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Tabela Cronológica 14 - Carmo da Cachoeira

1850

ü 15/Abr – casamento na igreja Sagrada Família de Três Corações de José Manoel de Oliveira, viúvo de Anna Flora de Figueiredo;

ü 17/Abr – Domingos Leytão Coelho obteve sesmaria no rio do Servo e no rio Couro do Servo indo para Três Pontas;

ü 27/Abr – criação da comarca em Três Pontas;

ü 18/Set – Lei n° 601: dispõe de terras devolutas do império; e

ü a capela do Espírito Santo da Varginha foi elevada a freguesia.

1851

ü 18/Jun – decreto obriga o registro de nascimentos e óbitos;

ü fundada a primeira fabrica têxtil em Minas Gerais, em Santa Luzia do Rio das Velhas; e

ü segundo Monsenhor Lefort, assume como capelão de Nossa Senhora do Carmo, o Padre José Teodoro Brasileiro.

1852

ü 30/Abr – subdelegacia do distrito de Boa Vista, termo de vila de Lavras do Funil, abertura do livro com a assinatura de Antonio Severiano de Gouvêa; e

ü 29/Ago – começaram as obras da primeira ferrovia, inaugurada a 30 de abril de 1854, indo do: Porto do Mauá à Raiz da Serra, Rio de Janeiro.

1854

ü 30/Jan – Lei n° 1.318: regulamenta a repartição de terras públicas;

ü batizado José Mariano Costa, filho de Gabriel Flávio da Costa e Marciana Jesuína de Andrade; e

ü capela Oficial em Carmo da Cachoeira desde esta data, segundo mapa eclesiástico.

1855

ü Teria sido bento neste ano o antigo Cemitério de Carmo da Cachoeira;

ü o senador Fonseca apresenta projeto ao senado de proibição de eleições nas igrejas do Império; e

ü segundo Monsenhor Lefort, assumiu como capelão de Nossa Senhora do Carmo o Padre João Tomás de Sousa.

1856

Construção da primeira estrada pavimentada do País, de Petrópolis a Juiz de Fora.

1857

ü 3/Jul – Lei Provincial 805: elevação da capela Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira à categoria de freguesia; e

ü Definidos os limites da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, da Cachoeira.

1858

ü 30/Nov até 5/Set/1871 – paroquiato do Padre Joaquim Antônio de Rezende em Carmo da Cachoeira;

ü 03/Dez até 1919 – primeiro livro de óbitos de Carmo da Cachoeira; e

ü Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional”, entidade do Governo Imperial importa da Alemanha doze garanhões, visando melhorar a qualidade dos eqüinos brasileiros.

1859

ü Joaquim Thomaz Vilella de Castro juiz de paz substituto de Lavras abre o livro de registros de atos paroquiais da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo; e

ü Primeiro Livro Fábrica de Carmo da Caxoeira. O primeiro ato registrado é a nomeação de Joaquim Pedro da Silva para “Sam Christan” da freguesia.


Comentários

Projeto Partilha@ disse…
O ADEUS A UM MISSIONÁRIO.

Pe. Bernardo Scharfentein, Vigário Paroquial em Carmo da Cachoeira - MG, retornou hoje a sua verdadeira morada: Os Mundos internos - O MUNDO DE DEUS.
Ao Pai, nossa gratidão pelo período em que ele conviveu neste solo Sagrado sob a proteção de Nossa Senhora do Carmo.
Campo do Meio. disse…
Para quem não esteve, na Matriz de Nossa Senhora do Carmo hoje ás 9 horas, quero dizer o que ouvi, entre muitas outras coisas ditas por Frei Dom Diamantino Prata. "Pe. Bernardo e eu viemos juntos para o Brasil. Lá na Alemanha fomos preparados para um trabalho em terra onde tinha muito a ser feito pelo rebanho de Jesus Cristo" Pe. Bernardo conhecias as dificuldades que enfrentaria. Desde a questão da Lingua Pátria, até as diferenças de usos, costumes e Culturais. Sabia, no entanto, que era aqui seu pastorado. Atendeu o chamado, e a ele dedicou-se até seu último momento. Hoje, envolto em Luz é recebido pelos Anjos do Senhor.
Um até Breve Pe. Bernardo. Campo do Meio reenvidicou para ele a guarda de seu corpo. A decisão foi a de que seria dada a Carmo da Cachoeira. Estivemos aí e juntamo-nos aos cachoeirenses em nossas homenagens finais. Nossa gratidão pelo período que Pe. Bernardo esteve conosco.
Carvalhos. disse…
A comunidade sensibilizada se fez presente em Carmo da Cachoeira. Pe. Bernardo foi nosso pároco durante muitos anos. O amamos muito.
Devoto Lustosa disse…
Padre Bernardo, um elo da enorme e infindável corrente que se iniciou com os apóstolos de Jesus Cristo, foi chamado a sua Vedadeira Casa. Sua missão na terra se encerrou. Partiu com a sensação do DEVER CUMPRIDO. COMO MISSIONÁRIO PROPAGOU O EVANGELHO PERMEANDO-O SEMPRE COM AMOR. DESCANSE EM PAZ.
Comunidade Apostólica disse…
Deconsiderando a dor física, viveu o ideal determinado pelo seu espírito.
Anônimo disse…
Compromissado com o crescimento da fé, durante as missas que celebrava, permeava palavras sacras que "piadinhas" que alegrava. Na alegria a gente se ligava a Deus. Adeus Pe. Bernardo. Nós o amamos muito, e profundamente.
Na fé de Cristo disse…
Sempre encorajou e alimentou a união. Um Adeus, a quem muito amamos e o entregamos a Deus, diante da obediência e da fé de que era assim que teria que ser.
Elizabet Ribeiro disse…
Seu maior desafio foi suportar a dor física. Saiu vencedor. Seu ideal era maior que qualquer obstáculo. Adeus, num até breve no caminho da eternidade.
Luiz Roberto disse…
Um exemplo de dedicação e humildade.
leonor rizzi disse…
Pai. Que o Seu e o nosso desejo, sejam um só, em toda a Luz, assim como em todas as formas, em toda existência individual, assim como em todas as comunidades... . Submetemo-nos humildemente aos seus desígnos. Acolha em seus poderosos braços este seu filho Pe. Bernardo, muito amado também por nós.

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Próximo Texto: O negro aquilombado e a população colonial.
Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
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