Pular para o conteúdo principal

“Baba Yetu”: o Pai Nosso em Swahili

Homenagem ao Papa João Paulo II

Homenageamos e enaltecemos esse grande paladino e defensor da Paz, da compreensão e da harmonia entre todos os povos e religiões.

Hoje, certamente, desenvolve ele nobre atividade dentro do grande plano divino. A Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Rende-lhe tributo de gratidão e amor.

Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, no ano do sesquicentenário da paróquia — 2007.

Comentários

Anônimo disse…
TS Bovaris, parabéns pelo seu trabalho. Nós rendemo-lhes homenagens.
Anônimo disse…
Para que todos saibam. As palavras do texto foram ditas por Pe. André Luiz da Cruz, quando de forma simples e singelas prestava homenagens, durante os rituais religiosos na Igreja Matriz da cidade. Lembrava os que, direta ou indiretamente estavam ligados as comemorações dos 150 anos da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, no ano de 2007.
Anônimo disse…
Foi através da liturgia do arrependimento, na Basílica de São Pedro, no ano de 2000(Ver no clipe, o Papa João Paulo II colocando um papel nas fendas do MURO OCIDENTAL) que o Papa, num ato de amor, perdão e humildade reza: "Deus dos nossos pais,
escolhestes Abraão e os descendentes deste
para levar o teu nome às nações:
estamos profundamente tristes
pelo comportamento daqueles
que no decurso da história
causaram essas tuas crianças sofrimento
e pedimos teu perdão;
à fraternidade genuína
com o povo da Aliança"
Tradução Pedro von Werden SJ)
Anônimo disse…
Complementando. Posso? Dessa gente se ocupou também o Papa João XXIII. Foi ele que convocou o Concílio Ecumênico Vaticano II, cujas implicações foram de longo alcance para a Igreja Católica. Duas palavras latinas estão gravadas na história da Igreja: NOSTRA AETATE - elo espiritual que nos liga as origens. Trata das relações com outra religiões. O documento foi promulgado em 1965, após a morte de seu autor - João XXIII. O documento cita Romanos 2,29 ai referir a Paulo.
Anônimo disse…
Mais uma surpresa apresentada por TS Bovaris. Mas, não deixo de abrir nunca este blog. Parabéns cara. Vc. é bom demais.
Anônimo disse…
Epa. Uma grande oportunidade de sair do rame-rame do dia-a-dia e ver algo com qualidade. Brigadão, cara. Você passa no controle de qualidade. Selo pra você.
Anônimo disse…
Mas afinal, deculpe minha ignorância, de que gente esse pessoal está falando?
Anônimo disse…
Colaborador Ecumênico, o Projeto Partilha agradece-lhe pela participação e pela sua presença como visitante deste blog de Carmo da Cachoeira - MG.
Anônimo disse…
Yasmin, você não é ignorante não. São fatos muito antigos. Refere-se aos primeiros cristãos de que temos conhecimento. A Igreja, no entanto, atenta a questão da harmonia e do perdão considera que todo o fato deve ser retratado com humildade. Assim, o Papa João Paulo II e, segundo nosso colaborador ecumênico, o Papa João XXIII, lembra de momentos vividos pela humanidade nos velhos tempos. Como vimos no sublime gesto do Papa João Paulo II - O Paladino da Paz, manifestou profunda tristeza pelo comportamento daqueles que possam ter causado dor e sofrimento. Gesto grandioso, só poderia ter vindo desta Grande Alma a serviço de Deus.
Anônimo disse…
Peço licença para uma participação em nível de colaboração.O Concílio Vaticano II mostra a Igreja "inserida na história e atenta realidade, mantendo sua identidade, procura discernir nos desafios os sinais dos tempos". Os discurso de Paulo mostram que, desde o início da pregação apostólica, o Cristo é anunciado de forma diferente e adequada à compreensão e cultura de cada povo.O discurso aos judeus(At 13,16-43 supõe o conhecimento da história de Israel; o discurso aos camponeses da Licaônia(At 14,15-18) supõe o conhecimento das estações climáticas e dos rudimentos da agricultura; o discurso aos intelectuais atenienses (At 17,16-31 cita filósofos e poetas. Espero ter conseguido mostrar a compreensão da Igreja na adequação de sua fala, com a idéia de aproximação.(citei o doc.71 da CNBB.
Anônimo disse…
Cristão é aquele que se distingue porque acreditou no amor.
Anônimo disse…
O Gapa Cultural recebeu um telefonema e sente-se no dever e na obrigação de repassá-lo, bem como de atender a sugestão feita. Diziz a pessoa:"O Projeto Partilha, em algum momento pensou prestar homenagem ao seu primeiro morador, o Sr. Manoel Antonio Rates? Se pensou, sugerimos que seja dedicando a ele este belíssimo clipe do Papa João Paulo II. Seremos gratos, caso nosso pedido possa ser atendido".

Postagens mais visitadas deste blog

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Paulo Naves dos Reis Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas. Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “

A pedra de moinho da fazenda Caxambu.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Ary Silva da família Dias de Oliveira - Bueno. Imagem anterior: Nuvens sobre a tradicional fazenda Caxambu.

Rostos na multidão na antiga Carmo da Cachoeira

Se você deseja compreender completamente a história (...), analise cuidadosamente os retratos. Há sempre no rosto das pessoas alguma coisa de história da sua época a ser lida, se soubermos como ler. — Giovanni Morelli Cônego Manoel Francisco Maciel presente a cerimônia ao lado da Igreja da Matriz