas alguma coisa de história da sua época a ser lida, se soubermos como ler. — Giovanni Morelli Cônego Manoel Francisco Maciel presente a cerimônia ao lado da Igreja da Matriz