Pular para o conteúdo principal

ABUSO E EXPLORAÇÃO INFANTIL

ABUSO E EXPLORAÇÃO INFANTIL
Em Carmo da Cachoeira denuncie: Conselho Tutelar (3225-2133 ou 99731-1462) - Polícia Militar (190 ou 98843-1690) - CRAS (3225-1657)

A Construção da identidade em Carmo da Cachoeira.


O território de Carmo da Cachoeira é riquíssimo em termos de presença humana voltada a manifestar em seu comportamento externo a devoção. A religiosidade está presente nas ruas da cidade através de seus símbolos cristãos, sobretudo. É comum encontrar pessoas que ao sair para caminhadas levam o terço em suas mãos e durante o percurso, rezam. Mas, podemos falar que a identidade é força do destino, ou será que nós a vamos construindo? Nos dias atuais podemos questionar, diante da globalização, como fica a questão da identidade nas unidades territoriais. Alguns defendem que este conceito está se perdendo. À medida que se busca o passado, essa consciência certamente está reforçando as estruturas culturais. Faremos isso em memória dos nossos antepassados, para que o tempo não apague nossa história e não nos distancie de nossa herança crística.

A identidade de Carmo da Cachoeira é a religiosa, pulverizada através de diferentes formas de manifestação. Cada um em seu patamar, no entanto, todos, sem exceção, estão buscando a verdade e para isto temos a eternidade. O caminho é chegar a Cristo, nosso irmão maior.

Carmo da Cachoeira 1
Texto integral de Waldemar de Almeida Barbosa publicado no Dicionário Histórico e Geográfico.


Valentim José da Fonseca com sua família estabeleceram-se a sudoeste das Lavras do Funil e, aí, criaram a fazenda do Maranhão. Valentim levantou, na sua fazenda, a ermida de Nossa Senhora do Carmo. Por volta de 1800, já existia pequeno povoado ao redor da capela, conhecido por Carmo do Maranhão. Às vezes, nos registros paroquiais, aparece também com o nome de ermida do Maranhão.

Em 1811, numerosas famílias estavam estabelecidas: as do alferes José Alves, capitão Antônio José de Abreu, Antônio da Silva Melo, Jerônimo de Abreu, João Bernardes Ribeiro, Manuel Afonso das Neves, Miguel Jacinto de Carvalho, Rafael Antônio de Carvalho, Valentim Evaristo da Fonseca, Valentim José da Fonseca, etc. O primeiro capelão de que se tem notícia foi o Padre Joaquim Leonel de Paiva, em 1805 (21º Anuário Eclesiástico da Diocese de Campanha, 1959). Com a denominação de Cachoeira do Carmo, foi criada a paróquia, com a Lei nº 805, de 3 de julho de 1857, no município de Lavras. Comumente era o lugar designado como Cachoeira do Carmo da Boa Vista.

Na divisão administrativa de 1911, já figura no município de Varginha, com o nome de Carmo da Cachoeira. O município de Carmo da Cachoeira desmembrado do município de Varginha, e o de São Bento, criado pela mesma lei. Hoje, o município conta com o único distrito da sede. Fica no sul do Estado. Nova matriz foi inaugurada em 1929.
A cidade tem agência do Banco Mercantil do Brasil.

1 – Nota do original: “O vocábulo Carmo do Maranhão indica ao leitor Carmo da Cachoeira.”

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Paulo Naves dos Reis Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas. Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

A pedra de moinho da fazenda Caxambu.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Ary Silva da família Dias de Oliveira - Bueno. Imagem anterior: Nuvens sobre a tradicional fazenda Caxambu.

Rostos na multidão na antiga Carmo da Cachoeira

Se você deseja compreender completamente a história (...), analise cuidadosamente os retratos. Há sempre no rosto das pessoas alguma coisa de história da sua época a ser lida, se soubermos como ler. — Giovanni Morelli Cônego Manoel Francisco Maciel presente a cerimônia ao lado da Igreja da Matriz