Fazenda das Abelhas - parte 3

Descendência de Severino Ribeiro de Rezende
1 Jacinta Leopoldina de Resende casou com Theodoro Antonio Naves.
2 Maria Severina de Resende casada com Maximiano Severo do Lago Silva
3 Ana Cândida de Resende casada com Joaquim de Resende Branquinho.
4 Inácia Constança de Resende, casada com João Antônio Naves.
5 Marianna Leopoldina de Resende Foi batizada aos 18-08-1850. Marianna casou com Joaquim Pedro de Rezende.
6 Cândida Leopoldina de Rezende casou com José Alves de Figueiredo
7 Mariana Leopoldina de Rezende casou com Severino Ribeiro Rezende Sobrinho.
8 Severina Ribeiro de Rezende casou com José Alves de Rezende
9 Porcina Leopoldina de Rezende casou com Gregório Alves de Figueiredo.

Filhos do Segundo casamento:
10 Antônio Antero de Rezende
11 Joaquim Fernandes de Rezende casou com Maria Cândida de Rezende
12 João Candido de Rezende casou com Maria Vitória Chaves e em 2ª núpcias com Maria Leontina de Figueiredo
13 Josefina casou com João Vilela de Figueiredo Chaves

Em 10 de julho de 1878 o viúvo Severino pede autorização para vender parte da Fazenda das Abelhas a seus genros - Joaquim de Resende Branquinho, Teodoro Antonio Naves, João Antonio Naves, Jose Alves de Figueiredo Primo, e Gregório Alves de Figueiredo, sendo que a mulher do suplicante e os herdeiros que não entraram nesta compra desejam que assim se faça.
Em 10 de Dezembro de 1887 é feito um Formal de Partilha sobre os bens de Mariana Leopoldina de Rezende e seu finado marido Joaquim Pedro de Rezende onde foram avaliados os imóveis:
A casa de vivenda da Fazenda das Abelhas com paiol, monjolo, senzala, varanda, coberta para carro e todas as demais benfeitorias avaliado 600$000.
Parte na casa de vivenda da freguesia de Carmo da Cachoeira: 425$000
As terras da Fazenda das Abelhas composta de campos e culturas 4:200$000

A Antiga sede da Fazenda das Abelhas foi demolida na segunda metade do século XX, mas mesmo sem sede e subdividida em varias outras fazendas, seus descendentes não perderam a essência de que Abelhas simbolizam a União e Cooperativismo. E o que vemos quando passamos por aquela região onde são promovidas festas em favor da Igreja e à Comunidade São João Batista.

Comentários

Vale do Sapucaí disse…
Dudu. Você nem pode imaginar, o quando seu trabalho vem enriquecer o sul de Minas Gerais. Parabens.
Observador 1 disse…
Só aqueles que conhecem o perfil do mineiro poderá referendar esta participação. Luiz Eduardo, jovem , silencioso em seu agir e dotado deste grande talento preservacionista, reflete a figura do mineiro calado, mas que sabe das coisas em sua profundida. Ar matreiro, disfarça seu grande conhecimento. Sua capacidade de síntese e compromisso participativo é motivo de orgulho para a família, para a sociedade cachoeirense, para o sul de minas.
observador 2 disse…
A Igreja passou a ser o centro aglutinador e irradiador da verdadeira história de Carmo da Cachoeira. Igreja renovada, ressurge como símbolo de União, na "Alegria" de Dom Diamantino Prata e no dinamismo de seu pároco Pe. André. Parabéns TS Bovaris pelo seu trabalho. Parabéns a todos que colocam e partilham seus talentos a serviço da Cultura local, neste grande mutirão de reconstrução de suas origens.
marcos disse…
Fazendo uma correção:A 7ª é Marciana Leopoldina de Rezende e não Mariana.A Mariana Leopoldina casada com Joaquim Pedro,era descendente das "Três Ilhoas", tiveram filhos entre eles:Maria Gabriela Rezende,que foi casada com José Máximo de Rezende;provavelmente,pais de Maria Gabriela Rezende(minha bisavó lado paterno),que foi casada com Joaquim José Rodrigues,pais de meu avô José Domiciano Ribeiro Neto(família Os Ribeiro da Silva/Resende Costa),que foi casado com Delfina Maria de Lima(descendente dos Arvellos/Resende Costa).

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

Palanques e trincheiras na defesa dos quilombos.